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Analise as afirmativas abaixo:
I- Um sistema político que assegure a efetiva participação dos cidadãos no processo decisório.
II- Um sistema produção capaz de gerar excedentes e saber técnico em bases confiáveis e constantes.
III-Um sistema social que possa resolver as tensões causadas por um desenvolvimento não equilibrado.
IV-Um sistema de econômico que respeite a obrigação de preservar a base ecológica do desenvolvimento.
V-Um sistema tecnológico que busque constantemente novas soluções.
Estão CORRETAS as afirmativas:
PERDIDO NA CIDADE (Autor desc.) Um caipira veio pra cidade grande e ficou completamente perdido. Então perguntou pra um sujeito que estava sentado na praça, fumando. — Dia, moço... O sinhô sabe onde é que fica o terminal de Ônibus da Praça da Arve? — Praça da Árvore? — corrigiu o sujeito. — Isso, exatamente... Praça da Arve! — Fica ali, ó! Na primeira rua à esquerda. Qualquer idiota sabe! — Mais é por isso mesmo qui eu perguntei pro sinhô, uai!
http://professoralourdesduarte.blogspot.com.br/2012/05/te xtos-engracados.html
Para que a comunicação realmente se efetive, seis fatores participam desse processo, são eles: emissor, receptor, mensagem, código, canal e referente, sendo assim assinale a alternativa INCORRETA.
DIGNIDADE
Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
— Como te chamas?
— Chamo-me Juan, senhor. — Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! – gritou o desagradável professor. Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada. — Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?… Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta: — Para que haja uma ordem em nossa sociedade. — Não! – respondia o professor. — Para cumpri-las. — Não! — Para que as pessoas erradas paguem por seus atos. — Não!! — Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?! — Para que haja justiça – falou timidamente uma garota. — Até que enfim! É isso… para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça? Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo: — Para salvaguardar os direitos humanos… — Bem, que mais? – perguntava o professor. — Para diferençar o certo do errado… — Para premiar a quem faz o bem… — Ok, não está mal, porém… respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?… Todos ficaram calados, ninguém respondia. — Quero uma resposta decidida e unânime! — Não!! – respondemos todos a uma só voz. — Poderia dizer-se que cometi uma injustiça? — Sim!!! — E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? — Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais! — Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente. Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito. Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia. O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas.
Martin Luther King Autor Desconhecido http://www.refletirpararefletir.com.br/3-textos-inteligentese-impactantes-que-nos-fazem-pensar
O emprego do SE no texto tem a função morfossintática respectivamente em:
DIGNIDADE
Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
— Como te chamas?
— Chamo-me Juan, senhor. — Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! – gritou o desagradável professor. Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada. — Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?… Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta: — Para que haja uma ordem em nossa sociedade. — Não! – respondia o professor. — Para cumpri-las. — Não! — Para que as pessoas erradas paguem por seus atos. — Não!! — Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?! — Para que haja justiça – falou timidamente uma garota. — Até que enfim! É isso… para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça? Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo: — Para salvaguardar os direitos humanos… — Bem, que mais? – perguntava o professor. — Para diferençar o certo do errado… — Para premiar a quem faz o bem… — Ok, não está mal, porém… respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?… Todos ficaram calados, ninguém respondia. — Quero uma resposta decidida e unânime! — Não!! – respondemos todos a uma só voz. — Poderia dizer-se que cometi uma injustiça? — Sim!!! — E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? — Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais! — Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente. Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito. Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia. O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas.
Martin Luther King Autor Desconhecido http://www.refletirpararefletir.com.br/3-textos-inteligentese-impactantes-que-nos-fazem-pensar
De acordo com a estrutura do texto é CORRETO:
O amor e a bondade são excelentes virtudes.
- Minha gente, eu vou fazer um troço difícil. Se eu não aparecer até de manhã, vocês fica sabendo que eu tou na polícia e não demoro a tá no reformatório, até fugir. Ou até vocês me tirar de lá…
(Jorge Amado. Capitães da areia. São Paulo: Cia. das Letras, 2008.)
O livro Capitães da Areia, de autoria de Jorge Amado, foi publicado em 1937 e trata da vida de menores abandonados, em Salvador, Bahia. Pedro Bala é um dos líderes do grupo.
No episódio narrado, uma imagem de Ogum, divindade cultuada em rituais religiosos afro-brasileiros, está em poder da polícia. Pelas leis brasileiras da época retratada na obra, manifestações religiosas que não fossem ligadas à igreja Católica eram proibidas.
No trecho, há uma expressão ambígua. Assinale a alternativa que apresenta a expressão e também a solução para a ambiguidade, no contexto da narrativa.
Rubinstein apoiou fortemente VillaLobos na realização de seu sonho de longa data: ir a Paris para poder, lá, dedicar-se exclusivamente a seu trabalho de composição. Para fundar o projeto em uma base realista, Rubinstein sugeriu estabelecer um plano de financiamento que foi adotado por alguns amigos de Villa-Lobos. A imprensa relatou sobre isso: “Tudo indica que é chegado o momento de encaminhar para a Europa esse formoso talento que ontem foi delirantemente aplaudido”. Para colocar à disposição os meios necessários, o deputado Arthur Lemos apresentou uma proposta na câmara municipal de vereadores em julho de 1922 sob o título: “Para a divulgação de nossa música no exterior”. Foram pedidos 108 contos de réis – segundo a moeda de hoje, aproximadamente, 30 mil reais – para que pudessem ser realizados, ao total, 24 concertos com obras de compositores brasileiros nas capitais musicais da Europa. Já em 1912, Nepomuceno, Oswald, Braga e Nascimento haviam encaminhado uma iniciativa semelhante para o jovem compositor, muito promissor, Glauco Velásquez. O projeto contudo, fracassou, e Velásquez morreu dois anos mais tarde. A fim de propagar seu objetivo, Villa-Lobos realizou uma série de oito concertos – quatro no Rio de Janeiro, quatro em São Paulo –, os quais ele dedicou a algumas personalidades de destacada posição social: ao presidente Epitácio Pessoa, ao vice-presidente Estácio Coimbra, ao senador Marcílio Lacerda e ao milionário Arnaldo Guinle. [...] Apesar de todos os esforços, VillaLobos não conseguiu influenciar o ambiente no sentido intencionado. Não houve número considerável de público nem uma ressonância notável por parte da imprensa, e as personalidades importantes solicitadas também se mantiveram reservadas. O quarto concerto no Rio de Janeiro teve até mesmo de ser cancelado, já que não houve venda suficiente de ingressos. Ronald de Carvalho censurou, por conseguinte, em um artigo de jornal, a “decadência” do público no Rio de Janeiro. [...]
NEGWER, M. Villa-Lobos. O florescimento da música brasileira. São Paulo: Martins Fontes, 2009. p. 141-142. (adaptado)
Assinale a alternativa correta.