Questões de Concurso Comentadas para técnico em higiene bucal

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Q2815171 Direito Sanitário

Dentre as alternativas que se seguem, assinale aquela que não está relacionada a uma das características ou ações da Estratégia Saúde da Família.

Alternativas
Q2815169 Direito Sanitário

O Sistema Único de Saúde (SUS), de que trata a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas:

Alternativas
Q2815143 Saúde Pública

"Infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Um indivíduo pode contraí-la várias vezes ao longo da vida. Em geral, tem evolução autolimitada, podendo, contudo, apresentar-se de forma grave." Esta definição se refere

Alternativas
Q2424766 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

Assinale a única alternativa em que o termo ou expressão sublinhada não atua como sujeito.

Alternativas
Q2424765 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

Assinale a alternativa em que o termo ou trecho grifado relaciona-se a uma informação posterior a ele.

Alternativas
Q2424764 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

Assinale a alternativa em que o item extraído do texto não pode ser acentuado, no singular e no plural, pela mesma regra.

Alternativas
Q2424763 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

Assinale a alternativa que indica o gênero textual em que se inscreve o texto.

Alternativas
Q2424761 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

É correto afirmar que no trecho


“[...] nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto”


estabelece-se entre o sujeito (nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados) e o predicado (têm cobrado um preço alto) uma relação semântica de

Alternativas
Q2424760 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

Releia o trecho abaixo:

“A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, ‘O Cérebro no Mundo Digital’, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos [...] demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado [...]”.


Nesse trecho, a expressão “não inata” pode ser substituída, sem que haja prejuízo para o sentido, por

Alternativas
Q2424759 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

É adequado inferir que o principal objetivo do texto é

Alternativas
Q2424756 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões.


Formar leitores para o século 21

Claudia Costin


Venho de uma família de leitores, via meus pais com frequência lendo em seu tempo de lazer. Isso me ajudou a ter na leitura um hábito e fonte de prazer. Ter frequentado bibliotecas públicas completou minha formação leitora.

Ao ler a notícia de que o Brasil ainda apresenta índices inaceitáveis no último Pisa em leitura e interpretação de textos, ocorreu-me que, apesar de esforços em promover a leitura nas escolas, nossa tardia universalização do acesso ao ensino fundamental e a forma como ainda produzimos analfabetos funcionais escolarizados têm cobrado um preço alto.

Mas não são só os que não foram bem alfabetizados e os que vêm de famílias vulneráveis que não têm o hábito da leitura, contamos infelizmente com elites não leitoras.

Sim, cada vez se lê mais, mas ler em redes sociais — na maior parte das vezes, só o conteúdo expresso no tuíte, desprezando os textos a ele acoplados — não torna a casa em que vivem os jovens mais propícia a estimular a leitura que os prepara para os desafios do século 21.

A neurocientista Maryanne Wolf, em seu brilhante livro recentemente traduzido para o português, “O Cérebro no Mundo Digital”, mostra que a leitura, uma competência não inata em humanos, como é a fala, demanda passos sequenciais complexos para o seu aprendizado, o que não fazemos com seriedade, e que seu desenvolvimento ao longo da vida demanda um foco que o mundo digital, com suas distrações, vem retirando de nós.

Sim, pelas recentes pesquisas sobre o cérebro, há que haver intencionalidade pedagógica e uma abordagem estruturada no processo de alfabetização. Além disso, a instantaneidade do nosso tempo conspira contra a atenção concentrada necessária à leitura.

Nunca tivemos tanta informação disponível e nunca foi tão difícil ler para entender o que o texto diz nas entrelinhas, separar fato de opinião e conectar o que foi lido com um repertório cultural mais amplo —competências absolutamente necessárias em tempos de revolução 4.0, em que a inteligência artificial substitui o trabalho humano que demanda competências intelectuais de nível mais básico.

Isso, porém, não ocorre só com obras de não ficção.

Nunca foi tão urgente ler boa literatura!

