Questões de Concurso
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Com base na situação hipotética e o disposto no Decreto n° 21.019/20, Fabio poderá responder, de forma correta, que
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino (OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos por transporte individual (51,2%) superaram os realizados por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos, enquanto os administradores contribuem com a redução da poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico: se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino (OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos por transporte individual (51,2%) superaram os realizados por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos, enquanto os administradores contribuem com a redução da poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico: se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
• … não seja preciso sair de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por exemplo. (2° parágrafo)
• Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado… (3° parágrafo)
• Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. (4° parágrafo)
Conforme seus empregos no texto, os termos destacados veiculam, correta e respectivamente, sentidos de:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino (OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos por transporte individual (51,2%) superaram os realizados por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos, enquanto os administradores contribuem com a redução da poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico: se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
Considere as passagens:
• … o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil… (1° parágrafo)
• … a utilização do transporte público vinha em declínio. (4° parágrafo)
• Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam o transporte coletivo… (5° parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ocaso do transporte público em São Paulo
A população da Região Metropolitana de São Paulo está se deslocando menos, revelou a pesquisa Origem e Destino (OD), o mais detalhado levantamento sobre mobilidade urbana do Brasil, que o Metrô paulista realiza desde 1967.
Em 2023, segundo a OD, o volume de viagens diárias recuou 15,1% em relação a 2017, para 35,661 milhões. Isoladamente, esta queda no número de deslocamentos não é um problema. Uma série de mudanças tecnológicas e comportamentais permite que, na atualidade, não seja preciso sair de casa para ir ao banco, à escola ou fazer compras, por exemplo.
Mas, enquanto a queda geral nas locomoções por si só não é negativa, o fato de a pesquisa ter captado, pela primeira vez em mais de duas décadas, que os deslocamentos por transporte individual (51,2%) superaram os realizados por meio de transporte coletivo (48,8%) deveria tirar o sono dos gestores públicos.
Era questão de tempo, que a pandemia acabou por acelerar. Levantamentos anteriores já detectavam que a utilização do transporte público vinha em declínio. Agora a curva finalmente se inverteu. Percentualmente, o uso do transporte coletivo recuou 19,8% entre 2017 e 2023; foram 3 milhões de viagens/dia a menos via modais públicos.
Mundo afora, metrópoles populosas e ricas privilegiam o transporte coletivo, o que só traz benefícios tanto para os residentes quanto para os gestores públicos: a população economiza e perde menos tempo em engarrafamentos, enquanto os administradores contribuem com a redução da poluição, o que é cada vez mais necessário em tempos de extremos climáticos, e gastam menos com ações de socorro no trânsito, haja vista a queda no número de acidentes.
Insuficiente e ineficiente, o transporte público seguirá perdendo usuários e, consequentemente, receitas, tornando a complexa gestão financeira do sistema de transporte público ainda mais desafiadora. Já os mais necessitados seguirão comprometendo a própria renda para conseguir o básico: se deslocar.
(Opinião. https://www.estadao.com.br, 15.02.2025. Adaptado)
O presente artigo objetiva organizar, através de uma pesquisa bibliográfica, o conceito baumaniano de modernidade líquida para que este se torne mais tangível e mais preciso para futuras pesquisas e pesquisadores. Desse modo, colocamos como questão central do presente estudo: como é possível organizar o conceito difuso de “modernidade líquida” de Zygmunt Bauman a partir de uma ótica estruturada em continuidade e descontinuidade na modernidade? Metodologicamente, nos provemos aqui, a fim de alcançarmos os objetivos propostos, do chamado “método qualitativo”. Descrevemos, com isso, a visão de Bauman sobre a modernidade sólida e sobre a modernidade líquida a partir de três elementos interrelacionados que julgamos serem essenciais para a compreensão da argumentação do autor: o processo de derretimento como tarefa moderna, a passagem da ética do trabalho para a estética do consumo e o surgimento de uma condição de impossibilidade de formação de comunidades reais
Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bauman/article/view/1490 Acesso em: 04/06/2025
Considerando o texto acima e os pressupostos metodológicos e teóricos que o fundamentam, analise criticamente as seguintes afirmações:
I - O artigo busca sistematizar o conceito de modernidade líquida, reconhecendo sua complexidade e propondo uma abordagem que articula continuidade e descontinuidade histórica.
II - O método qualitativo é utilizado no estudo como recurso secundário e complementar à análise estatística, permitindo quantificar as mudanças sociais propostas por Bauman.
III - A organização conceitual proposta pelo artigo se estrutura em três eixos: o derretimento das estruturas sólidas, a transição de uma ética do trabalho para uma estética do consumo e a dificuldade de formação de comunidades reais.
IV - A centralidade da pesquisa está em estabelecer uma ruptura total entre a modernidade sólida e a líquida, negando qualquer possibilidade de continuidade entre essas duas configurações sociais.
