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Q3550133 Português

Para responder às questões  leia o texto a seguir.


História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Acesso em 22.03.2024. Adaptado)

De acordo com o texto, a criação do pão de queijo no Brasil só foi possível porque os povos indígenas conseguiram
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Q2484626 Nutrição
Em uma padaria, a limpeza dos equipamentos é de suma importância para manter a qualidade dos produtos, evitando, principalmente, contaminações. Ao efetuarmos a limpeza, é importante que nos lembremos de retirar os equipamentos elétricos da tomada:
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Q2484625 Nutrição
A broa de milho é uma especialidade de padarias muito apreciada. Para a confecção de uma boa broa de milho, é necessário que utilizemos: 
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Q2484624 Nutrição
A qualidade do pão está diretamente relacionada ao tipo de farinha de trigo utilizada. O melhor tipo de farinha de trigo para a confecção do pão francês (ou pão de sal) é:
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Q2484623 Nutrição
Em padarias, é muito comum a utilização do egg wash que, ao ser passado sobre pães, dá a esse produto uma coloração dourada e um aspecto muito mais saboroso.
Os ingredientes mais comumente utilizados para a elaboração do egg wash são:
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Q2484622 Nutrição
A padaria Sonho Doce é famosa pela qualidade dos produtos que vende, dentre os quais se destaca o sonho. O padeiro sabe que a massa do sonho é uma massa doce e que a produção desse produto exige muita massa no boleamento. Sendo assim, os sonhos devem ser:
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Q2484621 Nutrição
O padeiro sabe que, para obter um pão francês (ou pão de sal) dentro dos padrões de qualidade, é necessário que os ingredientes sejam adicionados na proporção correta. Na padaria Primavera, João, o padeiro, garante utilizar porcentagens exatas para produzir um pão delicioso. Sendo assim, João utiliza:
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Q2484620 Nutrição
O fermento é utilizado para fermentar a massa, deixando-a mais leve, volumosa e macia. No entanto, existem tipos diferentes de fermento, entre os quais temos o biológico, que pode seco ou fresco. Sobre as duas formas de fermento biológico, é correto dizer que:
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Q2484619 Nutrição
Dentre os ingredientes do pão, um deles é de suma importância por exercer as funções discriminadas a seguir:

– propiciar um meio que favoreça o desenvolvimento da atividade enzimática, o que, por consequência, promove a fermentação do pão;
– tornar possível a formação da rede de glúten por meio da hidratação das proteínas da farinha de trigo;
– permitir que ocorra, durante o cozimento do pão, o procedimento conhecido como gelatinização do amido, devido a sua atuação como solvente e plastificante.

O ingrediente mencionado é o/a:
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Q2484618 Nutrição
Estima-se que o pão, alimento mundialmente consumido, tenha surgido há 12 (doze) mil anos atrás na Mesopotâmia. Naquela ocasião, era feito de farinha misturada com o fruto do carvalho, gerando um pão achatado, duro, seco e muito amargo, muito diferente do pão que conhecemos hoje.

Dentre os ingredientes do pão hoje feito, quatro são principais, sendo eles:
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Q2484617 Nutrição
O Sr. Oswaldo, proprietário de uma conceituada padaria, é um comerciante extremamente cioso com a qualidade do produto que vende a seus fregueses. Nesse sentido, preocupado com a possibilidade de contaminação dos produtos, criou um protocolo de higienização que deve ser seguido por todos os seus funcionários.

Os perigos existentes na cozinha que podem contaminar os alimentos são dos tipos:
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Q2484616 Matemática
Há quatro prateleiras em uma estante, e foram colocados oito livros em cada prateleira. A quantidade de livros que foram colocados nessas prateleiras pode ser representada pela seguinte potência:
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Q2484615 Matemática
A tabela a seguir mostra a quantidade de salgadinhos e docinhos consumidos em quatro festas:



Imagem associada para resolução da questão


Nessas quatro festas, foram consumidos x docinhos a mais do que salgadinhos. O valor de x é: 
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Q2484614 Matemática
Em uma vitrine, serão colocadas, uma ao lado da outra, duas tortas para exposição. A pessoa responsável pela arrumação tem disponíveis quatro tortas de sabores diferentes: abacaxi; banana; chocolate e morango. Veja a seguir algumas arrumações possíveis:


Imagem associada para resolução da questão



Observando que a ordem dos sabores implica exposições diferentes, o número máximo de maneiras distintas de arrumar as duas tortas é igual a:
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Q2484613 Matemática
A imagem a seguir representa a superfície plana da tampa de uma embalagem de papelão:


Imagem associada para resolução da questão


Traçando-se as diagonais desse quadrado, essa superfície ficou dividida em quatro triângulos iguais. A medida, em graus, do menor ângulo interno de cada um desses triângulos é:
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Q2484612 Matemática
Em uma caixa, foram colocados somente bombons e balas, sendo a quantidade de bombons correspondente a 5/9 da quantidade de balas. Contudo, se forem colocados mais 12 bombons na caixa, a quantidade de bombons ficará igual à quantidade de balas. Logo, a quantidade total de bombons e balas na caixa é um número compreendido entre:
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Q2484610 Matemática
Uma padaria produz três tipos de doces, A, B e C. Ao final de um dia, a partir da quantidade de doces vendidas de cada tipo, o gerente da padaria construiu o gráfico de setores a seguir.

Sobre essa situação, é possível afirmar corretamente que:


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Q2484606 Português

Texto I


      São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.


     A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.


     Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.


        — Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

 

        — Mais nada — respondo, um pouco humilhado.


        E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal. 



Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

As amizades duradouras, no texto, são representadas pela:
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Q2484605 Português

Texto I


      São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.


     A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.


     Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.


        — Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

 

        — Mais nada — respondo, um pouco humilhado.


        E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal. 



Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

No decorrer da narrativa, o autor utiliza o diminutivo para descrever alguns objetos presentes na mudança. Esse recurso linguístico, no texto, transmite uma ideia de:
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Q2484604 Português

Texto I


      São dez horas da manhã. O carreto que contratei para transportar minhas coisas acaba de chegar. Vejo sair a mesa, a cadeira, o arquivo, uma estante, meia dúzia de livros, a máquina de escrever. Quatro retratos de criança emoldurados. Um desenho de Portinari, outro de Pancetti. Levo também este cinzeiro. E este tapete, aqui em casa ele não tem serventia. E esta outra fotografia, ela pode fazer falta lá.


     A mesa é velha, me acompanha desde menino: destas antigas, com uma gradinha de madeira em volta, como as de tabelião do interior. Gosto dela: curti na sua superfície muita hora de estudo para fazer prova no ginásio; finquei cotovelos em cima dela noites seguidas, à procura de uma ideia. Foi de meu pai. É austera, simpática, discreta, acolhedora e digna: lembra meu pai.


     Esta cadeira foi presente de Hélio Pellegrino, que também me acompanha desde a infância: é giratória e de palhinha. Velha também, mas confortável como as amizades duradouras. Mandei reformá-la, e tem prestado serviços, inspirando-me sempre a sábia definição de Sinclair Lewis sobre o ato de escrever: é a arte de sentar-se numa cadeira.


        — Mais alguma coisa? — pergunta o homem que faz o carreto.

 

        — Mais nada — respondo, um pouco humilhado.


        E lá vai ele, puxando a sua carroça, no cumprimento da humilde profissão. Vou atrás, cioso das coisas que ele carrega, as minhas coisas; parte de minha vida, pelo menos parte material, no que sobrou de tanta atividade dispersa: o meu cabedal. 



Adaptado de https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15843/burro-sem-rabo

O texto utiliza o recurso temporal na construção dos acontecimentos da narrativa. A frase corretamente classificada quanto ao tempo é:
Alternativas
Respostas
101: D
102: B
103: D
104: A
105: C
106: A
107: B
108: C
109: B
110: C
111: A
112: D
113: B
114: B
115: C
116: C
117: D
118: C
119: A
120: B