Wolf associa a leitura literária não apenas com a apreciação da arte mas também com o desenvolvimento de empatia. Grandes obras nos permitem viver a vida de personagens ficcionais e sentir as suas tensões e os dramas que eles experimentaram.

Com isso nos tornamos mais humanos, menos fechados num mundo limitado e mais aptos a nos abrirmos a um diálogo com quem teve experiências distintas das nossas. E o mundo precisa muito disso!

Disponível em:<https://www.folha.uol.com.br/

colunas/claudia-costin/2019/12/formar-leitores-

para-o-seculo-21.shtml>. Acesso em 18 fev. 2020.

Assinale a alternativa que mais adequadamente explica a associação entre o título e o conteúdo do texto.

Alternativas
Q2418120 Odontologia

Uma das responsabilidades mais importantes de um Técnico em Saúde Bucal é processar o instrumental contaminado e outros itens de cuidado ao paciente para que possam ser reutilizados. De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças, é um item de cuidado ao paciente classificado como semicrítico:

Alternativas
Q2418119 Odontologia

Os biocidas são produtos concebidos para matar bactérias indesejáveis. A Organização Mundial da Saúde estabelece três níveis de biocidas: baixo, médio e alto. Assinale a alternativa a seguir que contém um biocida de nível médio:

Alternativas
Q2418118 Odontologia

“Quando usados de forma apropriada e em frequência adequada, o fio ou a fita dental removem ________________ e reduzem o ________________.” A lacunas podem ser CORRETAMENTE completadas pela alternativa:

Alternativas
Q2418116 Odontologia

O cimento de fosfato de zinco é um material excelente para ser usado como base dentária devido à sua capacidade de isolamento térmico. Em relação à manipulação e aplicação do cimento de fosfato de zinco como base, analise as afirmativas a seguir:


I - Deve se utilizar mais líquido do que pasta para se obter a consistência adequada.

II - A manipulação não deve ser realizada em uma superfície plana ou fria.

III - Após manipulação, o material pode ser inserido em um conta-gotas para facilitar sua inserção na cavidade.

IV - O material deve apresentar uma consistência líquida ao final da manipulação.


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2418115 Odontologia

O hidróxido de cálcio é um tipo de forramento cavitário frequentemente selecionado devido à sua característica de proteger a polpa dentária, sendo fornecido como um sistema _______________.” A lacuna pode ser CORRETAMENTE completada pela alternativa:

Alternativas
Q2418114 Odontologia

Os selantes dentais são revestimentos plásticos colocados na superfície dos dentes posteriores para auxiliar na prevenção da cárie. Em relação ao uso dos selantes dentários, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2418113 Odontologia

Duas são as técnicas utilizadas para se obterem as radiografias periapicais: a técnica da bissetriz e a técnica do paralelismo. De acordo com a técnica radiográfica do paralelismo é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Q2418111 Odontologia

Associe as duas colunas, relacionando os instrumentos odontológicos manuais às suas classificações.


I-Espelho clínico.

II-Enxada.

III-Porta-amálgama.

IV-Tesoura.


( ) Item acessório.

( ) Instrumento restaurador.

( ) Instrumento para exame.

( ) Instrumento manual de corte.


A sequência CORRETA dessa associação é:

Alternativas
Q2418110 Odontologia

A radiografia odontológica é um exame que utiliza doses seguras de radiação para a obtenção de imagens utilizadas em diagnósticos e acompanhamentos odontológicos. De acordo com o guia para posicionamento de filmes radiográficos, analise as afirmativas a seguir:


I - O filme deve ser centralizado sobre as áreas a serem examinadas.

II - O filme deve ser colocado perpendicularmente às faces proximais dos dentes.

III - O lado colorido do filme sempre fica voltado para o dente.

IV - Os filmes posteriores devem ser colocados verticalmente.


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
481: B
482: C
483: D
484: C
485: C
486: B
487: D
488: A
489: D
490: D
491: C
492: A
493: A
494: B
495: D
496: C
497: D
498: C
499: D
500: A