Questões de Concurso Comentadas para auxiliar operacional

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Q3993507 Direito Penal
O município de Terra Roxa fica próximo à fronteira com o Paraguai, onde as forças de segurança trabalham para combater a entrada de mercadorias irregulares. Qual das alternativas abaixo apresenta o nome dado aos produtos que são trazidos de outro país para o Brasil de forma escondida, sem autorização e sem o pagamento de impostos?
Alternativas
Q3993495 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam proparoxítonas:
Alternativas
Q3993494 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classe gramatical dos termos em destaque no período: De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera.
Alternativas
Q3993493 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao número de fonemas das palavras acesso e capital, respectivamente: 
Alternativas
Q3993491 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente o termo retomado no texto pelo termo em destaque no período: Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras.
Alternativas
Q3993490 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província. 
Alternativas
Q3993489 Português
Conheça o menor bairro de Curitiba, com 442 habitantes e raízes polonesas


    Você sabia que o menor bairro de Curitiba possui apenas 442 habitantes? Parte da Regional CIC, o bairro menos populoso da capital paranaense é o Riviera e, de acordo com o Censo do IBGE de 2022, boa parte dos moradores dali são descendentes de poloneses, que foram os primeiros moradores da região.

     O morador mais antigo é Vicente Ales, de 77 anos. A casa dele fica ‘escondida’ atrás de uma plantação de milharal, com acesso por uma estradinha de terra que exibe uma paisagem interiorana que resiste ao tempo e ao ritmo frenético de outros grandes bairros de Curitiba.

     A origem do bairro Riviera está ligada a Colônia Riviére fundada em 1876 e emancipada em 1878 às margens da antiga estrada do Mato Grosso. O nome da colônia veio de uma homenagem ao engenheiro Henrique Riviére por causa dos relevantes serviços prestados à colonização da Província.

     Como todas as demais comunidades polonesas do Paraná, a Colônia Riviera foi criada pelo imperador dom Pedro II. Em 1880, o imperador, acompanhado da família real em visita ao Paraná aproveitou para conferir como os polacos estavam estabelecidos.

    De acordo com relatos históricos da época, em Curitiba, a família real visitou as colônias do Santa Cândida e do Bairro Alto e não passou pela Riviera. Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.

     Um grupo de 21 moças vestidas de branco segurava cartazes e saudava o casal imperial. Estavam ali as jovens representantes das colônias Riviera, Tomás Coelho, Lamenha, Santo Inácio, Nova Tirol, Murici, Santa Cândida, Abranches, Orleans, Alfredo Chaves, Antônio Rebouças, Dom Augusto, Inspetor Carvalho, Venâncio, Zacarias, Argelina, Dom Pedro, Dantes, São João Batista, Dr. Araújo e Santa Felicidade.

    Como a maior parte dos moradores antigos, Vicente Ales nasceu e passou toda a vida no bairro. Ele ganhou o título de decano da região com a morte, há poucos meses, de Antônia Rompa Pepinsky, que alcançou 100 anos. “Eu devo muita oração para ela. A minha mãe contou que quando eu nasci, essa senhora foi a primeira que me pegou no colo. Era minha babá. A minha mãe sempre falava para respeitar essa gente. Então eu fiquei tão sentido com a perda porque ela tinha 100 anos e era lúcida, sabia de tudo, não era esquecida”, lamenta Vicente.

     Recordar os velhos tempos é um dos hábitos mais frequentes dele, principalmente da época que cultivava lavouras. Reclama que agora não consegue mais lidar com plantio. Quando mais jovem, a lida na terra era parte do cotidiano, plantava feijão, milho e batata. Apesar das excelentes colheitas, diz que o esforço pouco compensava, a remuneração era muito baixa.

     “Deu bem mesmo, colhemos muito, mas o que adiantou? O preço não ajudou. A terra é boa mas agora não planto mais, porque com 77 anos já não tenho mais força, sinto dor nas costas e muita canseira”, relata.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/conheca-menor-bairro-curitiba-442- habitantes-raizes-polonesas/
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Entretanto, toda a gente polonesa, inclusive da Colônia Riviera, foi a pé até a Praça 19 de dezembro para recepcionar o imperador.
Alternativas
Q3896366 Direito Financeiro
No que se refere às despesas públicas municipais, o Auxiliar de Serviços Gerais deve compreender que, segundo a Lei Orgânica do Município de Vitória do Mearim – MA, nenhuma despesa pode ser realizada sem:
Alternativas
Q3896365 Legislação dos Municípios do Estado do Maranhão
Um Auxiliar de Serviços Gerais, ao ingressar no serviço público municipal, busca compreender as regras gerais aplicáveis aos servidores. Conforme a Lei Orgânica do Município de Vitória do Mearim – MA, o regime jurídico dos servidores municipais caracteriza-se por:
Alternativas
Q3896364 Direito Tributário
No contexto da Administração Tributária Municipal, um servidor identifica que determinado crédito tributário deixou de ser cobrado dentro do prazo legal. De acordo com a Lei Orgânica do Município de Vitória do Mearim – MA, essa situação caracteriza:
Alternativas
Q3896363 Direito Tributário
Durante o exercício de suas funções, um Auxiliar de Serviços Gerais observa que determinados serviços públicos são custeados por valores pagos diretamente pelos usuários. Considerando a Lei Orgânica do Município de Vitória do Mearim – MA, essa forma de arrecadação municipal está relacionada:
Alternativas
Q3896261 Português
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896260 Português
Na frase “Ele estudou, mas não passou”, a conjunção MAS exprime ideia de:
Alternativas
Q3896259 Português
Na frase “As meninas estavam muito felizes”, a palavra MUITO é classificada como:
Alternativas
Q3896258 Português
A palavra infeliz é formada por:
Alternativas
Q3896256 Português
Assinale a alternativa em que a palavra está corretamente acentuada e dividida em sílabas:
Alternativas
Q3896255 Português
O comportamento ________ do funcionário gerou reclamações, mesmo ele sendo o responsável pela manutenção do ________ na ________
Alternativas
Q3896254 Português
Assinale a alternativa corretamente preenchida:
Não sei ___ você faltou ontem, ___ sua ausência foi sentida.
Alternativas
Q3896253 Português
Assinale a alternativa em que a palavra frio(a) está empregada em sentido conotativo:
Alternativas
Q3896252 Português
Na frase “O coração da cidade nunca dorme”, a expressão em destaque apresenta sentido:
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: A
4: C
5: C
6: D
7: B
8: B
9: B
10: C
11: B
12: C
13: C
14: D
15: B
16: A
17: B
18: B
19: D
20: B