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O conflito interpessoal normativo ocorre quando duas ou mais pessoas discordam sobre o que consideram apropriado no que se refere a comportamento.
Na resolução de conflitos interpessoais, alcançar o resultado é tão importante quanto preservar a relação entre as partes. Assim, durante a negociação faz-se necessário adotar o estilo colaborador, visto que nesse estilo de negociação as duas partes podem ser beneficiadas.
Se em uma situação de conflito o negociador expressar suas reais necessidades, poderá ocorrer competição entre as partes.
Em uma situação de conflito, quando uma pessoa defende firmemente suas opiniões e tenta persuadir os outros, observa-se a adoção da abordagem avocatória para o gerenciamento do conflito interpessoal.
Quando uma organização estabelece que um de seus valores centrais é adotar a diversidade como um componente essencial no modo de fazer negócio, nota-se que o gerenciamento da pluralidade é uma das estratégias utilizadas pelo RH para alcançar o sucesso organizacional.
A gestão de pessoas usa o inventário gerencial para a tomada de decisão sobre quantitativo de pessoal quando, por exemplo, utiliza o banco de dados de uma universidade para obter informações relacionadas ao grau de instrução, experiências, interesses e habilidades dos seus professores.
A vinculação do planejamento estratégico com as ações dos profissionais de RH pode ser observada quando esses profissionais realizam previsões de recrutamento e seleção com base nas análises interna e externa da organização.
Os serviços de recursos humanos (RH), que priorizam os aspectos formais das relações capital-trabalho, passaram a caracterizar a fase contábil legal da gestão de pessoas nas organizações.
A evolução da gestão de pessoas é marcada pela ampliação do escopo de atuação dos profissionais dessa área, principalmente no que se refere a questões estratégicas e organizacionais.
A técnica de análise interna de tendência de pessoal deve ser adotada quando o profissional de RH for analisar a porcentagem de pessoas que permanecem nos cargos ou o número de pessoas que foram promovidas, desligadas ou transferidas da organização.
Por ser o principal instrumento para a condição de um concurso público, o edital pode estabelecer exigências para investidura em cargo público.
A gestão por competências serve como ligação entre as condutas individuais e a estratégia da organização, o que permite agregar valor econômico e social aos indivíduos e às próprias organizações.
A avaliação de desempenho é o instrumento gerencial capaz de integrar diferentes níveis organizacionais e aprimorar a performance dos indivíduos, das equipes de trabalho e da organização como um todo.
O reconhecimento de uma competência pode ser feito a partir de um eixo x-y-z (tridimensional), no qual se destacam o conhecimento, a habilidade e o aprendizado.
Atualmente a investidura em cargos de confiança deve levar em consideração as competências específicas e as genéricas.
O estresse ocupacional crônico, também conhecido como burnout, tem como principal fonte as relações familiares.
Considere que um estudo tenha demonstrado que, apesar do alto nível de tensão a que estão expostos os policiais de uma determinada região, eles desfrutam de uma qualidade de vida elevada no trabalho. Nessa situação, a conclusão do estudo pode ser explicada pela importância social do trabalho dos policiais e pelo nível elevado de autonomia desses profissionais e demonstra ser possível propiciar boas condições de trabalho, mesmo em profissões consideradas de risco.
Os cinco estágios do desenvolvimento do grupo são: formação, tormenta, normalização, desempenho e interrupção. A tormenta é o estágio em que ocorrem os conflitos dentro do grupo, quando os membros aceitam a existência do grupo, mas se sentem desconfortáveis com os limites impostos à sua individualidade.
Pensamento grupal corresponde a uma das disfunções da tomada de decisão em grupo e decorre das pressões por conformidade dentro do grupo que impedem a avaliação crítica de soluções incomuns ou fora dos padrões estabelecidos.
A negação, que é a naturalização do sofrimento, e a racionalização, que consiste na eufemização da angústia e na busca de justificativas socialmente aceitas para a situação, são estratégias defensivas utilizadas para minimizar as condições geradoras de adoecimento e revelam-se como paliativas, por desconsiderarem as reais causas do sofrimento.