Questões de Concurso Comentadas para técnico judiciário - área administrativa

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Q9892 Matemática
O controle estatístico de uma indústria produtora de veículos pretende estabelecer um regime de acompanhamento de 4 itens do produto final da seguinte maneira:

- A cada lote de 10 unidades é testado o motor da última unidade produzida. 

- A cada lote de 6 unidades é testada a injeção eletrônica da última unidade produzida. 

- A cada lote de 4 unidades é testado o ar condicionado da última unidade. 

- A cada lote de 3 unidades é testada a qualidade dos freios da última unidade.

Iniciando o processo descrito no início da manhã de segunda-feira e prevendo uma produção de 360 unidades até o final da semana, quantas unidades produzidas terão 3 ou mais itens testados simultaneamente?
Alternativas
Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRE-PE
Q1238582 Português
 O texto I inclui-se entre as obras escritas no período colonial, que transmitiam informações sobre a terra recém descoberta. O texto II foi publicado durante as comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil.
Texto I 
O alimento ordinário desta terra que serve de pão se chama mandioca, e são umas raízes como de cenouras, ainda que mais grossas e compridas. Estas deitam umas varas, ou ramos, e crescem até altura de quinze palmos. Estes ramos são muito tenros e têm um miolo branco por dentro, e de palmo em palmo têm certos nós. E desta grandura se quebram, e plantam na terra em uma pequena cova, e lhes ajuntam terra ao pé, e ficam metidos tanto quanto basta para se terem, e daí a seis, ou nove meses têm raízes tão grossas que servem de mantimento. 
Contém esta mandioca debaixo de si muitas espécies e todas se comem ... e a todos engorda e cria grandemente, porém se acaba de espremer, beberem aquela água só por si, não têm mais vida que enquanto lhe não chega ao estômago. Destas raízes espremidas e raladas se faz farinha que se come ...
(Fernão Cardim, Tratados da terra e gente do Brasil. In: Antonio Carlos Olivieri e Marco Antonio Villa (orgs). Cronistas do descobrimento. São Paulo: Ática, 3.ed., 2002, p. 130-131)

Texto II 
“O pobre come farinha de mandioca três vezes ao dia. É café misturado com farinha de manhã, farinha com carne-seca ou ovo no almoço e farinha com tapioca ou outro complemento à noite”, diz um pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). 
Justifica-se, aí, um dos nomes da mandioca: pão-depobre. Na boca do povo, a raiz tem muitos outros, que variam às vezes de acordo com a espécie, outras de acordo com a região: uaipi, aipim, castelinha, macaxeira, maniva.
O nome mais corrente é de origem tupi. Uma lenda indígena conta que a filha de um chefe engravidou virgem, e dela nasceu a menina Mani. Morta após um ano, de seu túmulo, numa oca, surgiu um arbusto cujas raízes serviriam de alimento. Fácil propagação, elevada tolerância a estiagens, rendimento satisfatório mesmo em solos de baixa fertilidade, pouca exigência de insumos modernos são fatores tradicionalmente relacionados ao cultivo da mandioca, que é feito pelo plantio de pedaços da rama.
Apesar de seu uso estar em declínio desde os anos 70 - período em que o governo brasileiro passou a subsidiar a cultura de trigo -, é a farinha de mandioca, ainda, a mais consumida no país. Nas áreas rurais é comum a existência de casas de farinha - um teto simples para abrigar os equipamentos para a produção. Base da cozinha típica da Zona da Mata, em Pernambuco, a farinha ainda é fabricada nessas velhas instalações, erguidas em meio a canaviais. Nas fábricas mais antigas, lavradores realizam todo o processo industrial de forma artesanal. O equipamento é de madeira ou barro. O trabalho comunitário é a base da produção.
Para fazer a farinha, os lavradores usam a mandioca brava, mais venenosa. A macaxeira (mandioca mansa ou doce) é usada para outros pratos. Após a moagem, a pasta é prensada por duas toras ligadas por parafusos esculpidos em troncos. O processo livra o produto da manipueira, líqüido que contém o veneno da mandioca. A massa passa pela urupema, peneira feita com cipó, e segue depois para um forno redondo parecido com uma grande frigideira, de tijolos de barro. Fica lá por algumas horas, mexida com um rodo de pau. 
(Folha de S.Paulo, Caderno Especial, 2 de abril de 2000) 

