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Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1625850525962243-andre- dahmer-abreexposicao-individual-em-sao-paulo. Acesso em: 17 jan. 2026.
Em textos verbais e verbo-visuais, o sentido de uma palavra pode variar conforme o contexto de uso, contribuindo para a construção do significado global do texto. Considerando o emprego da palavra “bárbaro” no último quadro da tirinha, o efeito crítico produzido decorre principalmente do uso de
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Nosso tema é o óbvio. Acho mesmo que os cientistas trabalham é com o óbvio. O negócio deles – nosso negócio – é lidar com o óbvio. Aparentemente, Deus é muito treteiro, faz as coisas de forma tão recôndita e disfarçada que se precisa desta categoria de gente – os cientistas – para ir tirando os véus, desvendando, a fim de revelar a obviedade do óbvio. O ruim deste procedimento é que parece um jogo sem fim. De fato, só conseguimos desmascarar uma obviedade para descobrir outras, mais óbvias ainda.
Para começar, antes de entrar na obviedade educacional – que é nosso tema – vejamos algumas outras obviedades. É óbvio, por exemplo, que todo santo dia o sol nasce, se levanta, dá sua volta pelo céu, e se põe. Sabemos hoje muito bem que isto não é verdade. Mas foi preciso muita astúcia e gana para mostrar que a aurora e o crepúsculo são tretas de Deus. Não é assim? Gerações de sábios passaram por sacrifícios, recordados por todos, porque disseram que Deus estava nos enganando com aquele espetáculo diário. Demonstrar que a coisa não era como parecia, além de muito difícil, foi penoso, todos sabemos.
Outra obviedade, tão óbvia quanto esta ou mais óbvia ainda, é que os pobres vivem dos ricos. Está na cara? Sem os ricos o que é que seria dos pobres? Quem é que poderia fazer uma caridade? Me dá um empreguinho aí! Seria impossível arranjar qualquer ajuda. Me dá um dinheirinho aí! Sem rico o mundo estaria incompleto, os pobres estariam perdidos. Mas vieram uns Barbados dizendo que não, e atrapalharam tudo. Tiraram aquela obviedade e puseram outra oposta no lugar. Aliás, uma obviedade subversiva.
Uma terceira obviedade que vocês conhecem bem, por ser patente, é que os negros são inferiores aos brancos. Basta olhar! Eles fazem um esforço danado para ganhar a vida, mas não ascendem como a gente. Sua situação é de uma inferioridade social e cultural tão visível, tão evidente, que é óbvia. Pois não é assim, dizem os cientistas. Não é assim, não. É diferente! Os negros foram inferiorizados. Foram e continuam sendo postos nessa posição de inferioridade por tais e quais razões históricas. Razões que nada têm a ver com suas capacidades e aptidões inatas mas, sim, tendo que ver com certos interesses muito concretos.
RIBEIRO, Darcy. Sobre o óbvio. In: RIBEIRO, D. Ensaios insólitos. Rio de
Janeiro: Fundação Biblioteca nacional; Brasília: Ed. UnB, 2011. p. 3-4.
[Adaptado].
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Texto 1
Nosso tema é o óbvio. Acho mesmo que os cientistas trabalham é com o óbvio. O negócio deles – nosso negócio – é lidar com o óbvio. Aparentemente, Deus é muito treteiro, faz as coisas de forma tão recôndita e disfarçada que se precisa desta categoria de gente – os cientistas – para ir tirando os véus, desvendando, a fim de revelar a obviedade do óbvio. O ruim deste procedimento é que parece um jogo sem fim. De fato, só conseguimos desmascarar uma obviedade para descobrir outras, mais óbvias ainda.
Para começar, antes de entrar na obviedade educacional – que é nosso tema – vejamos algumas outras obviedades. É óbvio, por exemplo, que todo santo dia o sol nasce, se levanta, dá sua volta pelo céu, e se põe. Sabemos hoje muito bem que isto não é verdade. Mas foi preciso muita astúcia e gana para mostrar que a aurora e o crepúsculo são tretas de Deus. Não é assim? Gerações de sábios passaram por sacrifícios, recordados por todos, porque disseram que Deus estava nos enganando com aquele espetáculo diário. Demonstrar que a coisa não era como parecia, além de muito difícil, foi penoso, todos sabemos.
Outra obviedade, tão óbvia quanto esta ou mais óbvia ainda, é que os pobres vivem dos ricos. Está na cara? Sem os ricos o que é que seria dos pobres? Quem é que poderia fazer uma caridade? Me dá um empreguinho aí! Seria impossível arranjar qualquer ajuda. Me dá um dinheirinho aí! Sem rico o mundo estaria incompleto, os pobres estariam perdidos. Mas vieram uns Barbados dizendo que não, e atrapalharam tudo. Tiraram aquela obviedade e puseram outra oposta no lugar. Aliás, uma obviedade subversiva.
