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Q3572956 Técnicas em Topografia
A representação no plano, em escala média ou grande, dos aspectos artificiais e naturais de uma área tomada de uma superfície planetária, subdividida em folhas delimitadas por linhas convencionais, paralelos e meridianos, com a finalidade de possibilitar a avaliação de pormenores com grau de acurácia compatível com a escala, é 
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Q3572955 Ciência e Tecnologia
O apoio geodésico planimétrico é o conjunto de pontos materializados no terreno, que proporciona o controle de posição dos levantamentos topográficos em relação à superfície terrestre, em coordenadas geodésicas ou planas, referenciando-as ao datum planimétrico: 
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Q3572954 Técnicas em Topografia
A distância ortométrica é distância 
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Q3572953 Técnicas em Topografia
A acurácia é o grau de aderência das medidas em relação ao seu valor verdadeiro que, se for desconhecido, é utilizado, como valor mais provável a média
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Q3571992 Legislação Municipal
De acordo com o artigo 166 da Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande, assinale a alternativa correta.
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Q3571980 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
Assinale a alternativa cujo trecho a seguir foi reescrito de maneira que não altere seu sentido.
“Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de ‘metas de inflação’”. 
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Q3571976 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
“Matar dois coelhos” é uma expressão 
Alternativas
Q3555796 Geologia
Quando se trata de aquisição de imagens e problemas relacionados às aberrações geométricas, existe uma aberração específica que afeta a posição dos objetos imageados, mas não a qualidade da imagem. Qual é o nome dessa aberração?
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Q3555795 Geologia
Qual é o procedimento essencial para transformar uma carta topográfica em uma base de dados espaciais para o projeto de uma rodovia?
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Q3555794 Geologia
O uso do GPS (Global Positioning System) na topografia é fundamental para a coleta precisa de dados de posicionamento em campo. No entanto, o GPS apresenta desafios e considerações técnicas complexas que os topógrafos devem entender. Considerando esses aspectos, qual das seguintes afirmações é verdadeira em relação ao uso do GPS na topografia?
Alternativas
Q3555793 Geologia
Na interpretação de imagens de sensoriamento remoto e na confecção de mapas temáticos, qual é a principal diferença entre a interpretação visual e a classificação?
Alternativas
Q3555792 Geologia
Em um levantamento topográfico de alta precisão, um topógrafo está usando uma mira topográfica para medir diferenças de elevação em um terreno complexo. A mira tem divisões principais numeradas sequencialmente, divisões secundárias para medições precisas e marcas de nível para garantir o nivelamento adequado. Qual das seguintes afirmativas sobre a mira topográfica é incorreta?
Alternativas
Q3555791 Geologia

Interprete as seguintes afirmativas sobre uma rede de pontos de apoio topográfico:


I - É um conjunto de pontos com coordenadas topográficas conhecidas e implantadas no terreno para servir de apoio para projetos de Engenharia.


II - Os pontos de apoio em uma rede topográfica são implantados aleatoriamente no terreno, sem seguir um plano de coordenação prédeterminado.


III - Essa rede é utilizada para fornecer referências precisas de posicionamento e elevação em projetos de topografia e cartografia.


IV - A principal função de uma rede de pontos de apoio é criar obstáculos no terreno para facilitar a medição de distâncias entre pontos geodésicos.


Está incorreto o que se afirma em:

Alternativas
Q3555790 Geologia
O levantamento topográfico é uma atividade essencial para a coleta e representação de dados em campo. De acordo com os dados a serem coletados e o objetivo do levantamento, ele pode ser classificado de várias maneiras. Qual das seguintes afirmativas sobre classificações de levantamentos topográficos está correta?
Alternativas
Q3555789 Geologia
Qual das seguintes afirmações sobre poligonais topográficas está correta?
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Q3555788 Geologia

O que é fotogrametria digital e como pode ser categorizada de acordo com a localização da plataforma de aquisição de dados?


I - É a coleta de dados geoespaciais por meio de imagens e equipamentos eletrônicos e que pode ser terrestre ou aérea.


II - É a coleta de dados geoespaciais por imagens digitais e programas de computador, categorizando-se como terrestre ou aérea.


III - É a obtenção de dados geoespaciais com imagens analógicas e câmeras digitais, podendo ser terrestre na Terra ou aérea com aeronaves não tripuladas.


IV - É a coleta de dados geoespaciais por imagens digitais e câmeras digitais, categorizando-se como terrestre ou aérea.


V - É a aquisição de dados geoespaciais por meio de imagens analógicas e sensores, sendo terrestre na Terra ou aérea com aeronaves tripuladas.


É correto o que se afirma em: 

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Q3555787 Geologia
Em um terreno com inclinação média de 30%, a distância inclinada entre dois pontos foi medida e obteve-se um valor de 780 metros. Com base nessa medição, qual é a distância horizontal (Dh) entre os dois pontos?
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Q3555786 Geologia
Qual é a principal aplicação do Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto na área de meio ambiente e sustentabilidade?
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Q3555785 Geologia

As rodovias e ferrovias são projetadas e construídas para manter o fluxo de veículos com conforto, segurança e a uma velocidade adequada. Para garantir a suavidade nas mudanças de direção, são empregadas curvas de concordâncias. Interprete as seguintes afirmativas sobre curvas de concordâncias verticais e horizontais e escreva verdadeiro (V) ou falso (F) e assinale a alternativa correta:


( ) No projeto de curvas de concordâncias verticais, normalmente são utilizadas equações de parábolas do 2º grau.


( ) No projeto de curvas de concordâncias horizontais, geralmente são usadas curvas retas.


( ) As curvas circulares são frequentemente empregadas em projetos de concordâncias horizontais.


( ) Em projetos de concordâncias horizontais, é comum utilizar curvas circulares associadas a trechos com transição em espiral.


( ) As curvas de concordâncias verticais são projetadas para acomodar as mudanças na elevação da via.

Alternativas
Q3555784 Geologia

Um topógrafo está conduzindo um levantamentoe registrou os seguintes rumos para os lados deum polígono fechado:


• Lado AB: Rumo 30°30'

• Lado BC: Rumo 85°45'

• Lado CD: Rumo 110°15'

• Lado DA: Rumo 245°20'


Ele deseja verificar se o polígono fechacorretamente e, se não, calcular a correçãonecessária. O azimute inicial do lado AB é de30°00'. Qual é a correção do azimute inicial quedeve ser aplicada para garantir o fechamentopreciso do polígono?

Alternativas
Respostas
801: C
802: D
803: A
804: B
805: A
806: C
807: B
808: A
809: A
810: C
811: C
812: B
813: B
814: E
815: C
816: B
817: D
818: C
819: E
820: B