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Grudados no Facebook
Eu resistir o quanto pude, mas acabei sucumbindo no ano passado, por necessidade profissional e também para “conhecer o inimigo”, já que meus filhos inevitavelmente usariam a plataforma.
Logo em um dos primeiros posts, uma provocação aos jovens chamada “Você quer mesmo ser cientista?”, descobri o poder do Facebook: através de compartilhamentos, foram centenas de curtidas em um dia só – e eu me descobrir grudada na tela, acompanhando as curtidas e os comentários que chegavam.
Por que o Facebook tem o poder de transfixar o usuário em sua frente? Um grupo de neurocientistas alemães suspeitou que a resposta estivesse no retorno positivo que a plataforma oferece por meio das curtidas públicas aos posts de usuários.
As curtidas servem como uma indicação reputação social do usuário, e ter boa reputação é algo valioso por aumentar a chance de ser alvo de boa vontade e cooperação dos outros.
Mas nem sequer é preciso pensar a respeito para apreciar o valor da boa reputação: descobrir que gostam da gente ou receber outras formas de avaliação positiva são estímulos fortes para o estriado ventral, estrutura do sistema de recompensa do cérebro que nos premia com uma sensação de prazer quando algo positivo acontece. Mais tarde, a lembrança desse reforço positivo serve como uma motivação para repetir o que deu certo – e assim a causa de boa reputação se afirma.
Os pesquisadores da Universidade Livre de Berlim examinaram a relação entre a intensidade de uso da plataforma e a sensibilidade do cérebro dos usuários a recompensas de dois tipos: monetárias e sociais.
O resultado foi uma correlação clara entre a intensidade com que o estriado ventral de cada voluntário respondia a avaliações sociais positivas de boa reputação, na forma de adjetivos associados à sua pessoa, e a frequência de uso do Facebook por cada voluntário. A sensibilidade a retorno monetário não importa: aqueles que mais usam a plataforma são as pessoas que sentem mais prazer em ser avaliadas positivamente pelos outros.
A descoberta explica por que o Facebook é um sistema tão poderoso quanto um videogame: justamente por que funciona como um videogame, onde você aperta alguns botões e descobre imediatamente, pelas opiniões dos outros, se o resultado foi positivo. Como esse é um videogame de adultos que se leva no bolso, é difícil resistir a “jogar” o tempo todo...
SUZANA HERCULANO-HOUZEL é neurocientista, professora da UFRJ
e apresentadora do programa Cerebrando (cerebrando.net).
(Folha de S. Paulo, 01/04/2017.)
Grudados no Facebook
Eu resistir o quanto pude, mas acabei sucumbindo no ano passado, por necessidade profissional e também para “conhecer o inimigo”, já que meus filhos inevitavelmente usariam a plataforma.
Logo em um dos primeiros posts, uma provocação aos jovens chamada “Você quer mesmo ser cientista?”, descobri o poder do Facebook: através de compartilhamentos, foram centenas de curtidas em um dia só – e eu me descobrir grudada na tela, acompanhando as curtidas e os comentários que chegavam.
Por que o Facebook tem o poder de transfixar o usuário em sua frente? Um grupo de neurocientistas alemães suspeitou que a resposta estivesse no retorno positivo que a plataforma oferece por meio das curtidas públicas aos posts de usuários.
As curtidas servem como uma indicação reputação social do usuário, e ter boa reputação é algo valioso por aumentar a chance de ser alvo de boa vontade e cooperação dos outros.
Mas nem sequer é preciso pensar a respeito para apreciar o valor da boa reputação: descobrir que gostam da gente ou receber outras formas de avaliação positiva são estímulos fortes para o estriado ventral, estrutura do sistema de recompensa do cérebro que nos premia com uma sensação de prazer quando algo positivo acontece. Mais tarde, a lembrança desse reforço positivo serve como uma motivação para repetir o que deu certo – e assim a causa de boa reputação se afirma.
Os pesquisadores da Universidade Livre de Berlim examinaram a relação entre a intensidade de uso da plataforma e a sensibilidade do cérebro dos usuários a recompensas de dois tipos: monetárias e sociais.