De acordo com o 2º parágrafo do texto II, o nome da mandioca se justifica porque
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRE-PE
Q1238522 Português
 O texto I inclui-se entre as obras escritas no período colonial, que transmitiam informações sobre a terra recém descoberta. O texto II foi publicado durante as comemorações dos 500 anos da descoberta do Brasil.
Texto I 
O alimento ordinário desta terra que serve de pão se chama mandioca, e são umas raízes como de cenouras, ainda que mais grossas e compridas. Estas deitam umas varas, ou ramos, e crescem até altura de quinze palmos. Estes ramos são muito tenros e têm um miolo branco por dentro, e de palmo em palmo têm certos nós. E desta grandura se quebram, e plantam na terra em uma pequena cova, e lhes ajuntam terra ao pé, e ficam metidos tanto quanto basta para se terem, e daí a seis, ou nove meses têm raízes tão grossas que servem de mantimento. 
Contém esta mandioca debaixo de si muitas espécies e todas se comem ... e a todos engorda e cria grandemente, porém se acaba de espremer, beberem aquela água só por si, não têm mais vida que enquanto lhe não chega ao estômago. Destas raízes espremidas e raladas se faz farinha que se come ...
(Fernão Cardim, Tratados da terra e gente do Brasil. In: Antonio Carlos Olivieri e Marco Antonio Villa (orgs). Cronistas do descobrimento. São Paulo: Ática, 3.ed., 2002, p. 130-131)

Texto II 
“O pobre come farinha de mandioca três vezes ao dia. É café misturado com farinha de manhã, farinha com carne-seca ou ovo no almoço e farinha com tapioca ou outro complemento à noite”, diz um pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). 
Justifica-se, aí, um dos nomes da mandioca: pão-depobre. Na boca do povo, a raiz tem muitos outros, que variam às vezes de acordo com a espécie, outras de acordo com a região: uaipi, aipim, castelinha, macaxeira, maniva.
O nome mais corrente é de origem tupi. Uma lenda indígena conta que a filha de um chefe engravidou virgem, e dela nasceu a menina Mani. Morta após um ano, de seu túmulo, numa oca, surgiu um arbusto cujas raízes serviriam de alimento. Fácil propagação, elevada tolerância a estiagens, rendimento satisfatório mesmo em solos de baixa fertilidade, pouca exigência de insumos modernos são fatores tradicionalmente relacionados ao cultivo da mandioca, que é feito pelo plantio de pedaços da rama.
Apesar de seu uso estar em declínio desde os anos 70 - período em que o governo brasileiro passou a subsidiar a cultura de trigo -, é a farinha de mandioca, ainda, a mais consumida no país. Nas áreas rurais é comum a existência de casas de farinha - um teto simples para abrigar os equipamentos para a produção. Base da cozinha típica da Zona da Mata, em Pernambuco, a farinha ainda é fabricada nessas velhas instalações, erguidas em meio a canaviais. Nas fábricas mais antigas, lavradores realizam todo o processo industrial de forma artesanal. O equipamento é de madeira ou barro. O trabalho comunitário é a base da produção.
Para fazer a farinha, os lavradores usam a mandioca brava, mais venenosa. A macaxeira (mandioca mansa ou doce) é usada para outros pratos. Após a moagem, a pasta é prensada por duas toras ligadas por parafusos esculpidos em troncos. O processo livra o produto da manipueira, líqüido que contém o veneno da mandioca. A massa passa pela urupema, peneira feita com cipó, e segue depois para um forno redondo parecido com uma grande frigideira, de tijolos de barro. Fica lá por algumas horas, mexida com um rodo de pau. 
(Folha de S.Paulo, Caderno Especial, 2 de abril de 2000) 
... erguidas em meio a canaviais. (4º parágrafo)

