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Q4176342 Saúde Pública
As Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue são um instrumento que possibilitam aos gestores adequarem seus planos estaduais, regionais, metropolitanos ou locais, tornando-se imperioso que o conjunto das atividades que vêm sendo realizadas, e outras a serem implantadas, sejam intensificadas, permitindo um melhor enfrentamento do problema e a redução do impacto da dengue sobre a saúde da população brasileira. Diante do exposto, o objetivo geral dessas Diretrizes é:
Alternativas
Q4176341 Direito Sanitário
A Portaria de n.º 6, de 28 de setembro de 2017, consolida:
Alternativas
Q4176340 Saúde Pública
Segundo a Portaria n.º 2.436/2017 do Ministério da Saúde, que aprovou a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE uma diretriz da Atenção Básica:
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Q4176339 Saúde Pública
Acerca das políticas de saúde pública que vigoram no Brasil, assinale a alternativa que indica CORRETA e respectivamente, a sua sigla e a nomenclatura:
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Q4176338 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o Capítulo II da Lei Orgânica do Município de Pindorama (SP), que trata da organização das competências locais, o Município possui atribuições privativas e concorrentes. Em relação à articulação normativa com as demais esferas da federação, o parágrafo único do Artigo 3° estabelece expressamente que o Município poderá, no que couber: 
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Q4176326 Português

TEXTO




AS OPORTUNIDADES DA AMÉRICA LATINA NA NOVA CORRIDA ESPACIAL



    A nova corrida espacial não é apenas uma competição entre as grandes potências por prestígio e ciência, mas também pelos recursos existentes em asteroides, na Lua e em Marte. Quem estabelecer as primeiras bases fora da Terra definirá as regras do jogo. Nesse tabuleiro, a América Latina não compete para fincar bandeiras em outros astros, mas tem um papel e um potencial que não devem ser subestimados.

    César Bertucci, pesquisador do Instituto de Astronomia e Física do Espaço (IAFE), ligado à Universidade de Buenos Aires (UBA), explica que, na América Latina, “a ‘corrida’ espacial não está inserida na competição entre Estados. O nível de desenvolvimento espacial da região apresenta uma grande diversidade, com países mais e menos avançados”. A cooperação regional existe, mas é limitada e “a exploração espacial, por enquanto, não faz parte dos objetivos”, acrescenta.

    No entanto, juntamente com a exploração espacial tradicional — dominada por agências como a Nasa (EUA), a ESA (Europa) ou a CNSA (China), com grandes orçamentos — surgiu há cerca de 20 anos o chamado NewSpace: empresas privadas que operam no espaço com foco em rentabilidade e com base na Terra. Este é o setor com maior potencial para a região.

    “O NewSpace abre um grande leque de oportunidades. Outra questão é se os países emergentes, especialmente na América Latina, serão capazes ou terão a visão de aproveitá-las”, afirma Gustavo Medina, diretor do Laboratório de Instrumentação Espacial (LINX) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

    Sua equipe lançou em 2024, a partir do Cabo Canaveral, o projeto Colmena 1. E, embora os robôs não tenham conseguido pousar na Lua por problemas externos, “enviamos uma missão além da órbita lunar, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, validando nossa tecnologia. Isso era impossível há 20 anos. Era algo que apenas grandes agências espaciais como Nasa, Jaxa [Japão] ou ESA podiam fazer”, relata. 

    E os planos continuam: para 2028 está prevista a missão Colmena 2, de prospecção mineral lunar com pequenos robôs. O objetivo é “realizar operações de mineração com enxames de microrrobôs e pequenos rovers, mas em grande número e trabalhando de forma cooperativa”, explica Medina.

    A região oferece vantagens logísticas que nenhuma potência ignora. O Brasil, com o Centro Espacial de Alcântara, possui uma das melhores localizações do mundo, próxima da Linha do Equador. Na República Dominicana, a empresa Launch On Demand (LOD) planeja iniciar lançamentos comerciais a partir de 2028. Já os céus do sul do continente — Chile e Argentina — são ideais para a observação do espaço profundo.

    “Não nos limitamos simplesmente a ‘emprestar o céu’ ou o território”, afirma a astrofísica Lauren Flor Torres, professora da Universidade de Antioquia e presidente da Comunidad Colombiana de Astronomia (AstroCo). A infraestrutura instalada deve ser “não apenas uma base para operações estrangeiras, mas também um motor de pesquisa para as instituições nacionais”, destaca.

    Como exemplo, ela cita o Observatório Vera Rubin, no Chile: financiado com capital estrangeiro, mas voltado para beneficiar a comunidade científica local. Assim, afirma, “a América Latina deixa de ser apenas um anfitrião logístico para se consolidar como um centro global de inteligência e desenvolvimento tecnológico”.

