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Anedotinhas
De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho:
— Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.
Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu:
— Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não aguento mais aqueles meninos.
E o pai responde lá de fora:
— Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio.
Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981. p. 8.
A fadiga da informação
Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da Internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informação, dos satélites. A Internet levou o processo ao apogeu, criando a espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos desse mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicam, mas o potencial de captação humana – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbamse e perdem a eficiência no trabalho. Já não se trata de imaginar como esse fenômeno possa ocorrer.
Na verdade, a síndrome da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa recente nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1300 executivos. Entre os sintomas da doença apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas.
MARZAGÃO, Augusto. In: DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Editora Ática, 1999. (Fragmento).
Analise os aspectos linguísticos do texto, julgando as informações em certas (C) ou erradas (E):
( ) Pelas características inerentes ao texto, o mesmo pode ser classificado como artigo de opinião;
( ) Há uma relação de causa e consequência entre os elementos do texto, responsáveis pelo mecanismo de argumentação;
( ) “... junto a 1300 executivos.” A letra “a” é classificada morfologicamente como artigo;
( ) “... trafegando nas asas da eletrônica, da informação, dos satélites.” As vírgulas foram usadas para separar termos de mesmo valor sintático.
A sequência correta de cima para baixo é:
A fadiga da informação
Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da Internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informação, dos satélites. A Internet levou o processo ao apogeu, criando a espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos desse mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicam, mas o potencial de captação humana – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbamse e perdem a eficiência no trabalho. Já não se trata de imaginar como esse fenômeno possa ocorrer.
Na verdade, a síndrome da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa recente nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1300 executivos. Entre os sintomas da doença apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas.
MARZAGÃO, Augusto. In: DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. São Paulo: Editora Ática, 1999. (Fragmento).
Em uma organização, o controle interno representa o conjunto de procedimentos, de métodos ou de rotinas com o objetivo de proteger os ativos, de produzir dados contábeis confiáveis e de ajudar a administração na condução ordenada dos negócios da empresa.
Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa INCORRETA.
Um auditor realizou trabalhos de auditoria contábil e obteve evidências de auditoria apropriada e suficiente. Detectou, todavia, que a entidade auditada não conduziu os testes para determinação do Valor Realizável Líquido em seus estoques, de acordo com as normas de auditoria (Conta Estoques).
Apesar de seus questionamentos, os testes seguiram sem realização. A análise realizada pelo auditor o conduziu a concluir que a distorção foi relevante, mas não generalizada nas Demonstrações Contábeis.
Quanto aos demais itens examinados, o auditor concluiu que, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo estavam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Diante das informações apresentadas e de acordo com as normas de auditoria, deve o auditor
A discriminação das rendas tributárias no Brasil é estabelecida pela Constituição da República e representa a partilha do poder tributário e a distribuição das respectivas receitas entre os entes tributantes.
Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta competência da União para instituir impostos.
Com base no Sistema Tributário Nacional vigente, analise as afirmativas abaixo.
I. O tributo tem por fato gerador uma situação independentemente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte.
II. Imposto é toda prestação pecuniária compulsória em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.
III. As taxas cobradas pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal ou pelos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição.
IV. A contribuição de melhoria cobrada pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal ou pelos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado.
Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
Em relação ao uso do software MS Excel 2007, considere uma pasta de trabalho com três planilhas e a escrita da fórmula abaixo na célula A2 da Planilha1.

Qual é o resultado obtido da aplicação da fórmula na célula A2?
A Internet dispõe de uma grande quantidade de serviços, em que a maioria das ações dos usuários é executada pelo acesso a páginas Web. Para atender à grande demanda, incorporar maior funcionalidade e melhorar a aparência das páginas Web, novos recursos de navegação foram desenvolvidos e novos serviços foram disponibilizados.
A tabela a seguir apresenta uma lista de recursos/extensões e suas definições.
Recursos
I. Adware
II. JavaScripts
III. Cookies
IV. Janelas de pop-up
V. Plug-ins
Definições
( ) Aparecem automaticamente e sem permissão, sobrepondo a janela do navegador Web, após acessar uma determinada página web ou um hiperlink específico.