O resultado foi uma correlação clara entre a intensidade com que o estriado ventral de cada voluntário respondia a avaliações sociais positivas de boa reputação, na forma de adjetivos associados à sua pessoa, e a frequência de uso do Facebook por cada voluntário. A sensibilidade a retorno monetário não importa: aqueles que mais usam a plataforma são as pessoas que sentem mais prazer em ser avaliadas positivamente pelos outros.
A descoberta explica por que o Facebook é um sistema tão poderoso quanto um videogame: justamente por que funciona como um videogame, onde você aperta alguns botões e descobre imediatamente, pelas opiniões dos outros, se o resultado foi positivo. Como esse é um videogame de adultos que se leva no bolso, é difícil resistir a “jogar” o tempo todo...
SUZANA HERCULANO-HOUZEL é neurocientista, professora da UFRJ
e apresentadora do programa Cerebrando (cerebrando.net).
(Folha de S. Paulo, 01/04/2017.)
Em “Um grupo de neurocientistas alemães suspeitou que a
resposta estivesse no retorno positivo que a plataforma
oferece por meio de curtidas...” o termo destacado
corresponde a uma flexão denominada de:
Grudados no Facebook
Eu resistir o quanto pude, mas acabei sucumbindo no ano passado, por necessidade profissional e também para “conhecer o inimigo”, já que meus filhos inevitavelmente usariam a plataforma.
Logo em um dos primeiros posts, uma provocação aos jovens chamada “Você quer mesmo ser cientista?”, descobri o poder do Facebook: através de compartilhamentos, foram centenas de curtidas em um dia só – e eu me descobrir grudada na tela, acompanhando as curtidas e os comentários que chegavam.
Por que o Facebook tem o poder de transfixar o usuário em sua frente? Um grupo de neurocientistas alemães suspeitou que a resposta estivesse no retorno positivo que a plataforma oferece por meio das curtidas públicas aos posts de usuários.
As curtidas servem como uma indicação reputação social do usuário, e ter boa reputação é algo valioso por aumentar a chance de ser alvo de boa vontade e cooperação dos outros.
Mas nem sequer é preciso pensar a respeito para apreciar o valor da boa reputação: descobrir que gostam da gente ou receber outras formas de avaliação positiva são estímulos fortes para o estriado ventral, estrutura do sistema de recompensa do cérebro que nos premia com uma sensação de prazer quando algo positivo acontece. Mais tarde, a lembrança desse reforço positivo serve como uma motivação para repetir o que deu certo – e assim a causa de boa reputação se afirma.
Os pesquisadores da Universidade Livre de Berlim examinaram a relação entre a intensidade de uso da plataforma e a sensibilidade do cérebro dos usuários a recompensas de dois tipos: monetárias e sociais.
O resultado foi uma correlação clara entre a intensidade com que o estriado ventral de cada voluntário respondia a avaliações sociais positivas de boa reputação, na forma de adjetivos associados à sua pessoa, e a frequência de uso do Facebook por cada voluntário. A sensibilidade a retorno monetário não importa: aqueles que mais usam a plataforma são as pessoas que sentem mais prazer em ser avaliadas positivamente pelos outros.
A descoberta explica por que o Facebook é um sistema tão poderoso quanto um videogame: justamente por que funciona como um videogame, onde você aperta alguns botões e descobre imediatamente, pelas opiniões dos outros, se o resultado foi positivo. Como esse é um videogame de adultos que se leva no bolso, é difícil resistir a “jogar” o tempo todo...
SUZANA HERCULANO-HOUZEL é neurocientista, professora da UFRJ
e apresentadora do programa Cerebrando (cerebrando.net).
(Folha de S. Paulo, 01/04/2017.)
Considerando o fragmento abaixo:
“Eu resistir o quanto pude, mas acabei sucumbindo no ano passado, por necessidade profissional e também para “conhecer o inimigo”, já que meus filhos inevitavelmente usariam essa plataforma.”
A expressão coesiva destacada estabelece uma noção de:
Grudados no Facebook
Eu resistir o quanto pude, mas acabei sucumbindo no ano passado, por necessidade profissional e também para “conhecer o inimigo”, já que meus filhos inevitavelmente usariam a plataforma.
Logo em um dos primeiros posts, uma provocação aos jovens chamada “Você quer mesmo ser cientista?”, descobri o poder do Facebook: através de compartilhamentos, foram centenas de curtidas em um dia só – e eu me descobrir grudada na tela, acompanhando as curtidas e os comentários que chegavam.
Por que o Facebook tem o poder de transfixar o usuário em sua frente? Um grupo de neurocientistas alemães suspeitou que a resposta estivesse no retorno positivo que a plataforma oferece por meio das curtidas públicas aos posts de usuários.
As curtidas servem como uma indicação reputação social do usuário, e ter boa reputação é algo valioso por aumentar a chance de ser alvo de boa vontade e cooperação dos outros.
Mas nem sequer é preciso pensar a respeito para apreciar o valor da boa reputação: descobrir que gostam da gente ou receber outras formas de avaliação positiva são estímulos fortes para o estriado ventral, estrutura do sistema de recompensa do cérebro que nos premia com uma sensação de prazer quando algo positivo acontece. Mais tarde, a lembrança desse reforço positivo serve como uma motivação para repetir o que deu certo – e assim a causa de boa reputação se afirma.
Os pesquisadores da Universidade Livre de Berlim examinaram a relação entre a intensidade de uso da plataforma e a sensibilidade do cérebro dos usuários a recompensas de dois tipos: monetárias e sociais.
O resultado foi uma correlação clara entre a intensidade com que o estriado ventral de cada voluntário respondia a avaliações sociais positivas de boa reputação, na forma de adjetivos associados à sua pessoa, e a frequência de uso do Facebook por cada voluntário. A sensibilidade a retorno monetário não importa: aqueles que mais usam a plataforma são as pessoas que sentem mais prazer em ser avaliadas positivamente pelos outros.
A descoberta explica por que o Facebook é um sistema tão poderoso quanto um videogame: justamente por que funciona como um videogame, onde você aperta alguns botões e descobre imediatamente, pelas opiniões dos outros, se o resultado foi positivo. Como esse é um videogame de adultos que se leva no bolso, é difícil resistir a “jogar” o tempo todo...
SUZANA HERCULANO-HOUZEL é neurocientista, professora da UFRJ
e apresentadora do programa Cerebrando (cerebrando.net).
(Folha de S. Paulo, 01/04/2017.)
A organização didático-pedagógica pode ser entendida como o conjunto de decisões coletivas que orientam a realização das atividades escolares, visando garantir o processo pedagógico da escola. Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.
O processo de matrícula e transferência dos registros e
arquivos escolares não é componente pertencente à
organização didático-pedagógica de uma escola.
A organização didático-pedagógica pode ser entendida como o conjunto de decisões coletivas que orientam a realização das atividades escolares, visando garantir o processo pedagógico da escola. Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.
Os seguintes componentes fazem parte da organização
didático-pedagógica de uma escola: modalidades de
ensino da Educação Básica; fins e objetivos da
Educação Básica; e organização curricular, estrutura e
funcionamento da escola.
As áreas do gerenciamento de projetos descrevem o gerenciamento em termos de seus processos componentes.
Assim, a área que engloba os processos necessários para assegurar que, no projeto, esteja incluído todo o trabalho requerido para concluí-lo de maneira bem-sucedida é o gerenciamento de:
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando cada termo da análise de risco à sua correspondente descrição.
COLUNA I
1. Controle
2. Índice FE
3. Índice NPL
4. Lesão ou GPL
5. Perda
6. Perigo
7. Índice PO
8. Risco
9. Risco significativo
10. Risco tolerável
COLUNA II
( ) Por não ser significativo, não gera obrigatoriedade de medidas de controle.
( ) Índice que descreve as possíveis consequências em caso de acidente.
( ) Demonstra a probabilidade de ocorrência de um acidente.
( ) Demanda medidas de controle para que seja eliminado ou reduzido a níveis aceitáveis.
