Questões de Concurso Comentadas para professor

Foram encontradas 65.682 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3370142 História e Geografia de Estados e Municípios
São municípios do Acre, EXCETO:
Alternativas
Q3370141 Geografia
A rede hidrográfica é um importante meio de transporte no Acre, uma vez que a maioria dos núcleos urbanos se encontra às margens de rios. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3370140 Meteorologia
No que se refere ao clima do estado do Acre, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3370139 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre o Tratado de Petrópolis, é correto afirmar que
Alternativas
Q3370138 Geografia
Assinale a alternativa que apresenta qual fato favoreceu a entrada do capital especulativo, desarticulando a economia tradicional extrativista, expandiu a pecuária extensiva e, aliado aos conflitos pela posse da terra, redundou em um fluxo migratório do campo para os centros urbanos. 
Alternativas
Q3370137 História e Geografia de Estados e Municípios
Quanto às comemorações cívicas do estado do Acre, assinale a alternativa que apresenta a data em que é comemorado o Tratado de Petrópolis.
Alternativas
Q3370135 História
Sobre o processo de ocupação das terras acreanas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3370128 Português
Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa INCORRETA em relação à regência do adjetivo “ansioso”.
Alternativas
Q3370127 Português
Assinale a alternativa correta quanto à ocorrência de crase, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3370126 Português
Assinale a alternativa em que a(s) vírgula(s) são usadas para separar o aposto, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3370125 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A menininha e o gerente



— Não, paizinho, não! Quero ir com você!

— Mas meu bem, não posso levar você lá. O lugar não é próprio. Não vou demorar nada, só dez minutos. Seja boazinha, fique me esperando aqui.

— Não, não! — a garotinha soluçava. Agarrou-se à calça do pai como quem se agarra a uma prancha no mar. Ele insistia:

— Que bobagem, uma menina de sua idade fazendo um papelão desses. 

— Você não volta!

— Volto, ora essa, juro que volto, meu amor.

 Prometendo, ele passeava o olhar pela rua, impaciente. Ela baixara a cabeça, chorando. Estavam diante da papelaria. O gerente assistia à cena. O homem aproximou-se dele:

— Faz-me o obséquio de tomar conta de minha filha por alguns instantes? Vou a um lugar desagradável, não posso levála comigo.

— Mas…

— Quinze minutos no máximo. É ali adiante. Muito obrigado, hem?

 E sumiu. A garotinha continuava de olhos baixos, imóvel, o dorso da mão esquerda junto à boca. O gerente passou-lhe a mão nos cabelos, de leve.

— Vem cá.

 Ela não se mexeu.

— Como é que você se chama? Carmen? Luísa? Marlene?

 Como não respondesse, o gerente foi desfiando nomes, sem esperança de acertar. Mas ao dizer “Estela”, a cabecinha moveu-se, confirmando.

— Estela, você sabe que está com um vestido muito bonito?

Estela tirou a mão dos olhos, examinou o próprio vestido e não disse nada. Mas o gelo fora rompido. Daí a pouco o gerente mostrava-lhe a caixa registradora e autorizava-a a marcar uma venda de duzentos cruzeiros.

 — Olha um gatinho. Ele mora aqui?

— Mora.

 — E que é que ele come?

— Papel.

O gato acordou, deixou-se afagar e tornou a dormir, desta vez nos braços de Estela.

O gerente olhou o relógio; tinham se passado quinze minutos, o homem não aparecia. “Bonito se ele não vier mais. Que vou fazer com esta garotinha, na hora de fechar?”

 Tentou lembrar o rosto do desconhecido; impossível. Já pensava em telefonar para a polícia, quando Estela o puxou pela perna:

— Além da máquina e do gatinho, você não tem mais nada para me mostrar?

 Ele abarcou com a vista a loja toda e sentiu-a mal sortida, pobre. “Eu devia ter aberto uma loja de brinquedos, pelo menos um bazar.” Experimentou com Estela o apontador de lápis, o grampeador. E o homem não vinha. É, não vem mais. Estela andava de um lado para outro, dona do negócio. Ele, inquieto.

