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Q3651007 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Cachoeira da Prata, marque a alternativa que apresenta um objetivo prioritário. 
Alternativas
Q3651006 História e Geografia de Estados e Municípios
A economia do município baseou-se em um tipo de indústria de 1886 até por volta de 1990, quando sua principal companhia faliu após incompetentes administrações. Qual tipo de atividade se destaca na cidade?
Alternativas
Q3651005 Conhecimentos Gerais
Realizada anualmente com barraquinhas e apresentações de congado e folia de reis, em Cachoeira da Prata ocorre uma festa durante nove dias de setembro. Assinale a alternativa que apresenta o nome da festa.
Alternativas
Q3650994 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Observe os trechos a seguir e responda ao que se pede.

I - “organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.”
II - “Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador”

Se os termos destacados fossem substituídos por uma palavra feminina e singular, ocorreria o fenômeno crase:
Alternativas
Q3650993 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa cuja palavra não pode, no contexto do texto, funcionar como um sinônimo da expressão “diminuto”. 
Alternativas
Q3650992 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Sobre o uso do pronome demonstrativo destacado nos trechos abaixo, assinale a alternativa correta.

I – “Este exemplo também foi seguido por empresas privadas”
II – “Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta”
Alternativas
Q3650991 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
A partir da leitura global do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3650990 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa que apresenta, dentre as palavras do texto, aquela que deixou de ser acentuada com a vigência do novo acordo ortográfico. 
Alternativas
Q3650989 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Sobre as informações contidas no texto, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3650988 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa em que o verbo destacado demonstra participação do autor do texto na ação relatada. 
Alternativas
Q3650987 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
A partir dos trechos abaixo, assinale a alternativa em que, na expressão destacada, a posição do adjetivo em relação ao substantivo é diferente das demais. 
Alternativas
Q3650986 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa cujo trecho NÃO exemplifica o uso da vírgula para enumerar. 
Alternativas
Q2234149 Ética na Administração Pública
Lúcio é gerente de uma repartição e precisa definir uma escala de trabalho extra que será executada durante uma semana. Ao analisar as possibilidades, ele viu que alguém terá que trabalhar na sexta à noite, o que ninguém gosta. Então, como Flávio é seu amigo, ele não o colocou nesse dia. Sobre a postura de Lúcio, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q2234147 Conhecimentos de Serviços Gerais
Marque a alternativa correta que corresponde ao tipo de limpeza que consiste na retirada de sujidade, pó ou poeira, mediante a utilização de vassoura (varreduras seca) e/ou aspirador: 
Alternativas
Q2234146 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com o entendimento sobre Prevenção de Acidentes, analise as assertivas:
I.Todo trabalho precisa ser feito com foco. Especialmente em cargos que envolvam riscos, é fundamental ter atenção nos fatores do ambiente que podem torná-lo perigoso.
II.Qualquer situação que possa trazer alguma ameaça para si ou para os outros precisa ser evitada.
III.O comprometimento por um local organizado é um dever de todos os trabalhadores que o ocupam.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2234145 Conhecimentos de Serviços Gerais
Considere as afirmativas relacionadas ao protocolo dos procedimentos de limpeza para espanação apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Esfregar o local com movimentos longos e retos, segurando o pano frouxamente de maneira que absorva mais facilmente a sujidade. (__)Utilizar solução desinfetante nas áreas críticas e semicríticas. (__)Cada vez que verificar presença de sujidade, lavar o pano mergulhando-o no balde.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q2234144 Segurança e Saúde no Trabalho
Considere as afirmativas relacionadas à NBR 9061 apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O subsolo na região onde vai ser executada a escavação deve ser caracterizado pelos seus parâmetros geotécnicos, determinados por meio de análises e interpretação dos resultados obtidos pelas investigações geotécnicas.
(__)As condições de estabilidade das paredes de escavações devem ser garantidas em todas as fases de execução e durante a sua existência.
(__)As investigações são necessárias para a determinação das condições geológicas e dos parâmetros geotécnicos do terreno onde será executada a escavação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q2234143 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise o que cabe ao empregado quanto ao uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI):
I.Usar, empregando-o apenas para a finalidade a que se destina.
II.Responsabilizar-se pela guarda e conservação.
III.Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.
IV.Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q2234133 História e Geografia de Estados e Municípios
A economia de Doutor Pedrinho, além da extração de madeira de reflorestamento, é baseada na/no: 
Alternativas
Q2234131 Português
Expedição Titanic: se aventurar no fundo do mar é mais perigoso do que ir para o espaço

A expedição aos destroços do Titanic que teve um fim trágico na quinta-feira (22 de junho de 2023), após a implosão do submersível Titan, que matou os cinco tripulares, levantou uma séria de dúvidas e questionamentos sobre os riscos de se aventurar nas profundezas do mar.

A pressão no fundo do mar é muito alta enquanto, no espaço, a condição é contrária: foguetes têm uma pressão interna muito maior que a externa. Exatamente por isso, especialistas acreditam que é mais seguro viajar para fora da atmosfera terrestre do que para as profundidades do oceano. É o que explica Thiago Tancredo, engenheiro naval e professor da Universidade Federal de Santa Catarina:

"No espaço a pressão interna da espaçonave é maior do que a pressão externa, e aí existe uma tendência de expandir o casco, o que é muito mais tranquilo e muito mais seguro do que a compressão do casco, o que acontece com o submarino. É só você imaginar a facilidade que existe quando você pega uma latinha de refrigerante vazia e tenta amassar ela, com muita tranquilidade você esmaga", compara o engenheiro naval.

Com a implosão, Thiago Tancredo acredita que seja difícil encontrar os restos mortais dos cinco passageiros do submarino da OceanGate. O engenheiro destaca que não é especialista para detalhar o que acontece com o corpo humano, mas que provavelmente apenas os ossos vão resistir.

O submersível Titan da OceanGate era feito de fibra de carbono e titânio, além de tecnologias usadas pela Nasa e pela Boeing. Na avaliação do professor, do ponto de vista da engenharia, isso não garante a segurança do submarino.

Retirado e adaptado de: GUIMARÃES, Clarissa. Expedição Titanic: se aventurar no fundo do mar é mais perigoso do que ir para o espaço. Itatiaia. Disponível em: see-aveentrar-noo-funndodo-mmarr-e-mmais-p errgoso-do--que-rparrao-eesspacoo e-aventurar-no-fundo-do-mar-e-mais-perigoso-do-que-ir-para-o-espaco
Acesso em: 26 jun., 2023.
Sobre o sentido das palavras no texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)As palavras "submarino" e "submersível" são empregados como sinônimos no texto, isto é, têm o mesmo significado.
(__)É possível substituir a palavra "implosão" por "explosão" sem prejuízo de sentido no texto.
(__)A palavra "expedição" poderia ser substituída por "viagem" sem prejuízo de sentido no texto.
Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Respostas
221: C
222: A
223: D
224: D
225: D
226: C
227: D
228: A
229: C
230: A
231: B
232: D
233: E
234: D
235: D
236: C
237: A
238: D
239: A
240: E