( ) Pequeno fragmento de dados que um servidor envia para o navegador do usuário. O navegador pode, assim, armazenar esses dados e enviá-los de volta com a próxima requisição para o mesmo servidor.
( ) Pequenos programas que podem ser instalados em seu navegador Web para prover funcionalidades extras. Muitos deles são confiáveis, mas há possibilidade de alguns executarem atividades maliciosas.
( ) Recurso projetado especificamente para apresentar propagandas. Pode ser usado para fins legítimos ou para fins maliciosos.
( ) Código móvel utilizado por desenvolvedores para incorporar maior funcionalidade e melhorar a aparência de páginas Web.
Correlacione a sequência de recursos com suas respectivas definições, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Em relação ao uso do software MS Word 2007, marque (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Ao se aplicar um duplo clique com o botão esquerdo do mouse sobre uma palavra de um parágrafo de texto, toda a linha em que a palavra está posicionada será selecionada.
( ) Ao se aplicar a sequência combinada de teclas Ctrl+5 em um parágrafo, altera-se o espaçamento entre linhas de texto do referido parágrafo para o modo 1,5 linhas.
( ) Ao se aplicar a sequência combinada de teclas Shift+Enter em um parágrafo, insere-se um novo parágrafo ao documento de texto.
( ) Ao se criar um novo estilo de formatação, pode-se definir os seguintes elementos de formatação: tipo, tamanho e cor da fonte; alinhamento, recuos e espaçamento do parágrafo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Em relação ao uso do software MS Windows 7, marque (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A central de ações do Windows oferece informações importantes sobre seu computador como: status do antivírus, atualizações, solução de problemas, além de fornecer um recurso de agendamento de backup. Para acessar, vá até "Painel de Controle > Contas de usuário > Central de Ações".
( ) Para realizar um backup dos dados atuais como medida de precaução, pode-se usar a Central de Backup e Restauração do Windows 7. O backup de dados pode ser realizado em mídias removíveis, exceto em unidades de CD/DVD.
( ) No Windows 7, ao se desejar compartilhar uma pasta com outro usuário remoto, isto é, logado em outra máquina, deve-se criar uma outra conta de usuário no computador local para o usuário remoto, depois, dar a esse usuário permissões de acesso à pasta.
( ) O Windows 7 permite usar a Criptografia de Unidade de Disco com a ferramenta BitLocker. Quando se adiciona novos arquivos a uma unidade criptografada, o BitLocker os criptografa automaticamente. Por sua vez, os arquivos criptografados, salvos em unidade não criptografadas são descripotografados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Considere o seguinte texto do anúncio.
No Brasil, existem aproximadamente 16 milhões de pessoas incapazes de ler e de escrever ao menos um simples bilhete. Considerando-se o conceito de “analfabeto funcional” que inclui as pessoas com menos de quatro séries de estudo concluídas, o número salta para 33 milhões.
Com base no texto do anúncio destacado acima, é correto afirmar que cerca de 16 milhões de brasileiros não vão ler o anúncio porque
A fome é um crime
Não há outra maneira de dizer. Não há atenuante. Em um mundo que produz alimentos suficientes para dar de comer a todos os seus habitantes, a fome nada mais é do que um crime. Todos os dias, assistimos, do conforto de nossas poltronas e a uma distância segura proporcionada pelas telas da televisão, ao desespero de pessoas pobres e vulneráveis que são forçadas a migrar nas condições mais humilhantes. A maioria delas são provenientes de áreas rurais.
Temos que fazer mais por essas pessoas. Não podemos permitir que elas fiquem para trás. Fazer vista grossa e não debater as causas mais profundas de como erradicar a fome e a pobreza é algo criminoso. Sabemos como fazê-lo. Sabemos o que funciona. Mas não teremos sucesso se a violência continuar, se os conflitos não terminarem.