Uma terceira obviedade que vocês conhecem bem, por ser patente, é que os negros são inferiores aos brancos. Basta olhar! Eles fazem um esforço danado para ganhar a vida, mas não ascendem como a gente. Sua situação é de uma inferioridade social e cultural tão visível, tão evidente, que é óbvia. Pois não é assim, dizem os cientistas. Não é assim, não. É diferente! Os negros foram inferiorizados. Foram e continuam sendo postos nessa posição de inferioridade por tais e quais razões históricas. Razões que nada têm a ver com suas capacidades e aptidões inatas mas, sim, tendo que ver com certos interesses muito concretos.
RIBEIRO, Darcy. Sobre o óbvio. In: RIBEIRO, D. Ensaios insólitos. Rio de
Janeiro: Fundação Biblioteca nacional; Brasília: Ed. UnB, 2011. p. 3-4.
[Adaptado].
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Texto 1
Nosso tema é o óbvio. Acho mesmo que os cientistas trabalham é com o óbvio. O negócio deles – nosso negócio – é lidar com o óbvio. Aparentemente, Deus é muito treteiro, faz as coisas de forma tão recôndita e disfarçada que se precisa desta categoria de gente – os cientistas – para ir tirando os véus, desvendando, a fim de revelar a obviedade do óbvio. O ruim deste procedimento é que parece um jogo sem fim. De fato, só conseguimos desmascarar uma obviedade para descobrir outras, mais óbvias ainda.
Para começar, antes de entrar na obviedade educacional – que é nosso tema – vejamos algumas outras obviedades. É óbvio, por exemplo, que todo santo dia o sol nasce, se levanta, dá sua volta pelo céu, e se põe. Sabemos hoje muito bem que isto não é verdade. Mas foi preciso muita astúcia e gana para mostrar que a aurora e o crepúsculo são tretas de Deus. Não é assim? Gerações de sábios passaram por sacrifícios, recordados por todos, porque disseram que Deus estava nos enganando com aquele espetáculo diário. Demonstrar que a coisa não era como parecia, além de muito difícil, foi penoso, todos sabemos.
Outra obviedade, tão óbvia quanto esta ou mais óbvia ainda, é que os pobres vivem dos ricos. Está na cara? Sem os ricos o que é que seria dos pobres? Quem é que poderia fazer uma caridade? Me dá um empreguinho aí! Seria impossível arranjar qualquer ajuda. Me dá um dinheirinho aí! Sem rico o mundo estaria incompleto, os pobres estariam perdidos. Mas vieram uns Barbados dizendo que não, e atrapalharam tudo. Tiraram aquela obviedade e puseram outra oposta no lugar. Aliás, uma obviedade subversiva.
Uma terceira obviedade que vocês conhecem bem, por ser patente, é que os negros são inferiores aos brancos. Basta olhar! Eles fazem um esforço danado para ganhar a vida, mas não ascendem como a gente. Sua situação é de uma inferioridade social e cultural tão visível, tão evidente, que é óbvia. Pois não é assim, dizem os cientistas. Não é assim, não. É diferente! Os negros foram inferiorizados. Foram e continuam sendo postos nessa posição de inferioridade por tais e quais razões históricas. Razões que nada têm a ver com suas capacidades e aptidões inatas mas, sim, tendo que ver com certos interesses muito concretos.
RIBEIRO, Darcy. Sobre o óbvio. In: RIBEIRO, D. Ensaios insólitos. Rio de
Janeiro: Fundação Biblioteca nacional; Brasília: Ed. UnB, 2011. p. 3-4.
[Adaptado].
Fonte: BRASIL. Guia prático do programa saúde da família. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.
A Saúde da Família é a estratégia que o Ministério da Saúde do Brasil escolheu para reorientar o modelo assistencial do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da atenção básica.
Analise as afirmativas a seguir sobre os objetivos da implantação do modelo saúde da família e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) Prestar assistência integral, alternada e de boa qualidade às necessidades de saúde da população.
( ) Humanizar as práticas de saúde por meio do estabelecimento de um vínculo entre os profissionais da saúde e a população.
( ) Intervir apenas nos fatores de risco a que a população esteja exposta.
( ) Fazer com que a saúde seja reconhecida como um direito de cidadania.
( ) Estimular a comunidade para o efetivo exercício do controle social.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando afirmativas de cima para baixo:
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem esses olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
[...]
Eu não dei por conta desta mudança
tão simples, tão certa, tão fácil
- Em que espelho ficou perdida a minha face?
Fonte: MEIRELLES, Cecília. Retrato. In: ____. Viagem. São Paulo: Global Editora, 2012. Adaptado.
A boca humana pode ser vista apenas como um órgão com múltiplas funções e um vestíbulo que dá passagem aos sistemas estomatognático e respiratório. No entanto, quando ultrapassamos a literatura médico-odontológica, encontramos outros sentidos e significados que extrapolam aquelas funções privilegiadas nos manuais de Anatomia e Fisiologia.
