Questões de Concurso Comentadas para técnico em prótese dentária

Foram encontradas 901 questões

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Q3456067 Odontologia
De acordo com o código de ética profissional, é direito do Técnico em Prótese Dentária (TPD):
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Q3456066 Odontologia
Sobre o grampo ortodôntico de Adams é correto afirmar:
Alternativas
Q3456065 Odontologia
Sobre o sistema de produção de peças protéticas pelo sistema CAD/CAM é correto afirmar:
Alternativas
Q3456064 Odontologia
Dentre os diversos materiais estéticos citados, que são amplamente utilizados na Odontologia, qual apresenta as melhores propriedades mecânicas e também a maior opacidade?
Alternativas
Q3456063 Odontologia
Um cirurgião dentista encaminha para laboratório uma prótese total superior quebrada ao meio, para reparo. Frente a essa situação, qual a técnica deve ser utilizada visando minimizar o tempo que o paciente ficará sem a prótese e o aumento da resistência mecânica da peça após o reparo?
Alternativas
Q3456062 Odontologia
Qual técnica de reembasamento, que é realizada apenas em laboratório de prótese, deve ser utilizada na presença de porosidade excessiva em toda prótese e quando for identificada falta de material após a sua desinclusão?
Alternativas
Q3456061 Odontologia
Qual o espaço mínimo, em milímetros, para realização da soldagem de um pôntico em uma infraestrutura para uma prótese parcial fixa, a fim de garantir uma área rígida e resistente e minimizar a possibilidade de distorção da solda?
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Q3456060 Odontologia
Ao escolher a cor de um dente para uma prótese dentária unitária com matiz de tons acinzentados e a saturação mais clara deve-se selecionar qual letra e número da escala de cor Vita Classical?
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Q3456059 Odontologia
Na confecção de uma placa de mordida rígida, quantos milímetros, além do bordo gengival dos dentes para a porção palatina do arco, a placa deve se estender?
Alternativas
Q3456058 Odontologia
Nas resinas acrílicas ativadas quimicamente ou autopolimerizáveis, a mistura na proporção correta do pó e líquido é fundamental, pois diminui a
Alternativas
Q3456057 Odontologia
A manipulação da resina acrílica apresenta fases de evolução, desde a sua mistura até a polimerização, e seu conhecimento é essencial aos técnicos de prótese dentária. Sobre essas fases, é correto afirmar que na fase
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Q3456055 Odontologia
O conhecimento dos equipamentos e instrumentos utilizados em próteses dentárias é fundamental para o sucesso do trabalho protético. Qual a função de uma central de jateamento e qual o material utilizado no jateamento?
Alternativas
Q3456054 Odontologia
A anatomia dos dentes está diretamente relacionada com a função que exercem na mastigação. Assinale a alternativa que descreve corretamente os dentes que apresentam respectivamente a função de rasgar, cortar e triturar os alimentos: 
Alternativas
Q3456053 Odontologia
Com base no conhecimento da anatomia dentária, o que é a linha equatorial?
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Q3454319 Matemática
Uma empresa possui uma frota com determinado número de veículos, dos quais 1/6 são caminhonetes. Entre os demais veículos, 2/5 são motos e os outros 24 são carros de passeio.

Qual é o número de motos dessa frota?
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Q3454318 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3454317 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Em “Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração...” (3º parágrafo), a palavra destacada expressa circunstância de 
Alternativas
Q3454316 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pode ser substituída por “os quais”, em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3454315 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que os macacos-pregos
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Q3454314 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
De acordo com o texto, os arqueólogos 
Alternativas
Respostas
61: D
62: E
63: B
64: A
65: C
66: D
67: A
68: C
69: C
70: B
71: E
72: D
73: E
74: A
75: C
76: C
77: E
78: A
79: C
80: B