Questões de Concurso
Comentadas para engenheiro eletricista
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(Fonte: http://www.vgnoticias.eom.br/noticia.php?codigo=12789)
Na imagem acima, manifestantes apresentam faixas com os seguintes dizeres: "Não corte o coração do Brasil. Nós confiamos no Pres. Geisel" e "Mato Grosso inteiro chora: não queremos divisão!". Esta imagem é um testemunho de um momento importante na história recente do território matogrossense e se refere
(http://www.lbge.gov.br/home/presidencia/noticias/21052004biomashtml.shtml)
Com relação aos biomas brasileiros representados no mapa acima, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O Bioma Amazônia e o Bioma Pantanal ocupam, juntos, mais de metade do território brasileiro.
( ) O Bioma Pantanal é o de menor extensão territorial.
( ) O Bioma Cerrado constitui a maior superfície inundável interiorana do mundo.
As afirmativas são, respectivamente,
Analise o mapa a seguir.
Tratados de Limites
RESENDE, Maria Efigênia Lage: MORAES, Ana Maria.
Atlas Histórico do Brasil. Belo Horizonte: Vigília, 1987, p. 35 (Adaptado)
Assinale a alternativa que descreve corretamente a consolidação do território português na América, de acordo com os tratados assinalados no mapa acima.
Texto
Fora de foco
Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
O texto lido é, quanto ao gênero textual, classificado como
Texto
Fora de foco
Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
Pode‐se deduzir da leitura do texto que os que combatem as experiências com animais em laboratórios apoiam‐se, entre outros, no seguinte argumento:
As três imagens a seguir retratam obras de Mario Cravo Júnior, artista baiano que, em 2013, foi homenageado por seus 90 anos com uma exposição no Palacete das Artes (Salvador).
Figura 1
Cruz Latina
(Sta Cruz de Cabrália, 2000)
Figura 2
Fonte da Rampa do Mercado
Mercado
(Salvador, 1970)
Figura 3
Exu Mola de Jipe
(São Paulo, 1953)
As afirmativas a seguir apresentam características formais e poéticas presentes nas obras de Mario Cravo Júnior. Analise‐as.
I. As formas puras e despojadas são capazes de oferecer uma síntese visual do seu universo social e cultural.
II. A monumentalidade define a escala da obra em relação ao entorno urbanístico e lhe confere um sentido de grandeza.
III. A sensualidade geométrica das formas germinante, dos núcleos e óvulos indicam, poeticamente, vida e crescimento.
Assinale:
O saneamento básico é fundamental para elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e é uma das pré‐condições para evitar doenças causadas pelo contato ou ingestão de água contaminada.
Assinale a alternativa que indica as doenças relacionadas à ausência de saneamento básico.
Os dados da tabela a seguir permitem traçar um panorama do desempenho da economia mundial nos últimos anos.
Crescimento do PIB observado e projeções do FMI (em %)
Regiões |
2009 |
2010 |
2011 |
2012 (e) |
2013 (p) |
2014 (p) |
Mundo |
– 0,6 |
5,1 |
3,8 |
3,2 |
3,5 |
4,1 |
Países desenvolvidos |
– 3,6 |
3,0 |
1,6 |
1,3 |
1,4 |
2,2 |
Estados Unidos |
– 3,1 |
2,4 |
1,8 |
2,2 |
2,0 |
3,0 |
Área do Euro |
– 4,4 |
2,0 |
1,4 |
– 0,3 |
– 0,2 |
1,0 |
Reino Unido |
– 4,0 |
1,8 |
0,8 |
0,2 |
1,0 |
1,9 |
Japão |
– 5,5 |
4,5 |
– 0,8 |
2,0 |
1,2 |
0,7 |
Países emergentes em desenvolvimento |
2,7 |
7,4 |
6,2 |
5,1 |
5,5 |
5,9 |
Ásia |
7,0 |
9,5 |
7,8 |
6,6 |
7,1 |
7,5 |
China |
9,2 |
10,4 |
9,2 |
7,8 |
8,2 |
8,5 |
América Latina e Caribe |
– 1,5 |
6,2 |
4,5 |
3,0 |
3,6 |
3,9 |
Europa Central e Ocidental |
– 3,6 |
4,6 |
5,3 |
1,8 |
2,4 |
3,1 |
Comunidade de Estados Independentes |
– 6,4 |
4,8 |
4,9 |
3,6 |
3,8 |
4,1 |
Oriente Médio e Norte da África |
2,6 |
5,0 |
3,3 |
5,2 |
3,4 |
3,8 |
África Subsaariana |
2,6 |
5,3 |
5,1 |
4,8 |
5,8 |
5,7 |
Nota: e = estimativa; p = previsão)
(Fonte: FMI/Ipea/Dimac/Gecon.)
Com base na tabela,analise as afirmativas a seguir.
I. Em 2012, o desempenho da economia mundial foi marcado, em relaçãoao biênio 2010‐2011, por uma desaceleração homogênea entre os distintos grupos de países.
II. Em 2012, a economia europeia voltou a ser recessiva, e este mau desempenho foi acompanhado pelo menor crescimento dos BRICs.
III. A Europa voltou a viver os riscos de ruptura do euro a partir de 2012, atenuados por meio do suporte do Banco Central Europeu (BCE).
Assinale:
Os versos do poema reescritos assumem versão correta quanto à colocação pronominal em:
As expressões Antes que/Mas e se, em destaque no trecho da canção, indicam, respectivamente, no contexto, ideia de
De acordo com a canção,
Assinale a alternativa que reescreve corretamente, de acordo com a modalidade-padrão, a frase – O humor deve visar à crítica, não à graça e deve ser o oposto da chacota.
No trecho – E o que ele dizia sobre a risada ajuda a entender a acomodação de muitos humoristas contemporâneos. Porque, quando eles humilham aqueles julgados inferiores, que parece fácil espezinhar, não funcionam bem como humoristas. – as expressões em destaque, estão correta e respectivamente substituídas, por
Segundo o texto, corcundas magros e gordos, corcovas com cabeça de burro
De acordo com o texto, é correto afirmar que os humoristas contemporâneos
De acordo com o texto, o humorista Chico Anysio
Segundo a Resolução Normativa 414/2010 da ANEEL, a distribuidora deve restabelecer o fornecimento de energia elétrica em
Segundo a Resolução Normativa 414/2010 da ANEEL, a tensão de fornecimento para a unidade consumidora será secundária em rede aérea, quando a carga instalada na unidade consumidora for igual ou inferior a:
A sinalização de segurança, apresentada na NR 10, objetiva o atendimento, dentre outras, da seguinte situação:
De acordo com a NR 10, o trabalhador que atua em instalações elétricas será considerado legalmente habilitado quando