Questões de Concurso Comentadas para professor - pedagogia

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Q3403227 Português
Dólar a R$ 6 é o novo normal? Os fatores que explicam a alta da moeda


        O dólar não para de bater recorde atrás de recorde e ultrapassou pela primeira vez a barreira dos R$ 6. A disparada começou na quarta-feira (27/11) em antecipação ao anúncio do pacote de corte de gastos pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O dólar só aumentou desde que o plano do governo foi anunciado, superando dia após dia o maior valor histórico. Passou de R$ 6 na sexta-feira (29/11), subiu ainda mais, para R$ 6,06, na segunda-feira (2/12) e fechou na terça-feira a R$ 6,07.


         A subida da cotação do dólar não deu até agora sinal de que vai arrefecer. Seria então o dólar a R$ 6 o novo normal? 


        Além do corte de gastos, o governo Lula incluiu no pacote a isenção de imposto de renda (IR) para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês. Há dúvidas sobre o custo e o impacto da medida e até a interpretação de que seu objetivo é eleitoreiro. Outro fator é a incerteza no cenário internacional, principalmente relacionado ao futuro governo do presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, que tem prometido medidas protecionistas. 


        Haddad anunciou, em entrevista coletiva na quinta-feira (28/11) uma série de medidas que buscam economia de R$ 327 bilhões em gastos públicos até 2030. Essas mudanças ainda dependem de aprovação no Congresso Nacional. Dentre as medidas, estão a limitação da valorização real do salário mínimo e no pagamento de abono salarial, extinção de certos benefícios na aposentadoria de militares, dentre outros. Mas o que tomou, de fato, as atenções do mercado, foi outro anúncio, de mudanças na tabela do imposto de renda a partir de 2026, isentando todos aqueles que recebem até R$ 5 mil por mês — atualmente, o limite é de R$ 2.824, ou dois salários mínimos.


       O governo prevê que o impacto da medida será de R$ 35 bilhões e propõe, como compensação, que aqueles que receberem acima de R$ 50 mil por mês paguem mais imposto — uma alíquota mínima de 10%. Em uma declaração pública feita após o anúncio do pacote, Haddad disse que houve uma "confusão muito grande" em relação à isenção do imposto de renda e que houve "ruído". "Sabíamos que o debate da renda ia exigir um aprofundamento da questão", disse Haddad. "Não é uma coisa que vai ser votada este ano. Nem deveria, pelo fato de ser uma matéria que tem que contar com o debate da opinião pública. Não é um assunto que vai ser resolvido em três semanas." 


       O ministro também afirmou que a medida é “neutra”, ou seja, que não tem como objetivo aumentar ou diminuir a arrecadação, mas sim buscar promover uma maior justiça tributária. Na sexta-feira (29/11), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), divulgou uma nota em que disse que não haveria reforma tributária da renda sem haver condições fiscais. "A questão de isenção de IR, embora seja um desejo de todos, não é pauta para agora e só poderá acontecer se (e somente se) tivermos condições fiscais para isso", disse Pacheco. 


        Economistas e agentes do mercado ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que um dos motivos para a alta do dólar é a frustração com o pacote anunciado por Haddad.


       Para Josilmar Cordenonssi, professor de ciências econômicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), há uma desconfiança do mercado financeiro em relação ao governo Lula. "O mercado financeiro vê que o governo não tem intenção de resolver o problema fiscal", diz Cordenonssi. "O governo acha que o mercado é muito exigente, quer ganhar dinheiro com juros altos. O mercado é muito ressabiado de que a política fiscal do governo seja voltada à política eleitoral, populista, de diminuir impostos e aumentar transferências para as camadas mais pobres, que dão mais votos", prossegue. "Esse conflito de visões de mundo faz com que o mercado fique arredio em embarcar nessa política do governo."


         Na avaliação de Victor Gomes, professor no departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB), o pacote tem pontos "bons" e "justos". "Mas quando você tem a necessidade de fazer restrição fiscal, não pode querer, ao mesmo tempo, fazer junto uma expansão fiscal. E sem colocar as coisas no papel. Você frustra demais todas as expectativas", diz Gomes.