— Não mexa nas gavetas, filhinha.

  — Não sou sua filhinha.

— Desculpe.

— Desculpo se você deixar eu abrir.

— Então deixo.

Dentro havia balões, estrelinhas, saldo do último Natal. E ele que não se lembrava daquilo. Estela riu de sua ignorância, e o homem não vinha. O movimento de fregueses declinava. Na calçada, as filas de lotação iam crescendo. Daí a pouco, a noite.

 Estela soprou um balão, outro, quis soprar dois ao mesmo tempo. Um estourou. Ela assustou-se. Ele riu.

“Se o homem não aparecesse mais, que bom! Aliás a cara dele era de calhorda. Ainda bem que me escolheu.” Levaria Estela para casa, a mulher não ia estranhar, fariam dela uma filha — a filha que praticamente não tinham mais, pois casara e morava longe, no Peru. E se o pai reclamasse depois? Ora, quem entrega sua filha a um estranho, diz que vai demorar quinze minutos, passa uma hora e não volta, merece ter filha?

 O empregado arriava a cortina de aço quando apareceram duas pernas, um tronco inclinado, uma cabeça.

— Dá licença? Demorei mais do que pensava, desculpe. Muito obrigado ao senhor. Vamos, filhinha.

O gerente virou o rosto, para não ver, mas chegou até ele a despedida de Estela:

 — Até logo, homem do balão!

E a filha ficou mais longe ainda, no Peru.


Andrade, Carlos Drummond de, 1902-1987. 70 historinhas.1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

Leia o trecho abaixo, retirado do texto.


“Ela não se mexeu.


—Como é que você se chama? Carmen? Luísa? Marlene?

Como não respondesse, o gerente foi desfiando nomes, sem esperança de acertar. Mas ao dizer “Estela”, a cabecinha moveu-se, confirmando.”


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, a respeito do verbo “respondesse” em destaque acima, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3370124 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A menininha e o gerente



— Não, paizinho, não! Quero ir com você!

— Mas meu bem, não posso levar você lá. O lugar não é próprio. Não vou demorar nada, só dez minutos. Seja boazinha, fique me esperando aqui.

— Não, não! — a garotinha soluçava. Agarrou-se à calça do pai como quem se agarra a uma prancha no mar. Ele insistia:

— Que bobagem, uma menina de sua idade fazendo um papelão desses. 

— Você não volta!

— Volto, ora essa, juro que volto, meu amor.

 Prometendo, ele passeava o olhar pela rua, impaciente. Ela baixara a cabeça, chorando. Estavam diante da papelaria. O gerente assistia à cena. O homem aproximou-se dele:

— Faz-me o obséquio de tomar conta de minha filha por alguns instantes? Vou a um lugar desagradável, não posso levála comigo.

— Mas…

— Quinze minutos no máximo. É ali adiante. Muito obrigado, hem?

 E sumiu. A garotinha continuava de olhos baixos, imóvel, o dorso da mão esquerda junto à boca. O gerente passou-lhe a mão nos cabelos, de leve.

— Vem cá.

 Ela não se mexeu.

— Como é que você se chama? Carmen? Luísa? Marlene?

 Como não respondesse, o gerente foi desfiando nomes, sem esperança de acertar. Mas ao dizer “Estela”, a cabecinha moveu-se, confirmando.

— Estela, você sabe que está com um vestido muito bonito?

Estela tirou a mão dos olhos, examinou o próprio vestido e não disse nada. Mas o gelo fora rompido. Daí a pouco o gerente mostrava-lhe a caixa registradora e autorizava-a a marcar uma venda de duzentos cruzeiros.

 — Olha um gatinho. Ele mora aqui?

— Mora.

 — E que é que ele come?

— Papel.

O gato acordou, deixou-se afagar e tornou a dormir, desta vez nos braços de Estela.

