Questões Discursivas

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Q186366 Mecânica
A amplitude do deslocamento (em vibração) de uma máquina sujeita a uma excitação periódica, medida através de um acelerômetro, NÃO depende da
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Q186365 Mecânica
Um arame tem a área da sua seção transversal reduzida de 5 mm 2 para 4 mm2 por meio de um passe de trefilação. Devido ao endurecimento por deformação plástica a frio, que ocorre na operação, o material do arame aumenta a sua tensão de escoamento de 200 MPa, na entrada da fieira, para 300 MPa, após passar pela fieira. A carga máxima a ser aplicada para realizar a operação, em newtons, é
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Q186364 Mecânica
Uma operação de fresamento cilíndrico tangencial foi realizada com uma velocidade de corte de 314 m/min e uma velocidade de avanço de 500 mm/min. A fresa utilizada possui 10 dentes e 100 milímetros de diâmetro. A rotação, em rpm, e o avanço por dente, em mm/dente, utilizados na operação, foram, respectivamente,
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Q186363 Mecânica
Os aços inoxidáveis austeníticos são utilizados em diversas aplicações nas quais existe a necessidade de resistência à corrosão e à oxidação e são caracterizados, fundamentalmente, pelos elevados teores de
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Q186362 Mecânica
No processo de soldagem a arco elétrico com eletrodo revestido, o arco elétrico é gerado entre a extremidade livre do eletrodo e o metal que se deseja soldar, sendo utilizado o eletrodo do tipo
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Q186360 Mecânica
Os aços e ferros fundidos são materiais de grande utilização na indústria de construção mecânica e são diferenciados, principalmente, pelo seu teor de carbono, que nos aços é
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Q186359 Mecânica
Os lubrificantes sólidos devem possuir as seguintes características:
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Q186358 Mecânica
Com relação à lubrificação a graxa dos mancais de rolamentos, avalie as afirmativas a seguir.
I - As graxas de cálcio podem ser usadas para rolamentos que funcionem sob temperaturas moderadas (máximo de 60 ºC) e rotações baixas.
II - As graxas de sódio são adequadas para rolamentos que operem sob condições isentas de umidade.
III - A graxa apresenta sobre o óleo, a vantagem de contribuir para a boa vedação da caixa.
IV - Com qualquer graxa, as caixas devem ser preenchidas, no máximo, até a metade de sua capacidade.

Estão corretas as afirmativas
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Q186355 Mecânica
Considerando o escoamento completamente desenvolvido em tubos, analise as afirmativas a seguir.
I - Para escoamento laminar, o fator de atrito é função do número de Reynolds, apenas.
II - Para escoamento turbulento, o fator de atrito é independente da rugosidade.
III - O número de Reynolds pode ser mudado, com facilidade, variando a velocidade média do escoamento.
IV - O gradiente de velocidade na parede do tubo é muito menor para o escoamento turbulento do que para o escoamento laminar.

Está correto APENAS o que se afirma em
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Q186354 Mecânica
Os fluidos, em um trocador de calor duplo tubo, podem operar em contracorrente ou em paralelo. Para a situação particular em que o fluido quente apresenta temperatura constante, como no caso de vapor saturado condensando, a MLDT (Média Logarítmica das Diferenças de Temperaturas) da operação em contracorrente
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Q186353 Mecânica
O projeto de instalação do sistema de sucção e descarga é tão importante quanto a rotação de uma bomba. Se, no projeto do sistema de sucção, o NPSHA (Net Positive Suction Head Available) é menor do que o NPSHR (Net Positive Suction Head Required) de uma bomba alternativa industrial, um grande número de soluções pode ser oferecido para aumentar o NPSHA da instalação, dentre as quais as sugeridas a seguir.
I - Reduzir o nível de fluido no interior do tanque de sucção.
II - Aumentar o diâmetro da tubulação de sucção.
III - Elevar a altura do tanque de sucção.
IV - Reduzir o comprimento equivalente da sucção através da redução do número de curvas.