Os dados mais recentes da FAO indicam que, após quase uma década de declínio, o número de pessoas afetadas pela fome no mundo aumentou novamente, com 815 milhões de habitantes sofrendo de desnutrição crônica em 2016. Em 2017, 124 milhões necessitaram de assistência alimentar de emergência, em comparação com os 108 milhões de 2016. Não é coincidência. Esses números refletem uma década de redução gradual da paz mundial, principalmente devido aos crescentes conflitos no Oriente Médio e na África, e seus efeitos indiretos em outras áreas, segundo dados do 2018 Global Peace Index publicado no início deste mês.
Assim, não nos faltam novas evidências: a fome tem aumentado em cenários mais violentos. A relação é direta. É em países como a Síria, Iêmen, Afeganistão, Sudão do Sul, Iraque e Somália que encontramos algumas das maiores taxas de insegurança alimentar. A América Latina também testemunha retrocesso de desenvolvimento – e, em alguns casos, testemunha também o retorno da fome e da exclusão social devido a conflitos internos e à instabilidade social.
Por isso, é um paradoxo notar que os gastos militares globais continuem aumentando, enquanto países destinam cada vez menos recursos para combater a fome no mundo. [...]
Esta relação é muitas vezes ignorada, mas todos os países devem ter em conta que a paz e o fim dos conflitos são essenciais para reduzir novamente o número de pessoas famintas. E todos devemos lembrar que a paz não é apenas a ausência de conflito. A paz é uma dinâmica muito mais complexa e permanente das relações entre pessoas e entre povos, em que os alimentos ocupam lugar fundamental.
Os direitos humanos e os povos são valores indivisíveis na construção democrática, sendo fundamentais para alcançar a plena igualdade. Por isso, é urgente que fortaleçamos as condições de vida e que trabalhemos pelo desenvolvimento dos povos. Apenas assim eles poderão firmar seus valores e desfrutar de uma vida digna.
Nesta dinâmica, há algo inquestionável: os mais pobres são aqueles que mais precisam do apoio e da solidariedade do resto do mundo. Somente a partir dessa concepção é que poderemos erradicar a fome e construir uma sociedade mais justa e mais humana para todos.
SILVA, José Graziano da e ESQUIVEL, Adolfo Pérez. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/26/opinion/1530022522_378648.html. Acesso em 09.jan.2019. (Adaptado)
No texto, os autores se valeram de dados da FAO e do 2018 Global Peace Index para sustentar a tese que
Contratam-se mulheres
Em períodos de crise, os empregadores preferem contratar ou manter mulheres em suas empresas, dizem professores entrevistados pela BBC News Brasil. Apesar de a taxa de desemprego ser tradicionalmente maior entre elas, durante recessões os empresários são guiados pela necessidade: mulheres têm salários menores do que homens e, em geral, aceitam condições de trabalho menos garantidas.
Em 2017, de acordo com a Pnad, os homens ganhavam, em média, 29,7% a mais do que as mulheres. "Elas têm uma formação melhor, mais escolaridade, mas salários menores. Ganhar menos ou aceitar emprego em condições piores, sem carteira, é uma característica do emprego feminino que atrai as empresas. As empresas querem reduzir custos, se livrar das leis trabalhistas. “É uma questão de sobrevivência", diz a professora do Departamento de Economia da PUC, Anita Kon.
As mudanças estruturais no mercado brasileiro foram fundamentais para permitir que mulheres se tornassem provedoras durante a crise, acrescenta a professora Angela Araújo. Uma dessas transformações foi o crescimento, na última década, do setor de serviços de educação e de saúde, onde elas são maioria. Desde o começo dos anos 2010, esse tipo de ocupação ultrapassou os serviços domésticos como a função que mais emprega brasileiras.
Por trás da expansão dos serviços, explicam os entrevistados, está a multiplicação de sistemas privados de educação e de saúde – faculdades e clínicas particulares –, muitos deles contratantes de empresas terceirizadas. Por causa disso, os professores alertam que boa parte dessas vagas oferece condições precárias de trabalho.