O gerente olhou o relógio; tinham se passado quinze minutos, o homem não aparecia. “Bonito se ele não vier mais. Que vou fazer com esta garotinha, na hora de fechar?”

 Tentou lembrar o rosto do desconhecido; impossível. Já pensava em telefonar para a polícia, quando Estela o puxou pela perna:

— Além da máquina e do gatinho, você não tem mais nada para me mostrar?

 Ele abarcou com a vista a loja toda e sentiu-a mal sortida, pobre. “Eu devia ter aberto uma loja de brinquedos, pelo menos um bazar.” Experimentou com Estela o apontador de lápis, o grampeador. E o homem não vinha. É, não vem mais. Estela andava de um lado para outro, dona do negócio. Ele, inquieto.

— Não mexa nas gavetas, filhinha.

  — Não sou sua filhinha.

— Desculpe.

— Desculpo se você deixar eu abrir.

— Então deixo.

Dentro havia balões, estrelinhas, saldo do último Natal. E ele que não se lembrava daquilo. Estela riu de sua ignorância, e o homem não vinha. O movimento de fregueses declinava. Na calçada, as filas de lotação iam crescendo. Daí a pouco, a noite.

 Estela soprou um balão, outro, quis soprar dois ao mesmo tempo. Um estourou. Ela assustou-se. Ele riu.

“Se o homem não aparecesse mais, que bom! Aliás a cara dele era de calhorda. Ainda bem que me escolheu.” Levaria Estela para casa, a mulher não ia estranhar, fariam dela uma filha — a filha que praticamente não tinham mais, pois casara e morava longe, no Peru. E se o pai reclamasse depois? Ora, quem entrega sua filha a um estranho, diz que vai demorar quinze minutos, passa uma hora e não volta, merece ter filha?

 O empregado arriava a cortina de aço quando apareceram duas pernas, um tronco inclinado, uma cabeça.

— Dá licença? Demorei mais do que pensava, desculpe. Muito obrigado ao senhor. Vamos, filhinha.

O gerente virou o rosto, para não ver, mas chegou até ele a despedida de Estela:

 — Até logo, homem do balão!

E a filha ficou mais longe ainda, no Peru.


Andrade, Carlos Drummond de, 1902-1987. 70 historinhas.1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

Analise a sentença abaixo, retirada do texto


“— Então pergunte a ele.


Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, sintaticamente, o trecho em destaque corresponde a um

Alternativas
Q3370123 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A menininha e o gerente



— Não, paizinho, não! Quero ir com você!

— Mas meu bem, não posso levar você lá. O lugar não é próprio. Não vou demorar nada, só dez minutos. Seja boazinha, fique me esperando aqui.

— Não, não! — a garotinha soluçava. Agarrou-se à calça do pai como quem se agarra a uma prancha no mar. Ele insistia:

— Que bobagem, uma menina de sua idade fazendo um papelão desses. 

— Você não volta!

— Volto, ora essa, juro que volto, meu amor.

 Prometendo, ele passeava o olhar pela rua, impaciente. Ela baixara a cabeça, chorando. Estavam diante da papelaria. O gerente assistia à cena. O homem aproximou-se dele:

— Faz-me o obséquio de tomar conta de minha filha por alguns instantes? Vou a um lugar desagradável, não posso levála comigo.

— Mas…

— Quinze minutos no máximo. É ali adiante. Muito obrigado, hem?

 E sumiu. A garotinha continuava de olhos baixos, imóvel, o dorso da mão esquerda junto à boca. O gerente passou-lhe a mão nos cabelos, de leve.

— Vem cá.

 Ela não se mexeu.

— Como é que você se chama? Carmen? Luísa? Marlene?

 Como não respondesse, o gerente foi desfiando nomes, sem esperança de acertar. Mas ao dizer “Estela”, a cabecinha moveu-se, confirmando.

— Estela, você sabe que está com um vestido muito bonito?