Está correto o que se sugere em
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Q186349 Mecânica
Uma máquina térmica que opera segundo um ciclo de Carnot recebe 600 kJ de calor de uma fonte a 527 o C e rejeita 210 kJ de calor para uma fonte a 7 o C, realizando o trabalho W. A eficiência térmica dessa máquina é dada, aproximadamente, por
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Q186346 Mecânica
Em uma viga estaticamente indeterminada, as reações de apoio são determinadas
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Q186344 Mecânica
O dimensionamento de um eixo de aço sujeito a uma torção pura é realizado com base no critério de resistência de(a)
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Q186340 Mecânica
O projeto para a mantenabilidade é uma abordagem do planejamento para a qualidade que aplica os conhecimentos da engenharia de manutenção no desenvolvimento de produtos. Essa abordagem se refere ao projeto para o(a)
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Q186339 Mecânica
Uma forma de organizar o trabalho das equipes de manutenção é a formação de equipes de trabalho autodirecionadas.
Um dos passos para a implementação dessas equipes é a realização de treinamentos cruzados, que ocorrem quando, no transcorrer do treinamento,
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Q186338 Mecânica
A engenharia de manutenção possui um escopo de responsabilidades muito bem definido e apresenta um conjunto de funções cuja preocupação é diária para a equipe de manutenção. Essas funções também são denominadas primárias.
São preocupações primárias da engenharia de manutenção em uma empresa a(s)
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Q181795 Raciocínio Lógico
Três irmãs brincavam no jardim quando a avó apareceu e perguntou: “Que dia é hoje?"
A mais nova disse: Ontem foi quarta-feira.
A do meio disse: Hoje não é sexta-feira.
A mais velha disse: Amanhã será sábado.

Sabendo-se que uma das crianças mentiu e as outras disseram a verdade, o dia da semana em que esta história ocorreu foi
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Q181790 Matemática
A função f de variável real é tal que f (0) = 1, f (1) = 0 , e sua segunda derivada é f"(x) = 12x - 8. O valor de f(3) é
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Q181781 Inglês
                                                        Cleaning up a spill 
                                                       Written by Laura Hill

Water and oil don’t mix. We see this every day; just try washing olive oil off your hands without soap or washing your face in the morning with only water. It just doesn’t work!
When an oil spill occurs in the ocean, like the catastrophe in the Gulf of Mexico, what do scientists do to clean up the toxic mess? There are a number of options for an oil spill cleanup and most efforts use a combination of many techniques. The fact that oil and water don’t mix is a blessing and a curse. If oil mixed with water, it would be difficult to divide the two.
Crude oil is less dense than water; it spreads out to make a very thin layer (about one millimetre thick) that floats on top of the water. This is good because we can tell what is water and what is oil. It is also bad, because it means the oil can spread really quickly and cover a very large area, which becomes difficult to manage. Combined with wind, ocean currents and waves, oil spill cleanup starts to get really tricky.
Chemical dispersants can be used to break up big oil slicks into small oil droplets. They work like soaps by emulsifying the hydrophobic (waterrepelling) oil in the water. These small droplets can degrade in the ecosystem quicker than the big oil slick. But unfortunately, this means that marine life of all sizes ingest these toxic, broken-down particles and chemicals.
If the oil is thick enough, it could be set fire, a process called “in situ burning”. Because the oil is highly flammable and floats on top of the water, it is very easy to set it alight. It’s not environmentallyfriendly though; the combustion of oil releases thick smoke that contains greenhouse gases and other dangerous air pollutants.
Some techniques can contain and recapture spilled oil without changing its chemical composition. Booms float on top of the water and act as barriers to the movement of oil. Once the oil is controlled, it can be gathered using sorbents. “Sorbent” is a fancy word for sponge. These sponges absorb the oil and allow it to be collected by siphoning it off the water.
However, weather and sea conditions can prevent and obstruct the use of booms, sorbents and in situ burning. Imagine trying to perform these operations on the open sea with wind, waves and water currents moving the oil (and your boat!) around on the water.
What about the plants and animals? It’s easy to forget about the organisms in the sea that are under water. Out of sight, out of mind! There is not much we can do to help them. But when oil reaches the shore it impacts sensitive coastal environments including the many fish, bird, amphibian, reptilian, and crustaceanspecies that live there. We have easy access to these areas and there are some things we can do to clean up. For the plants, it is often a matter of setting them on fire, or leaving them to degrade the oil naturally. Sometimes, we can spray the oil with nutrients (phosphorus and nitrogen) that can encourage the growth of specialized microorganisms. For species that can tolerate our soaps, manpower is needed to wash every affected animal. Yet, if the animal has tried to lick itself clean, it can die from ingesting the toxic oil.
Unfortunately, there can be many negative economic and social impacts, in addition to the environmental impacts of oil spills and, as you’ve just read, the clean up techniques are far from perfect. Prevention is the very best cleanup technique we have. http://www.curiocity.ca/everyday-science/environme... -cleaning-up-a-spill.html, retrieved on Dec 10, 2010
In “They work like soaps by emulsifying the hydrophobic (water-repelling) oil in the water." (lines 21-23), they refers to
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: D
4: E
5: B
6: B
7: A
8: E
9: B
10: A
11: D
12: C
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14: B
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17: D
18: D
19: B
20: B