Questões de Concurso
Comentadas para agente comunitário de saúde
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Texto CG3A2-I
Gosto de morar em cidades pequenas precisamente porque, em sua maioria, elas costumam ser os lugares onde os princípios básicos que sustentam uma ética amorosa existem e são os padrões segundo os quais parte das pessoas tenta viver sua vida. Na cidade pequena onde vivo (atualmente, apenas parte do tempo), existe um espírito de vizinhança — de companheirismo, cuidado e respeito. Esses mesmos valores existiam nos bairros da cidade onde eu cresci. Embora eu passe a maior parte do tempo em Nova York, vivo num prédio que funciona como uma cooperativa, onde todos se conhecem. Nós nos protegemos e alimentamos o nosso bem-estar. Nós nos esforçamos para fazer de nossa casa um ambiente positivo para todos. Todos concordamos que a integridade e o cuidado melhoram a vida de todos nós. Tentamos viver pelos princípios da ética amorosa.
Bell Hooks. Tudo sobre o amor. São Paulo: Editora Elefante, 2021, p. 136-137.
I. A fonte utilizada para o levantamento de nascimentos em um dado local e período é o Registro Civil; porém, as informações contidas em tal documento podem não refletir a realidade pela ocorrência do subregistro ou, ainda, má qualidade das informações preenchidas.
II. O número de nascimentos em um determinado período e localidade é uma informação indispensável para o planejamento de programas de saúde, possibilitando a elaboração de indicadores demográficos, epidemiológicos, político-sociais e econômicos.
III. A Declaração de Nascido Vivo (DN) é um documento padronizado pelo Ministério da Saúde (MS) que contém informações importantes na definição do perfil epidemiológico da população, como peso ao nascer, Índice de Apgar, duração da gestação, tipo de parto e paridade; informações fundamentais na construção de coeficientes específicos de mortalidade infantil para a área de saúde materno-infantil.
IV. A Declaração de Nascido Vivo (DN) deve ser preenchida em todo o território nacional para todos os nascidos vivos, exclusivamente, nas unidades de internação ou de emergência dos estabelecimentos de saúde.
Está correto o que se afirma apenas em
(Disponível em: www.medico24hs.com.br.)
São consideradas as principais doenças que atingem os idosos, EXCETO:
I. Promoção do envelhecimento ativo e saudável.
II. Provimento de recursos capazes de assegurar qualidade da atenção à saúde da pessoa idosa.
III. Estímulo às ações intersetoriais, visando à integralidade da atenção.
Está correto o que se afirma em
( ) Proporciona o planejamento do percurso das visitas de cada dia sem perder tempo.
( ) Gera visibilidade, por meio de símbolos, às casas com famílias em situação de risco e que necessitam ser priorizadas pela equipe.
( ) Mostra toda a microárea, dando uma visão global do trabalho a ser executado por todos os profissionais de saúde.
A sequência está correta em
(Fonte: Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais. Adaptado.)
O processo de territorialização em saúde é um processo essencial para assegurar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), pois visa conhecer o território onde o Programa Saúde da Família (PSF) atua e como são processadas as práticas de saúde. Sobre os modelos de divisão territorial em saúde, relacione adequadamente os conceitos a seguir.
1. Distrito sanitário.
2. Microárea.
3. Área de abrangência.
4. Domicílio.
( ) Refere-se ao detalhamento da base territorial da microárea. É a adscrição mínima da área de abrangência.
( ) Corresponde à área de responsabilidade de uma unidade de saúde, baseada na lógica da vigilância em saúde. Apoia- -se em critérios de acessibilidade geográfica e de fluxo da população.
( ) Trata-se de um segmento da divisão geográfica da área de abrangência, composto de domicílios, sob a responsabilidade de um agente comunitário de saúde.
( ) Compreende uma área delimitada geograficamente para facilitar a administração municipal. Consiste em um processo de mudanças das práticas sanitárias, orientado pela epidemiologia e sob a gestão de uma autoridade local.
A sequência está correta em
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram
ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou
escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia
muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou
porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o
girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que
lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras
flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou
de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida
ocasião.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito
tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo
coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira
de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e
censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a
mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que
não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou
triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira
de amar, ele sabia disso, e gostava.”
(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)