Questões de Concurso Comentadas para professor - matemática

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Q3782551 Administração Pública
Considerando as orientações presentes no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta acerca do uso de “Att.” e “Atenciosamente” no fecho de e-mails profissionais na administração pública.
Alternativas
Q3778218 Pedagogia
A organização curricular da Educação Básica enfatiza que a aprendizagem matemática sustenta o desenvolvimento do pensamento lógico, da capacidade de resolver problemas e da autonomia intelectual dos estudantes. Em práticas pedagógicas que valorizam a investigação e a modelagem, o estudante é convidado a relacionar conceitos abstratos com situações concretas do cotidiano escolar e social, ampliando sua compreensão sobre quantidades, formas, medidas e variabilidade. Considerando esse cenário, qual finalidade central orienta o ensino de Matemática nesse nível de escolaridade?
Alternativas
Q3776662 História e Geografia de Estados e Municípios
Arapiraca foi elevada à condição de cidade no ano de:
Alternativas
Q3776641 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

No trecho “Meu ponto, porém, é que essa 'pessoalidade', por assim dizer, é tão legítima quanto a 'mágica' de um ilusionista” (4º parágrafo), o uso das vírgulas em torno da expressão “por assim dizer” tem a função de:
Alternativas
Q3776637 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

No trecho “[...] quando aceitamos a IA qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica” (8º parágrafo), o verbo em destaque apresenta um valor semântico que:  
Alternativas
Q3776634 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

"Se é possível sonhar? Eu creio que sim" (12º parágrafo).
Nesse trecho, o autor utiliza um recurso discursivo específico, com o objetivo de: 
Alternativas
Q3776633 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

O autor critica o termo "inteligência artificial" principalmente por considerar que:  
Alternativas
Q3770891 Pedagogia
Conforme o que afirma Libâneo (1998, p.58), “[...] a didática ocupa-se dos processos de ensino e aprendizagem na sua globalidade, na sua interseção ou interação, com finalidade de orientar o trabalho do professor. Portanto, ensino como atividade prática, melhor dizendo práxis, que é também, fonte de investigação, estimulando o próprio professor a descobrir suas possibilidades de ação.”
“O currículo define-se como projeção do projeto pedagógico, ou seja, o currículo é um desdobramento necessário do projeto pedagógico, materializando intenções e propósitos em objetivos e conteúdos”. (Libâneo, 2002, p.32)
A partir dos recortes, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3770889 Pedagogia
Conforme a BNCC, julgue as alternativas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F) para o que são considerados Direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil:
( ) Conviver e Brincar
( ) Participar e Interpretar
( ) Explorar e Conhecer-se
( ) Expressar e Participar
( ) Conviver e Respeitar
Após análise das alternativas, conclui-se que a sequência correta é:
Alternativas
Q3770888 Pedagogia
Conforme a LDB 9.394/96, a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
I. Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos quantitativos sobre os qualitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais;
II. Possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar;
III. Possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado;
IV. Aproveitamento de estudos concluídos com êxito;
V. Obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência após ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3770881 Segurança da Informação
Para garantir uma navegação segura nas redes sociais, é fundamental adotar boas práticas de proteção e privacidade. Assinale a alternativa que apresenta uma medida adequada para aumentar a segurança do usuário durante o uso dessas plataformas. 
Alternativas
Q3770879 Sistemas Operacionais
Sobre o tema de Sistemas Operacionais de dispositivos móveis, analise as afirmações a seguir:
I. Dispositivos móveis permitem configurar permissões específicas de cada aplicativo, como acesso à câmera e localização.
II. O modo avião aumenta a velocidade da Internet móvel.
III. Desativar bloqueios de tela é recomendável para aumentar a velocidade do Sistema Operacional do dispositivo.
IV. Malware não existe em dispositivos móveis, apenas em computadores tradicionais.
V. Aplicativos baixados de fora das lojas oficiais podem representar riscos à segurança do dispositivo.
Estão CORRETAS apenas:
Alternativas
Q3770878 Segurança da Informação
Sobre navegação segura na Internet, analise as afirmações a seguir:
I. As senhas que são fáceis de lembrar (como datas de nascimento, endereço ou número de telefone) são as mais seguras de serem utilizadas.
II. Conectar-se a qualquer rede Wi-Fi pública é totalmente seguro, mesmo sem senha.
III. Antivírus é opcional, já que os dispositivos modernos não são mais infectados por códigos maliciosos.
IV. É sempre importante verificar o endereço do site (URL) para evitar cair em golpes.
V. Nunca se deve compartilhar senhas e informações pessoais com desconhecidos na Internet.
Estão CORRETAS apenas: 
Alternativas
Q3770876 Redes de Computadores
Sobre redes de computadores, analise as afirmações a seguir:
I. A Internet é a rede mundial de computadores e utiliza protocolos padronizados, como o TCP/IP.
II. O endereço de IP identifica de forma única um dispositivo conectado a uma rede.
III. O protocolo HTTP criptografa imediatamente todas as mensagens que são transmitidas.
IV. Firewalls só funcionam quando os computadores estão desligados.
Estão CORRETAS apenas: 
Alternativas
Q3770875 Noções de Informática
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3770874 Sistemas Operacionais
Quantos às operações de pastas e arquivos que estão disponíveis no Sistema Operacional, analise as afirmações a seguir:
I. Os arquivos que são excluídos nunca podem ser recuperados, mesmo que estejam na lixeira.
II. É sempre necessário utilizar um programa externo para conseguir renomear os arquivos.
III. Não é possível selecionar mais de um arquivo ao mesmo tempo no Explorador de arquivos.
IV. F2 é a tecla de atalho para renomear os arquivos ou pastas no Explorador de Arquivos.
V. A operação mover retira o arquivo do local de origem e o coloca em outro diretório.
Estão CORRETAS apenas: 
Alternativas
Q3770873 Noções de Informática
Sobre o Painel de Controle do Windows 10, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3770871 Português
No que tange aos aspectos semânticos da linguagem, na frase “A descrição detalhada que ele fez do suspeito impressionou a todos, principalmente pela discrição com que ele observou a cena do crime sem ser notado”, as palavras em destaque revelam: 
Alternativas
Respostas
1661: A
1662: E
1663: C
1664: C
1665: C
1666: D
1667: C
1668: D
1669: A
1670: B
1671: B
1672: E
1673: C
1674: D
1675: C
1676: A
1677: B
1678: D
1679: C
1680: D