Estela tirou a mão dos olhos, examinou o próprio vestido e não disse nada. Mas o gelo fora rompido. Daí a pouco o gerente mostrava-lhe a caixa registradora e autorizava-a a marcar uma venda de duzentos cruzeiros.

 — Olha um gatinho. Ele mora aqui?

— Mora.

 — E que é que ele come?

— Papel.

O gato acordou, deixou-se afagar e tornou a dormir, desta vez nos braços de Estela.

O gerente olhou o relógio; tinham se passado quinze minutos, o homem não aparecia. “Bonito se ele não vier mais. Que vou fazer com esta garotinha, na hora de fechar?”

 Tentou lembrar o rosto do desconhecido; impossível. Já pensava em telefonar para a polícia, quando Estela o puxou pela perna:

— Além da máquina e do gatinho, você não tem mais nada para me mostrar?

 Ele abarcou com a vista a loja toda e sentiu-a mal sortida, pobre. “Eu devia ter aberto uma loja de brinquedos, pelo menos um bazar.” Experimentou com Estela o apontador de lápis, o grampeador. E o homem não vinha. É, não vem mais. Estela andava de um lado para outro, dona do negócio. Ele, inquieto.

— Não mexa nas gavetas, filhinha.

  — Não sou sua filhinha.

— Desculpe.

— Desculpo se você deixar eu abrir.

— Então deixo.

Dentro havia balões, estrelinhas, saldo do último Natal. E ele que não se lembrava daquilo. Estela riu de sua ignorância, e o homem não vinha. O movimento de fregueses declinava. Na calçada, as filas de lotação iam crescendo. Daí a pouco, a noite.

 Estela soprou um balão, outro, quis soprar dois ao mesmo tempo. Um estourou. Ela assustou-se. Ele riu.

“Se o homem não aparecesse mais, que bom! Aliás a cara dele era de calhorda. Ainda bem que me escolheu.” Levaria Estela para casa, a mulher não ia estranhar, fariam dela uma filha — a filha que praticamente não tinham mais, pois casara e morava longe, no Peru. E se o pai reclamasse depois? Ora, quem entrega sua filha a um estranho, diz que vai demorar quinze minutos, passa uma hora e não volta, merece ter filha?

 O empregado arriava a cortina de aço quando apareceram duas pernas, um tronco inclinado, uma cabeça.

— Dá licença? Demorei mais do que pensava, desculpe. Muito obrigado ao senhor. Vamos, filhinha.

O gerente virou o rosto, para não ver, mas chegou até ele a despedida de Estela:

 — Até logo, homem do balão!

E a filha ficou mais longe ainda, no Peru.


Andrade, Carlos Drummond de, 1902-1987. 70 historinhas.1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

Com base na leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Rolim de Moura - RO Provas: IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Assistente Social (Especialista em Educação C) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Técnico | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Engenheiro Civil (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Educação Física | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de História (20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Inglês | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras e Literatura (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (Inglês - 20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Matemática (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Química (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Fonoaudiólogo (Especialista em Educação B) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Nutricionista (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo de Educação Infantil (30 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Ensino Especial | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo - Intérprete de Libras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Orientador (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Pré-Escolar | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Séries Iniciais | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Supervisor (40 Horas) |
Q3367076 Português

TEXTO II


Sofrimento psíquico em policiais civis: uma questão de gênero


Apesar de concebida pelo senso comum como uma instituição predominantemente masculina, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro admite também mulheres entre seus servidores. Em suas atividades diárias, elas relatam enfrentar dificuldades, frustrações e cobranças. Um estudo realizado pelo Centro Latino-americano de Estudos de Violência e Saúde (Claves), vinculado à Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp), uma unidade da Fiocruz, questionou 2.746 policiais, dos quais cerca de 19% eram mulheres, e descobriu que elas apresentam mais sofrimento psíquico que seus colegas de trabalho.