    A região atua como uma zona “pendular”, aberta à cooperação tanto com o Ocidente quanto com o Brics. Torres chama isso de um "multilateralismo espacial inteligente", que permite "diversificar riscos tecnológicos e acessar uma gama mais ampla de conhecimentos, priorizando sempre a soberania científica diante de agendas ideológicas externas".

    No entanto, essa neutralidade depende dos governos. “Os países mais avançados na área espacial, Argentina e Brasil, têm estratégias opostas. O Brasil aposta em cooperação que passa fortemente pelo Brics, especialmente com a China, enquanto a Argentina está alinhada com a política que Donald Trump propõe para a Nasa”, aponta Bertucci.

    Para Medina, o NewSpace pode suavizar essa tensão: “o novo setor espacial, mais ligado à indústria — e especialmente quando combinado com ciência — oferece uma oportunidade de atuação mais globalizada”.

    Em 2021 foi criada a Agência Latino-Americana e Caribenha do Espaço (Alce), com sede em Querétaro, no México, e ratificada por pelo menos 11 países em 2024. No entanto, enfrenta desafios importantes: pouca visibilidade e a ausência dos dois principais atores da região. “Infelizmente, países como Brasil e Argentina não fazem parte. Isso já a enfraquece”, afirma Medina.

    “Atualmente, a Alce não é um ator relevante no cenário internacional. O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera”, concorda Bertucci.

    O objetivo real da região não é plantar uma bandeira em Marte, mas usar o espaço para resolver problemas terrestres. Nanosatélites — do tamanho de uma caixa de sapato — permitem monitorar incêndios, secas e atividades agrícolas sem depender de grandes potências.

    “A nossa é uma corrida com os pés na Terra. Não precisamos de foguetes gigantes neste momento para provar capacidade; precisamos usar o espaço como ferramenta estratégica para resolver problemas urgentes aqui embaixo”, resume Torres. Medina concorda: “não precisamos de astronautas indo à Lua. Prefiro mil engenheiros capazes de desenvolver uma atividade espacial comercial”.

    A região dispõe de capital humano, mas enfrenta a fuga de cérebros. “A evasão de talentos é historicamente um grande problema na América Latina. Na Argentina foi particularmente grave, e no México também tem impacto”, alerta Medina.

    Segundo Torres, a ciência espacial regional exige “orçamentos estáveis e uma visão de Estado de longo prazo, que vá além de ciclos presidenciais”. “Só se conseguirmos desvincular o investimento em ciência e tecnologia da polarização política poderemos garantir que os projetos espaciais na América Latina não sejam esforços isolados de quatro anos, mas a base de um desenvolvimento econômico e educacional sólido para as próximas gerações”, conclui.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/as-oportunidadespara-a-américa-latina-na-nova-corrida-espacial/a-77298017>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta o significado CORRETO da palavra destacada em “O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera.”
Alternativas
Q4176322 Português

TEXTO




AS OPORTUNIDADES DA AMÉRICA LATINA NA NOVA CORRIDA ESPACIAL



    A nova corrida espacial não é apenas uma competição entre as grandes potências por prestígio e ciência, mas também pelos recursos existentes em asteroides, na Lua e em Marte. Quem estabelecer as primeiras bases fora da Terra definirá as regras do jogo. Nesse tabuleiro, a América Latina não compete para fincar bandeiras em outros astros, mas tem um papel e um potencial que não devem ser subestimados.

    César Bertucci, pesquisador do Instituto de Astronomia e Física do Espaço (IAFE), ligado à Universidade de Buenos Aires (UBA), explica que, na América Latina, “a ‘corrida’ espacial não está inserida na competição entre Estados. O nível de desenvolvimento espacial da região apresenta uma grande diversidade, com países mais e menos avançados”. A cooperação regional existe, mas é limitada e “a exploração espacial, por enquanto, não faz parte dos objetivos”, acrescenta.

    No entanto, juntamente com a exploração espacial tradicional — dominada por agências como a Nasa (EUA), a ESA (Europa) ou a CNSA (China), com grandes orçamentos — surgiu há cerca de 20 anos o chamado NewSpace: empresas privadas que operam no espaço com foco em rentabilidade e com base na Terra. Este é o setor com maior potencial para a região.

    “O NewSpace abre um grande leque de oportunidades. Outra questão é se os países emergentes, especialmente na América Latina, serão capazes ou terão a visão de aproveitá-las”, afirma Gustavo Medina, diretor do Laboratório de Instrumentação Espacial (LINX) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

    Sua equipe lançou em 2024, a partir do Cabo Canaveral, o projeto Colmena 1. E, embora os robôs não tenham conseguido pousar na Lua por problemas externos, “enviamos uma missão além da órbita lunar, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, validando nossa tecnologia. Isso era impossível há 20 anos. Era algo que apenas grandes agências espaciais como Nasa, Jaxa [Japão] ou ESA podiam fazer”, relata. 

    E os planos continuam: para 2028 está prevista a missão Colmena 2, de prospecção mineral lunar com pequenos robôs. O objetivo é “realizar operações de mineração com enxames de microrrobôs e pequenos rovers, mas em grande número e trabalhando de forma cooperativa”, explica Medina.

    A região oferece vantagens logísticas que nenhuma potência ignora. O Brasil, com o Centro Espacial de Alcântara, possui uma das melhores localizações do mundo, próxima da Linha do Equador. Na República Dominicana, a empresa Launch On Demand (LOD) planeja iniciar lançamentos comerciais a partir de 2028. Já os céus do sul do continente — Chile e Argentina — são ideais para a observação do espaço profundo.

    “Não nos limitamos simplesmente a ‘emprestar o céu’ ou o território”, afirma a astrofísica Lauren Flor Torres, professora da Universidade de Antioquia e presidente da Comunidad Colombiana de Astronomia (AstroCo). A infraestrutura instalada deve ser “não apenas uma base para operações estrangeiras, mas também um motor de pesquisa para as instituições nacionais”, destaca.

    Como exemplo, ela cita o Observatório Vera Rubin, no Chile: financiado com capital estrangeiro, mas voltado para beneficiar a comunidade científica local. Assim, afirma, “a América Latina deixa de ser apenas um anfitrião logístico para se consolidar como um centro global de inteligência e desenvolvimento tecnológico”.

    A região atua como uma zona “pendular”, aberta à cooperação tanto com o Ocidente quanto com o Brics. Torres chama isso de um "multilateralismo espacial inteligente", que permite "diversificar riscos tecnológicos e acessar uma gama mais ampla de conhecimentos, priorizando sempre a soberania científica diante de agendas ideológicas externas".

    No entanto, essa neutralidade depende dos governos. “Os países mais avançados na área espacial, Argentina e Brasil, têm estratégias opostas. O Brasil aposta em cooperação que passa fortemente pelo Brics, especialmente com a China, enquanto a Argentina está alinhada com a política que Donald Trump propõe para a Nasa”, aponta Bertucci.

    Para Medina, o NewSpace pode suavizar essa tensão: “o novo setor espacial, mais ligado à indústria — e especialmente quando combinado com ciência — oferece uma oportunidade de atuação mais globalizada”.

    Em 2021 foi criada a Agência Latino-Americana e Caribenha do Espaço (Alce), com sede em Querétaro, no México, e ratificada por pelo menos 11 países em 2024. No entanto, enfrenta desafios importantes: pouca visibilidade e a ausência dos dois principais atores da região. “Infelizmente, países como Brasil e Argentina não fazem parte. Isso já a enfraquece”, afirma Medina.

    “Atualmente, a Alce não é um ator relevante no cenário internacional. O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera”, concorda Bertucci.

    O objetivo real da região não é plantar uma bandeira em Marte, mas usar o espaço para resolver problemas terrestres. Nanosatélites — do tamanho de uma caixa de sapato — permitem monitorar incêndios, secas e atividades agrícolas sem depender de grandes potências.

    “A nossa é uma corrida com os pés na Terra. Não precisamos de foguetes gigantes neste momento para provar capacidade; precisamos usar o espaço como ferramenta estratégica para resolver problemas urgentes aqui embaixo”, resume Torres. Medina concorda: “não precisamos de astronautas indo à Lua. Prefiro mil engenheiros capazes de desenvolver uma atividade espacial comercial”.

    A região dispõe de capital humano, mas enfrenta a fuga de cérebros. “A evasão de talentos é historicamente um grande problema na América Latina. Na Argentina foi particularmente grave, e no México também tem impacto”, alerta Medina.

    Segundo Torres, a ciência espacial regional exige “orçamentos estáveis e uma visão de Estado de longo prazo, que vá além de ciclos presidenciais”. “Só se conseguirmos desvincular o investimento em ciência e tecnologia da polarização política poderemos garantir que os projetos espaciais na América Latina não sejam esforços isolados de quatro anos, mas a base de um desenvolvimento econômico e educacional sólido para as próximas gerações”, conclui.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/as-oportunidadespara-a-américa-latina-na-nova-corrida-espacial/a-77298017>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma oração destacada com função de sujeito. 
Alternativas
Q4167275 Medicina
Orientar o paciente com sintomas de doenças contagiosas é atribuição do Agente. Um morador com febre e calafrios em área de garimpo levanta a suspeita de                   . A pesquisa investigativa pelo exame de                    é o principal método diagnóstico laboratorial para esse caso.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4167274 Saúde Pública
O Agente encontra animais domésticos frequentemente ao visitar os imóveis. Acerca da prevenção de zoonoses urbanas e do controle populacional de cães e gatos, analise as assertivas abaixo:

