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Q4196834 Português
Analise a ocorrência de crase nas palavras destacadas abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta o número de ocorrências em que a crase é facultativa.

- Ele saiu da festa à francesa.
- Entreguei um belo ramalhete à Mariana.
- Estarei lá exatamente à meia-noite.
- Foi dado um tiro à queima-roupa.
- Dirigi-me à sua secretária para o recado.
Alternativas
Q4196833 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)

    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.


MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
A narração do texto “A bola amarela" é feita:
Alternativas
Q4196832 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)

    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.


MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
"(...) resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona."

Em relação ao sentido expresso na parte destacada do trecho acima, é correto afirmar que a autora:
Alternativas
Q4196831 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)

    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.


MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
A narradora do texto "A bola amarela" mostrase:
Alternativas
Q4118034 Pedagogia
No âmbito da teoria da aprendizagem e do desenvolvimento, um dos estudiosos que aporta contribuições seminais é Lev Semionovich Vigotski. Entre suas contribuições, está a identificação de que, em situações normais, a criança sozinha é capaz de realizar diversas tarefas intelectuais, sendo possível daí inferir seu nível de desenvolvimento naquele momento – o que se denomina nível de desenvolvimento real. No entanto, na realização de tarefas mais complexas e de mais difícil alcance, elas podem ter êxito pela mediação de adultos ou de outras crianças mais avançadas e experientes, modificando positivamente seu desempenho – o que se denomina nível de desenvolvimento potencial. O processo de desenvolvimento e de aprendizagem que acaba de ser descrito é o que Vigotski conceitua de Zona de 
Alternativas
Q4118033 Pedagogia
Em 1996 o Brasil viu ser publicada a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, lei que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, simplesmente conhecida como LDB/1996. A referida lei foi precedida por uma mais antiga e da mesma natureza, nossa primeira LDB, cuja data de publicação ocorreu no ano de
Alternativas
Q4118032 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O professor de uma escola pública municipal de uma cidade do interior do estado conta com dois alunos autistas. No desenvolvimento do processo pedagógico, chegou o momento de iniciar a avaliação da aprendizagem da turma e o professor deu início aos preparativos imaginando aplicar uma prova e efetuar pequenos exercícios ao longo da penúltima semana do trimestre. No que concerne aos alunos autistas e à avaliação, esses alunos devem 
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Q4118031 Pedagogia
Leia o caso a seguir.

M.P. é professora no terceiro ano do Ensino Fundamental em uma escola da rede pública municipal. Após ter elaborado e lecionado um conjunto de aulas sobre o conteúdo de Ciências naquele trimestre, ela aplicou, ao final do referido período, uma prova tendo em vista apurar o aprendizado dos alunos. Essa foi a única avaliação que ela realizou no trimestre.

O caso apresentado mostra uma situação em que se emprega avaliação do tipo  
Alternativas
Q4118029 Pedagogia
No processo de alfabetização, uma questão relevante é a forma de apresentação da estrutura silábica das palavras da Língua Portuguesa ao longo do ano letivo. Conforme orientam os documentos recentes sobre o tema da alfabetização, em especial a Base Nacional Comum Curricular, essa apresentação deve ser feita por 
Alternativas
Q4118028 Pedagogia
Conforme preconiza a Base Nacional Comum Curricular, a alfabetização das crianças deve ser o foco dos 
Alternativas
Q4118027 Pedagogia
Leia o texto a seguir.

A escola tal como a conhecemos é o produto de uma evolução histórica bastante longa, que iniciou aproximadamente no século XVI com as “escolinhas de caridade” e os primeiros colégios. Mas é somente no fim do século XVIII que essa nova organização social se consolida e se difunde realmente, enquanto os séculos XIX e XX garantem sua expansão pelo viés da estatização, da obrigatoriedade escolar e da democratização do ensino. (p. 56)

MAURICE Tardif; CLAUDE Lessard. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Petrópolis: Vozes, 2005.

O texto trata da história de uma instituição que vai se tornar, depois do século XIX, a forma dominante de realização da educação formal: a escola. O referido percurso histórico da educação escolar mostra que a escola parte de uma instituição
Alternativas
Q4118026 Pedagogia
A realização do adequado processo pedagógico na escola requer uma tarefa prévia e que deve ser necessariamente assumida pelos docentes: o planejamento. Duas tarefas principais se colocam: elaborar o plano de aula e o plano de ensino, também conhecido como plano de curso. Considerando as características de ambos, o plano de ensino é definido como
Alternativas
Q4118025 Pedagogia

Leia o texto a seguir.


Considerando que, na Educação Infantil, as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer se, a organização curricular da Educação Infantil na BNCC está estruturada em cinco campos de experiências, no âmbito dos quais são definidos os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. (p. 40)


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.


Tematizando a aprendizagem e o desenvolvimento da criança na Educação Infantil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe para essa etapa cinco campos de experiências. Na BNCC, os referidos campos de experiência são assim descritos:  

Alternativas
Q4118024 Pedagogia
Leia o texto a seguir.

