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Q1812456 Português
O sentido maior

   Quando eu era jovem, um padre dava aulas sobre Tomás de Aquino (1225-1274), doutor da igreja e teólogo global. O tema eram as cinco provas da existência de Deus. Após a exposição, o jesuíta contou, como arremate de uma boa aula, um caso sobre o doutor angélico. Disse que, após o italiano ter escrito coisas profundas e enormes sobre a divindade, teve um êxtase místico e, segundo a narrativa, uma compreensão de Deus além da Razão, além da Escolástica, além de Aristóteles e de toda a gramática possível de um cérebro humano. Ao sair da “divina possessão”, ele emudeceu e resistiu a continuar escrevendo sua já famosa obra. Motivo? Para ele, após o contato com Deus na forma direta que os místicos vivem, o que ele escrevera sob o rigor acadêmico e com base erudita, parecia- -lhe superficial, fraco, pífio, irrelevante e tão distante do que experimentara que ficou abatido. Bem, antes de partir precocemente do mundo, Tomás terminou ditando comentários ao Cântico dos Cânticos, o poema amoroso salomônico que possui dezenas de interpretações. Curioso que a última obra do grande intelectual católico seja sobre o amor.
   A história narrada traz uma questão que sempre me assombrou. Em todos os campos, inúmeras pessoas ao meu redor falam de uma densidade maior atrás do simples discurso ou do sentimento imediato. Sim, você pode ler os mais refinados teólogos, porém, sempre serão pálida sombra do objeto sagrado em si. O mesmo valeria para as emoções humanas como o amor. Romeu indica várias vezes a Julieta (e é correspondido) que as palavras são irrelevantes, que o que eles sentem está além da expressão delas. Já vi discursos semelhantes sobre arte e até sexo. Haveria uma densidade, uma complexidade, algo tão imenso que tudo o que eu possa expressar seria incompleto.
   Sempre desconfiei um pouco da afirmação sobre a densidade extraordinária que tornaria as coisas indizíveis. Por vezes acho que devo ter uma capacidade melhor de expressão ou uma capacidade menor de sentir. Um dos itens explica o fato de eu achar que as coisas são no limite do que consigo expressar e que não possuem uma película que esconde o “mais além” de uma metafísica absoluta.
   A leitura de boas obras sempre me pareceu muito prazerosa, muito, exatamente porque as ideias, a estética da escrita, o encadeamento de personagens ou de fatos e as soluções dos bons autores me seduzem. Uma taça boa de vinho ou uma noite amorosa são extraordinárias pelo que são em si, pelo prazer ali contido, pelas papilas gustativas agraciadas, pelos hormônios atiçados, pelos disparos de adrenalina e outras coisas. Não perco a consciência, não letivo, não transfiguro, não tenho êxtase: apenas gosto e sinto o motivo de eu gostar, alguns surpreendentes. Seria bom em descrever ou ruim em sentir de forma mais densa? Faltaria metafísica ou abundaria consciência? A descrição que alguns fazem de suas experiências sempre me pareceu fascinante e sedutora e profundamente distante do plano no qual eu sinto. Idiossincrasia? Couraça racional? Seria lucidez ou secura? Nunca saberei de fato, mas o vinho sempre pareceu bom, o texto fascinante, o sexo envolvente, o afeto belo, a boa música avassaladora e a paisagem produtora de paz interna. Já chorei de alegria diante de experiências lindas como um quadro que eu desejava conhecer ou quando desci ao Grand Canyon nos Estados Unidos. Eram lágrimas provocadas pela emoção de beleza, uma invasão positiva de muitos bons sentimentos que antigas expectativas estimularam. Era emoção, não transcendência que me derrubasse ao solo impactado pelo eterno. Vários filósofos chamaram isso de maravilhar-se, uma suspensão momentânea da racionalidade junto de incapacidade de narrar o experienciado. Mas, passado alguns instantes, recuperamos a lógica narrativa. Eu estava feliz porque era bom estar ali, porque eu desejara estar ali, porque eu me preparara para estar ali e porque, enfim estando, se fechava um ciclo de ansiedade desejo-prazer produzindo o momento único e... lacrimoso. Foi muito bom, excelente até, todavia foi aquilo e eu posso descrever o início, o meio e o fim daquele instante. Por vezes lembro-me da experiência de um “banho xamânico” em Oaxaca, no México. A guia da experiência dizia que aspirássemos as plantas naquela sauna e que imaginássemos a luz lilás sobre nós. Aluno fiel, eu aspirava a planta acre que ela jogara às brasas e imaginava a luz lilás. Ao final de meia hora de exercício imaginativo, ela me perguntou o que eu tinha sentido e eu disse: “Um cheiro forte dessa planta”. Ela insistia: “E?”. “Só”, eu respondia à desolada senhora. Eu sentira o cheiro e imaginara a luz. Foi minha experiência xamânica. Na verdade, é minha experiência de vida. As coisas são no limite do que existem, sem energias ou algo muito mais denso escondido pelo véu do discurso. Onde alguns descrevem alguém de “energia pesada”, eu vejo um chato agressivo. Não há uma “aura”, apenas frases desagradáveis ou reclamações incessantes. Onde identificam “vampiros de energia” eu vejo alguém irritante. Seria a mesma coisa? Volto ao que eu sinto (sem fazer disso uma definição de valor universal): as coisas são no limite do que existem. Dou a elas sentido, simbolismo, signos aleatórios e que dependem da minha imaginação, sem “energia”. Essa é imensa solidão da consciência, ou, ao menos, da minha consciência. Uma boa semana para todos.