A frase está reescrita, sem alteração do sentido original, em
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Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRE-AL
Q1237214 Direito Constitucional
Lançando mão do conceito de administração pública em seu sentido orgânico, isto é, no sentido de conjunto de órgãos e pessoas destinado ao exercício da totalidade da ação executiva do Estado, a Constituição Federal positivou os princípios gerais norteadores da totalidade de funções, considerando todos os entes que integram a Federação brasileira (União, estados, Distrito Federal e municípios). Assim, os princípios inerentes à administração pública são aqueles expostos no art. 37 da Constituição Federal. Alguns foram positivados de forma expressa, e outros, de forma implícita ou tácita.
Acerca do assunto abordado no texto acima, julgue o item subseqüente.
O agente público que vier a causar dano a terceiro somente trará para o Estado o dever jurídico de ressarcir esse dano caso tenha agido com culpa ou dolo
Alternativas
Q1228780 Direito Previdenciário
Acerca do direito constitucional e do direito administrativo, julgue o item subseqüente.
A assistência e a previdência social têm caráter contributivo, ou seja, seus benefícios são prestados apenas às pessoas que contribuem para a seguridade social.
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRF - 4ª REGIÃO
Q1223622 Mecânica de Autos
Um veículo com transmissão mecânica e tração traseira apresenta vibração acentuada a partir de determinada velocidade. Tal vibração ocorre porque
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1223488 Português
Providência humana 
Acima das leis, dos códigos, dos estatutos humanos está a Divina Providência. Essa convicção religiosa, respeitabilíssima em si mesma, há séculos vinha servindo a muitos brasileiros, se não como tábua de salvação, ao menos como esperança ou consolo, em meio aos mais graves infortúnios. Diante da privação e da fome, não era incomum alguém baixar os braços e resignar-se: “Deus sabe o que faz”. A fé inabalável na justiça de um Deus reparador continua viva para muitos, mas é crescente o número daqueles que, a par da devoção religiosa, passaram a crer na necessidade de providências humanas. A própria Igreja mudou muito, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, quando parte expressiva do clero passou a se identificar com os sofrimentos das classes populares; por sua vez, estas adquiriram maior consciência de seus direitos, e vêm lutando por eles a cada vez que são desrespeitados.  Isso significa que é também crescente o número daqueles que buscam os meios da Justiça. Valendo-se da força de sindicatos, de associações de classe, de organizações não governamentais, de iniciativas comunitárias, muita gente passou a ter representatividade social e política; a palavra cidadania deixou de ser um substantivo abstrato e passou a definir um caminho de ação. Mais e mais sentimos a força de iniciativas coletivas; na proporção inversa, diminuiu o número daqueles que, passivamente, deixavam cair os braços.  Dentro desse quadro, cresce muito a importância de todo o aparelho jurídico. A reivindicação de maior justiça social leva à revisão de leis, à criação de novos dispositivos, ou mesmo à reforma ampla de códigos. Mas não basta. Como se sabe, é a garantia da boa aplicação das leis que gera a confiança na Justiça e, portanto, no próprio funcionamento de uma sociedade. Cabe aos agentes do Direito, em todos os campos de atuação, corresponder a esse anseio pelas justas providências humanas aqui na Terra.  (Ataliba Siqueira)
Atente para as seguintes afirmações: 

I. As expressões Divina Providência e justiça de um Deus reparador são empregadas com sentido equivalente ao da expressão meios da Justiça.  II. As expressões força de iniciativas coletivas e representatividade social e política articulam-se numa relação de causa e efeito.  III. Com a expressão proporção inversa, o autor está comparando o crescimento dos que crêem nos meios da justiça com o dos que se engajam em ações coletivas. 
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRF - 4ª REGIÃO
Q1223448 Mecânica de Autos
Na caixa de mudanças mecânicas de um veículo, há óleo lubrificante de viscosidade maior que a recomendada. Este fato acarreta 
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1223347 Português
Providência humana 
Acima das leis, dos códigos, dos estatutos humanos está a Divina Providência. Essa convicção religiosa, respeitabilíssima em si mesma, há séculos vinha servindo a muitos brasileiros, se não como tábua de salvação, ao menos como esperança ou consolo, em meio aos mais graves infortúnios. Diante da privação e da fome, não era incomum alguém baixar os braços e resignar-se: “Deus sabe o que faz”. A fé inabalável na justiça de um Deus reparador continua viva para muitos, mas é crescente o número daqueles que, a par da devoção religiosa, passaram a crer na necessidade de providências humanas. A própria Igreja mudou muito, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, quando parte expressiva do clero passou a se identificar com os sofrimentos das classes populares; por sua vez, estas adquiriram maior consciência de seus direitos, e vêm lutando por eles a cada vez que são desrespeitados.  Isso significa que é também crescente o número daqueles que buscam os meios da Justiça. Valendo-se da força de sindicatos, de associações de classe, de organizações não governamentais, de iniciativas comunitárias, muita gente passou a ter representatividade social e política; a palavra cidadania deixou de ser um substantivo abstrato e passou a definir um caminho de ação. Mais e mais sentimos a força de iniciativas coletivas; na proporção inversa, diminuiu o número daqueles que, passivamente, deixavam cair os braços.  Dentro desse quadro, cresce muito a importância de todo o aparelho jurídico. A reivindicação de maior justiça social leva à revisão de leis, à criação de novos dispositivos, ou mesmo à reforma ampla de códigos. Mas não basta. Como se sabe, é a garantia da boa aplicação das leis que gera a confiança na Justiça e, portanto, no próprio funcionamento de uma sociedade. Cabe aos agentes do Direito, em todos os campos de atuação, corresponder a esse anseio pelas justas providências humanas aqui na Terra.  (Ataliba Siqueira)
O sentido da expressão a par, utilizada em a par da devoção religiosa, é equivalente ao do elemento sublinhado na frase: 
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1223291 Ciência Política
Providência humana
Acima das leis, dos códigos, dos estatutos humanos está a Divina Providência. Essa convicção religiosa, respeitabilíssima em si mesma, há séculos vinha servindo a muitos brasileiros, se não como tábua de salvação, ao menos como esperança ou consolo, em meio aos mais graves infortúnios. Diante da privação e da fome, não era incomum alguém baixar os braços e resignar-se: “Deus sabe o que faz”. A fé inabalável na justiça de um Deus reparador continua viva para muitos, mas é crescente o número daqueles que, a par da devoção religiosa, passaram a crer na necessidade de providências humanas. A própria Igreja mudou muito, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, quando parte expressiva do clero passou a se identificar com os sofrimentos das classes populares; por sua vez, estas adquiriram maior consciência de seus direitos, e vêm lutando por eles a cada vez que são desrespeitados.
Isso significa que é também crescente o número daqueles que buscam os meios da Justiça. Valendo-se da força de sindicatos, de associações de classe, de organizações não governamentais, de iniciativas comunitárias, muita gente passou a ter representatividade social e política; a palavra cidadania deixou de ser um substantivo abstrato e passou a definir um caminho de ação. Mais e mais sentimos a força de iniciativas coletivas; na proporção inversa, diminuiu o número daqueles que, passivamente, deixavam cair os braços
Dentro desse quadro, cresce muito a importância de todo o aparelho jurídico. A reivindicação de maior justiça social leva à revisão de leis, à criação de novos dispositivos, ou mesmo à reforma ampla de códigos. Mas não basta. Como se sabe, é a garantia da boa aplicação das leis que gera a confiança na Justiça e, portanto, no próprio funcionamento de uma sociedade. Cabe aos agentes do Direito, em todos os campos de atuação, corresponder a esse anseio pelas justas providências humanas aqui na Terra.
(Ataliba Siqueira)