I. O estímulo à guarda responsável diminui a exposição dos animais a infecções comunitárias.
II. A vacinação antirrábica em cães e gatos permanece como estratégia fundamental de bloqueio do ciclo urbano da raiva.
III. O controle populacional de animais errantes não tem impacto sanitário nas cidades.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4167272 Saúde Pública
As informações coletadas pelo Agente orientam as prioridades definidas pela unidade de saúde. Com base nas técnicas de levantamento de dados na Atenção Primária, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A entrevista feita na moradia do paciente evita falhas no fluxo de notificação das doenças.
( ) As reuniões de avaliação entre o Agente e o Enfermeiro ajudam a unidade a definir alvos críticos de assistência.
( ) A falta de informações sobre violência e acidentes é orientada para simplificar o planejamento do governo.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4167271 Saúde Pública
A Estratégia Saúde da Família e o acompanhamento domiciliar orientam a longitudinalidade do cuidado no território. Diante disso, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) O Agente garante a responsabilização sanitária pelas famílias que habitam em sua área de abrangência.
( ) A frequência das visitas deve priorizar moradores idosos, gestantes e pessoas acamadas.
( ) O modelo foca os esforços na atenção de emergências, sem ações preventivas nas moradias.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4167269 Saúde Pública
Os dados levantados nas visitas traduzem a dinâmica social dos habitantes para o sistema de saúde. Considerando a aplicação de indicadores de saúde, analise as assertivas abaixo:

I. O percentual da população com acesso a esgotamento sanitário constitui um indicador ambiental da microárea.
II. A apuração da escolaridade contribui para compreender os determinantes socioeconômicos da comunidade.
III.O monitoramento de surtos diarreicos fornece indicadores epidemiológicos para guiar a atenção local.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4167268 Saúde Pública
Manter a equipe atualizada sobre os achados da visita orienta as respostas da unidade. Sobre a notificação e a prevenção de riscos, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A notificação de casos suspeitos de sarampo deflagra medidas intensivas de bloqueio de transmissão.
( ) A visita a pacientes com histórico de doenças infecciosas auxilia no rastreamento das fontes de contágio.
( ) As práticas epidemiológicas no território restringem-se ao ambiente hospitalar de alta complexidade.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4167267 Biologia
O Agente identifica áreas no bairro que favorecem zoonoses. A                é uma endemia que apresenta o cão como principal                 urbano no ciclo de transmissão. O inseto vetor transfere o parasito ao picar pessoas na comunidade.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4167266 Saúde Pública
O Agente atua no enfrentamento de condições de risco sanitário. Sobre a integração do trabalho entre Atenção Básica e Vigilância em Saúde, analise as assertivas abaixo:

I. O território de abrangência atua como base geográfica comum para o planejamento de agentes comunitários e de endemias.
II. A notificação de agravos identificados nas visitas domiciliares alimenta e fortalece a vigilância epidemiológica municipal.
III.O controle de epidemias é função da vigilância estadual, sendo facultativa a intervenção de Agentes Comunitários de Saúde.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4167264 Saúde Pública
O acompanhamento mensal das famílias possibilita à equipe gerar diagnósticos precisos. O registro da coleta de dados no sistema                subsidia a construção de indicadores                 do território, que refletem a taxa de incidência de enfermidades e orientam as políticas de saúde.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4167263 Saúde Pública
Educar os munícipes na moradia exige que o Agente observe o meio ambiente e o saneamento local. Considerando que o destino incorreto de resíduos atrai vetores, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4167262 Saúde Pública
О Agente traduz para a equipe as vulnerabilidades sociais da comunidade. Acerca das técnicas de abordagem a grupos sociais na Atenção Primária, analise as assertivas abaixo:

I. O Agente deve identificar parceiros locais, como associações de bairro, para potencializar ações intersetoriais na área.
II. A abordagem de saúde exige o reconhecimento das diferenças culturais e das condições de vida dos moradores.
III. O planejamento local deve adotar um modelo vertical, sema participação popular nas decisões.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4167261 Saúde Pública
O Agente atua para diminuir a ocorrência de fatores ambientais favoráveis aos vetores no território. O controle do mosquito Aedes aegypti exige a eliminação mecânica de depósitos de água. Em relação a isso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4167259 Saúde Pública
Nas visitas, o Agente estimula a comunidade a desenvolver ações de melhoria do meio ambiente. A presença de esgoto a céu aberto eleva os índices de doenças, devendo o Agente acionar a               . A equipe deve atuar de forma integrada, estimulando a                    com outros órgãos para viabilizar as soluções de infraestrutura.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Respostas
381: C
382: B
383: D
384: B
385: D
386: C
387: A
388: D
389: D
390: D
391: B
392: D
393: A
394: B
395: D
396: B
397: B
398: B
399: C
400: B