(KARNAL, Leandro. Sentido maior. O Estado de São Paulo, São Paulo,
19/01/2020. Caderno 2, p. C2.)
Em todos os campos, inúmeras pessoas ao meu redor falam de uma densidade maior atrás do simples discurso ou do sentimento imediato.” (2º§) Nesse trecho, a vírgula:
Alternativas
Q1812453 Português
O sentido maior

   Quando eu era jovem, um padre dava aulas sobre Tomás de Aquino (1225-1274), doutor da igreja e teólogo global. O tema eram as cinco provas da existência de Deus. Após a exposição, o jesuíta contou, como arremate de uma boa aula, um caso sobre o doutor angélico. Disse que, após o italiano ter escrito coisas profundas e enormes sobre a divindade, teve um êxtase místico e, segundo a narrativa, uma compreensão de Deus além da Razão, além da Escolástica, além de Aristóteles e de toda a gramática possível de um cérebro humano. Ao sair da “divina possessão”, ele emudeceu e resistiu a continuar escrevendo sua já famosa obra. Motivo? Para ele, após o contato com Deus na forma direta que os místicos vivem, o que ele escrevera sob o rigor acadêmico e com base erudita, parecia- -lhe superficial, fraco, pífio, irrelevante e tão distante do que experimentara que ficou abatido. Bem, antes de partir precocemente do mundo, Tomás terminou ditando comentários ao Cântico dos Cânticos, o poema amoroso salomônico que possui dezenas de interpretações. Curioso que a última obra do grande intelectual católico seja sobre o amor.
   A história narrada traz uma questão que sempre me assombrou. Em todos os campos, inúmeras pessoas ao meu redor falam de uma densidade maior atrás do simples discurso ou do sentimento imediato. Sim, você pode ler os mais refinados teólogos, porém, sempre serão pálida sombra do objeto sagrado em si. O mesmo valeria para as emoções humanas como o amor. Romeu indica várias vezes a Julieta (e é correspondido) que as palavras são irrelevantes, que o que eles sentem está além da expressão delas. Já vi discursos semelhantes sobre arte e até sexo. Haveria uma densidade, uma complexidade, algo tão imenso que tudo o que eu possa expressar seria incompleto.
   Sempre desconfiei um pouco da afirmação sobre a densidade extraordinária que tornaria as coisas indizíveis. Por vezes acho que devo ter uma capacidade melhor de expressão ou uma capacidade menor de sentir. Um dos itens explica o fato de eu achar que as coisas são no limite do que consigo expressar e que não possuem uma película que esconde o “mais além” de uma metafísica absoluta.
   A leitura de boas obras sempre me pareceu muito prazerosa, muito, exatamente porque as ideias, a estética da escrita, o encadeamento de personagens ou de fatos e as soluções dos bons autores me seduzem. Uma taça boa de vinho ou uma noite amorosa são extraordinárias pelo que são em si, pelo prazer ali contido, pelas papilas gustativas agraciadas, pelos hormônios atiçados, pelos disparos de adrenalina e outras coisas. Não perco a consciência, não letivo, não transfiguro, não tenho êxtase: apenas gosto e sinto o motivo de eu gostar, alguns surpreendentes. Seria bom em descrever ou ruim em sentir de forma mais densa? Faltaria metafísica ou abundaria consciência? A descrição que alguns fazem de suas experiências sempre me pareceu fascinante e sedutora e profundamente distante do plano no qual eu sinto. Idiossincrasia? Couraça racional? Seria lucidez ou secura? Nunca saberei de fato, mas o vinho sempre pareceu bom, o texto fascinante, o sexo envolvente, o afeto belo, a boa música