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Q2709834 Matemática

Trabalhando durante 2 dias, 4 máquinas produzem 320 peças para tratores. Quantas peças serão produzidas por 10 máquinas iguais às primeiras em 6 dias?

Alternativas
Q2709831 Matemática

Uma sequência numérica de seis termos forma uma Progressão Aritmética de razão 5 e a6 = 28.


Dados: PA (a1, a2, a3, a4, a5, a6)


Calcule os seis termos da PA e determine o valor da mediana da sequência encontrada.

Alternativas
Q2709827 Matemática

Em uma escola 10 professores disputarão os cargos de Diretor e Vice-diretor. De quantas formas a escolha pode ser feita?

Alternativas
Q2709798 Matemática

Cinco amigos vão passar as férias em Maracanã. A média das quantias que os cinco levarão é de 960. Um 6º amigo entrou no grupo e a média das quantias passou a ser de R$970,00. Qual o valor da quanta que o sexto amigo vai levar para essas férias?

Alternativas
Q2709794 Português

Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando das questões.

O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o Réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a rola — fizeram seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. "Ela gostou daqui”, ele disse. "Vai voltar para fazer outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia. Só as iniciais: Janio de Freitas.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. 1, ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p. 21/ 22)

O emprego do acento grave indicativo da crase, só está correto em:

Alternativas
Q2709788 Português

Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando das questões.

O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o Réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a rola — fizeram seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. "Ela gostou daqui”, ele disse. "Vai voltar para fazer outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia. Só as iniciais: Janio de Freitas.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. 1, ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p. 21/ 22)

O verbo não está em forma nominal em:

Alternativas
Q2709783 Português

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O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o Réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a rola — fizeram seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. "Ela gostou daqui”, ele disse. "Vai voltar para fazer outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia. Só as iniciais: Janio de Freitas.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. 1, ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p. 21/ 22)

A forma verbal em que a colocação do pronome seria semelhante a de ''elegem-no'' é:

Alternativas
Q2709769 Português

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O ninho não mais vazio

Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o Réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a rola — fizeram seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.

Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. "Ela gostou daqui”, ele disse. "Vai voltar para fazer outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?

Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.

E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.

Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia. Só as iniciais: Janio de Freitas.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. 1, ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p. 21/ 22)

Identifica corretamente o coletivo de ''aves''.

Alternativas
Q2708297 Legislação Estadual

De acordo com o Regime Jurídico do Município de Quaraí, é ilícito ao servidor criticar atos do Poder Público do ponto de vista doutrinário ou da organização do serviço:

Alternativas
Q2708296 Legislação Estadual

Sem qualquer prejuízo, poderá o servidor público do Município de Quaraí se ausentar do serviço, a cada doze meses de trabalho, para doação de sangue, de acordo com o Regime Jurídico, por quantos dias?

Alternativas
Q2708295 Legislação Estadual

A licença concedida ao servidor público de Quaraí, dentro de sessenta dias do término de outra da mesma espécie, de acordo com o Regime Jurídico do Município, será considerada como:

Alternativas
Q2708294 Legislação Estadual

O sistema tributário no Município de Quaraí deve ser regulado pelo disposto nas legislações abaixo, EXCETO:

Alternativas
Q2708293 Legislação Estadual

Para os efeitos da Lei Orgânica do Município de Quaraí, está assegurada a participação de funcionários ou representante sindical nas comissões de sindicância e inquérito que apurem falta:

Alternativas
Q2708286 Raciocínio Lógico

Lista de símbolos:


⇒ Condicional

⇔ Bicondicional

∧ Conector “e”

∨ Conector “ou”

Conector “ou” exclusivo

¬ Negação da proposição

Duas proposições quaisquer, “p” e “q”, formam uma proposição composta por conjunção, tal que p ^ q. Nessa situação, é correto afirmar que o resultado da proposição será:

Alternativas
Q2708285 Matemática Financeira

Lista de símbolos:


⇒ Condicional

⇔ Bicondicional

∧ Conector “e”

∨ Conector “ou”

Conector “ou” exclusivo

¬ Negação da proposição

Sabendo que João Paulo aplicou R$ 500,00 a juros simples de 3% ao mês e recebeu R$ 75,00 de rendimentos, quantos meses durou a aplicação feita por ele?

Alternativas
Q2708284 Matemática

Lista de símbolos:


⇒ Condicional

⇔ Bicondicional

∧ Conector “e”

∨ Conector “ou”

Conector “ou” exclusivo

¬ Negação da proposição

Onofre Pires, estagiário do setor jurídico, tinha por tarefa perfurar 1.230 folhas, padrão ofício, brancas e timbradas por ordem do juiz responsável pelo fórum. Sabendo que ele já perfurou 40% das folhas, quantas folhas faltam ser perfuradas para que Onofre Pires termine sua tarefa?

Alternativas
Q2708282 Raciocínio Lógico

Lista de símbolos:


⇒ Condicional

⇔ Bicondicional

∧ Conector “e”

∨ Conector “ou”

Conector “ou” exclusivo

¬ Negação da proposição

A negação da proposição composta “E-mail é a comunicação mais rápida que existe ou fax não se tornou obsoleto” é:

Alternativas
Q2708281 Matemática

Lista de símbolos:


⇒ Condicional

⇔ Bicondicional

∧ Conector “e”

∨ Conector “ou”

Conector “ou” exclusivo

¬ Negação da proposição

Uma confeitaria tem 25 funcionários, que produzem 40 tortas de bolacha a cada 8 horas. Se a confeitaria aumentar em 20% o número de funcionários, quantas tortas serão produzidas em 24 horas?

