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Q3938233 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z

    Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.
    Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.
    Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.  
    A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.
    Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil.
    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.
    O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.
    “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
No texto, a enumeração de plataformas e serviços extintos ou já pouco acessados cumpre, sobretudo, a função de:  
Alternativas
Q3938232 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z

    Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.
    Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.
    Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.  
    A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.
    Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil.
    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.
    O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.
    “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
A afirmação de que a “internet Millennial está morta” deve ser compreendida, no texto, como:
Alternativas
Q3938231 Marketing
Arraial do Cabo integra uma região turística composta por 13 municípios que buscam consolidar-se como destino de experiências costeiras premium, unindo natureza, gastronomia e lifestyle. A região reúne tanto cidades com vida noturna intensa, eventos e opções de compras, quanto destinos mais tranquilos, voltados ao descanso e à contemplação da natureza. A gastronomia destaca-se pelo uso de frutos do mar, desde preparações simples em restaurantes à beira-mar até ofertas de padrão internacional. Atividades como passeios de escuna e esportes náuticos também são muito procuradas na região.

Considerando esses elementos e os princípios do marketing territorial, a alternativa que apresenta a estratégia mais adequada é a seguinte: 
Alternativas
Q3938230 Marketing
Nos principais destinos turísticos, gestores públicos e privados têm integrado sistemas avançados de análise de dados para compreender padrões de deslocamento turístico. Informações provenientes de mobilidade urbana, reservas em plataformas digitais, comportamento de busca e interações em redes sociais são cruzadas com indicadores socioeconômicos e ambientais. Essa convergência permite identificar microtendências, prever picos de demanda, ajustar estratégias promocionais e orientar decisões sobre infraestrutura, mitigação de impactos e segmentação de mercado.

Ao cruzar dados de reservas e interações digitais, gestores de destinos turísticos conseguem identificar nichos emergentes. A estratégia de marketing mais coerente com esse cenário está apresentada na seguinte alternativa:  
Alternativas
Q3938229 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Conforme o art.1º da Lei nº 1.999/2016, a preservação do patrimônio natural e cultural do Município de Arraial do Cabo é dever do poder público e de todos os seus cidadãos. A partir desta lei foi criado o Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio e instituídos os livros para o tombamento do patrimônio material e para o registro do patrimônio imaterial do município. A ação desse Conselho é primordial no estudo e em todo o processo de análise da relevância dos bens para a memória, a identidade e a formação da sociedade de Arraial do Cabo, até a formalização dos bens como patrimônio cultural municipal.

A respeito do patrimônio cultural em Arraial do Cabo, é verdadeira a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q3938228 Turismo
Em janeiro de 2024, a Secretaria de Turismo de Arraial do Cabo divulgou os resultados da Pesquisa de Demanda Turística realizada entre os meses de julho e dezembro de 2023, com 540 visitantes. O estudo revelou padrões de hospedagem, perfil dos grupos de viagem, origem dos turistas e tempo de permanência. Cerca de 20% dos entrevistados se hospedaram em cidades vizinhas, como Armação dos Búzios, Cabo Frio, Rio de Janeiro e São Pedro da Aldeia. Entre os 80% que se hospedaram em Arraial do Cabo, aproximadamente 73,7% optaram por pousadas e hotéis; 13,9% por casas de aluguel; 9,5% pela estadia em hostels/albergues e 2,2% se hospedaram em casas de amigos e familiares. Do total de entrevistados, 44,7% viajaram em dupla/casal; 43,2% acompanhados por grupos de familiares/amigos e 12,1% viajaram sozinhos, partindo de cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em relação ao tempo de permanência, 23,4% dos entrevistados ficaram na cidade por apenas um dia; 37% ficaram na cidade por dois a três dias e 39,6% prolongaram sua estadia por mais de quatro dias.

Com base na importância da Pesquisa de Demanda Turística para a gestão do destino e nos dados apresentados, é correta a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q3938225 Turismo
A Lei nº 14.978, de setembro de 2024, conhecida como nova Lei Geral do Turismo, resultou de amplos debates entre o Governo Federal, o parlamento e a iniciativa privada. O principal objetivo foi desburocratizar, aprimorar e favorecer uma maior integração entre o poder público e a iniciativa privada, preservando os princípios da LGT nº 11.771/2008.

Sobre as Leis nº 14.978/2024 e nº 11.771/2008, é correta a seguinte afirmativa:  
Alternativas
Q3938224 Turismo
Os bens culturais materiais tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no Brasil são objetos, edifícios, sítios ou conjuntos que possuem valor histórico, artístico, arquitetônico, arqueológico ou ambiental, considerados de grande importância para a identidade e a memória do país. O tombamento é uma medida de proteção e preservação, que garante a conservação desses bens para as futuras gerações, impedindo sua destruição ou modificação que possa comprometer seu valor cultural. Essa proteção reconhece a relevância desses bens como testemunhos do passado e como patrimônios da cultura brasileira.

A alternativa que apresenta bens culturais materiais do Município de Arraial do Cabo potenciais para o tombamento pelo IPHAN é:  
Alternativas
Q3938223 Turismo
O planejamento turístico pode se aplicar para diferentes objetivos, entre eles, o enfrentamento da queda de visitantes na baixa temporada e a falta de informações sistematizadas sobre sua oferta. Realizar um inventário turístico, analisar o ciclo de vida do destino e elaborar um diagnóstico situacional são alguns instrumentos que, quando bem aplicados, contribuem para a geração de estratégias visando reduzir a sazonalidade e fortalecer a competitividade local.