Assinale a alternativa correta:
I - Agradou todos com seu discurso. II - Precisamos de pessoas competentes. III - Prefiro mais o verão do que o inverno. IV - Obedeceu ao regulamento.
Assinale a alternativa que apresenta um período composto por subordinação.
Considerando os aspectos geoeconômicos, históricos e culturais das regiões mencionadas, analise as afirmativas abaixo:
I - A região Oeste de Santa Catarina é marcada por uma economia fortemente baseada na agroindústria, especialmente nos setores de suinocultura e avicultura, desenvolvidos a partir de pequenas propriedades rurais sob o modelo cooperativista, muitas vezes com forte inserção no mercado externo.
II - O Centro-Norte apresenta uma economia diversificada, com destaque para os polos têxtil, metalmecânico e tecnológico, desenvolvidos historicamente sob a influência de uma colonização germânica que contribuiu para a formação de uma malha urbana policêntrica e organizada.
III - O Sul catarinense, tradicionalmente associado à indústria cerâmica e à extração de carvão mineral, tem enfrentado estagnação econômica devido à escassez de recursos naturais e à ausência de políticas públicas voltadas à diversificação produtiva e à recuperação ambiental da região.
Assinale a alternativa correta:
I - A Serra Geral, que integra o Planalto Serrano, é uma região de relevância estratégica para a conservação da Mata Atlântica, apresentando formações de araucárias ameaçadas, e possui expressiva influência na dinâmica pluviométrica e nos recursos hídricos da região, impactando a agropecuária local.
II - A planície litorânea catarinense é caracterizada por ecossistemas frágeis, como restingas, manguezais e dunas, que sofrem pressão intensa devido à expansão urbana e turística, aumentando a vulnerabilidade socioambiental e a ocorrência de processos erosivos e inundações, sobretudo em áreas densamente ocupadas.
III - A região Oeste de Santa Catarina apresenta relevo predominantemente plano, com forte uso agrícola baseado no cultivo de soja, milho e fumo, associando-se a práticas agroindustriais intensivas que têm provocado mudanças significativas no uso do solo e nos regimes hídricos locais, afetando os recursos naturais e a qualidade ambiental.
IV - A Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí-Açu é um importante eixo econômico e populacional do estado, mas sua alta densidade urbana e industrial, somada a eventos climáticos extremos, resultam em frequentes enchentes e desastres naturais, exigindo políticas públicas integradas de gestão de risco e planejamento territorial.
V - A diversificação climática em Santa Catarina, variando do subtropical úmido ao temperado, influencia diretamente a distribuição das atividades econômicas, dos assentamentos humanos e das paisagens naturais, demandando estratégias regionais adaptativas para o desenvolvimento sustentável.
Com base nas afirmativas acima, assinale a alternativa correta:
I - A ocupação do Alto Vale do Itajaí integrou um processo de colonização incentivado pelo governo imperial no século XIX, com o objetivo de promover a interiorização do território e a substituição da mão de obra escravizada por imigrantes europeus, especialmente alemães, que contribuíram para o desenvolvimento de núcleos urbanos autônomos, com base em pequenas propriedades familiares.
II - Do ponto de vista físico-geográfico, a região caracteriza-se por um relevo fortemente ondulado inserido no Planalto Atlântico Sul-Brasileiro, com vegetação predominante de Floresta Ombrófila Densa e presença de rios encaixados, o que contribui tanto para a biodiversidade quanto para a vulnerabilidade a desastres naturais.
III - A identidade cultural regional é marcada por uma homogeneidade étnica e linguística, com predomínio da cultura germânica e ausência significativa de outras expressões culturais, o que reforça o caráter isolado da região em relação ao restante do estado.
IV - A bacia hidrográfica do rio Itajaí é estratégica não apenas para o abastecimento e transporte, mas também para atividades econômicas como a agroindústria e a geração de energia, embora seja historicamente associada a eventos hidrológicos extremos que desafiam a gestão territorial e ambiental.
Assinale a alternativa correta:
I - A imigração alemã, incentivada a partir da década de 1820, deu origem a comunidades que preservam, até hoje, traços linguísticos (como o uso do Hunsrückisch), religiosos e arquitetônicos distintos.
II - A colonização açoriana, concentrada especialmente no litoral, influenciou práticas como o cultivo da renda de bilro, a pesca artesanal e festas religiosas tradicionais.
III - A imigração italiana concentrou-se nas regiões do litoral sul e contribuiu para a formação de comunidades predominantemente luso-brasileiras, com poucos traços culturais preservados.
IV - A diversidade cultural catarinense reflete-se na realização de festas típicas que combinam influências indígenas, afro-brasileiras e eurocêntricas, como a Oktoberfest, a Festa do Divino e o Boi de Mamão.
Assinale a alternativa correta: