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Q3919215 Legislação Federal
Em conformidade com a Lei n.º 14.129, de 29 de março de 2021, que dispõe sobre princípios, regras e instrumentos para o Governo Digital e para o aumento da eficiência pública e altera a Lei n.º 7.116, de 29 de agosto de 1983, a Lei n.º 12.527, de 18 de novembro de 2011 (Lei de Acesso à Informação), a Lei n.º 12.682, de 9 de julho de 2012, e a Lei n.º 13.460, de 26 de junho de 2017, de acordo com o Art. 4º, as ferramentas digitais e serviços comuns aos órgãos, normalmente ofertados de forma centralizada e compartilhada, necessárias para a oferta digital de serviços e de políticas públicas, recebe a seguinte denominação:
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Q3919213 Redes de Computadores
No que diz respeito às ferramentas de análise de tráfego e comandos associados à pilha de protocolos TCP/IP, dois utilitários são descritos a seguir.

I. é utilizado no ambiente Windows, sendo essencial para qualquer diagnóstico de rede. Permite visualizar as configurações do adaptador (com fio, Wi-Fi e virtual), endereço IP, máscara de sub-rede, gateway, DNS e muito mais. É fundamental para entender como o computador está configurado.

II. permite identificar onde uma conexão está falhando ou lenta, mostrando o caminho que os pacotes percorrem do seu PC até o destino, listando cada roteador intermediário e os tempos de resposta em cada salto. Isso é essencial para detectar gargalos ou bloqueios.

Esses dois comandos/utilitários são conhecidos, respectivamente, como:
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Q3919212 Redes de Computadores
Três partes principais estão envolvidas na transferência de uma mensagem eletrônica, o remetente, o destinatário e o servidor de e-mail.

I. Um dos protocolos envolvidos nesse processo estabelece como a mensagem chega do remetente ao servidor de e-mail e, para isso, usa uma porta padronizada 25. Cabe destacar que provedores de hospedagem em nuvem e muitos clientes de e-mail como Gmail, Microsoft Outlook e Mozilla Thunderbird bloqueiam a porta 25 para evitar spam, priorizando conexões seguras pelas portas P1 ou P2;

II. O e-mail que chega ao servidor de e-mail chega ao destinatário por meio da ação de um de dois protocolos, sendo um deles o POP3. O segundo protocolo armazena e-mails em um servidor remoto e os baixa sob demanda quando o destinatário os abre, para isso usa duas portas padronizadas, a primeira, P3, sem criptografia, e a segunda, P4, uma porta SSL/TLS segura,k usada pela maioria dos provedores de serviços de e-mail. 

As siglas dos protocolos descritos em I e II e as portas padronizadas P1, P2, P3 e P4 são, respectivamente:
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Q3919211 Redes de Computadores
Dentre os equipamentos para interconexão de redes, existem aqueles que endereçam os dados com base no endereço físico (MAC / nível de enlace), e outros pelo endereço lógico (IP / nível de rede). Exemplos desses equipamentos são, respectivamente:
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Q3919210 Banco de Dados
Um Analista de TI da UFRJ decidiu utilizar o comando SELECT em uma tabela intitulada "funcionário", presente em um banco de dados desenvolvido em MySQL, para gerar uma tabela ordenada contendo o nome e o salário dos funcionários, em ordem ascendente por nome. A sintaxe correspondente a essa situação é:
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Q3919209 Sistemas Operacionais
No uso de tecnologias e dos recursos de um microcomputador, pode-se implantar uma técnica, conhecida como virtualização, que permite a criação de uma máquina virtual para funcionar dentro do sistema de um PC. O processo é utilizado tanto por usuários comuns como por profissionais de TI e possibilita, por exemplo, a execução de sistemas operacionais completos ou uma simulação do comportamento do sistema para quem trabalha com desenvolvimento de software e testes de segurança. A virtualização pode ser aplicada em diferentes camadas da infraestrutura de TI. Cada tipo de virtualização atende a objetivos específicos e resolve problemas distintos. Dentre os tipos disponíveis, um é mais comum, no qual um único servidor físico é particionado em vários servidores virtuais, cada um funcionando como se fosse independente, o que possibilita às empresas utilizarem melhor a capacidade dos servidores, reduzindo a quantidade de máquinas físicas necessárias. Além disso, há um aumento na resiliência do processo de virtualização, pois, em caso de falha, é possível migrar rapidamente uma máquina virtual para outro servidor físico. Como um exemplo prático, uma empresa de e-commerce pode rodar o banco de dados, o site e o sistema de pagamentos em máquinas virtuais diferentes, todas hospedadas em um mesmo servidor físico. Esse tipo de virtualização é conhecido como virtualização de:
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Q3919207 Sistemas Operacionais
Existem inúmeros recursos nos sistemas de computadores que se ajustam ao uso de somente um processo a cada vez, como impressoras e entradas nas tabelas internas do sistema. Caso dois ou mais processos queiram escrever, simultaneamente, na mesma impressora, haverá um impasse. Desse modo, todos os sistemas operacionais devem ter a capacidade de garantir o acesso exclusivo de um processo a certos recursos, mesmo que seja temporariamente. Em muitos casos, um processo não necessita apenas de acesso exclusivo a somente um recurso, mas a vários. Por exemplo, dois processos querem gravar, em DVD, um documento obtido pelo scanner. O processo alfa está usando o scanner, enquanto o processo beta, que é programado diferentemente, está usando o gravador de DVD. Então, o processo alfa pede para usar o gravador de DVD, mas a solicitação é negada até que o processo beta o libere. Porém, ao invés de liberar o gravador de DVD, o processo beta pede para usar o scanner. Nesse momento, ambos os processos ficam bloqueados e assim ficarão para sempre. Essa situação é denominada:
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Q3919206 Redes de Computadores
Um exemplo de arquitetura cliente-servidor é um navegador da web (cliente) solicitando uma página da web do servidor de um website. O servidor processa a solicitação e envia de volta a página da web, que o navegador exibe ao usuário. Os componentes de uma arquitetura cliente-servidor incluem:

I. dispositivos ou aplicações de software que solicitam e usam serviços;

II. dispositivos ou aplicações de software que fornecem serviços ou recursos;

III. componentes como roteadores, switches e cabeamento que conectam clientes e servidores;

IV. programas executados em clientes e servidores para facilitar a comunicação e a entrega de serviços.

Os componentes descritos em I, II, III e IV são denominados, respectivamente:
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Q3919204 Segurança da Informação
No que se refere aos pilares da segurança da informação, um tem por objetivo assegurar que a informação deva estar correta, ser verdadeira e não estar corrompida, enquanto outro visa a garantir que um usuário é de fato quem alega ser. Paralelamente, códigos maliciosos, conhecidos como malware, são usados como intermediários para prática de golpes, realização de ataques e envio de spam. Dentre eles, um programa é capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado do computador. Sua ativação, em muitos casos, está condicionada a uma ação prévia do usuário, como o acesso a um site específico de comércio eletrônico ou de Internet Banking. Nesse contexto, os dois pilares e o nome pelo qual é conhecido o malware descrito são, respectivamente:
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Q3919203 Noções de Informática
Um Analista de TI que trabalha na UFRJ está navegando pela internet por meio do Google Chrome, em uma de suas últimas versões, em um notebook Intel, com Windows 11 BR (x64). No momento, encontra-se visualizando a página da Lei de Proteção de Dados no Brasil (LGPD), por meio do endereço eletrônico https://www.gov.br/esporte/pt-br/acesso-a-informacao/lgpd. Para realizar uma pesquisa na página desse site, ele executou um atalho de teclado, suportado pelo browser, que mostrou uma pequena janela de diálogo no canto superior direito. Feita a pesquisa, ele executou outro atalho de teclado que mostrou o histórico dos downloads realizados. Esses dois atalhos de teclado são, respectivamente:
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Q3919202 Redes de Computadores
No que diz respeito aos conceitos de tecnologias relacionadas à internet, busca e pesquisa na web, um serviço é conhecido por uma sigla que define um sistema composto por servidores que cooperam juntos para a tradução de domínios para endereços IP. É uma infraestrutura invisível que funciona e opera com servidores em várias camadas, para garantir a eficácia da tradução de domínios em endereços IP e que os dispositivos possam se comunicar efetivamente na rede global. Nesse contexto, quando se acessa o endereço eletrônico https:// ufrj.br/, na verdade, o sistema utiliza o IP que corresponde a esse endereço. Assim sendo, esse serviço de tradução de endereços para o IP e o próprio endereço eletrônico são conhecidos, respectivamente, pelas siglas:
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Q3919201 Sistemas Operacionais
No que diz respeito à organização hierárquica dos diretórios, os sistemas GNU/Linux possuem um padrão rígido e específico, definido pela Filesystem Hierarquy Standard, sendo dois deles descritos a seguir.

I. É um diretório que armazena as bibliotecas essenciais e os módulos do kernel Linux, sendo que bibliotecas são conjuntos de funções e recursos utilizados por programas;

II. É um diretório que armazena informações do sistema, como spool de impressora, caixas postais, logs do sistema e cache de programas.

Esses diretórios são conhecidos, respectivamente, por:
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Q3919198 Noções de Informática
Com relação aos conceitos básicos de informática e no que diz respeito aos parâmetros de desempenho de discos rígidos, dois tempos são caracterizados a seguir.

I. Indica o tempo necessário em ms para que a cabeça de leitura e gravação se posicione no setor do disco que deve ser lido ou mesmo gravado. Esse parâmetro sofre influência do tempo de rotação dos discos, atualmente na faixa de 5.400, 7.200 e 10.000 rpm;

II. Indica o tempo que a cabeça de leitura e gravação leva para se deslocar até uma trilha do disco ou mesmo de uma trilha a outra. Cabe ressaltar que quanto menor esse tempo, melhor o desempenho.

Os parâmetros descritos em I e em II são conhecidos, respectivamente, como tempos de:
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Q3917007 Legislação Federal
De acordo com o Decreto n.º 9756, de 11 de abril de 2019, que dispõe sobre as regras de unificação dos canais digitais do Governo Federal, em conformidade com o Art. 1º, fica instituído o portal único, no âmbito dos órgãos e das entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Federal, por meio do qual informações institucionais, notícias e serviços públicos prestados pelo Governo Federal serão disponibilizados de maneira centralizada. Esse portal único é denominado:
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Q3917006 Legislação Federal
Em conformidade com a Lei n.º 14.129, de 29 de março de 2021, que dispõe sobre princípios, regras e instrumentos para o Governo Digital e para o aumento da eficiência pública e altera a Lei n.º 7.116, de 29 de agosto de 1983, a Lei n.º 12.527, de 18 de novembro de 2011 (Lei de Acesso à Informação), a Lei n.º 12.682, de 9 de julho de 2012, e a Lei n.º 13.460, de 26 de junho de 2017, de acordo com o Art. 4º, as ferramentas digitais e serviços comuns aos órgãos, normalmente ofertados de forma centralizada e compartilhada, necessárias para a oferta digital de serviços e de políticas públicas, recebe a seguinte denominação:
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Q3917005 Redes de Computadores
Cada vez mais a sociedade se baseia em dados para exercer suas atividades e negócios, o que gera um aumento da necessidade de armazenamento adequado para a imensa quantidade de dados. Nesse sentido, quando se trata de empresas, três formas de armazenamento se destacam, das quais duas são descritas a seguir.

I. tem sistema operacional e não necessita de um computador ou servidor hospedeiro para funcionar, tendo por foco a conexão em redes locais. Para que funcione, é preciso conectar o sistema a uma rede local ou à internet. Em consequência, será disponibilizado mais espaço de armazenamento para todos os pontos autorizados na rede, o que inclui computadores, notebooks e celulares;

II. possui uma infraestrutura de rede privada que conecta dispositivos de armazenamentos a outros dispositivos de computação. Esse método não utiliza a rede local da empresa e cria sua própria rede. Essa forma de armazenamento normalmente é montada por meio de três componentes: cabeamento, adaptadores de barramento (controladoras HBAs) e switches conectados aos sistemas de armazenamento e aos servidores.

Essas formas de armazenamento são conhecidas, respectivamente, pelas siglas:
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Q3917004 Redes de Computadores
NAT representa uma técnica comumente usada por provedores de serviços de internet (ISPs) e organizações para permitir que vários dispositivos compartilhem um único endereço IP público. Ao usar NAT, os dispositivos em uma rede privada podem se comunicar com dispositivos em uma rede pública, sem a necessidade de que cada dispositivo tenha seu próprio endereço IP exclusivo. É um recurso originalmente concebido como uma solução de curto prazo para aliviar a escassez de endereços IPv4 disponíveis. Ao compartilhar um único endereço IP entre vários computadores em uma rede local, o NAT conserva o número limitado de endereços IPv4 publicamente roteáveis. O NAT também fornece uma camada de segurança para redes privadas porque oculta os endereços IP reais dos dispositivos atrás de um único endereço IP público. Em conformidade com a notação CIDR, o NAT opera com faixas de endereços IP privados nas classes A, B e C, que são, respectivamente:
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Q3917003 Segurança da Informação
Criptografia é o processo de transformar texto simples e legível em texto cifrado e ilegível, para mascarar informações confidenciais de usuários não autorizados. As organizações usam regularmente a criptografia na segurança de dados, para proteger dados confidenciais contra acesso não autorizado e violações de dados. Dentre os tipos de criptografia, dois são descritos a seguir.

I. criptografa e descriptografa dados usando uma chave secreta que é compartilhada por todas as partes envolvidas em uma transação;

II. também conhecida como criptografia de chave pública, criptografa e descriptografa dados usando duas chaves diferentes. Qualquer pessoa pode usar a chave pública para criptografar dados, mas apenas os detentores da chave privada correspondente podem descriptografar esses dados.

Os tipos descritos em I e em II são conhecidos, respectivamente, como criptografi as:
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Q3917002 Redes de Computadores
O Wi-Fi tornou-se parte integrante de rotina diária, permitindo a conectividade perfeita com a internet em casa, no trabalho e em outros lugares. No entanto, a tecnologia por trás do Wi-Fi pode ser complexa. Os padrões de Wi-Fi são definidos pelo IEEE sob o protocolo 802.11. Esses determinam como os dispositivos sem f i o se comunicam e se conectam à internet. A evolução desses padrões levou a uma melhoria significativa na velocidade, no alcance e na confiabilidade. Entre esses padrões, dois são descritos a seguir.

I. conhecido como Wi-Fi 5, opera principalmente na banda de 5 GHz com velocidades superiores a 1 Gbps;

II. conhecido como Wi-Fi 6, esse padrão foi desenvolvido para frequências mais altas e pode atingir velocidades de até 10 Gbps, além de oferecer suporte a vários dispositivos simultaneamente.


Os padrões wi-fi descritos em I e II são conhecidos, respectivamente, como: 
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Q3917001 Redes de Computadores
Os Protocolos de Roteamento determinam o conteúdo das tabelas de roteamento, ou seja, são eles que ditam a forma como a tabela é montada e de quais informações ela é composta. Roteamento é o processo crucial de encaminhar pacotes de dados de uma rede de origem para uma rede de destino. Os roteadores são os dispositivos que tomam essas decisões, consultando suas tabelas de roteamento. Os protocolos de roteamento, por sua vez, defi nem como essas tabelas são construídas e mantidas, garantindo que o tráfego encontre o melhor caminho. Entre os protocolos, um foi desenvolvido pelo IETF como substituto para o RIP, tendo por características ser um protocolo intradomínio, hierárquico, baseado no algoritmo de Estado de Enlace (Link-State) e especificamente projetado para operar com redes grandes. Suporta roteamento hierárquico de dois níveis, possibilitando a divisão em áreas de roteamento. Uma área de roteamento é tipicamente uma coleção de uma ou mais sub-redes intimamente relacionadas. Tal hierarquia permite a consolidação dos endereços por área, reduzindo o tamanho das tabelas de roteamento. Esse protocolo de roteamento é conhecido pela sigla:
Alternativas
Respostas
261: B
262: A
263: E
264: D
265: E
266: C
267: C
268: A
269: B
270: C
271: D
272: A
273: B
274: E
275: B
276: A
277: A
278: C
279: E
280: D