Alternativas
Q2708279 Matemática

Lista de símbolos:


⇒ Condicional

⇔ Bicondicional

∧ Conector “e”

∨ Conector “ou”

Conector “ou” exclusivo

¬ Negação da proposição

Um arquiteto projetou uma casa que deveria ser confortável e ampla, sem tornar-se excessivamente grande. Ele, então, apresentou a planta baixa representada pela figura abaixo; com base nela, assinale a alternativa que apresenta o perímetro da casa em metros.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q2708266 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Arte, música, poemas e histórias: crianças precisam disso?

01 As crianças precisam de arte, histórias, poemas e música tanto quanto precisam de amor,

02 comida, ar fresco e brinquedos. Prive uma criança de alimento e os danos rapidamente se

03 tornarão visíveis. Prive uma criança de ar fresco e brinquedos e os danos se tornarão também

04 visíveis, mas não tão rapidamente. Prive uma criança de amor e os danos, embora possam

05 permanecer ocultos por alguns anos, serão permanentes.

06 Mas prive uma criança de arte, histórias, poemas e música e os danos não serão vistos

07 facilmente. Entretanto, eles estarão lá. Essas crianças, com seus corpos saudáveis, podem

08 correr, pular, nadar e comer vorazmente e fazer muito barulho, como as crianças sempre fizeram

09 – mas algo lhes falta.

10 É verdade que algumas pessoas crescem sem nenhum contato com arte de qualquer tipo

11 e são perfeitamente felizes, vivem vidas boas e preciosas; pessoas em ......... casas não há

12 livros, e que não ligam muito para pinturas, e não entendem para que serve música. Tudo bem.

13 Conheço pessoas assim. São bons vizinhos e bons cidadãos.

14 Mas outras pessoas, em algum ponto de sua infância, ou na juventude, ou talvez em seus

15 anos de maturidade, deparam-se com algo com que jamais sonharam – algo que lhes é tão

16 estranho quanto o lado oculto da lua. Um dia, elas são surpreendidas por uma voz no rádio

17 declamando um poema; ou passam por uma casa de janelas abertas e escutam alguém tocando

18 piano; ou .......... a reprodução de uma certa pintura pendurada na parede de alguém e aquilo

19 lhes atinge como uma pancada tão forte e tão gentil, que elas sentem como que uma vertigem.

20 Nada as havia preparado para aquilo. Elas de repente se dão conta de uma fome enorme que

21 existia por dentro, embora não tivessem ideia disso um minuto atrás; fome de alguma coisa tão

22 doce e saborosa que chega a doer-lhes o coração. Quase choram. Sentem-se tristes e felizes,

23 sozinhas e acolhidas por conta desta experiência sumamente estranha e nova – e anseiam

24 avidamente por ouvir aquela voz do rádio mais de perto, demoram-se ali ao pé da janela, não

25 conseguem desgrudar os olhos da pintura. É isso que queriam, é disso que precisavam como

26 um homem faminto precisa de alimento –, e não o sabiam. Nem imaginavam.

27 É isso que acontece a uma criança que precisa de música, pinturas ou poesia, ao se deparar

28 com essas coisas por acaso. Não fosse esse acaso, talvez o encontro jamais ocorresse, e ela

29 passaria a vida inteira num estado de inanição cultural da qual nem teria ideia.

30 Os efeitos da inanição cultural não fazem alarde, nem são passageiros. Não são facilmente

31 visíveis. E, como eu sempre digo, algumas pessoas, pessoas boas, bons amigos e bons cidadãos,

32 jamais chegam a viver essa experiência. Estão perfeitamente bem sem isso. Se todos os livros

33 e toda a música e todas as pinturas do mundo desaparecessem da noite para o dia, elas não

34 sentiriam falta; elas nem notariam.

35 Mas essa fome existe em muitas crianças e, muitas vezes, jamais chega a ser satisfeita,

36 porque jamais foi despertada. Muitas crianças em todos os cantos do mundo estão passando

37 fome pela falta de algo que alimenta e nutre suas almas de uma maneira que nada mais no

38 mundo poderia.

39 Dizemos, e com razão, que toda criança tem direito ____ alimentação, ____ abrigo, ____

40 educação, ____ assistência médica e assim por diante. Mas temos de entender que todas elas

41 ......... direito a vivenciar a cultura. Temos de entender verdadeiramente que sem histórias,

42 poemas, pinturas e música, as crianças também passarão fome.

Fonte: https://www.revistaprosaversoearte.com/arte-musica-poemas-e-historias-criancas-precisam-disso/ – Texto adaptado para esta prova.

Analise as seguintes propostas de alteração no texto:


I. ‘vorazmente’ (l. 08) por ‘de forma voraz’.

II. ‘deparam-se’ (l. 15) por ‘encontram’.

III. ‘se dão conta’ (l. 20) por ‘percebem’.


Quais alterações precisam de ajustes na estrutura da frase em que estão inseridas para fins de concordância?

Alternativas
Respostas
16481: D
16482: A
16483: A
16484: C
16485: C
16486: B
16487: D
16488: A
16489: A
16490: A
16491: D
16492: E
16493: C
16494: C
16495: A
16496: D
16497: E
16498: C
16499: E
16500: E