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Q2749941 Pedagogia
Sobre o Ensino Religioso, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelece que:
Alternativas
Q2749940 Legislação Federal

A legislação atual estabelece que a Base Nacional Comum Curricular define o que será ensinado nas escolas, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Em relação a essa última fase, os conteúdos estão organizados de acordo com as seguintes áreas de conhecimento, exceto:

Alternativas
Q2749938 Pedagogia
O texto atual da Lei nº 9.394/1996 estabelece que o ensino da arte é um componente curricular
Alternativas
Q2749936 Pedagogia

Considere os conceitos de planejamento no processo de organização das atividades administrativas e pedagógicas da educação e assinale a alternativa incorreta:

Alternativas
Q2749935 Pedagogia

Perrenoud desenvolveu estudos sobre a avaliação da aprendizagem e apresenta três ____________: a diagnóstica, _______________ e somativa.


Assinale a alternativa que contém os termos que completam corretamente as lacunas acima.

Alternativas
Q2749934 Pedagogia

As inovações no campo das metodologias de ensino têm se pautado no desenvolvimento e uso dos recursos tecnológicos. Essas inovações são conhecidas como Metodologias Ativas e um dos exemplos é a Aprendizagem Baseada em Problemas ou Problem Based Learning – PBL.


As alternativas seguintes apresentam outros exemplos de Metodologias Ativas, exceto a:

Alternativas
Q2749933 Pedagogia

Para José Carlos Libâneo, a avaliação da aprendizagem faz parte do processo de ensino e aprendizagem e deve ser objetiva de modo a comprovar os conhecimentos adquiridos pelos alunos. No ato de avaliar a aprendizagem, o professor pode fazer uso de instrumentos variados. As alternativas apresentam alguns exemplos de instrumentos e técnicas de avaliação, exceto:

Alternativas
Q2749932 Pedagogia

Sobre o ensino a distância no Ensino Fundamental, definido em Lei, analise as alternativas e assinale a que está correta.

Alternativas
Q2749931 Pedagogia

“Nas relações entre Filosofia e Educação só existem realmente duas opções: ou se pensa e se reflete sobre o que se faz e assim se realiza uma ação educativa consciente; ou não se reflete criticamente e se executa uma ação pedagógica a partir de uma concepção mais ou menos obscura e opaca existente na cultura vivida no dia a dia, e assim se realiza uma ação educativa com baixo nível de consciência”. p. 32. (LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. – Coleção Magistério 2º grau. Série Formação do Professor)


Considerando a reflexão do autor quanto à contribuição da Filosofia para a Educação, analise as seguintes afirmativas:


I. A visão filosófica da educação impacta diretamente na definição do currículo escolar.

II. Uma gestão democrática é resultado de reflexões filosóficas sobre o papel da escola.

III. O Projeto Pedagógico da escola deve conter o embasamento filosófico de suas ações.

IV. Questões de gestão administrativa e financeira de uma unidade escolar independe da visão filosófica da educação escolhida como referência na escola.


Após a análise dos itens acima, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2749922 Direito Administrativo

À luz da Lei Federal n° 12.527, de 18 de novembro de 2011 às próximas três questões.

Conforme o art. 15, no caso de indeferimento de acesso a informações ou às razões da negativa do acesso, poderá o interessado interpor recurso contra a decisão no prazo de:

Alternativas
Q2728524 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

“A espaços um ronco rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado, assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do jorro de uma goteira que transborda.” (linhas 4-7). A expressão sublinhada é classificada como:

Alternativas
Q2728523 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

Em “...ouvem-se raros passos apressados de transeuntes invisíveis na sombra” (linhas 3-4), o verbo ouvir está no plural para:

Alternativas
Q2728522 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

Em “Entre a zoada dos aguaceiros, que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de transeuntes invisíveis na sombra” (linhas 2-4), a oração sublinhada:

Alternativas
Q2728521 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

No trecho do conto de Domício da Gama, são características da predominância do tipo textual descritivo:

Alternativas
Q2728520 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

“Sentado a uma mesinha, em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado de galinha comemora a passagem de uma canja, está um homem que cisma sobre um jornal.” (linhas 12-15). Pode substituir a expressão sublinhada, sem alteração do sentido:

Alternativas
Q2728518 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

O conectivo sublinhado no período “Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a terminar o curso.” (linhas 11-13) pode ser substituído, sem alterar seu sentido, por:

Alternativas
Q2728517 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

Considerando os fragmentos “Foi um dos dez acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897, para completar o quadro de fundadores da Academia” (linhas 5-7) e “Seguiu para o estrangeiro em missões diplomáticas” (linhas 13-14), pode-se afirmar que, em cada ocorrência, a preposição “para” significa, respectivamente:

Alternativas
Q2728516 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

No trecho “... pretendeu representar o Brasil naquela conferência, propósito que suscitou divergências na imprensa brasileira” (linhas 29-31), a forma verbal “suscitou” pode ser substituída, sem alterar o sentido, por:

Alternativas
Q2728515 Português

Texto 1


DOMÍCIO DA GAMA


Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,

adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,

contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de

outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,

5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez

acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,

para completar o quadro de fundadores da Academia.

Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a

cadeira no 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de

10 1900, por Lúcio de Mendonça.

Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e

ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a

terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões

diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário

15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com

o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado

secretário da missão Rio Branco para a questão de

limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana

Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa

20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,

em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em

missão especial, em 1910, representou o Brasil no

centenário da independência da Argentina e nas festas

centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em

25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de

Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio

Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,

Domício, como ministro das Relações Exteriores,

pretendeu representar o Brasil naquela conferência,

30 propósito que suscitou divergências na imprensa

brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui

Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira

foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em

seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da

35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por

Azevedo Marques, seguindo como embaixador em

Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade

durante a Presidência Bernardes.

Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira

40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.

Domício da Gama era colaborador da Gazeta de

Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no

início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas

literárias.


Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.

Na biografia do maricaense, dentre os recursos coesivos apresentados a seguir, aquele que foi utilizado para manter o foco em “Domício da Gama” é:

Alternativas
Q2056173 Pedagogia
Coll e Monereo (2010) sinalizam as modificações das práticas sociais e das práticas educacionais pelo novo paradigma tecnológico, no qual estão incluídas as tecnologias de informação e comunicação (TIC).
Sobre o impacto educacional das TIC na sociedade atual, é incorreto afirmar:
Alternativas
Respostas
11881: B
11882: D
11883: A
11884: D
11885: D
11886: E
11887: B
11888: A
11889: C
11890: B
11891: D
11892: E
11893: C
11894: A
11895: B
11896: B
11897: D
11898: E
11899: B
11900: D