         Cordenonssi ressalta que o câmbio reflete a falta de confiança do mercado financeiro na política fiscal do governo. Na sua avaliação, faltou também um avanço mais significativo em se buscar uma maior eficiência dos gastos públicos. "São boas intenções que se fala, mas nenhuma medida efetiva nesse sentido", diz Cordenonssi. "Se a paciência [do mercado] estava bastante curta em relação à boa vontade do governo, o resultado não está agradando mais. A ala política está pesando mais nas decisões, e a reação do mercado não está sendo nada positiva." Para ele, "o mercado está vendo é que são questões mais para empurrar com a barriga para um próximo mandato." 

        
        Desde o que ex-presidente Donald Trump foi eleito nos Estados Unidos, no início de novembro, já havia a expectativa de valorização da moeda americana. No Brasil, a combinação pode ter efeitos negativos no curto prazo para a economia, com um ciclo de dólar mais alto e possível redução das exportações.


        Para Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, é difícil supor que o nível de câmbio será o novo normal no longo prazo. Mas Honorato ressalta que o dólar pode ficar como está ou até mesmo em um patamar ainda mais alto "até que haja uma percepção mais clara sobre a dinâmica futura da dívida pública". Ou seja, como o governo Lula vai lidar com o aumento do endividamento do país.


      Roncaglia, do FMI, avalia que a combinação entre Trump, a agenda fiscal do Brasil e as desconfianças globais sobre a economia da América Latina "tendem a manter nossa moeda desvalorizada, à medida que essas incertezas externas não se dissiparem".

https//:www.bbc.com/portuguese/articles/c2e783983yeo. Adaptado. Acesso em 04/12/2024
        
A partir da leitura do texto, pode-se avaliar que os fatos expostos obedeceram a uma relação lógica e sequencial presente na seguinte alternativa: 
Alternativas
Q3403226 Português
Dólar a R$ 6 é o novo normal? Os fatores que explicam a alta da moeda


        O dólar não para de bater recorde atrás de recorde e ultrapassou pela primeira vez a barreira dos R$ 6. A disparada começou na quarta-feira (27/11) em antecipação ao anúncio do pacote de corte de gastos pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O dólar só aumentou desde que o plano do governo foi anunciado, superando dia após dia o maior valor histórico. Passou de R$ 6 na sexta-feira (29/11), subiu ainda mais, para R$ 6,06, na segunda-feira (2/12) e fechou na terça-feira a R$ 6,07.


         A subida da cotação do dólar não deu até agora sinal de que vai arrefecer. Seria então o dólar a R$ 6 o novo normal? 


        Além do corte de gastos, o governo Lula incluiu no pacote a isenção de imposto de renda (IR) para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês. Há dúvidas sobre o custo e o impacto da medida e até a interpretação de que seu objetivo é eleitoreiro. Outro fator é a incerteza no cenário internacional, principalmente relacionado ao futuro governo do presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, que tem prometido medidas protecionistas. 


        Haddad anunciou, em entrevista coletiva na quinta-feira (28/11) uma série de medidas que buscam economia de R$ 327 bilhões em gastos públicos até 2030. Essas mudanças ainda dependem de aprovação no Congresso Nacional. Dentre as medidas, estão a limitação da valorização real do salário mínimo e no pagamento de abono salarial, extinção de certos benefícios na aposentadoria de militares, dentre outros. Mas o que tomou, de fato, as atenções do mercado, foi outro anúncio, de mudanças na tabela do imposto de renda a partir de 2026, isentando todos aqueles que recebem até R$ 5 mil por mês — atualmente, o limite é de R$ 2.824, ou dois salários mínimos.


       O governo prevê que o impacto da medida será de R$ 35 bilhões e propõe, como compensação, que aqueles que receberem acima de R$ 50 mil por mês paguem mais imposto — uma alíquota mínima de 10%. Em uma declaração pública feita após o anúncio do pacote, Haddad disse que houve uma "confusão muito grande" em relação à isenção do imposto de renda e que houve "ruído". "Sabíamos que o debate da renda ia exigir um aprofundamento da questão", disse Haddad. "Não é uma coisa que vai ser votada este ano. Nem deveria, pelo fato de ser uma matéria que tem que contar com o debate da opinião pública. Não é um assunto que vai ser resolvido em três semanas." 


       O ministro também afirmou que a medida é “neutra”, ou seja, que não tem como objetivo aumentar ou diminuir a arrecadação, mas sim buscar promover uma maior justiça tributária. Na sexta-feira (29/11), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), divulgou uma nota em que disse que não haveria reforma tributária da renda sem haver condições fiscais. "A questão de isenção de IR, embora seja um desejo de todos, não é pauta para agora e só poderá acontecer se (e somente se) tivermos condições fiscais para isso", disse Pacheco. 


        Economistas e agentes do mercado ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que um dos motivos para a alta do dólar é a frustração com o pacote anunciado por Haddad.


       Para Josilmar Cordenonssi, professor de ciências econômicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), há uma desconfiança do mercado financeiro em relação ao governo Lula. "O mercado financeiro vê que o governo não tem intenção de resolver o problema fiscal", diz Cordenonssi. "O governo acha que o mercado é muito exigente, quer ganhar dinheiro com juros altos. O mercado é muito ressabiado de que a política fiscal do governo seja voltada à política eleitoral, populista, de diminuir impostos e aumentar transferências para as camadas mais pobres, que dão mais votos", prossegue. "Esse conflito de visões de mundo faz com que o mercado fique arredio em embarcar nessa política do governo."


         Na avaliação de Victor Gomes, professor no departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB), o pacote tem pontos "bons" e "justos". "Mas quando você tem a necessidade de fazer restrição fiscal, não pode querer, ao mesmo tempo, fazer junto uma expansão fiscal. E sem colocar as coisas no papel. Você frustra demais todas as expectativas", diz Gomes.


         Cordenonssi ressalta que o câmbio reflete a falta de confiança do mercado financeiro na política fiscal do governo. Na sua avaliação, faltou também um avanço mais significativo em se buscar uma maior eficiência dos gastos públicos. "São boas intenções que se fala, mas nenhuma medida efetiva nesse sentido", diz Cordenonssi. "Se a paciência [do mercado] estava bastante curta em relação à boa vontade do governo, o resultado não está agradando mais. A ala política está pesando mais nas decisões, e a reação do mercado não está sendo nada positiva." Para ele, "o mercado está vendo é que são questões mais para empurrar com a barriga para um próximo mandato." 

        
        Desde o que ex-presidente Donald Trump foi eleito nos Estados Unidos, no início de novembro, já havia a expectativa de valorização da moeda americana. No Brasil, a combinação pode ter efeitos negativos no curto prazo para a economia, com um ciclo de dólar mais alto e possível redução das exportações.


        Para Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, é difícil supor que o nível de câmbio será o novo normal no longo prazo. Mas Honorato ressalta que o dólar pode ficar como está ou até mesmo em um patamar ainda mais alto "até que haja uma percepção mais clara sobre a dinâmica futura da dívida pública". Ou seja, como o governo Lula vai lidar com o aumento do endividamento do país.


      Roncaglia, do FMI, avalia que a combinação entre Trump, a agenda fiscal do Brasil e as desconfianças globais sobre a economia da América Latina "tendem a manter nossa moeda desvalorizada, à medida que essas incertezas externas não se dissiparem".

https//:www.bbc.com/portuguese/articles/c2e783983yeo. Adaptado. Acesso em 04/12/2024
        
A partir do entendimento e da leitura do Texto I, julgue sua composição gramatical e as ideias apresentadas nele conforme as afirmações abaixo, escrevendo entre parênteses C para o que for correto e E para o errado.

() Em “O dólar não para de bater recorde atrás de recorde...”, pode-se dizer que a palavra destacada é um estrangeirismo cuja sílaba tônica é gramaticalmente paroxítona.
() Em “...o governo Lula incluiu no pacote a isenção de imposto de renda (IR) para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês.”, o vocábulo em destaque é considerado para a morfossintaxe um pronome substantivo relativo com função de objeto direto no contexto. 
() Em “Haddad anunciou, em entrevista coletiva na quinta-feira (28/11) uma série de medidas que buscam economia de R$ 327 bilhões em gastos públicos até 2030.”, há um erro gramatical que desconsiderou a quebra da ordem frasal direta.
() Em “Ou seja, como o governo Lula vai lidar com o aumento do endividamento do país.”, o vocábulo em destaque possui como radical a palavra “dívida”.

A partir da análise dos elementos enfatizados acima, pode-se considerar a sequência devida a que se encontra em:
Alternativas
Q3403225 Português
Dólar a R$ 6 é o novo normal? Os fatores que explicam a alta da moeda


        O dólar não para de bater recorde atrás de recorde e ultrapassou pela primeira vez a barreira dos R$ 6. A disparada começou na quarta-feira (27/11) em antecipação ao anúncio do pacote de corte de gastos pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O dólar só aumentou desde que o plano do governo foi anunciado, superando dia após dia o maior valor histórico. Passou de R$ 6 na sexta-feira (29/11), subiu ainda mais, para R$ 6,06, na segunda-feira (2/12) e fechou na terça-feira a R$ 6,07.


         A subida da cotação do dólar não deu até agora sinal de que vai arrefecer. Seria então o dólar a R$ 6 o novo normal? 


        Além do corte de gastos, o governo Lula incluiu no pacote a isenção de imposto de renda (IR) para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês. Há dúvidas sobre o custo e o impacto da medida e até a interpretação de que seu objetivo é eleitoreiro. Outro fator é a incerteza no cenário internacional, principalmente relacionado ao futuro governo do presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, que tem prometido medidas protecionistas. 


        Haddad anunciou, em entrevista coletiva na quinta-feira (28/11) uma série de medidas que buscam economia de R$ 327 bilhões em gastos públicos até 2030. Essas mudanças ainda dependem de aprovação no Congresso Nacional. Dentre as medidas, estão a limitação da valorização real do salário mínimo e no pagamento de abono salarial, extinção de certos benefícios na aposentadoria de militares, dentre outros. Mas o que tomou, de fato, as atenções do mercado, foi outro anúncio, de mudanças na tabela do imposto de renda a partir de 2026, isentando todos aqueles que recebem até R$ 5 mil por mês — atualmente, o limite é de R$ 2.824, ou dois salários mínimos.


       O governo prevê que o impacto da medida será de R$ 35 bilhões e propõe, como compensação, que aqueles que receberem acima de R$ 50 mil por mês paguem mais imposto — uma alíquota mínima de 10%. Em uma declaração pública feita após o anúncio do pacote, Haddad disse que houve uma "confusão muito grande" em relação à isenção do imposto de renda e que houve "ruído". "Sabíamos que o debate da renda ia exigir um aprofundamento da questão", disse Haddad. "Não é uma coisa que vai ser votada este ano. Nem deveria, pelo fato de ser uma matéria que tem que contar com o debate da opinião pública. Não é um assunto que vai ser resolvido em três semanas." 


       O ministro também afirmou que a medida é “neutra”, ou seja, que não tem como objetivo aumentar ou diminuir a arrecadação, mas sim buscar promover uma maior justiça tributária. Na sexta-feira (29/11), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), divulgou uma nota em que disse que não haveria reforma tributária da renda sem haver condições fiscais. "A questão de isenção de IR, embora seja um desejo de todos, não é pauta para agora e só poderá acontecer se (e somente se) tivermos condições fiscais para isso", disse Pacheco. 


        Economistas e agentes do mercado ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que um dos motivos para a alta do dólar é a frustração com o pacote anunciado por Haddad.


       Para Josilmar Cordenonssi, professor de ciências econômicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), há uma desconfiança do mercado financeiro em relação ao governo Lula. "O mercado financeiro vê que o governo não tem intenção de resolver o problema fiscal", diz Cordenonssi. "O governo acha que o mercado é muito exigente, quer ganhar dinheiro com juros altos. O mercado é muito ressabiado de que a política fiscal do governo seja voltada à política eleitoral, populista, de diminuir impostos e aumentar transferências para as camadas mais pobres, que dão mais votos", prossegue. "Esse conflito de visões de mundo faz com que o mercado fique arredio em embarcar nessa política do governo."


         Na avaliação de Victor Gomes, professor no departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB), o pacote tem pontos "bons" e "justos". "Mas quando você tem a necessidade de fazer restrição fiscal, não pode querer, ao mesmo tempo, fazer junto uma expansão fiscal. E sem colocar as coisas no papel. Você frustra demais todas as expectativas", diz Gomes.


         Cordenonssi ressalta que o câmbio reflete a falta de confiança do mercado financeiro na política fiscal do governo. Na sua avaliação, faltou também um avanço mais significativo em se buscar uma maior eficiência dos gastos públicos. "São boas intenções que se fala, mas nenhuma medida efetiva nesse sentido", diz Cordenonssi. "Se a paciência [do mercado] estava bastante curta em relação à boa vontade do governo, o resultado não está agradando mais. A ala política está pesando mais nas decisões, e a reação do mercado não está sendo nada positiva." Para ele, "o mercado está vendo é que são questões mais para empurrar com a barriga para um próximo mandato." 

        
        Desde o que ex-presidente Donald Trump foi eleito nos Estados Unidos, no início de novembro, já havia a expectativa de valorização da moeda americana. No Brasil, a combinação pode ter efeitos negativos no curto prazo para a economia, com um ciclo de dólar mais alto e possível redução das exportações.


        Para Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, é difícil supor que o nível de câmbio será o novo normal no longo prazo. Mas Honorato ressalta que o dólar pode ficar como está ou até mesmo em um patamar ainda mais alto "até que haja uma percepção mais clara sobre a dinâmica futura da dívida pública". Ou seja, como o governo Lula vai lidar com o aumento do endividamento do país.


      Roncaglia, do FMI, avalia que a combinação entre Trump, a agenda fiscal do Brasil e as desconfianças globais sobre a economia da América Latina "tendem a manter nossa moeda desvalorizada, à medida que essas incertezas externas não se dissiparem".

https//:www.bbc.com/portuguese/articles/c2e783983yeo. Adaptado. Acesso em 04/12/2024
        
Sobre o texto I, analise cada afirmação abaixo e assinale a que contiver uma verdade.
Alternativas
Q3392172 Pedagogia
São considerados recursos didáticos:

I. quadro e giz.
II. livros, artigos.
III. trabalhos acadêmicos.
IV. apostilas.
V. softwares.
VI. músicas.
VII. filmes.
VIII. passeios.

Estão CORRETOS os recursos didáticos indicados na opção 
Alternativas
Q3392170 Pedagogia
Uma das advertências de Paulo Freire (1991) aos educadores, é a necessária reflexão sobre a evasão escolar que é denominada de “expulsão da escola”. Ele sugere mecanismos contra os alarmantes índices de reprovação que gera a expulsão de excessivo número de alunos das escolas, fenômeno que o sistema educacional, como um todo, chama de evasão escolar ou fracasso escolar. No fundo, são expressões do(a) 
Alternativas
Q3392169 Pedagogia
Paulo Freire fala do domínio de conteúdo de ensino que o educador precisa ter para ensinar. Sobre isto ele diz:


Portanto, o grande desafio do educador é pelo(a) 
Alternativas
Q3392167 Pedagogia
Paulo Freire (1967), defensor da educação de jovens e adultos, reconhece que o conhecimento através da educação é um instrumento do homem sobre o mundo e essa ação produz mudança; portanto, não é um ato neutro, o ato de educar, torna-se, assim, um ato político. Para o autor, a leitura de mundo do aluno e o ato de ler têm como ponto de partida (1) a experiência de vida, (2) a leitura do contexto e (3) o autoritarismo do professor.
Estão de acordo com a concepção de Freire, os itens estão apresentados em 
Alternativas
Q3392164 Pedagogia
Assinale as afirmações com (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS, com relação à Avaliação Formativa. Avaliação da aprendizagem, como processo contínuo e formativo, indica como os alunos estão aprendendo em relação aos objetivos traçados, envolve habilidades, competências, procedimentos e atividades de ensino. Desta forma, a Avaliação Formativa, tem como função,

( ) informar o aluno e o professor sobre os resultados que estão sendo alcançados durante o desenvolvimento das atividades.
( ) melhorar o ensino e a aprendizagem.
( ) localizar, apontar, discriminar deficiências, insuficiências, no desenvolvimento do ensino aprendizagem para eliminá-los.
( ) proporcionar feedback de ação (leitura, explicações, exercícios).

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3392163 Pedagogia
Professora Maria José procura desenvolver em seus alunos a conscientização da importância das avaliações para análise do processo de aprendizagem, em que as dificuldades dos alunos podem ser trabalhadas. A principal característica de uma avaliação contínua está em 
Alternativas
Q3392161 Pedagogia
O planejamento participativo é o processo de organização do trabalho coletivo da unidade escolar. Alguns autores identificam três fases desse processo:

I. o registro sistematizado e justificado das decisões tomadas pelos agentes educacionais que vivenciam o dia a dia da escola; o acompanhamento.
II. a execução das operações pensadas no Plano Escolar, de forma a fazer, caso sejam necessárias, as alterações nas operações de forma que essas alcancem os objetivos propostos.
III. a avaliação das operações que favoreceram o alcance dos objetivos ou as que pouca influência tiveram sobre ele, iniciando-se assim um novo planejamento.

As fases descritas são chamadas, respectivamente, de 
Alternativas
Q3392160 Pedagogia
O planejamento participativo constitui-se num instrumento pedagógico e político de mudança e que, para ser colocado em prática e ser compartilhado, deve possuir uma reflexão constante sobre as práticas assumidas, por ser um desafio contínuo em busca da qualidade na educação. Esse planejamento não se resume à relação escola-família-comunidade, mas pressupõe 
Alternativas
Q3392159 Pedagogia
A aprendizagem do aluno é vista no Programa de Alfabetização na Idade Certa (PAIC) como um direito fundamental, para o qual devem convergir todas as atividades realizadas nos municípios e escolas. O foco proposto organiza todas as ações desenvolvidas no Programa, dando direção e evitando a dispersão. Os eixos sob os quais o Programa é estruturado são

I. Educação Infantil.
II. Gestão democrática do ensino.
III. Sistema Nacional de Ensino.
IV. Formação do Leitor.
V. Avaliação Externa de Aprendizagem.

Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S). 
Alternativas
Q3392158 Pedagogia
Leia a notícia ilustrativa para responder a questão.

Secretaria Municipal de Educação de Ji-Paraná realiza capacitação do PAIC com servidores da RME

Professores, supervisores e diretores participam do encontro

Por Hiandra Trindade
Publicada em 17/08/2023 às 11h46

A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), está sediando a formação do bloco III do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic). Ao todo, 65 profissionais da Rede Municipal de Ensino (RME) participam da iniciativa. [...]
A formação presencial é uma iniciativa do Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO) em cooperação com as redes municipais de ensino, com o objetivo de melhorar os resultados educacionais, com foco na alfabetização.

https://www.rondoniadinamica.com/noticias/2023/08/secretaria-municipal-de-educacao-de-ji-parana-realiza-capacitacao-do-paic-com-servidores-da-rme,168772.shtml
O referido Programa, com foco na aprendizagem e prioridade para a alfabetização nos anos iniciais do Ensino Fundamental, principiou com um diagnóstico sobre o analfabetismo escolar, mobilizou líderes políticos que agiram para a transformação da escola pública. Os estudos para elaboração do Programa foram desencadeados após a divulgação dos dados do(a) 
Alternativas
Q3392157 Pedagogia
Leia a notícia ilustrativa para responder a questão.

Secretaria Municipal de Educação de Ji-Paraná realiza capacitação do PAIC com servidores da RME

Professores, supervisores e diretores participam do encontro

Por Hiandra Trindade
Publicada em 17/08/2023 às 11h46

A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), está sediando a formação do bloco III do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic). Ao todo, 65 profissionais da Rede Municipal de Ensino (RME) participam da iniciativa. [...]
A formação presencial é uma iniciativa do Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO) em cooperação com as redes municipais de ensino, com o objetivo de melhorar os resultados educacionais, com foco na alfabetização.

https://www.rondoniadinamica.com/noticias/2023/08/secretaria-municipal-de-educacao-de-ji-parana-realiza-capacitacao-do-paic-com-servidores-da-rme,168772.shtml
A origem do PAIC – Programa de Alfabetização na Idade Certa, do Estado do Ceará, ocorreu por meio do trabalho desenvolvido pelo Comitê Cearense para a Eliminação do Analfabetismo Escolar, que teve a responsabilidade de 
Alternativas
Q3392156 Pedagogia
Na reunião de formação continuada, os docentes do terceiro ano do Ensino Fundamental estudavam como o movimento pode auxiliar no processo de aprendizagem da criança. Leram sobre o movimento corporal das crianças como área de conhecimento e a necessidade de que as instituições educativas abram espaço para essa temática, porque conscientiza o professor e abre possibilidades de novas atividades, na percepção de que 
Alternativas
Q3392153 Português

Leia o excerto a seguir.
[...] De acordo com a literatura, algumas linhas ajudaram a formar a história da EJA no Brasil, por perceber que transpõem os modos de desenvolver educação de jovens e adultos, e a execução de políticas educacionais nesta esfera, a saber:
1) a alfabetização amortizada à decodificação do sistema alfabético/ortográfico e o analfabetismo como doença a ser desenraizada; 2) a alfabetização como estratégia de aumento da base eleitoral; 3) a educação de adultos como estratégia de qualificação de mão de obra; 4) a educação de jovens e adultos como ação compensatória, tendo como função repor a escolaridade não realizada na infância ou juventude; 5) a educação de jovens e adultos como processo formativo e direito de cidadania.
https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/eja-no-brasil  Segundo o texto, as propostas oficiais voltadas à educação de adultos surgem tendo, como eixo principal, 
Alternativas
Q3388736 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069/1990 estabelece, em que aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso levará a pena de reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. Nestas mesmas penas incorre quem: 
Alternativas
Q3388735 Pedagogia
Sobre o atendimento educacional especializado destinado aos alunos da Educação Especial é correto afirmar:  
Alternativas
Q3388734 Português

“Atirei um céu aberto


Na janela do meu bem:


Cai na Lapa — um deserto...


— Pará, capital Belém!...” 

Manuel Bandeira 



O texto acima remente a uma expressão da cultura popular de grande valor para o trabalho pedagógico na educação básica. Ele é classificado como: 

Alternativas
Q3388733 Pedagogia
Avalie os itens abaixo que tratam das formas de inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos Humanos na organização dos currículos da Educação Básica brasileira. Em seguida, marque a alternativa correta.

I. Podem ser inseridos pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente.
II. É vedado que sejam inseridos como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar.
III. Podem ser inseridos de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade. 
Alternativas
Respostas
1541: B
1542: C
1543: E
1544: E
1545: D
1546: B
1547: C
1548: A
1549: A
1550: E
1551: C
1552: D
1553: D
1554: C
1555: B
1556: A
1557: B
1558: D
1559: D
1560: D