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Q3663006 Português
João e Maria eram irmãos que viviam em uma  pequena casa no bosque com seu pai e madrasta. Um dia, a família enfrentou tempos difíceis e a madrasta, influenciada pela ganância, convenceu o pai a abandonar as crianças no coração da floresta, para que eles não fossem um fardo. João, porém, ouviu a conversa e planejou um plano. Ele pegou algumas pedrinhas brilhantes e as espalhou pelo caminho enquanto caminhavam na escuridão da noite. Assim, eles conseguiram encontrar o caminho de volta para casa.
No entanto, a madrasta não desistiu tão facilmente. Em uma segunda tentativa, ela convenceu o pai a levá-los ainda mais fundo na floresta e deixá-los lá. Desta vez, João e Maria tiveram apenas migalhas de pão para seguir o caminho de volta, mas as migalhas foram devoradas pelos pássaros famintos do bosque. Perdidos, eles vagaram pela floresta até encontrar uma casa feita de doces, coberta de açúcar e chocolate. Famintos e atraídos pela visão, começaram a comer a casa.
A casa pertencia a uma bruxa malvada que aprisionou João e Maria. Através de coragem e astúcia, eles conseguiram escapar das garras da bruxa e voltar para casa, onde seu pai havia finalmente reconhecido o erro e estava esperando por eles com arrependimento.
João e Maria" (Texto Adaptado). Em: Contos de Fadas Clássicos. Editora Encanto, 2005, p. 32-40

Com base no excerto do conto de fadas "João e Maria", qual foi o motivo que levou a madrasta a convencer o pai a tomar uma decisão drástica em relação às crianças? 
Alternativas
Q3663005 Português
Assinale a alternativa correta sobre pronomes relativos:  
Alternativas
Q3663004 Português
Leia o seguinte trecho de um romance e responda à pergunta a seguir:
"O sol brilhava no céu azul, as árvores balançavam suavemente ao vento e os pássaros cantavam alegremente."

A conjunção "e" no trecho acima desempenha que função na estrutura da frase? 
Alternativas
Q3663003 Português
"Na exposição de arte, havia três esculturas modernas em destaque."
Qual classe de palavras corresponde à palavra destacada no trecho? 
Alternativas
Q3663002 Português
 Imagem associada para resolução da questão
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2020/09/7-tirinhas-de-mafalda-para-refletir-sobre-os-tempos-atuais.html. 
Com base na tirinha da Mafalda, qual das seguintes alternativas melhor reflete a mensagem central do quadrinho?  
Alternativas
Q3663001 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


As escavações arqueológicas que trazem novas revelações sobre o cotidiano de escravizados em Portugal

As imagens que mais vêm à tona quando se pensa em africanos escravizados é a do Brasil colonial, especialmente com as imensas plantações de cana e os engenhos. Faz sentido: estudos recentes estimam que foram trazidos da África para a colônia estabelecida por Portugal no Novo Mundo pelo menos 5,8 milhões de indivíduos escravizados entre os séculos 16 e 19 — quase a metade do total de toda a América.

Mas o passado escravagista português não se resume ao emprego de mão-de-obra forçada nas colônias. Cada vez mais pesquisadores revelam que houve escravidão africana também na metrópole — ou seja, em Portugal — no mesmo período.

Essa história vem sendo confirmada por escavações arqueológicas. No mês passado, a equipe coordenada pelo arqueólogo Rui Gomes Coelho, pesquisador na Universidade de Durham, na Inglaterra, encontrou vestígios de ocupações, nos séculos 16 e 17, de escravizados africanos na região do Monte do Vale de Lachique, ao sul de Lisboa.

“Sabemos que durante esse período foram levadas muitas pessoas escravizadas para o sul de Portugal para trabalharem na agricultura e outras atividades, e ficaram em locais como esse monte”, afirma Coelho, à BBC News Brasil.

"Também descobrimos que antes desse período não existiu ocupação permanente na área durante mais de mil anos, desde a época romana. Isto sugere que a região só foi realmente ocupada a partir do final do século 15", conta. Em outras palavras, a ocupação moderna da área se deve aos escravizados.

"Esse é um período em que o tráfico de pessoas escravizadas para Portugal a partir da África Ocidental e Central foi bastante intenso", comenta o arqueólogo. 

 Ele ressalta que os vestígios ali encontrados confirmam relatos documentais que indicam que "áreas de mato" daquelas redondezas foram limpadas para o cultivo graças ao trabalho de escravizados.

"É inevitável pensarmos no que estava acontecendo nessa época em outras partes do Atlântico. Por exemplo, nas ilhas atlânticas ou até no Brasil", acrescenta ele.

"Estamos perante um fenômeno de colonização, mas no interior da Europa."

Os objetos encontrados ali que remetem a esse passado escravagista ainda devem passar por análise e serão apresentados em um congresso de arqueologia marcado para novembro. Mas não é a primeira vez que vestígios do tipo são encontrados em Portugal.

Em 2009, outro grupo de pesquisadores descobriu 158 esqueletos de africanos na cidade de Lagos e estudos constataram que esses homens e mulheres sofriam de desnutrição, lesões e abusos físicos graves.


(Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil. Disponível em:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5dn
2w31gwo. 

Considere o trecho a seguir:
"O autor escreveu, com habilidade notável, diversos contos que encantaram os leitores."
Nesse contexto, a pontuação com vírgulas desempenha um papel específico. Qual é a função principal das vírgulas no trecho acima? 
Alternativas
Q3663000 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


As escavações arqueológicas que trazem novas revelações sobre o cotidiano de escravizados em Portugal

As imagens que mais vêm à tona quando se pensa em africanos escravizados é a do Brasil colonial, especialmente com as imensas plantações de cana e os engenhos. Faz sentido: estudos recentes estimam que foram trazidos da África para a colônia estabelecida por Portugal no Novo Mundo pelo menos 5,8 milhões de indivíduos escravizados entre os séculos 16 e 19 — quase a metade do total de toda a América.

Mas o passado escravagista português não se resume ao emprego de mão-de-obra forçada nas colônias. Cada vez mais pesquisadores revelam que houve escravidão africana também na metrópole — ou seja, em Portugal — no mesmo período.

Essa história vem sendo confirmada por escavações arqueológicas. No mês passado, a equipe coordenada pelo arqueólogo Rui Gomes Coelho, pesquisador na Universidade de Durham, na Inglaterra, encontrou vestígios de ocupações, nos séculos 16 e 17, de escravizados africanos na região do Monte do Vale de Lachique, ao sul de Lisboa.

“Sabemos que durante esse período foram levadas muitas pessoas escravizadas para o sul de Portugal para trabalharem na agricultura e outras atividades, e ficaram em locais como esse monte”, afirma Coelho, à BBC News Brasil.

"Também descobrimos que antes desse período não existiu ocupação permanente na área durante mais de mil anos, desde a época romana. Isto sugere que a região só foi realmente ocupada a partir do final do século 15", conta. Em outras palavras, a ocupação moderna da área se deve aos escravizados.

"Esse é um período em que o tráfico de pessoas escravizadas para Portugal a partir da África Ocidental e Central foi bastante intenso", comenta o arqueólogo. 

 Ele ressalta que os vestígios ali encontrados confirmam relatos documentais que indicam que "áreas de mato" daquelas redondezas foram limpadas para o cultivo graças ao trabalho de escravizados.

"É inevitável pensarmos no que estava acontecendo nessa época em outras partes do Atlântico. Por exemplo, nas ilhas atlânticas ou até no Brasil", acrescenta ele.

"Estamos perante um fenômeno de colonização, mas no interior da Europa."

Os objetos encontrados ali que remetem a esse passado escravagista ainda devem passar por análise e serão apresentados em um congresso de arqueologia marcado para novembro. Mas não é a primeira vez que vestígios do tipo são encontrados em Portugal.

Em 2009, outro grupo de pesquisadores descobriu 158 esqueletos de africanos na cidade de Lagos e estudos constataram que esses homens e mulheres sofriam de desnutrição, lesões e abusos físicos graves.


(Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil. Disponível em:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5dn
2w31gwo. 

Das alternativas a seguir, escolha aquela que apresenta uma preposição na frase: "durante esse período foram levadas muitas pessoas escravizadas para o sul": 
Alternativas
Q3662999 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


As escavações arqueológicas que trazem novas revelações sobre o cotidiano de escravizados em Portugal

As imagens que mais vêm à tona quando se pensa em africanos escravizados é a do Brasil colonial, especialmente com as imensas plantações de cana e os engenhos. Faz sentido: estudos recentes estimam que foram trazidos da África para a colônia estabelecida por Portugal no Novo Mundo pelo menos 5,8 milhões de indivíduos escravizados entre os séculos 16 e 19 — quase a metade do total de toda a América.

Mas o passado escravagista português não se resume ao emprego de mão-de-obra forçada nas colônias. Cada vez mais pesquisadores revelam que houve escravidão africana também na metrópole — ou seja, em Portugal — no mesmo período.

Essa história vem sendo confirmada por escavações arqueológicas. No mês passado, a equipe coordenada pelo arqueólogo Rui Gomes Coelho, pesquisador na Universidade de Durham, na Inglaterra, encontrou vestígios de ocupações, nos séculos 16 e 17, de escravizados africanos na região do Monte do Vale de Lachique, ao sul de Lisboa.

“Sabemos que durante esse período foram levadas muitas pessoas escravizadas para o sul de Portugal para trabalharem na agricultura e outras atividades, e ficaram em locais como esse monte”, afirma Coelho, à BBC News Brasil.

"Também descobrimos que antes desse período não existiu ocupação permanente na área durante mais de mil anos, desde a época romana. Isto sugere que a região só foi realmente ocupada a partir do final do século 15", conta. Em outras palavras, a ocupação moderna da área se deve aos escravizados.

"Esse é um período em que o tráfico de pessoas escravizadas para Portugal a partir da África Ocidental e Central foi bastante intenso", comenta o arqueólogo. 

 Ele ressalta que os vestígios ali encontrados confirmam relatos documentais que indicam que "áreas de mato" daquelas redondezas foram limpadas para o cultivo graças ao trabalho de escravizados.

"É inevitável pensarmos no que estava acontecendo nessa época em outras partes do Atlântico. Por exemplo, nas ilhas atlânticas ou até no Brasil", acrescenta ele.

"Estamos perante um fenômeno de colonização, mas no interior da Europa."

Os objetos encontrados ali que remetem a esse passado escravagista ainda devem passar por análise e serão apresentados em um congresso de arqueologia marcado para novembro. Mas não é a primeira vez que vestígios do tipo são encontrados em Portugal.

Em 2009, outro grupo de pesquisadores descobriu 158 esqueletos de africanos na cidade de Lagos e estudos constataram que esses homens e mulheres sofriam de desnutrição, lesões e abusos físicos graves.


(Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil. Disponível em:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5dn
2w31gwo. 

No trecho "Faz sentido: estudos recentes estimam que foram trazidos da África para a colônia estabelecida por Portugal no Novo Mundo pelo menos 5,8 milhões de indivíduos escravizados entre os séculos 16 e 19," identifique a classe gramatical da palavra "indivíduos".
Alternativas
Q3662998 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


As escavações arqueológicas que trazem novas revelações sobre o cotidiano de escravizados em Portugal

As imagens que mais vêm à tona quando se pensa em africanos escravizados é a do Brasil colonial, especialmente com as imensas plantações de cana e os engenhos. Faz sentido: estudos recentes estimam que foram trazidos da África para a colônia estabelecida por Portugal no Novo Mundo pelo menos 5,8 milhões de indivíduos escravizados entre os séculos 16 e 19 — quase a metade do total de toda a América.

Mas o passado escravagista português não se resume ao emprego de mão-de-obra forçada nas colônias. Cada vez mais pesquisadores revelam que houve escravidão africana também na metrópole — ou seja, em Portugal — no mesmo período.

Essa história vem sendo confirmada por escavações arqueológicas. No mês passado, a equipe coordenada pelo arqueólogo Rui Gomes Coelho, pesquisador na Universidade de Durham, na Inglaterra, encontrou vestígios de ocupações, nos séculos 16 e 17, de escravizados africanos na região do Monte do Vale de Lachique, ao sul de Lisboa.

“Sabemos que durante esse período foram levadas muitas pessoas escravizadas para o sul de Portugal para trabalharem na agricultura e outras atividades, e ficaram em locais como esse monte”, afirma Coelho, à BBC News Brasil.

"Também descobrimos que antes desse período não existiu ocupação permanente na área durante mais de mil anos, desde a época romana. Isto sugere que a região só foi realmente ocupada a partir do final do século 15", conta. Em outras palavras, a ocupação moderna da área se deve aos escravizados.

"Esse é um período em que o tráfico de pessoas escravizadas para Portugal a partir da África Ocidental e Central foi bastante intenso", comenta o arqueólogo. 

 Ele ressalta que os vestígios ali encontrados confirmam relatos documentais que indicam que "áreas de mato" daquelas redondezas foram limpadas para o cultivo graças ao trabalho de escravizados.

"É inevitável pensarmos no que estava acontecendo nessa época em outras partes do Atlântico. Por exemplo, nas ilhas atlânticas ou até no Brasil", acrescenta ele.

"Estamos perante um fenômeno de colonização, mas no interior da Europa."

Os objetos encontrados ali que remetem a esse passado escravagista ainda devem passar por análise e serão apresentados em um congresso de arqueologia marcado para novembro. Mas não é a primeira vez que vestígios do tipo são encontrados em Portugal.

Em 2009, outro grupo de pesquisadores descobriu 158 esqueletos de africanos na cidade de Lagos e estudos constataram que esses homens e mulheres sofriam de desnutrição, lesões e abusos físicos graves.


(Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil. Disponível em:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5dn
2w31gwo. 

Com base no texto, qual das seguintes palavras é um antônimo da palavra "intenso", conforme utilizado no seguinte trecho: "Esse é um período em que o tráfico de pessoas escravizadas para Portugal a partir da África Ocidental e Central foi bastante intenso"? 
Alternativas
Q3662997 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


As escavações arqueológicas que trazem novas revelações sobre o cotidiano de escravizados em Portugal

As imagens que mais vêm à tona quando se pensa em africanos escravizados é a do Brasil colonial, especialmente com as imensas plantações de cana e os engenhos. Faz sentido: estudos recentes estimam que foram trazidos da África para a colônia estabelecida por Portugal no Novo Mundo pelo menos 5,8 milhões de indivíduos escravizados entre os séculos 16 e 19 — quase a metade do total de toda a América.

Mas o passado escravagista português não se resume ao emprego de mão-de-obra forçada nas colônias. Cada vez mais pesquisadores revelam que houve escravidão africana também na metrópole — ou seja, em Portugal — no mesmo período.

Essa história vem sendo confirmada por escavações arqueológicas. No mês passado, a equipe coordenada pelo arqueólogo Rui Gomes Coelho, pesquisador na Universidade de Durham, na Inglaterra, encontrou vestígios de ocupações, nos séculos 16 e 17, de escravizados africanos na região do Monte do Vale de Lachique, ao sul de Lisboa.

“Sabemos que durante esse período foram levadas muitas pessoas escravizadas para o sul de Portugal para trabalharem na agricultura e outras atividades, e ficaram em locais como esse monte”, afirma Coelho, à BBC News Brasil.

"Também descobrimos que antes desse período não existiu ocupação permanente na área durante mais de mil anos, desde a época romana. Isto sugere que a região só foi realmente ocupada a partir do final do século 15", conta. Em outras palavras, a ocupação moderna da área se deve aos escravizados.

"Esse é um período em que o tráfico de pessoas escravizadas para Portugal a partir da África Ocidental e Central foi bastante intenso", comenta o arqueólogo. 

 Ele ressalta que os vestígios ali encontrados confirmam relatos documentais que indicam que "áreas de mato" daquelas redondezas foram limpadas para o cultivo graças ao trabalho de escravizados.

"É inevitável pensarmos no que estava acontecendo nessa época em outras partes do Atlântico. Por exemplo, nas ilhas atlânticas ou até no Brasil", acrescenta ele.

"Estamos perante um fenômeno de colonização, mas no interior da Europa."

Os objetos encontrados ali que remetem a esse passado escravagista ainda devem passar por análise e serão apresentados em um congresso de arqueologia marcado para novembro. Mas não é a primeira vez que vestígios do tipo são encontrados em Portugal.

Em 2009, outro grupo de pesquisadores descobriu 158 esqueletos de africanos na cidade de Lagos e estudos constataram que esses homens e mulheres sofriam de desnutrição, lesões e abusos físicos graves.


(Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para a BBC News Brasil. Disponível em:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5dn
2w31gwo. 

Com base no texto, qual das seguintes afirmações é verdadeira? 
Alternativas
Q3651013 História
A divisa do Brasil deve ser " Independência ou Morte - Sabei que, quando trato da Causa Publica, não tenho amigos e validos em ocasião alguma.

D.Pedro I

O trecho acima alude a uma declaração dada por D. Pedro I um dia depois da proclamação da Independência do Brasil. Em 2022, o grito do Ipiranga – Independência ou Morte – voltou a ser noticiado principalmente por causa do (a):
Alternativas
Q3651012 Conhecimentos Gerais
Considerado por muitos o melhor jogador de futebol de todos os tempos, faleceu no dia 29 de dezembro de 2022. Foi o jogador mais jovem a ganhar uma Copa do Mundo de futebol e autor de mais de mil gols. Qual o nome do atleta indicado?
Alternativas
Q3651010 Atualidades
A eleição presidencial de 2022 foi marcada por uma disputa acirrada entre os dois principais candidatos. No segundo turno, a diferença de votos entre os dois candidatos foi de um pouco mais de dois milhões de pessoas. Qual o nome do presidente eleito?
Alternativas
Q3651009 Atualidades
A Copa do Mundo de futebol realizada em 2022 realizada no Catar foi realizada com um formato com 32 equipes. Em 2026, cujos países-sedes serão México, Estados Unidos e Canadá, a competição terá um formato com 48 equipes. Assinale a alternativa que apresenta a seleção campeã da Copa do Mundo de 2022.
Alternativas
Q3651008 Legislação Municipal
A Lei Orgânica de Cachoeira da Prata informa que o município poderá constituir força auxiliar destinada à proteção de seus bens, serviços e instalações, nos termos da lei complementar. Nesse sentido, o nome da força auxiliar é:
Alternativas
Q3651007 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Cachoeira da Prata, marque a alternativa que apresenta um objetivo prioritário. 
Alternativas
Q3651006 História e Geografia de Estados e Municípios
A economia do município baseou-se em um tipo de indústria de 1886 até por volta de 1990, quando sua principal companhia faliu após incompetentes administrações. Qual tipo de atividade se destaca na cidade?
Alternativas
Q3651005 Conhecimentos Gerais
Realizada anualmente com barraquinhas e apresentações de congado e folia de reis, em Cachoeira da Prata ocorre uma festa durante nove dias de setembro. Assinale a alternativa que apresenta o nome da festa.
Alternativas
Q3650994 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Observe os trechos a seguir e responda ao que se pede.

I - “organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.”
II - “Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador”

Se os termos destacados fossem substituídos por uma palavra feminina e singular, ocorreria o fenômeno crase:
Alternativas
Q3650993 Português
Qualidade na TV: 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania


        A campanha Quem Financia a Baixaria É contra a Cidadania foi uma experiência que conseguiu romper, ainda que em grau diminuto, as tentativas de impedir a sociedade civil de influenciar na grade televisiva das grandes redes de televisão, que atingem 90% dos lares brasileiros. Através da constituição da rede de entidades de direitos humanos e outros movimentos sociais, organizamos reações contra as constantes omissões e infringências ao previsto nos artigos 220 a 224 da Carta Magna.

        As audiências públicas, os seminários realizados na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas, universidades e organizações não governamentais criaram uma conscientização e consequente mobilização de milhares de cidadãs e cidadãos em favor de mudanças na programação televisiva. A utilização das redes sociais, da blogosfera e da internet como um todo resultou em mudanças significativas da programação.

      Empresas públicas como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Petrobras, entre outras, adotaram orientação no sentido de não patrocinar programas que ofendem direitos de telespectadores. Este exemplo também foi seguido por empresas privadas como as Casas Bahia.

        A metodologia utilizada pela campanha, divulgando periodicamente o ranking dos piores programas com base nas reclamações dos telespectadores, jamais foi reconhecida pelas emissoras. Contudo, as reclamações recebidas através do sítio na internet e do telefone 0800 da Câmara dos Deputados motivaram e deram base legal e constitucional para a propositura de várias ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público.

      Estas ações judiciais resultaram na obtenção do direito à resposta, em multas, e até na retirada do ar de programas. Paralelamente, houve a contribuição das TVs públicas para dar opções e possibilidades de participação ao telespectador, que exerceu papel fundamental para questionar a desenfreada baixaria, manipulação e busca de audiência a qualquer preço.


Qualidade na TV : 10 anos da campanha Quem Financia a Baixaria é contra a Cidadania / organizador: Cláudio Ferreira [recurso eletrônico]. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2013. 
Assinale a alternativa cuja palavra não pode, no contexto do texto, funcionar como um sinônimo da expressão “diminuto”. 
Alternativas
Respostas
1821: B
1822: C
1823: D
1824: C
1825: B
1826: B
1827: C
1828: A
1829: E
1830: B
1831: B
1832: C
1833: B
1834: D
1835: B
1836: C
1837: A
1838: D
1839: D
1840: D