O título do texto indica seu principal assunto, que se resume na seguinte afirmação: 
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1223207 Direito Previdenciário
Quando fornecido habitualmente ao empregado, por força do contrato ou do costume, constitui salário in natura
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1223177 Direito do Trabalho
 O repouso semanal será de
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Q1222325 Direito Constitucional
Acerca do direito constitucional e do direito administrativo, julgue o item subseqüente.
Compete à polícia federal a apuração de crime de corrupção que envolva juízes do trabalho.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: FJPF Órgão: TRT - 1ª REGIÃO (RJ)
Q1212341 Direito Administrativo
Em sede de inquérito administrativo, é defeso ao procurador do acusado, durante o interrogatório, tomar a seguinte medida:
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Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRT - 9ª REGIÃO (PR)
Q1211318 Mecânica de Autos
O servo freio de um veículo com sistemas de freio servo assistido está com problemas de vedação. Esses problemas farão com que, no momento de frenagem
Alternativas
Ano: 2004 Banca: FJPF Órgão: TRT - 1ª REGIÃO (RJ)
Q1204933 Direito Processual do Trabalho
O agravo de instrumento interposto contra o despacho que não receber agravo de petição tem como efeito:
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRE-AL
Q1201589 Administração Geral
Tendo em vista aspectos gerais das organizações, julgue o item que segue.
O controle burocrático é típico de organizações centralizadas e de estrutura funcional com muitos cargos de chefia.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRE-AL
Q1201430 Administração Geral
Tendo em vista aspectos gerais das organizações, julgue o item que segue.
Muito utilizada em tarefas complexas, devido a seu perfil de descentralização, a comunicação formal tem sido cada vez mais utilizada em organizações que passam por processos de flexibilização organizacional.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRE-AL
Q1201418 Administração Geral
Tendo em vista aspectos gerais das organizações, julgue o item que segue.

A departamentalização ligada a produtos facilita a coordenação entre os departamentos da organização.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: FCC Órgão: TRT - 9ª REGIÃO (PR)
Q1200944 Noções de Primeiros Socorros
Josenildo teve problemas com seu veículo na via pública. Parou para examiná-lo e percebeu que a mangueira do radiador estava com vazamento. De repente, houve uma pequena explosão, a água quente atingiu seu braço, causando queimadura de 2º grau. Essa queimadura causou grandes bolhas e, nesse caso, para ajudá-lo, o socorrista deverá
Alternativas
Respostas
7541: E
7542: E
7543: A
7544: E
7545: E
7546: C
7547: E
7548: B
7549: A
7550: C
7551: E
7552: B
7553: C
7554: D
7555: D
7556: B
7557: C
7558: E
7559: C
7560: E