Enfatiza-se, aqui, o papel do professor, relegando-se para segundo plano a intervenção do aluno no seu próprio processo de aprendizagem. Se um aluno sabe falar e escrever numa dada área, subentende-se, então, que compreendeu a matéria dessa área de conhecimento. A valorização do aluno como transformador dessa informação não aparece suficientemente representada nesta abordagem [...] tendo como objetivo principal alcançar comportamentos apropriados por parte dos alunos, basicamente entendidos como apropriação e modificação de respostas. Assim, se a resposta emitida for desejada, haverá reforço, cuja natureza dependerá, necessariamente, do nível etário e do esforço dos alunos, por exemplo. (p. 12)

VASCONCELOS, Clara, PRAIA, João F., ALMEIDA, Leandro. Teorias de aprendizagem e o ensino/aprendizagem das ciências: da instrução à aprendizagem. Psicologia Escolar e Educacional, Vol. 7 N. 1, 11-19, 2003.

O excerto tematiza um assunto de grande relevância para a área da educação, o das teorias da aprendizagem. Considerando as diferentes teorias da aprendizagem, o excerto aborda especificamente a teoria
Alternativas
Q4118023 Pedagogia
Leia o texto a seguir.

O Decreto nº 66.600, de 20 de maio de 1970, assinado pelo Presidente Médici, estabeleceu a criação do Grupo de Trabalho para estudar, planejar e propor medidas para a atualização e expansão do Ensino Fundamental e do Colegial. O anteprojeto da Reforma foi encaminhado pelo Ministro Passarinho ao Conselho Federal de Educação (CFE), que apresentou emendas. Em um segundo momento, foram utilizadas ideias da reunião com os Conselhos Estaduais de Educação (CEE), criando um “texto integrado”. O anteprojeto passou de 66 para 86 artigos; os acréscimos ocorreram, principalmente, no capítulo “Do financiamento”. O relatório e o anteprojeto da Lei foram encaminhados ao Congresso em 14 de agosto de 1970, que formou uma Comissão para análise composta por dez senadores e oito deputados da ARENA, um senador e três deputados do MDB. (p. 3).

FREIRE, L. A reforma do ensino básico na Ditadura Civil-Militar: a Lei 5692/71. RBEB, 9, Número Especial - O Golpe de 1964 e a Ditadura Civil-Militar na escola básica brasileira, p.1-9, jul. 2024.

O excerto do texto em destaque apresenta o quadro normativo e as ações do governo brasileiro e do poder legislativo no decorrer do que se tornará a Lei nº 5.692/1971, lei essa que efetuará uma ampla reforma na primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação, datada de 1961. A Lei nº 5.692/1971 se propôs a reformar a educação escolar brasileira e, entre as diversas mudanças, estabeleceu o período de escolarização obrigatória com duração de 
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Q4118022 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Leia o caso a seguir.

P. R. tem oito anos de idade e está no Ensino Fundamental; M. R. tem quinze anos de idade e está no Ensino Médio técnico em um Instituto Federal; T. R. tem quarenta anos, é mãe de ambos e cursa licenciatura em Pedagogia numa instituição de ensino superior privada. Todos apresentam grau moderado de transtorno do espectro autista.

Considerando o que estabelece a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), qual(quais) dos mencionados indivíduos tem(têm) direito à educação inclusiva e por quê?
Alternativas
Q4118021 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fixa textualmente as competências específicas em Língua Portuguesa que os estudantes devem adquirir ao longo do Ensino Fundamental. Entre as competências elencadas pela BNCC, estão: 
Alternativas
Q4118020 Pedagogia
No tocante ao conhecimento da Matemática, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aponta que o compromisso essencial do Ensino Fundamental é o de promover o desenvolvimento do “letramento matemático”. Assinalado como aspecto cardinal do Ensino Fundamental, o letramento matemático é definido na BNCC como sendo
Alternativas
Q4118019 Pedagogia
Na história da Educação no Brasil, os anos 1930 marcam um período fundamental no qual a sociedade se modificava social, política e economicamente. É nesse período, precisamente em 1932, que um grupo de destacados intelectuais vai publicar, nos jornais da época, um manifesto em favor da Educação, propugnando uma escola pública, gratuita, única, obrigatória, laica e coeducativa, isto é, que acolha igualmente ambos os sexos. Entre os signatários do manifesto, estavam Fernando de Azevedo, Anísio Teixeira, Cecília Meireles entre outros. Trata-se de um marco na construção da escola pública brasileira. O referido manifesto foi denominado e ficou conhecido como o Manifesto dos 
Alternativas
Q4118018 Pedagogia
Com uma duração que vai, aproximadamente, até os dois anos de idade, o primeiro estágio de desenvolvimento cognitivo é reputado por Jean Piaget como essencial. É o momento no qual a interação da criança com o ambiente adquire suma importância, no qual um comportamento inicialmente centrado no próprio corpo se descentra em relação às disposições do espaço e seus objetos, reage e age sobre o espaço e começa a se conhecer como fonte do movimento, afinando progressivamente a capacidade motora e desenvolvendo progressivamente a função simbólica. Em sua teoria do desenvolvimento, Piaget denomina esse momento de estágio como 
Alternativas
Respostas
161: D
162: B
163: A
164: C
165: C
166: B
167: A
168: D
169: B
170: A
171: D
172: C
173: B
174: A
175: D
176: C
177: A
178: D
179: A
180: A