A bucalidade, como categoria de análise do corpo do idoso, conceitua-se, no contexto da Saúde Coletiva, relativamente à dimensão civilizatória da propriedade daquilo que é bucal.
Analise as abordagens a seguir para as dimensões da bucalidade, e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Manducação.
( ) Linguagem.
( ) Erotismo.
( ) Boca apenas funcional.
( ) Modelo curativista tradicional.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as abordagens de cima para baixo:
Caso clínico: Paciente Andrea, 34 anos, casada, do lar, mãe de três filhos: Lucas, de 14 anos, Luciana, de 12 anos, e Caio, de 2 anos, vem à consulta por sentir-se muito cansada e triste. Refere que, em algumas situações, perdeu a paciência com Caio e sabe que às vezes exagera ao corrigi-lo. Relata que esses sintomas começaram quando a família se mudou para Porto Alegre – vieram morar, em alguns cômodos, na casa de sua sogra, dona Ana. O pai de Caio trabalha na construção civil. Andrea conta que ele costuma chegar em casa muito cansado e que, por esse motivo, não consegue ajudar nas tarefas. Refere, também, que, após o trabalho, frequentemente ele vai direto para a casa de seus pais, onde tem um papel importante na resolução dos problemas da sua família de origem.
Analise as abordagens a seguir para a realização da intervenção profissional nesse caso, e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) Segregação do companheiro.
( ) Avaliação da relação parental com os filhos mais velhos.
( ) Avaliação da intervenção psicoterápica.
( ) Desconexão emocional.
( ) Busca do fortalecimento da paciente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as abordagens de cima para baixo.
Analise as afirmativas a seguir sobre questões e mitos relacionados à gravidez e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A gestante pode ser anestesiada.
( ) A gestante pode realizar exame radiográfico.
( ) A gestante pode se submeter a tratamento endodôntico.
( ) A gestação enfraquece os dentes porque a mãe perde cálcio para o bebê.
( ) A gestação propicia uma maior incidência de cárie dentária.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo:
A Constituição da República estrutura o Estado brasileiropor meio de fundamentos, objetivos fundamentais eprincípios que regem suas relações internacionais, todosdotados de densidade normativa própria e posiçõessistematicamente distintas no texto constitucional.Considerando exclusivamente a literalidade daConstituição Federal, assinale a alternativa CORRETA.
I- O fórceps mais comumente usado para dentes pré-molares inferiores é o de número 151A.
II- O fórceps de molares inferiores úteis é o de número 18R.
III- O fórceps nº 18Lé indicado para a extração de dentes pré-molares superiores.
IV- O fórceps número 1 é indicado para extração de caninos e incisivos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Com base nessa informação, considerando os indicadores de qualidade, com relação às notas metodológicas B1 e B3, respectivamente, é CORRETO afirmar que se tratam do(a):
“Cavidades preparadas em regiões de má coalescência de esmalte, cicatrículas e fissuras, na face oclusal de pré-molares e molares; 2/3 oclusais da face vestibular dos molares e na face lingual dos incisivos superiores” (Mondeli, 2018).
Fonte: MONDELLI, José, Fundamentos da dentística operatória. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
É CORRETO afirmar que se trata do:
“[...] Essa técnica possibilita avaliar as coroas dentárias e cristas ósseas dos arcos em oclusão. Aporção radicular não é visualizada, e a principal indicação é a suspeita de cáries interproximais. Permitem também a avaliação das cristas ósseas e possíveis excessos proximais de restaurações” (Marcucci, 2005, p. 321).
Fonte: MARCUCCI, G. Estomatologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 2005.
É CORRETO afirmar que se trata da:
I- Gracey nos 1-2 e 3-4: Dentes posteriores.
II- Gracey no 11-12: Dentes posteriores: distal.
III- Gracey nos 7-8 e 9-10: Dentes posteriores: vestibular e lingual.
IV- Gracey no 5-6: Dentes anteriores e pré-molares.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Dentes com problemas periodontais leves.
II- Dentes supranumerários que interferem no irrompimento de outros dentes.
III- Dentes com necrose pulpar que não têm indicação endodôntica.
IV- Dentes com mancha branca ativa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidades.
II- Realizar os procedimentos clínicos e cirúrgicos da Atenção Básica em saúde bucal, incluindo atendimento das urgências, pequenas cirurgias ambulatoriais e procedimentos relacionados com as fases clínicas de moldagem, adaptação e acompanhamento de próteses dentárias (elementar, total e parcial removível).
III- Articular e participar das atividades de educação permanente e educação continuada.
IV- Realizar diagnóstico com a finalidade de obter o perfil epidemiológico para o planejamento e a programação em saúde bucal no território.
É CORRETO o que se afirma apenas em: