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Q3006456 Português
Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias.


        Uma equipe de cientistas detectou que o que antes achavam que era apenas um ponto de luz visto pelo Telescópio Hubble é, na verdade, uma galáxia gigante. Através das imagens obtidas com o Telescópio James Webb (JWST) foi encontrada a galáxia Gz9p3, uma das mais massivas e antigas já vistas.

        A descoberta surpreendeu os cientistas quando foi identificado que ela tem dez vezes mais massa do que a galáxia já encontrada que seria do período da “infância” do universo. O estudo publicado na Nature Astronomy permitiu conhecer mais sobre a formação de sistemas e estrelas.

        Com o Telescópio James Webb foi possível enxergar a galáxia Gz9p3 como era 510 milhões de anos depois do Big Bang. Para comparação, hoje o universo tem 13,8 bilhões. Como os raios demoram para chegar à Terra, só conseguimos ver as imagens anos-luz depois de terem acontecido.

        A Gz9p3 surgiu a partir da junção de dois outros sistemas – o que é possível detectar, pois nas imagens são vistos dois fortes pontos de luz. Essa colisão pode estar acontecendo ainda, já que estamos vendo o acontecimento de milhões de anos atrás. “O JWST mostrou a imagem de uma galáxia que apresenta uma morfologia tipicamente associada a dois sistemas interagindo”, comentou o pesquisador Kit Boyett em um artigo publicado no site da Universidade de Melbourne.

        “Quando dois objetos de grande massa se unem assim, eles descartam parte da matéria no processo. Observando esse conteúdo descartado, conseguimos entender que o que observamos é uma das fusões mais distantes já vistas.”

            Fonte: Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: “A descoberta surpreendeu os cientistas quando foi identificado que ela tem dez vezes mais massa do que a galáxia já encontrada que seria do período da “infância” do universo”.
Alternativas
Q3006455 Português
Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias.


        Uma equipe de cientistas detectou que o que antes achavam que era apenas um ponto de luz visto pelo Telescópio Hubble é, na verdade, uma galáxia gigante. Através das imagens obtidas com o Telescópio James Webb (JWST) foi encontrada a galáxia Gz9p3, uma das mais massivas e antigas já vistas.

        A descoberta surpreendeu os cientistas quando foi identificado que ela tem dez vezes mais massa do que a galáxia já encontrada que seria do período da “infância” do universo. O estudo publicado na Nature Astronomy permitiu conhecer mais sobre a formação de sistemas e estrelas.

        Com o Telescópio James Webb foi possível enxergar a galáxia Gz9p3 como era 510 milhões de anos depois do Big Bang. Para comparação, hoje o universo tem 13,8 bilhões. Como os raios demoram para chegar à Terra, só conseguimos ver as imagens anos-luz depois de terem acontecido.

        A Gz9p3 surgiu a partir da junção de dois outros sistemas – o que é possível detectar, pois nas imagens são vistos dois fortes pontos de luz. Essa colisão pode estar acontecendo ainda, já que estamos vendo o acontecimento de milhões de anos atrás. “O JWST mostrou a imagem de uma galáxia que apresenta uma morfologia tipicamente associada a dois sistemas interagindo”, comentou o pesquisador Kit Boyett em um artigo publicado no site da Universidade de Melbourne.

        “Quando dois objetos de grande massa se unem assim, eles descartam parte da matéria no processo. Observando esse conteúdo descartado, conseguimos entender que o que observamos é uma das fusões mais distantes já vistas.”

            Fonte: Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o emprego da crase no período: “Como os raios demoram para chegar à Terra, só conseguimos ver as imagens anos-luz depois de terem acontecido”.
Alternativas
Q3006454 Português
Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias.


        Uma equipe de cientistas detectou que o que antes achavam que era apenas um ponto de luz visto pelo Telescópio Hubble é, na verdade, uma galáxia gigante. Através das imagens obtidas com o Telescópio James Webb (JWST) foi encontrada a galáxia Gz9p3, uma das mais massivas e antigas já vistas.

        A descoberta surpreendeu os cientistas quando foi identificado que ela tem dez vezes mais massa do que a galáxia já encontrada que seria do período da “infância” do universo. O estudo publicado na Nature Astronomy permitiu conhecer mais sobre a formação de sistemas e estrelas.

        Com o Telescópio James Webb foi possível enxergar a galáxia Gz9p3 como era 510 milhões de anos depois do Big Bang. Para comparação, hoje o universo tem 13,8 bilhões. Como os raios demoram para chegar à Terra, só conseguimos ver as imagens anos-luz depois de terem acontecido.

        A Gz9p3 surgiu a partir da junção de dois outros sistemas – o que é possível detectar, pois nas imagens são vistos dois fortes pontos de luz. Essa colisão pode estar acontecendo ainda, já que estamos vendo o acontecimento de milhões de anos atrás. “O JWST mostrou a imagem de uma galáxia que apresenta uma morfologia tipicamente associada a dois sistemas interagindo”, comentou o pesquisador Kit Boyett em um artigo publicado no site da Universidade de Melbourne.

        “Quando dois objetos de grande massa se unem assim, eles descartam parte da matéria no processo. Observando esse conteúdo descartado, conseguimos entender que o que observamos é uma das fusões mais distantes já vistas.”

            Fonte: Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias | CNN Brasil
Assinale a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “Observando esse conteúdo descartado, conseguimos entender que o que observamos é uma das fusões mais distantes já vistas.”
Alternativas
Q3006453 Português
Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias.


        Uma equipe de cientistas detectou que o que antes achavam que era apenas um ponto de luz visto pelo Telescópio Hubble é, na verdade, uma galáxia gigante. Através das imagens obtidas com o Telescópio James Webb (JWST) foi encontrada a galáxia Gz9p3, uma das mais massivas e antigas já vistas.

        A descoberta surpreendeu os cientistas quando foi identificado que ela tem dez vezes mais massa do que a galáxia já encontrada que seria do período da “infância” do universo. O estudo publicado na Nature Astronomy permitiu conhecer mais sobre a formação de sistemas e estrelas.

        Com o Telescópio James Webb foi possível enxergar a galáxia Gz9p3 como era 510 milhões de anos depois do Big Bang. Para comparação, hoje o universo tem 13,8 bilhões. Como os raios demoram para chegar à Terra, só conseguimos ver as imagens anos-luz depois de terem acontecido.

        A Gz9p3 surgiu a partir da junção de dois outros sistemas – o que é possível detectar, pois nas imagens são vistos dois fortes pontos de luz. Essa colisão pode estar acontecendo ainda, já que estamos vendo o acontecimento de milhões de anos atrás. “O JWST mostrou a imagem de uma galáxia que apresenta uma morfologia tipicamente associada a dois sistemas interagindo”, comentou o pesquisador Kit Boyett em um artigo publicado no site da Universidade de Melbourne.

        “Quando dois objetos de grande massa se unem assim, eles descartam parte da matéria no processo. Observando esse conteúdo descartado, conseguimos entender que o que observamos é uma das fusões mais distantes já vistas.”

            Fonte: Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja paroxítona: 
Alternativas
Q3006452 Português
Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias.


        Uma equipe de cientistas detectou que o que antes achavam que era apenas um ponto de luz visto pelo Telescópio Hubble é, na verdade, uma galáxia gigante. Através das imagens obtidas com o Telescópio James Webb (JWST) foi encontrada a galáxia Gz9p3, uma das mais massivas e antigas já vistas.

        A descoberta surpreendeu os cientistas quando foi identificado que ela tem dez vezes mais massa do que a galáxia já encontrada que seria do período da “infância” do universo. O estudo publicado na Nature Astronomy permitiu conhecer mais sobre a formação de sistemas e estrelas.

        Com o Telescópio James Webb foi possível enxergar a galáxia Gz9p3 como era 510 milhões de anos depois do Big Bang. Para comparação, hoje o universo tem 13,8 bilhões. Como os raios demoram para chegar à Terra, só conseguimos ver as imagens anos-luz depois de terem acontecido.

        A Gz9p3 surgiu a partir da junção de dois outros sistemas – o que é possível detectar, pois nas imagens são vistos dois fortes pontos de luz. Essa colisão pode estar acontecendo ainda, já que estamos vendo o acontecimento de milhões de anos atrás. “O JWST mostrou a imagem de uma galáxia que apresenta uma morfologia tipicamente associada a dois sistemas interagindo”, comentou o pesquisador Kit Boyett em um artigo publicado no site da Universidade de Melbourne.

        “Quando dois objetos de grande massa se unem assim, eles descartam parte da matéria no processo. Observando esse conteúdo descartado, conseguimos entender que o que observamos é uma das fusões mais distantes já vistas.”

            Fonte: Telescópio James Webb encontra uma das maiores e mais antigas galáxias | CNN Brasil
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2654499 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Em relação às regras de parcelamento do solo do município de Montes Claros, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2654494 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais

Em relação ao Código de Obras do município de Montes Claros, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.


(    ) A movimentação dos materiais e equipamentos necessários à execução da edificação será feita dentro das divisas do espaço aéreo do lote, definidas por seus limites e pelos tapumes.

(    ) Os materiais descarregados fora dos tapumes deverão ser removidos para o seu interior, dentro de 48 horas, contados da descarga destes.

(    ) Concluídos os serviços de fachada, ou paralisada a obra por período superior a 180 dias, o tapume será obrigatoriamente recuado para o alinhamento.

(    ) A construção, a reconstrução e a conservação dos passeios e vedações, em toda a extensão das testadas dos terrenos edificados ou não, competem aos proprietários e são obrigatórias.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q2631548 Direito Administrativo

De acordo com a Constituição Federal, Art. 37, inciso XXI, a licitação pública é regra para realização de obras, serviços, compras e alienações, ressalvados os casos especificados na legislação. Tais ressalvas são definidas nas regras de inexigibilidade e de dispensa de licitação. Em relação aos critérios de inexigibilidade, a licitação será inexigível, EXCETO:

Alternativas
Q2631528 Direito Constitucional

De acordo com o Art. 6º da CF/1988 e as ECs nº 26/2000; 64/2010; e, 90/2015, o ser humano apresenta-se como destinatário dos direitos sociais, quais sejam: a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância e a assistência aos desamparados. A EC nº 114/2021 ainda prescreveu que todo brasileiro em situação de vulnerabilidade social terá direito a:

Alternativas
Q2631506 Português

Por que a reciclagem de embalagem plástica no Brasil é tão baixa?


Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos, reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil encontra barreiras.


No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.

RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade. Os RSU são classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).

A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total, enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU. Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.

Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem, apesar da lei nº 12.305/2010, que instituiu a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

A PNRS introduziu a logística reversa como um dos pilares fundamentais para promover a responsabilidade compartilhada pelos setores por todo ciclo de vida dos produtos. O objetivo é que produtos e embalagens pós-consumo retornem para um novo ciclo de aproveitamento, seja por reúso ou reciclagem.

Apesar desses esforços impulsionados pela legislação, os índices de reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil permanecem significativamente baixos, especialmente no que diz respeito às embalagens plásticas. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%). Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil.

A baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas no Brasil pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.

Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.

A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.

Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Esses fatores comprometem a consistência, estabilidade e segurança no fornecimento de materiais, desencorajando os investimentos em infraestrutura de reciclagem e impactando a rentabilidade do processo.

Para ilustrar, o preço de compra do plástico reciclável varia de R$ 0,30 a R$ 3,00 por quilo, dependendo das condições locais de mercado, das flutuações nos preços de commodities e de outras variáveis econômicas. Por outro lado, o preço de compra do alumínio para reciclagem pode variar de R$ 3,00 a R$ 7,00 por quilo.

Para melhorar os índices de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, é fundamental um esforço coordenado entre os setores público e privado, juntamente com organizações de catadores.

Isso envolve investimentos direcionados para aprimorar a infraestrutura de reciclagem, promover programas de educação ambiental, implementar políticas governamentais que incentivem práticas sustentáveis e continuar a conscientização da população sobre a importância da reciclagem.

Essa abordagem integrada e colaborativa é essencial para contribuir para a preservação do meio ambiente, para a segurança climática e para o uso mais eficiente dos recursos naturais.


(Priscila Borin Claro. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas. Adaptado.)

Analise a função sintática do trecho sublinhado em “[...] existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas [...]” (8º§). Assinale a alternativa em que o trecho sublinhado exerce a mesma função sintática.

Alternativas
Q2631505 Português

Por que a reciclagem de embalagem plástica no Brasil é tão baixa?


Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos, reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil encontra barreiras.


No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.

RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade. Os RSU são classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).

A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total, enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU. Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.

Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem, apesar da lei nº 12.305/2010, que instituiu a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

A PNRS introduziu a logística reversa como um dos pilares fundamentais para promover a responsabilidade compartilhada pelos setores por todo ciclo de vida dos produtos. O objetivo é que produtos e embalagens pós-consumo retornem para um novo ciclo de aproveitamento, seja por reúso ou reciclagem.

Apesar desses esforços impulsionados pela legislação, os índices de reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil permanecem significativamente baixos, especialmente no que diz respeito às embalagens plásticas. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%). Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil.

A baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas no Brasil pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.

Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.

A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.

Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Esses fatores comprometem a consistência, estabilidade e segurança no fornecimento de materiais, desencorajando os investimentos em infraestrutura de reciclagem e impactando a rentabilidade do processo.

Para ilustrar, o preço de compra do plástico reciclável varia de R$ 0,30 a R$ 3,00 por quilo, dependendo das condições locais de mercado, das flutuações nos preços de commodities e de outras variáveis econômicas. Por outro lado, o preço de compra do alumínio para reciclagem pode variar de R$ 3,00 a R$ 7,00 por quilo.

Para melhorar os índices de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, é fundamental um esforço coordenado entre os setores público e privado, juntamente com organizações de catadores.

Isso envolve investimentos direcionados para aprimorar a infraestrutura de reciclagem, promover programas de educação ambiental, implementar políticas governamentais que incentivem práticas sustentáveis e continuar a conscientização da população sobre a importância da reciclagem.

Essa abordagem integrada e colaborativa é essencial para contribuir para a preservação do meio ambiente, para a segurança climática e para o uso mais eficiente dos recursos naturais.


(Priscila Borin Claro. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas. Adaptado.)

Sobre as muitas funções do “se”, assinale a afirmativa correta conforme o seu emprego no contexto: “[...] enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.” (3º§)

Alternativas
Q2631503 Português

Por que a reciclagem de embalagem plástica no Brasil é tão baixa?


Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos, reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil encontra barreiras.


No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.

RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade. Os RSU são classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).

A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total, enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU. Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.

Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem, apesar da lei nº 12.305/2010, que instituiu a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

A PNRS introduziu a logística reversa como um dos pilares fundamentais para promover a responsabilidade compartilhada pelos setores por todo ciclo de vida dos produtos. O objetivo é que produtos e embalagens pós-consumo retornem para um novo ciclo de aproveitamento, seja por reúso ou reciclagem.

Apesar desses esforços impulsionados pela legislação, os índices de reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil permanecem significativamente baixos, especialmente no que diz respeito às embalagens plásticas. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%). Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil.

A baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas no Brasil pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.

Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.

A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.

Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Esses fatores comprometem a consistência, estabilidade e segurança no fornecimento de materiais, desencorajando os investimentos em infraestrutura de reciclagem e impactando a rentabilidade do processo.

Para ilustrar, o preço de compra do plástico reciclável varia de R$ 0,30 a R$ 3,00 por quilo, dependendo das condições locais de mercado, das flutuações nos preços de commodities e de outras variáveis econômicas. Por outro lado, o preço de compra do alumínio para reciclagem pode variar de R$ 3,00 a R$ 7,00 por quilo.

Para melhorar os índices de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, é fundamental um esforço coordenado entre os setores público e privado, juntamente com organizações de catadores.

Isso envolve investimentos direcionados para aprimorar a infraestrutura de reciclagem, promover programas de educação ambiental, implementar políticas governamentais que incentivem práticas sustentáveis e continuar a conscientização da população sobre a importância da reciclagem.

Essa abordagem integrada e colaborativa é essencial para contribuir para a preservação do meio ambiente, para a segurança climática e para o uso mais eficiente dos recursos naturais.


(Priscila Borin Claro. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas. Adaptado.)

Sobre a expressão “além disso” que introduz o parágrafo “Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem.” (8º§), é correto afirmar que trata-se de um

Alternativas
Q2631502 Português

Por que a reciclagem de embalagem plástica no Brasil é tão baixa?


Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos, reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil encontra barreiras.


No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.

RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade. Os RSU são classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).

A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total, enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU. Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.

Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem, apesar da lei nº 12.305/2010, que instituiu a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

A PNRS introduziu a logística reversa como um dos pilares fundamentais para promover a responsabilidade compartilhada pelos setores por todo ciclo de vida dos produtos. O objetivo é que produtos e embalagens pós-consumo retornem para um novo ciclo de aproveitamento, seja por reúso ou reciclagem.

Apesar desses esforços impulsionados pela legislação, os índices de reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil permanecem significativamente baixos, especialmente no que diz respeito às embalagens plásticas. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%). Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil.

A baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas no Brasil pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.

Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.

A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.

Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Esses fatores comprometem a consistência, estabilidade e segurança no fornecimento de materiais, desencorajando os investimentos em infraestrutura de reciclagem e impactando a rentabilidade do processo.

Para ilustrar, o preço de compra do plástico reciclável varia de R$ 0,30 a R$ 3,00 por quilo, dependendo das condições locais de mercado, das flutuações nos preços de commodities e de outras variáveis econômicas. Por outro lado, o preço de compra do alumínio para reciclagem pode variar de R$ 3,00 a R$ 7,00 por quilo.

Para melhorar os índices de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, é fundamental um esforço coordenado entre os setores público e privado, juntamente com organizações de catadores.

Isso envolve investimentos direcionados para aprimorar a infraestrutura de reciclagem, promover programas de educação ambiental, implementar políticas governamentais que incentivem práticas sustentáveis e continuar a conscientização da população sobre a importância da reciclagem.

Essa abordagem integrada e colaborativa é essencial para contribuir para a preservação do meio ambiente, para a segurança climática e para o uso mais eficiente dos recursos naturais.


(Priscila Borin Claro. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas. Adaptado.)

“[...] os índices de reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil permanecem significativamente baixos, especialmente no que diz respeito às embalagens plásticas.” (6º§) Sobre o uso do acento grave indicador de crase, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q2631500 Português

Por que a reciclagem de embalagem plástica no Brasil é tão baixa?


Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos, reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil encontra barreiras.


No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.

RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade. Os RSU são classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).

A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total, enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU. Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.

Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem, apesar da lei nº 12.305/2010, que instituiu a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

A PNRS introduziu a logística reversa como um dos pilares fundamentais para promover a responsabilidade compartilhada pelos setores por todo ciclo de vida dos produtos. O objetivo é que produtos e embalagens pós-consumo retornem para um novo ciclo de aproveitamento, seja por reúso ou reciclagem.

Apesar desses esforços impulsionados pela legislação, os índices de reciclagem de alguns dos principais materiais no Brasil permanecem significativamente baixos, especialmente no que diz respeito às embalagens plásticas. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%). Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil.

A baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas no Brasil pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.

Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.

A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.

Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Esses fatores comprometem a consistência, estabilidade e segurança no fornecimento de materiais, desencorajando os investimentos em infraestrutura de reciclagem e impactando a rentabilidade do processo.

Para ilustrar, o preço de compra do plástico reciclável varia de R$ 0,30 a R$ 3,00 por quilo, dependendo das condições locais de mercado, das flutuações nos preços de commodities e de outras variáveis econômicas. Por outro lado, o preço de compra do alumínio para reciclagem pode variar de R$ 3,00 a R$ 7,00 por quilo.

Para melhorar os índices de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, é fundamental um esforço coordenado entre os setores público e privado, juntamente com organizações de catadores.

Isso envolve investimentos direcionados para aprimorar a infraestrutura de reciclagem, promover programas de educação ambiental, implementar políticas governamentais que incentivem práticas sustentáveis e continuar a conscientização da população sobre a importância da reciclagem.

Essa abordagem integrada e colaborativa é essencial para contribuir para a preservação do meio ambiente, para a segurança climática e para o uso mais eficiente dos recursos naturais.


(Priscila Borin Claro. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas. Adaptado.)

Para melhorar os índices de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, é fundamental um esforço coordenado entre os setores público e privado, juntamente com organizações de catadores.” (13º§) Sobre o fragmento sublinhado, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q2629861 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul

Conforme o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Ibirapuitã, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Remuneração é a retribuição paga ao servidor pelo efetivo exercício do cargo, correspondente ao valor fixado em lei.

( ) Nos serviços públicos ininterruptos, poderá ser exigido o trabalho extraordinário nos dias feriados civis e religiosos, hipótese em que as horas trabalhadas serão pagas com acréscimo de 50%, salvo a concessão de outro dia de folga compensatória.

( ) Vencimento é o valor acrescido das vantagens pecuniárias permanentes, estabelecidas em lei.

( ) Perderá a remuneração do repouso o servidor que tiver faltado, sem motivo justificado, ao serviço durante a semana, mesmo que em apenas um turno.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2629860 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul

Conforme a Lei Complementar de Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Ibirapuitã, será concedida pensão provisória por morte presumida do segurado no caso de:

Alternativas
Q2629859 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul

Conforme a Lei Complementar de Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Efetivos do Município de Ibirapuitã, suspende-se o pagamento do benefício ao segurado inativo ou ao pensionista que, mediante convocação:


I. Não se submeter à prova de vida.

II. Não comparecer para submissão a exame médico.

III. Não atualizar o seu cadastro, salvo se estiver fora do país.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2629858 Legislação Estadual

Conforme o Estatuto Estadual da Igualde Racial, Lei nº 13.694/2011, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2629857 Direito Constitucional

Conforme a Constituição Federal de 1988, a organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende _________________________________, todos autônomos, nos termos desta Constituição.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima

Alternativas
Q2629856 Direito Constitucional

Conforme a Constituição Federal de 1988, NÃO é uma competência privativa da União legislar sobre:

Alternativas
Respostas
3741: C
3742: D
3743: A
3744: E
3745: A
3746: C
3747: B
3748: A
3749: C
3750: A
3751: C
3752: B
3753: D
3754: C
3755: D
3756: E
3757: C
3758: D
3759: A
3760: C