"Sofrimento psíquico é um conjunto de condições psicológicas que, apesar de não caracterizar uma doença, gera determinados sinais e sintomas que indicam sofrimento" explica a psicóloga Edinilsa Ramos de Souza, coordenadora do projeto. O problema pode ser causado por diversos fatores, inclusive as condições de trabalho, como falta de instalações adequadas, estresse e falta de preparo para a função. "No dia-a-dia, o policial precisa continuar com o seu trabalho e não pode demonstrar fragilidade", acrescenta. "Isso aumenta o sofrimento e, muitas vezes, faz com que o profissional somatize as questões psicológicas em problemas de saúde, como pressão alta, insônia e dores de cabeça".



(Catarina Chagas)

Em “Catarina Chagas foi a autora do texto Sofrimento psíquico em policiais civis: uma questão de gênero.”, o verbo destacado é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Rolim de Moura - RO Provas: IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Assistente Social (Especialista em Educação C) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Técnico | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Engenheiro Civil (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Educação Física | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de História (20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Inglês | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras e Literatura (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Letras (Inglês - 20 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Matemática (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Professor de Química (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Fonoaudiólogo (Especialista em Educação B) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Nutricionista (Auxiliar Educacional III) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo de Educação Infantil (30 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Ensino Especial | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo - Intérprete de Libras (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Orientador (40 Horas) | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Pré-Escolar | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Séries Iniciais | IBADE - 2025 - Prefeitura de Rolim de Moura - RO - Pedagogo Supervisor (40 Horas) |
Q3367072 Português

TEXTO II


Sofrimento psíquico em policiais civis: uma questão de gênero


Apesar de concebida pelo senso comum como uma instituição predominantemente masculina, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro admite também mulheres entre seus servidores. Em suas atividades diárias, elas relatam enfrentar dificuldades, frustrações e cobranças. Um estudo realizado pelo Centro Latino-americano de Estudos de Violência e Saúde (Claves), vinculado à Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp), uma unidade da Fiocruz, questionou 2.746 policiais, dos quais cerca de 19% eram mulheres, e descobriu que elas apresentam mais sofrimento psíquico que seus colegas de trabalho.


"Sofrimento psíquico é um conjunto de condições psicológicas que, apesar de não caracterizar uma doença, gera determinados sinais e sintomas que indicam sofrimento" explica a psicóloga Edinilsa Ramos de Souza, coordenadora do projeto. O problema pode ser causado por diversos fatores, inclusive as condições de trabalho, como falta de instalações adequadas, estresse e falta de preparo para a função. "No dia-a-dia, o policial precisa continuar com o seu trabalho e não pode demonstrar fragilidade", acrescenta. "Isso aumenta o sofrimento e, muitas vezes, faz com que o profissional somatize as questões psicológicas em problemas de saúde, como pressão alta, insônia e dores de cabeça".



(Catarina Chagas)

O texto II é predominantemente:
Alternativas
Q3360766 Pedagogia
A Lei nº 12.796, de 4 de abril 2013, dispõe de um importante componente da Legislação educacional brasileira. Assinale a alternativa correta.: 
Alternativas
Q3360765 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Assinale a alternativa correta. Constituem-se direitos das crianças e adolescentes, de acordo com o preconizado no texto do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8069, de 13 de julho de 1990):
Alternativas
Q3360764 Pedagogia
De acordo com a LDBEN 9394/96, a Educação constitui um eixo formativo de suma importância, tendo destaque no Título I da referida Lei. Nesse sentido, o texto explicita de forma CORRETA:
Alternativas
Q3360763 Pedagogia
Sobre o PNE- Plano Nacional de Educação, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3360762 Pedagogia
A Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, dispõe CORRETAMENTE sobre um importante dispositivo legal: 
Alternativas
Respostas
18221: B
18222: D
18223: C
18224: E
18225: A
18226: E
18227: C
18228: A
18229: B
18230: C
18231: D
18232: B
18233: E
18234: C
18235: E
18236: E
18237: C
18238: D
18239: A
18240: D