avassaladora e a paisagem produtora de paz interna. Já chorei de alegria diante de experiências lindas como um quadro que eu desejava conhecer ou quando desci ao Grand Canyon nos Estados Unidos. Eram lágrimas provocadas pela emoção de beleza, uma invasão positiva de muitos bons sentimentos que antigas expectativas estimularam. Era emoção, não transcendência que me derrubasse ao solo impactado pelo eterno. Vários filósofos chamaram isso de maravilhar-se, uma suspensão momentânea da racionalidade junto de incapacidade de narrar o experienciado. Mas, passado alguns instantes, recuperamos a lógica narrativa. Eu estava feliz porque era bom estar ali, porque eu desejara estar ali, porque eu me preparara para estar ali e porque, enfim estando, se fechava um ciclo de ansiedade desejo-prazer produzindo o momento único e... lacrimoso. Foi muito bom, excelente até, todavia foi aquilo e eu posso descrever o início, o meio e o fim daquele instante. Por vezes lembro-me da experiência de um “banho xamânico” em Oaxaca, no México. A guia da experiência dizia que aspirássemos as plantas naquela sauna e que imaginássemos a luz lilás sobre nós. Aluno fiel, eu aspirava a planta acre que ela jogara às brasas e imaginava a luz lilás. Ao final de meia hora de exercício imaginativo, ela me perguntou o que eu tinha sentido e eu disse: “Um cheiro forte dessa planta”. Ela insistia: “E?”. “Só”, eu respondia à desolada senhora. Eu sentira o cheiro e imaginara a luz. Foi minha experiência xamânica. Na verdade, é minha experiência de vida. As coisas são no limite do que existem, sem energias ou algo muito mais denso escondido pelo véu do discurso. Onde alguns descrevem alguém de “energia pesada”, eu vejo um chato agressivo. Não há uma “aura”, apenas frases desagradáveis ou reclamações incessantes. Onde identificam “vampiros de energia” eu vejo alguém irritante. Seria a mesma coisa? Volto ao que eu sinto (sem fazer disso uma definição de valor universal): as coisas são no limite do que existem. Dou a elas sentido, simbolismo, signos aleatórios e que dependem da minha imaginação, sem “energia”. Essa é imensa solidão da consciência, ou, ao menos, da minha consciência. Uma boa semana para todos.

(KARNAL, Leandro. Sentido maior. O Estado de São Paulo, São Paulo,
19/01/2020. Caderno 2, p. C2.)
Os teóricos da linguagem que defendem a descrição como um tipo textual argumentam que a presença constante de uma determinada classe de palavras caracteriza esse tipo de texto, diferenciando-o de outros tipos, como a narração e a exposição, por exemplo. Assinale a alternativa que melhor exemplifica essa afirmação.
Alternativas
Q1810347 Pedagogia

Observe a seguinte situação: A diretora da escola ABC propôs reestruturar o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola, porém existe um grande desafio: mobilizar a comunidade escolar para participar desse processo, uma vez que se encontra bastante distante da instituição escolar. Com base nessa situação, analise as afirmações abaixo em relação às estratégicas que a equipe gestora pode utilizar na mobilização da comunidade escolar para a participação no processo de reestruturação do PPP.


1. Escutar a comunidade; chamar todos os segmentos para reuniões com pauta antecipada, as quais devem ser realizadas em diferentes horários e dias, para que todos possam participar e, a partir das demandas levantadas, elaborar um diagnóstico das situações que servirão de subsídios para a reestruturação do PPP.

2. A comunidade escolar deve ser informada e conscientizada de que o PPP é o principal documento norteador das ações da escola e para que ele tenha legitimidade, considerando o princípio da gestão democrática, deverá ser reelaborado com a participação de todos.

3. É importante estabelecer um compromisso junto à comunidade onde cada segmento possa pactuar as suas responsabilidades.

4. A equipe gestora – parceira nessa ação – deve estabelecer prazos para dar retorno à comunidade, demonstrando que a participação de todos na reestruturação do documento é de grande importância, pois, ao ser construído coletivamente, permite que os diversos sujeitos expressem suas concepções (de sociedade, de escola, de aprendizagem, de avaliação) e seus pontos de vista sobre o cotidiano escolar.


O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:

Alternativas
Q1810346 Pedagogia

Segundo Fava, em relação à Educação 3.0, a escola atual deve:


I. Mudar o foco do ensino para a aprendizagem e desenvolvimento do estudante.

II. Valorizar o conhecimento do professor, detentor do conteúdo.

III. Romper com o ensino fragmentado e compartimentalizado, implementando o ensino por meio da construção de projetos.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1810345 Pedagogia

Na sala de aula invertida, o foco principal é no aluno. Sendo assim, é possível considerar inclusive as preferências da nova geração e propor que o primeiro contato com o conteúdo, estudado previamente à distância, seja feito por meio do uso de materiais digitais, como: videoaulas, games, podcasts, pesquisas, textos, fóruns etc. Com base nessa informação, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto aos benefícios que essa metodologia pode trazer aos alunos.


( ) Desenvolvimento de habilidades como autonomia, capacidade na resolução de problemas, senso crítico, colaboração e criatividade.

( ) Protagonismo do aluno, pois, ao estudar previamente o tema proposto, o aluno se organiza melhor, controla seu tempo e tem autonomia para seguir seu ritmo e escolher o formato que julga ter mais facilidade para assimilar o conteúdo proposto.

( ) Otimização de tempo, pois como os alunos já tiveram um contato prévio com o conteúdo antes da aula, surgem menos dúvidas e há a possibilidade de se trabalhar o conteúdo com mais rapidez e profundidade.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1810344 Pedagogia
Sobre a inclusão escolar, de acordo com Mittler, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1810343 Pedagogia
Segundo Vasconcellos, deve-se avaliar para mudar o que tem que ser mudado. A avaliação deve ter efeito prático, ou seja, é INCORRETO afirmar que o professor deverá:
Alternativas
Q1810342 Pedagogia

De acordo com Fava, no contexto tecnológico atual, nas circunstâncias e exigências do mercado, qualquer sistema acadêmico, para ser eficaz, deve ter foco no desenvolvimento de competências e habilidades voltadas para a empregabilidade em um mercado de trabalho no qual se exige capacidade reflexiva sobre as próprias necessidades de formação continuada, iniciativa na busca de soluções para questões percebidas, hierarquia horizontalizada, flexibilidade para o trabalho em equipes multidisciplinares. Considerando uma geração de valor que atinja todos os interessados no sistema de ensino, analise as assertivas abaixo em relação ao que a proposta estabelece:


I. Mudar o foco no ensino para o foco no aprendizado e no desenvolvimento do estudante.

I. Preparar o estudante para uma profissão, com bases sólidas para atuar em diferentes campos e setores profissionais.

III. Desenvolver o processo de ensino-aprendizagem utilizando tecnologia de informação atualizada, de modo a oferecer serviços diferenciados, que favorecerão a integralização e o desenvolvimento das competências projetadas.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1810341 Pedagogia
Na educação, temos diversos tipos de planejamento. Nesse sentido, o planejamento que consiste em estabelecer os componentes curriculares que irão fazer parte do curso chama-se:
Alternativas
Q1810340 Pedagogia

Construir um ambiente de aprendizagem de qualidade é um dos grandes desafios enfrentados no Brasil, em especial pelos professores que atuam em escolas públicas e se deparam, cotidianamente, com situações de desvalorização profissional, violência e falta de recursos. Nesse cenário, fica cada vez mais difícil manter o educando envolvido e interessado na escola. Com base nessas informações, analise as assertivas abaixo e assinale C, se correto, ou I, se incorreto, sobre o que se refere aos desafios que o professor da educação pública enfrenta.


( ) Pouca articulação entre escola e família.

( ) Excesso de alunos por turma.

( ) Currículos e métodos desatualizados.

( ) Estrutura física inadequada.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1810339 Pedagogia
Segundo Moran e Bacich, as metodologias ativas têm sido implementadas por meio de diversas estratégias. Nesse sentido, assinale a alternativa que NÃO corresponde a essas estratégias.
Alternativas
Q1810338 Pedagogia

Os avanços tecnológicos farão parte da educação; as plataformas online serão lugares de encontros dos alunos com professores e pais, e o professor passará a ser um mediador do processo de aprendizagem do aluno. Nesse sentido, é preciso que o professor esteja aberto a introduzir esses processos de mudança em suas aulas. Com base nessas informações, analise as assertivas abaixo, verificando se correspondem a esses processos de mudança, e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Introduzir a tecnologia em sala de aula, deixando seus alunos serem protagonistas e aprenderem de forma autônoma.

( ) Estar em constante atualização, pois o futuro apresentará muitas oportunidades para os professores que continuarem estudando.

( ) Mudar a forma de avaliar o aluno, porque a prova, no formato de perguntas e respostas, está sendo cada vez mais ineficaz para o aprendizado do aluno. O melhor método será avaliá-lo na prática.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1810337 Pedagogia

De acordo com a LDBEN, a formação dos profissionais da educação, de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos:


I. A associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados em qualquer área do conhecimento que tenha como foco principal o atendimento ao público.

II. A presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho.

III. O aproveitamento da formação e experiências anteriores, em instituições de ensino e em outras atividades.


Quais estão corretos?

Alternativas
Q1810336 Pedagogia
Assinale a alternativa INCORRETA quanto às modalidades de ensino da Educação Básica, segundo a LDBEN.
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Q1810335 Pedagogia

Sobre a Organização da Educação Nacional, analise as seguintes incumbências:


• Exercer ação redistributiva em relação às suas escolas.

• Baixar normas complementares para o seu sistema de ensino.

• Assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal.

• Oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino.


As incumbências descritas acima são de responsabilidade:

Alternativas
Q1810334 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Juliana, professora do nono ano, está preocupada com uma aluna que não frequenta a sua aula há mais de 20 dias. Sobre as providências que devem ser tomadas, assinale a alternativa correta, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.
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Q1810333 Pedagogia

Sobre o Plano Nacional de Educação (PNE), analise as seguintes perguntas:


1. Qual a sua vigência?

2. A execução do PNE e o cumprimento de suas metas serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas, realizado por qual instância?

3. Qual a diretriz do PNE?

4. Que instituição constituirá fonte de informação para a avaliação da qualidade da educação básica e para a orientação das políticas públicas desse nível de ensino?


Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.

Alternativas
Q1810332 Direitos Humanos

De acordo com o PNEDH, a educação em direitos humanos deve ser promovida nas seguintes dimensões:


I. Conhecimentos e habilidades: compreender os direitos humanos e os mecanismos existentes para a sua proteção, assim como incentivar o exercício de habilidades na vida cotidiana.

II. Valores, atitudes e comportamentos: desenvolver valores e fortalecer atitudes e comportamentos que respeitem os direitos humanos.

III. Ações: desencadear atividades para a promoção, defesa e reparação das violações aos direitos humanos.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1810331 Direitos Humanos

Assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto aos objetivos do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH).


( ) Destacar o papel estratégico da educação em direitos humanos para o fortalecimento do Estado Democrático de Direito.

( ) Incentivar a criação e o fortalecimento de instituições e organizações nacionais e internacionais, na perspectiva da educação em direitos humanos.

( ) Encorajar o desenvolvimento de ações de educação em direitos humanos pelo poder público e a sociedade civil por meio de ações conjuntas.

( ) Estimular a reflexão, o estudo e a pesquisa voltados para a educação em direitos humanos.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1810330 Legislação Estadual

De acordo com o Plano de Carreira do Magistério, o que é Cedência?

Alternativas
Respostas
12241: D
12242: D
12243: E
12244: D
12245: C
12246: B
12247: A
12248: E
12249: C
12250: C
12251: B
12252: A
12253: E
12254: D
12255: C
12256: B
12257: A
12258: E
12259: D
12260: C