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Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A2-I
Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.
Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.
No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!
Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet:
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet:
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet:
Texto CG4A1
As enchentes podem ser controladas a partir de mecanismos que reduzam o excesso de escoamento pluvial e(ou) amorteçam as ondas de cheias em rios urbanos.
As medidas de controle de inundações em áreas urbanas podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, mediante a construção de obras hidráulicas, como barragens, diques e canalizações, e em não estruturais, preventivas, quando o homem convive com o rio, efetivadas por meio de zoneamento de áreas de inundação, de sistema de alerta ligado à defesa civil e de seguros.
No Brasil, não existe nenhum programa sistemático de controle de enchentes que envolva seus diferentes aspectos. O que se observa são ações isoladas por parte de algumas cidades.
Carlos Eduardo Morelli Tucci. Água no meio urbano. In: Água Doce.
Porto Alegre: IPH/UFRGS, 1997, p. 12-13. Internet:
Sobre as principais doenças e agravos em saúde bucal, é correto afirmar que o (a)
Estão incluídas nas competências do auxiliar de consultório dentário EXCETO
Sobre as ações de promoção de saúde desenvolvidas pelas equipes de saúde bucal é correto afirmar que
A Política Nacional de Saúde Bucal de 2004, chamada de Brasil Sorridente, prevê a
Leia o texto a seguir e preencha as lacunas.
A saúde bucal é parte inseparável da saúde ___________ do indivíduo e está relacionada diretamente com as condições ___________ das pessoas. Este conceito, que tem na essência dele a ideia da inclusão social, é o eixo determinante da política nacional de ___________ que tem como eixo orientador o trabalho das equipes de saúde bucal na atenção ___________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas é
Na Política Nacional da Atenção Básica (PNAB), o auxiliar de consultório dentário é chamado de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Sobre as atribuições do ASB, é correto afirmar que deve
Os conselhos locais de saúde e as conferências municipais, estaduais e nacional de saúde bucal estão fundamentados em qual princípio do SUS?
A “Atenção Básica” é a terminologia utilizada pelo Ministério da Saúde no Brasil e apresenta como sinônimos as expressões “Atenção Primária à Saúde” e “Cuidados Primários de Saúde”, comumente encontradas na literatura internacional.
Sobre a “Atenção Básica”, é correto afirmar que
A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
Avalie as assertivas a seguir sobre os princípios e diretrizes que organizam as atividades de saúde no Brasil.
I - Acesso universal.
II - Provimento das ações e serviços mediante rede regionalizada e hierarquizada, integrados em sistema único.
III - Centralização, com direção única pelo governo federal.
IV - Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais.
Está correto apenas o que se afirma em
No momento presente, o que NÃO é uma ameaça real à Amazônia?
Em 2022 o Brasil celebra os 100 anos da realização de um dos mais importantes eventos culturais do século XX no país, o (a)