Para a economista e professora da UFRJ Lena Lavinas, a flexibilização, impulsionada pela reforma trabalhista, também pode ter ajudado a entrada ou a permanência das mulheres em seus cargos. Com a possibilidade de negociação direta entre patrão e funcionário e de contratos de trabalho intermitente com salários mais baixos, por exemplo, a resistência à contratação de mulheres – por receio de que engravidem ou faltem para se dedicar aos filhos – é menor. […]
As trajetórias profissionais das mulheres costumam ter um movimento de entrada e de saída do mercado para se adaptar ao itinerário da família, explica a professora do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Juiz de Fora, Ana Claudia Moreira Cardoso. E seria por isso que muitas não conseguem subir na hierarquia profissional e permanecem auxiliares no sustento da casa.
Além dela, outros professores entrevistados pela BBC Brasil defendem que, apesar de consistente e representativa de uma luta por autonomia, a entrada das mulheres na força de trabalho aconteceu pela porta lateral.
FAGUNDEZ, Ingrid. Disponível em: https://noticias.r7.com/economia/mulheres-sobrecarregadas-e-homens-desempregados-familias-brasileiras-chegam-a-2019-ainda-em-crise-08012019. Acesso em 13.jan. 2019. (Adaptado)
Considere o seguinte enunciado.
“... a entrada das mulheres na força de trabalho aconteceu pela porta lateral.”
A partir da leitura do texto, é correto inferir que isso se deu porque as mulheres
Indevida culpa materna
Se eu pudesse aliviar o mundo de um sofrimento, seria o de remover as culpas indevidas que a maioria das mulheres carrega dentro de si, na função de mãe.
Para qualquer problema comportamental apresentado por uma criança ou por um adolescente, ou até mesmo por alguns adultos, há uma mãe se responsabilizando por ele. Há, sem dúvida, responsabilidades de que as mães não podem se furtar na educação dos filhos, mas uma boa parte da culpa é devida à cultura da época e do local, e pode ser evitada.
Hoje a grande culpa indevida é a que a maioria das mães pensa/sente que está “em falta” com os filhos quando trabalha fora. Essa culpa, que sabota a felicidade familiar, deve-se ao pensamento de que ela deveria se dedicar mais aos filhos.
Algumas mães podem ter a opção de não trabalhar (fora) e permanecer mais tempo com os filhos. Mas estes não precisam delas o tempo todo e, se precisarem, é porque já existe uma dinâmica de comportamentos problemáticos: o sufocado produz e sustenta um folgado. Ou seja: embaixo de um sufocado (mãe) tem sempre um ou vários folgados (filhos e, às vezes, também outros adultos).
Enquanto a mãe não resolver essa equação, ficará cada vez mais sufocada, e os filhos, cada vez mais folgados, malcriados e tiranos. Essa sufocada mãe vai achar que 24 horas por dia são insuficientes para atender a tantos folgados e… lá vem a culpa indevida!
A sufocada vai se sufocando porque quer deixar todos os filhos satisfeitos somente quando aprenderem a cuidar de si e dos seus pertences e ajudar os conviventes necessitados. Essa prática entra em conflito com outro pensamento: é obrigação da mãe fazer sempre tudo e mais alguma coisa para os filhos.
Quem foi que estabeleceu essa lei? Quem ensinou a mãe a ser sufocada? Vem da época do machismo, quando surgiu a figura da “boa mãe”, que todas as mulheres buscavam e buscam ser, cujo resultado final é perpetuar os filhos no folgado e inadequado machismo.
A boa mãe ensina o filho a fazer o que é capaz e cobra. Cobrança, estabelecimento de limites, responsabilidade que gera liberdade, ética para ser bem tratada, mesmo estando ausente, perde quem não cuida do que tem, prazos existem para serem cumpridos, necessidades têm que ser satisfeitas e vontades, quando puder, são costumes que devem ser adotados em casa para que a mãe tenha prazer e paz ao voltar para o “lar, doce lar”.
TIBA, Içami. Disponível em:https://editoraintegrare.com.br/blogs/educacao/indevida-culpa-materna-por-icami-tiba. Acesso em 30.jan.2019.
Considere os seguintes trechos recortados do texto.
“Vem da época do machismo, quando surgiu a figura da “boa mãe”
“... são costumes que devem ser adotados em casa para que a mãe tenha prazer e paz ao voltar para o “lar, doce lar”.
As aspas que foram empregadas nas expressões destacadas cumprem a função de