Das alternativas abaixo, aquela que apresenta uma informação correta sobre esses instrumentos do planejamento turístico é a seguinte: 
Alternativas
Q3938221 Turismo
A partir da publicação do Decreto Municipal nº 4.442, de 28 de agosto de 2025, a circulação de micro-ônibus com finalidade turística foi proibida nas áreas centrais e históricas de Arraial do Cabo. A medida visa melhorar a mobilidade urbana, reduzindo os impactos no trânsito. Sobre o Decreto Municipal nº 4.442/2025, é correta a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3938219 Turismo
A Instância de Governança Regional é uma organização com participação do poder público e dos atores privados dos municípios componentes das regiões turísticas, com o papel de coordenar o Programa de Regionalização do Turismo do Ministério do Turismo em âmbito regional.

A Instância de Governança Regional da qual o Município de Arraial do Cabo faz parte denomina-se: 
Alternativas
Q3938218 Turismo
O Calendário de Eventos 2026 de Arraial do Cabo reúne atividades previstas para todo o ano, com ações distribuídas pela cidade-sede e pelos distritos do município. Constam no calendário iniciativas já realizadas em anos anteriores, como o Festival de Frutos do Mar, LiterArraial, Festival da Lula, Festival da Baleia, Rota do Petisco, Festival da Lagoa, Motorock, Parada do Orgulho LGBTQIAP+, feiras gastronômicas e eventos esportivos, além de ações voltadas à economia criativa e à valorização de manifestações culturais e históricas do município.

Sobre o Calendário de Eventos do Município de Arraial do Cabo, é verdadeira a seguinte afirmativa:  
Alternativas
Q3938217 Turismo
Lançado em junho de 2025, o Projeto Turismo Comunitário Sustentável pretende contribuir para a ampliação das oportunidades de emprego, o fortalecimento da economia local e o estímulo a práticas conscientes e responsáveis no setor turístico da região. O Projeto Turismo Comunitário Sustentável é uma iniciativa da Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo (RESEX-AC) em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Arraial do Cabo, por meio da Secretaria de Turismo, da Secretaria de Ambiente e Saneamento (Semas) e da Fundação do Meio Ambiente, Ciência, Pesquisa, Tecnologia, Esporte e Lazer de Arraial do Cabo (Funtec Ambiental), além da parceria com o Sebrae-RJ.

O propósito do turismo comunitário e a sua finalidade no referido projeto estão corretamente apresentados na seguinte alternativa:  
Alternativas
Q3938215 Turismo
Conforme o Ministério do Turismo, a segmentação turística é entendida como uma forma de organizar o turismo para fins de planejamento, gestão e mercado. Os segmentos turísticos podem ser estabelecidos a partir dos elementos de identidade da oferta e das características e variáveis da demanda. Com base nesta definição e no Relatório de Atividades do Mapa do Turismo Brasileiro, a alternativa que indica corretamente os principais segmentos de turismo vigentes no Município de Arraial do Cabo é a seguinte:  
Alternativas
Q3938214 Turismo
O planejamento turístico é um processo fundamental para garantir o desenvolvimento sustentável do setor, envolvendo etapas que vão desde a análise da situação atual até a implementação e o monitoramento de ações específicas. Uma das etapas essenciais nesse processo é o prognóstico, possibilitando a tomada de decisões estratégicas para orientar o crescimento e a gestão do destino turístico.

A alternativa que melhor descreve a etapa de prognóstico no planejamento turístico é: 
Alternativas
Q3938213 Turismo
A categorização dos municípios no Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento elaborado pelo Ministério do Turismo (MTur) para identificar o desempenho da economia do setor nos municípios que constam no referido Mapa. Esse instrumento permite aos gestores tomar decisões mais acertadas e implementar políticas que respeitem as peculiaridades dos municípios brasileiros. Sobre a categorização dos municípios no Mapa do Turismo Brasileiro, podemos corretamente afirmar que:
Alternativas
Q3916257 Turismo
Para a implementação de uma política de turismo sustentável em nível municipal, o instrumento de planejamento de longo prazo que se caracteriza por ser normativo, participativo e integrar as dimensões econômica, social, ambiental e espacial do território, estabelecendo diretrizes para a gestão e a ordenação da atividade, é o: 
Alternativas
Q3916256 Turismo
No estágio inicial do planejamento turístico integrado, a fase de diagnóstico exige uma análise sistêmica que vai além do inventário de atrativos. Uma ferramenta analítica específica e fundamental é empregada para avaliar de forma comparativa o potencial de desenvolvimento de diferentes localidades ou produtos. Esta análise, que cruza variáveis internas (forças e fraquezas) com variáveis externas (oportunidades e ameaças), permitindo a formulação de estratégias competitivas, é a:
Alternativas
Q3916255 Turismo
A Lei nº 14.865/2024 cria o Calendário Turístico Oficial do Brasil, com o objetivo de dar visibilidade aos eventos e festejos nacionais. De acordo com o texto legal, a gestão, a atualização e a divulgação desse calendário, que deve ser disponibilizado em plataforma digital de livre acesso, competem ao:
Alternativas
Q3916254 Turismo
Ao analisar festa popular do Bumba-meu-boi no Maranhão, o profissional identificou que a manifestação articula elementos de dança, música, teatro e artesanato, expressando narrativas identitárias e cosmovisões da comunidade local, com transmissão intergeracional de saberes e práticas que configuram referência cultural coletiva. Conforme classificação estabelecida pelo IPHAN no Decreto 3.551/2000, essa expressão enquadra-se no livro de registro de:
Alternativas
Respostas
41: B
42: C
43: D
44: B
45: C
46: A
47: C
48: D
49: A
50: B
51: C
52: B
53: A
54: D
55: C
56: C
57: A
58: B
59: B
60: C