( ) Representa a frequência com que se está exposto ao perigo.
( ) Consequência do perigo e do risco.
( ) Efeito causado pelo perigo, em função da probabilidade de exposição e da severidade.
( ) Ação tomada para suprir ou eliminar determinado risco com finalidade de manter a integridade dos profissionais, do meio ambiente e do patrimônio.
( ) Retrata o número de pessoas expostas ao risco.
( ) Condição que pode provocar perda, que ameaça a integridade de uma pessoa.
Assinale a sequência CORRETA.
Considere a situação hipotética a seguir.
Um aluno apresenta recurso contra decisão de um professor de unidade acadêmica da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.
Segundo o que dispõe o Regimento Interno dessa universidade, é competente para apreciar o recurso:
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando os órgãos componentes das unidades acadêmicas da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri (UFVJM) às suas características.
COLUNA I
1. Congregação
2. Diretoria
3. Colegiado de curso
COLUNA II
( ) Órgão de coordenação didático-pedagógica de cada curso.
( ) Órgão máximo de deliberação e de recurso em matéria administrativa e acadêmica.
( ) Órgão de administração de cada unidade.
Segundo o que dispõe o Estatuto da referida universidade,
a sequência correta é:
Analise a situação hipotética a seguir.
Entendendo que ocorre superfaturamento em uma obra pública municipal, Cláudio resolve propor, na condição de cidadão, ação judicial visando a impedir a realização da obra. Pretende requerer, na ação, a requisição de documentos cujo aceso lhe foi negado e a realização de perícia, para provar o superfaturamento.
Considerando os dados descritos e as características das ações ou garantias constitucionais, é correto afirmar que nessa hipótese:
Segundo a Lei que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação no âmbito das Instituições Federais de Ensino, cabe a essas instituições avaliar a adequação do quadro de pessoal e suas necessidades propondo ao órgão competente, se for o caso, o redimensionamento.
Essa avaliação deve ser feita:
Considere a situação hipotética a seguir.
Augusto é nomeado para cargo público efetivo federal.
Considerando que sua jornada de trabalho não é fixada
em lei especial, em relação ao regime ou à jornada de
trabalho do referido servidor, é correto afirmar:
Analise as afirmativas a seguir sobre a administração pública brasileira.
I. Os subsídios e os vencimentos dos ocupantes dos cargos públicos são, como regra geral, irredutíveis.
II. A contratação por tempo determinado para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público só pode ocorrer nas hipóteses expressamente previstas na Constituição da República.
III. Excetuados os adicionais por tempo de serviço, os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de acréscimos ulteriores.
Segundo o que dispõe a Constituição Brasileira, está(ão)
correta(s) a(s) afirmativa(s):
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando as classificações dos sistemas às suas características.
COLUNA I
1. Informação gerencial
2. Suporte executivo
3. Empresarial básico
COLUNA II
( ) Cria relatórios resumidos sobre o desempenho da empresa.
( ) Realiza tarefas rotineiras da empresa.
( ) Apoia o desenvolvimento do planejamento estratégico da empresa.
Assinale a sequência CORRETA.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando os golpes aplicados na internet às suas características.
COLUNA I
1. Furto de identidade
2. Hoax
3. Phishing
COLUNA II
( ) Mensagem com conteúdo falso.
( ) Tentativa de uma pessoa se passar por outra.
( ) Tentativa de obter dados pessoais de um usuário.
Assinale a sequência CORRETA.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando os protocolos da internet às suas funções.
COLUNA I
1. HTTP
2. FTP
3. POP
COLUNA II
( ) Receber mensagens de e-mail
( ) Acessar a WWW (World Wide Web)
( ) Transferir arquivos pela internet
Assinale a sequência CORRETA.
Analise as fórmulas a seguir, que têm por objetivo multiplicar os números contidos nas células A1, B1 e C1 de uma planilha do Excel 2010.
I. =A1*B1*C1
II. =PRODUTO(A1;B1;C1)
III. =MULT(A1;B1;C1)
As fórmulas que calculam o resultado corretamente
são: