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Q1713271 Português

O que é Agricultura Sintrópica?

Dayana Andrade


    Não existe uma resposta rápida. Temos que ser francos e, logo de cara, avisar que aqui você não vai encontrar uma receita pronta para copiar e colar. A agricultura sintrópica (também descrita como agrofloresta sucessional) não é um pacote tecnológico que pode ser comprado, nem um plano definitivo de design ajustável para todos os gostos. Ela é, antes de tudo, uma mudança no olhar. É uma nova proposta de leitura dos ecossistemas que abre caminho para que o agricultor aprenda a buscar suas respostas usando outro raciocínio, bem diferente do que estamos acostumados.

    A Agricultura Sintrópica é constituída por um conjunto teórico e prático de um modelo de agricultura desenvolvido por Ernst Götsch, no qual os processos naturais são traduzidos para as práticas agrícolas tanto em sua forma, quanto em sua função e dinâmica. Assim podemos falar em regeneração pelo uso, uma vez que o estabelecimento de áreas agrícolas altamente produtivas, e que tendem à independência de insumos e irrigação, tem como consequência a oferta de serviços ecossistêmicos, com especial destaque para a formação de solo, a regulação do microclima e o favorecimento do ciclo da água. Ou seja, o plantio agrícola é concomitante à regeneração de ecossistemas.

    Ao invés de receitas, há um conjunto de conceitos e técnicas que viabilizam o acesso a suas características fundamentais. O criador da Agricultura Sintrópica, Ernst Götsch, baseia sua cosmovisão transdisciplinar em muita ciência e a prática diária de mais de cinco décadas. A lógica que orienta sua tomada de decisão percorre um trajeto que nasce na ética de Kant e atravessa a física, a filosofia grega e a matemática. Ele também se apoia na biologia, química, ecologia e botânica, e se abastece da cena tecnológica do momento, adaptando técnicas e ferramentas de outras áreas. Portanto, a agricultura de Ernst Götsch se vale de um encadeamento coerente e sistemático de dados, livre de contradições internas, que não somente percorre uma narrativa lógica como também inclui uma expressão concreta no fim do caminho. Do planejamento à execução do plantio, há método, e há resultado prático. Mais que uma boa ideia, a Agricultura Sintrópica comprovadamente funciona, e pode responder aos maiores desafios sociais e ambientais do nosso tempo.

Disponível em: https://agendagotsch.com/pt/what-is-syntropic-farming/

Em relação aos elementos de coesão mobilizados no texto, os termos destacados nos excertos abaixo remetem a alguma informação que já foi expressa anteriormente, MENOS na opção:
Alternativas
Q1713270 Português

O que é Agricultura Sintrópica?

Dayana Andrade


    Não existe uma resposta rápida. Temos que ser francos e, logo de cara, avisar que aqui você não vai encontrar uma receita pronta para copiar e colar. A agricultura sintrópica (também descrita como agrofloresta sucessional) não é um pacote tecnológico que pode ser comprado, nem um plano definitivo de design ajustável para todos os gostos. Ela é, antes de tudo, uma mudança no olhar. É uma nova proposta de leitura dos ecossistemas que abre caminho para que o agricultor aprenda a buscar suas respostas usando outro raciocínio, bem diferente do que estamos acostumados.

    A Agricultura Sintrópica é constituída por um conjunto teórico e prático de um modelo de agricultura desenvolvido por Ernst Götsch, no qual os processos naturais são traduzidos para as práticas agrícolas tanto em sua forma, quanto em sua função e dinâmica. Assim podemos falar em regeneração pelo uso, uma vez que o estabelecimento de áreas agrícolas altamente produtivas, e que tendem à independência de insumos e irrigação, tem como consequência a oferta de serviços ecossistêmicos, com especial destaque para a formação de solo, a regulação do microclima e o favorecimento do ciclo da água. Ou seja, o plantio agrícola é concomitante à regeneração de ecossistemas.

    Ao invés de receitas, há um conjunto de conceitos e técnicas que viabilizam o acesso a suas características fundamentais. O criador da Agricultura Sintrópica, Ernst Götsch, baseia sua cosmovisão transdisciplinar em muita ciência e a prática diária de mais de cinco décadas. A lógica que orienta sua tomada de decisão percorre um trajeto que nasce na ética de Kant e atravessa a física, a filosofia grega e a matemática. Ele também se apoia na biologia, química, ecologia e botânica, e se abastece da cena tecnológica do momento, adaptando técnicas e ferramentas de outras áreas. Portanto, a agricultura de Ernst Götsch se vale de um encadeamento coerente e sistemático de dados, livre de contradições internas, que não somente percorre uma narrativa lógica como também inclui uma expressão concreta no fim do caminho. Do planejamento à execução do plantio, há método, e há resultado prático. Mais que uma boa ideia, a Agricultura Sintrópica comprovadamente funciona, e pode responder aos maiores desafios sociais e ambientais do nosso tempo.

Disponível em: https://agendagotsch.com/pt/what-is-syntropic-farming/

O valor semântico estabelecido pela forma verbal no gerúndio na passagem “(...) adaptando técnicas e ferramentas de outras áreas.” (2º parágrafo) está corretamente apontado na alternativa:
Alternativas
Q1713269 Português

O que é Agricultura Sintrópica?

Dayana Andrade


    Não existe uma resposta rápida. Temos que ser francos e, logo de cara, avisar que aqui você não vai encontrar uma receita pronta para copiar e colar. A agricultura sintrópica (também descrita como agrofloresta sucessional) não é um pacote tecnológico que pode ser comprado, nem um plano definitivo de design ajustável para todos os gostos. Ela é, antes de tudo, uma mudança no olhar. É uma nova proposta de leitura dos ecossistemas que abre caminho para que o agricultor aprenda a buscar suas respostas usando outro raciocínio, bem diferente do que estamos acostumados.

    A Agricultura Sintrópica é constituída por um conjunto teórico e prático de um modelo de agricultura desenvolvido por Ernst Götsch, no qual os processos naturais são traduzidos para as práticas agrícolas tanto em sua forma, quanto em sua função e dinâmica. Assim podemos falar em regeneração pelo uso, uma vez que o estabelecimento de áreas agrícolas altamente produtivas, e que tendem à independência de insumos e irrigação, tem como consequência a oferta de serviços ecossistêmicos, com especial destaque para a formação de solo, a regulação do microclima e o favorecimento do ciclo da água. Ou seja, o plantio agrícola é concomitante à regeneração de ecossistemas.

    Ao invés de receitas, há um conjunto de conceitos e técnicas que viabilizam o acesso a suas características fundamentais. O criador da Agricultura Sintrópica, Ernst Götsch, baseia sua cosmovisão transdisciplinar em muita ciência e a prática diária de mais de cinco décadas. A lógica que orienta sua tomada de decisão percorre um trajeto que nasce na ética de Kant e atravessa a física, a filosofia grega e a matemática. Ele também se apoia na biologia, química, ecologia e botânica, e se abastece da cena tecnológica do momento, adaptando técnicas e ferramentas de outras áreas. Portanto, a agricultura de Ernst Götsch se vale de um encadeamento coerente e sistemático de dados, livre de contradições internas, que não somente percorre uma narrativa lógica como também inclui uma expressão concreta no fim do caminho. Do planejamento à execução do plantio, há método, e há resultado prático. Mais que uma boa ideia, a Agricultura Sintrópica comprovadamente funciona, e pode responder aos maiores desafios sociais e ambientais do nosso tempo.

Disponível em: https://agendagotsch.com/pt/what-is-syntropic-farming/

Sobre aspectos estruturais do texto, assinale a opção em que há uma afirmativa correta:
Alternativas
Q1713268 Português

O que é Agricultura Sintrópica?

Dayana Andrade


    Não existe uma resposta rápida. Temos que ser francos e, logo de cara, avisar que aqui você não vai encontrar uma receita pronta para copiar e colar. A agricultura sintrópica (também descrita como agrofloresta sucessional) não é um pacote tecnológico que pode ser comprado, nem um plano definitivo de design ajustável para todos os gostos. Ela é, antes de tudo, uma mudança no olhar. É uma nova proposta de leitura dos ecossistemas que abre caminho para que o agricultor aprenda a buscar suas respostas usando outro raciocínio, bem diferente do que estamos acostumados.

    A Agricultura Sintrópica é constituída por um conjunto teórico e prático de um modelo de agricultura desenvolvido por Ernst Götsch, no qual os processos naturais são traduzidos para as práticas agrícolas tanto em sua forma, quanto em sua função e dinâmica. Assim podemos falar em regeneração pelo uso, uma vez que o estabelecimento de áreas agrícolas altamente produtivas, e que tendem à independência de insumos e irrigação, tem como consequência a oferta de serviços ecossistêmicos, com especial destaque para a formação de solo, a regulação do microclima e o favorecimento do ciclo da água. Ou seja, o plantio agrícola é concomitante à regeneração de ecossistemas.

    Ao invés de receitas, há um conjunto de conceitos e técnicas que viabilizam o acesso a suas características fundamentais. O criador da Agricultura Sintrópica, Ernst Götsch, baseia sua cosmovisão transdisciplinar em muita ciência e a prática diária de mais de cinco décadas. A lógica que orienta sua tomada de decisão percorre um trajeto que nasce na ética de Kant e atravessa a física, a filosofia grega e a matemática. Ele também se apoia na biologia, química, ecologia e botânica, e se abastece da cena tecnológica do momento, adaptando técnicas e ferramentas de outras áreas. Portanto, a agricultura de Ernst Götsch se vale de um encadeamento coerente e sistemático de dados, livre de contradições internas, que não somente percorre uma narrativa lógica como também inclui uma expressão concreta no fim do caminho. Do planejamento à execução do plantio, há método, e há resultado prático. Mais que uma boa ideia, a Agricultura Sintrópica comprovadamente funciona, e pode responder aos maiores desafios sociais e ambientais do nosso tempo.

Disponível em: https://agendagotsch.com/pt/what-is-syntropic-farming/

Depois de feita a leitura atenta do texto, julgue os itens abaixo e assinale a alternativa que apresenta afirmação correta:
Alternativas
Q4372498 Legislação Federal
De acordo com a Lei Federal n.º 11.350/2006, art. 4º, § 1º são consideradas atividades típicas do Agente de Combate às Endemias, em sua área geográfica de atuação, exceto:  
Alternativas
Q4372497 Legislação Federal
De acordo com a Lei Federal n.º 11.350/2006, art. 5º, § 2º, os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate às Endemias frequentarão cursos de aperfeiçoamento:  
Alternativas
Q4372496 Legislação Federal
De acordo com a Lei Federal n. º 11.350/2006, art. 4º-A, o Agente Comunitário de Saúde e o Agente de Combate às Endemias realizarão atividades de forma integrada, desenvolvendo mobilizações sociais por meio_____________________________, dentro de sua área geográfica de atuação.  
Alternativas
Q1910189 Português

ECLIPSES SOLARES DE MARTE 

Por Patrícia Gnipper, em 2020. 

O rover (um tipo de veículo usado em missões espaciais) Curiosity percorre o terreno marciano desde 2012 e já testemunhou diversos eclipses solares por lá. Sim, Marte também tem eclipses solares — eles podem acontecer em qualquer planeta que tenha alguma lua ao seu redor, na verdade. Afinal, um eclipse solar nada mais é do que o resultado da passagem de um corpo celeste à frente do Sol, seja de maneira parcial, anular ou total. Só que os eclipses solares observados a partir da superfície de Marte são bem diferentes dos que vemos aqui na Terra. 

Em Marte não existem eclipses solares totais. O rover Curiosity (e qualquer pessoa que estiver na superfície marciana em um futuro não muito distante) somente testemunha eclipses parciais e anulares. O motivo? É que as duas únicas luas do Planeta Vermelho — Fobos e Deimos — são pequenas demais para cobrirem o disco solar por inteiro quando passam à frente dele.

A passagem das luas Fobos e Deimos à frente do Sol também projeta sombras em Marte, tal qual acontece com a passagem da nossa Lua à frente do Sol. Só que esses "cones" de sombra acabam sendo curtos demais para atingirem a superfície, então eclipses solares marcianos não geram uma região no planeta onde o eclipse seria visto de maneira total. Então todos os eclipses que acontecem por lá acabam sendo parciais ou anulares, apenas.

E a NASA já mirou a câmera MastCam do Curiosity para o céu em várias ocasiões, flagrando eclipses ao longo desses quase oito anos de operação.

(disponível em: https://bit.ly/38Znuyh. Com adaptações.)

Leia o texto 'ECLIPSES SOLARES DE MARTE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto leva o leitor a concluir que a passagem das luas Fobos e Deimos à frente do Sol projeta sombras em Marte, tal qual acontece com a passagem da nossa Lua à frente do Sol.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que a NASA já mirou a câmera MastCam do Curiosity para o céu em várias ocasiões, flagrando eclipses na superfície de vários planetas do sistema solar, ao longo dos quase oito anos de operação.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910168 Saúde Pública

Ascaridíase 

(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)

O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.

Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.

O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.

Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A. lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando completamente.

Leia o texto 'Ascaridíase' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que as larvas de Ascaris lumbricoides podem atingir o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que, quando atingem os pulmões, as larvas de Ascaris lumbricoides impedem a produção de hormônios da tireoide no indivíduo contaminado.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910167 Saúde Pública

Ascaridíase 

(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)

O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.

Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.

O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.

Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A. lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando completamente.

Leia o texto 'Ascaridíase' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que o Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, quando deglutidas, as larvas de Ascaris lumbricoides permanecem inertes por, pelo menos, seis meses, até que eclodem e passam a se alimentar de tecido muscular liso.
Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1910166 Saúde Pública

Ascaridíase 

(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)

O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.

Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.

O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.

Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A. lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando completamente.

Leia o texto 'Ascaridíase' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As larvas de Ascaris lumbricoides podem causar obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
II. Após a análise do texto, é possível inferir que as larvas de Ascaris lumbricoides liberadas atravessam a parede intestinal, atingindo vasos da circulação linfática e veias.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910164 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A depender do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido, conforme sugere o texto.
II. Após a análise do texto, é possível inferir que a vigilância epidemiológica das hepatites no Brasil utiliza um sistema regional e ativo, baseado na notificação voluntária dos casos confirmados.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910163 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto sugere que os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular.
II. O texto procura destacar que, para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral e parenteral.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910162 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que os vírus A, B, e C, da hepatite, são os responsáveis pela grande maioria das síndromes respiratórias agudas graves em recém-nascidos.
II. O texto leva o leitor a inferir que são pelo menos sete os tipos de vírus que têm em comum o hepatotropismo e que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910160 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto leva o leitor a entender que uma das principais características que diferenciam os vírus da hepatite é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que os principais sintomas das hepatites fulminantes incluem a diminuição da acuidade visual; a dificuldade de enxergar; a visão nublada ou esfumaçada; a visão dupla; a dificuldade para ler, dirigir e andar; a sensibilidade à luz; e a alteração da percepção de cores.
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Q1910159 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No Brasil, o aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em uma menor demanda por serviços de saúde e dispensou a necessidade de recursos ou protocolos específicos para lidar com essa doença e minimizar seus efeitos na sociedade, conforme mencionado pelo texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que o vírus Chikungunya tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, resultando em mortes atribuídas à doença por ele provocada, inclusive. 
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Q1910157 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As informações presentes no texto permitem concluir que o vírus Chikungunya é de transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes e foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em um surto ocorrido na Tanzânia.
II. O texto menciona que, com a introdução da doença causada pelo vírus Chikungunya no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela inexistência de arboviroses no território nacional.
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Q1910156 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O vírus Chikungunya é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda) causada pelo vírus Chikungunya, são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. 
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910155 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. São fatores que reduzem o risco de infecção pelo vírus Chikungunya a alta dispersão vetorial, o amplo fluxo de pessoas nas regiões endêmicas e a suscetibilidade da população à infecção, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. No Brasil, o Aedes aegypti é presente apenas na região Nordeste, enquanto o Aedes albopictus é restrito aos municípios da região Sul, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
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Alternativas
Q1910154 Saúde Pública
Analise as afirmativas a seguir:
I. As equipes de Saúde da Família implantadas e não cadastradas no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde têm o direito de receber no mínimo 29% e no máximo 72% do incentivo federal para a Atenção Básica.
II. A equipe de Saúde da Família deve ser multiprofissional, incluindo, entre outros profissionais, o médico generalista, ou especialista em Saúde da Família, ou médico de Família e Comunidade.
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Alternativas
Respostas
8281: A
8282: A
8283: D
8284: B
8285: A
8286: D
8287: B
8288: B
8289: B
8290: B
8291: A
8292: B
8293: A
8294: C
8295: B
8296: C
8297: B
8298: A
8299: D
8300: C