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TEXTO 2
Como incentivar o gosto pela leitura, transformando-a em um hábito e não em uma obrigação?
Fazer a criança e o jovem tomar gosto pela leitura é um dos desafios dos educadores e pais do século XXI. Na escola, o trabalho com a leitura se inicia na Educação Infantil como forma de despertar o interesse das crianças pelos livros e estimular a imaginação. Esse processo tem continuidade nas séries subsequentes com foco na amplitude dos conhecimentos e no senso crítico.
Segundo a autora Délia Lerner, em seu livro “Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário”, um dos maiores desafios das instituições escolares é desenvolver praticantes da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que possam decifrar o sistema de escrita. Para a autora, é fundamental que a escola forme leitores críticos, capazes de ler entrelinhas e assumir uma posição própria frente à mantida, explícita ou implicitamente, pelos autores dos textos com os quais interagem.
Fonte: Adaptado de: <http://www.marupiara.com.br/como-incentivar-o-gosto-pela-leitura-transformando-a-em-um-habito-e-nao-em-uma-obrigacao/>
I. Pare de fazer essa bagunça aqui na sala.
II. Que pôr do sol mais lindo!
III. A água é um bom condutor de eletricidade no estado líquido.
IV. Espero que todos passem na avaliação final.
V. Quer casar comigo?

Fonte:
( ) Em “Doía quase que nem saudade!”, há um exemplo de símile.
( ) Em “[...] ele passava mercúrio no machucado!”, há um exemplo de catacrese.
( ) Em “Ele disse que mertiolate ardia muito”, há um exemplo de metonímia.
( ) Em “Quando o pai era pequeno [...]”, há exemplo de antonomásia.
Tanto na escrita quanto na compreensão de um texto, coerência e coesão são imprescindíveis.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) quanto aos conceitos de coerência e coesão.
( ) A coesão textual está ligada à significação do texto.
( ) A não contradição é um dos princípios básicos da coerência textual.
( ) Reiterações e referências são exemplos de coesão textual.
( ) Os mecanismos linguísticos que permitem uma sequência lógico-semântica entre as partes de um texto estão ligados à corência textual.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Relacione as colunas 1 e 2 abaixo em relação às diferentes concepções de gramática.
Coluna 1 Concepções
1. Concepção Normativa
2. Concepção Descritiva
3. Concepção Internalizada
Coluna 2 Descrições
( ) A gramática é um conjunto de regras que devem ser seguidas por quem deseja falar e escrever bem.
( ) A gramática é um conjunto de regras que é concomitantemente internalizado e dominado por seus usuários.
( ) A gramática tem como principal papel descrever a forma e o funcionamento da língua.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Analise a frase abaixo.
Já ................ anos, ......................... neste município fauna e flora abundantes. Atualmente só ........................ animais de pequeno porte e poucas árvores.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Analise a concordância das frases abaixo, de acordo com a norma culta.
1. Catarina estuda a língua inglesa e a francesa.
2. Catarina estuda as línguas inglesa e francesa.
3. Até nós mesmo experimentamos.
4. Ando meio esquecida do lado lúdico da vida.
Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.
Relacione as colunas 1 e 2 abaixo:
Coluna 1 Gêneros textuais
1. Texto Narrativo
2. Texto Descritivo
3. Texto Dissertativo
4. Texto Injuntivo
Coluna 2 Descrições
( ) Texto que deve instruir o leitor acerca de um procedimento. Um manual de instruções é um bom exemplo.
( ) Este tipo de texto leva o leitor a criar uma imagem mental do objeto ou ser relatado.
( ) Texto que traz sequência de ações reais ou imaginárias.
( ) Texto que visa persuadir o leitor a concordar com a tese defendida.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Leia o texto abaixo com atenção.
O criador da camisa “canarinho”
A história de como a primeira versão do uniforme da Seleção Brasileira de Futebol foi definitivamente aposentada é conhecida: branca, com detalhes em azul, a camisa não foi nem para o banco, por assim dizer, depois da derrota do Brasil, por 2 a 1, para o Uruguai, em pleno Maracanã, no jogo final da Copa de 1950. Do que pouco se fala é a maneira como o novo visual do time acabou sendo adotado. Disposta a apagar de vez a lembrança daquela traumática partida, a Confederação Brasileira de Desportos – a CBD, mais tarde renomeada como CBF – decidiu repaginar o figurino do selecionado, com vistas ao Mundial da Suíça (1954). Em parceria com o jornal carioca Correio da Manhã, a entidade lançou em 1953 um concurso para a escolha do novo layout da equipe.
Gaúcho de Jaguarão, o caricaturista Aldyr Garcia
Schlee, então com 19 anos, enviou para o diário um
desenho em tinta guache de um jogador vestindo
uma camisa amarela, com gola e mangas pintadas
de verde-bandeira, calção azul com listras brancas
nas laterais e meião branco com faixas em verde e
amarelo. Schlee concorreu com 300 propostas – e
soube que havia vencido ao ver seu croqui publicado no Correio de 15 de dezembro de 1953. “Fiquei
louco”, contava ele. Professor de direito e premiado
jornalista, estreou na ficção na década de 80. Publicou
uma dúzia de bons livros, mas sua notoriedade esteve
sempre associada ao uniforme que criou – e que deu à
seleção o apelido de “Canarinho”.
In REVISTA VEJA. Editora Abril, São Paulo, edição 2610, ano 51, n 48,
28 nov. 2018. Adaptado.
Leia o texto abaixo com atenção.
O criador da camisa “canarinho”
A história de como a primeira versão do uniforme da Seleção Brasileira de Futebol foi definitivamente aposentada é conhecida: branca, com detalhes em azul, a camisa não foi nem para o banco, por assim dizer, depois da derrota do Brasil, por 2 a 1, para o Uruguai, em pleno Maracanã, no jogo final da Copa de 1950. Do que pouco se fala é a maneira como o novo visual do time acabou sendo adotado. Disposta a apagar de vez a lembrança daquela traumática partida, a Confederação Brasileira de Desportos – a CBD, mais tarde renomeada como CBF – decidiu repaginar o figurino do selecionado, com vistas ao Mundial da Suíça (1954). Em parceria com o jornal carioca Correio da Manhã, a entidade lançou em 1953 um concurso para a escolha do novo layout da equipe.
Gaúcho de Jaguarão, o caricaturista Aldyr Garcia
Schlee, então com 19 anos, enviou para o diário um
desenho em tinta guache de um jogador vestindo
uma camisa amarela, com gola e mangas pintadas
de verde-bandeira, calção azul com listras brancas
nas laterais e meião branco com faixas em verde e
amarelo. Schlee concorreu com 300 propostas – e
soube que havia vencido ao ver seu croqui publicado no Correio de 15 de dezembro de 1953. “Fiquei
louco”, contava ele. Professor de direito e premiado
jornalista, estreou na ficção na década de 80. Publicou
uma dúzia de bons livros, mas sua notoriedade esteve
sempre associada ao uniforme que criou – e que deu à
seleção o apelido de “Canarinho”.
In REVISTA VEJA. Editora Abril, São Paulo, edição 2610, ano 51, n 48,
28 nov. 2018. Adaptado.
Leia o texto abaixo com atenção.
O criador da camisa “canarinho”
A história de como a primeira versão do uniforme da Seleção Brasileira de Futebol foi definitivamente aposentada é conhecida: branca, com detalhes em azul, a camisa não foi nem para o banco, por assim dizer, depois da derrota do Brasil, por 2 a 1, para o Uruguai, em pleno Maracanã, no jogo final da Copa de 1950. Do que pouco se fala é a maneira como o novo visual do time acabou sendo adotado. Disposta a apagar de vez a lembrança daquela traumática partida, a Confederação Brasileira de Desportos – a CBD, mais tarde renomeada como CBF – decidiu repaginar o figurino do selecionado, com vistas ao Mundial da Suíça (1954). Em parceria com o jornal carioca Correio da Manhã, a entidade lançou em 1953 um concurso para a escolha do novo layout da equipe.
Gaúcho de Jaguarão, o caricaturista Aldyr Garcia
Schlee, então com 19 anos, enviou para o diário um
desenho em tinta guache de um jogador vestindo
uma camisa amarela, com gola e mangas pintadas
de verde-bandeira, calção azul com listras brancas
nas laterais e meião branco com faixas em verde e
amarelo. Schlee concorreu com 300 propostas – e
soube que havia vencido ao ver seu croqui publicado no Correio de 15 de dezembro de 1953. “Fiquei
louco”, contava ele. Professor de direito e premiado
jornalista, estreou na ficção na década de 80. Publicou
uma dúzia de bons livros, mas sua notoriedade esteve
sempre associada ao uniforme que criou – e que deu à
seleção o apelido de “Canarinho”.
In REVISTA VEJA. Editora Abril, São Paulo, edição 2610, ano 51, n 48,
28 nov. 2018. Adaptado.
A formação cultural da criança está em primeiro plano relacionada ao seu convívio familiar e secundariamente a sua formação educacional. É na educação infantil que a criança começa a criar a base fundamental para seu desenvolvimento. Analise as assertivas abaixo sobre o tema mencionado, e assinale a opção CORRETA.
I – É no ambiente escolar que a criança deve ser observada por profissionais gabaritados, os quais poderão detectar possíveis dificuldades para que possam ser trabalhadas a tempo e não virem a ser um problema em suas futuras aprendizagens.
II – As práticas de educação e cuidados voltadas à criança pequena se destinam a possibilitar a ela a integração entre os aspetos físicos, emocionais, afetivos, cognitivos e sociais.
III – A identificação precoce das necessidades individuais abre portas para o desenvolvimento das potencialidades da criança de uma forma mais ampla.
Segundo Vygotsky existem três momentos importantes da aprendizagem da criança.
( 1 ) Zona de desenvolvimento potencial.
( 2 ) Zona de desenvolvimento real.
( 3 ) Zona de desenvolvimento proximal.
( ) Tudo que a criança realiza com o apoio de outras pessoas.
( ) Tudo que a criança ainda não domina, mas que se espera que ela seja capaz de realizar.
( ) Tudo que a criança já é capaz de realizar sozinha.
A ordem CORRETA está inserida na alternativa:
Tanto a Didática como a Metodologia estudam os métodos de ensino, no entanto, o que as diferem são os pontos de vista que cada um possibilita. Analise as afirmativas e marque a opção CORRETA.
( ) A metodologia estuda os métodos de ensino, classificando-os e descrevendo-os com juízo de valor.
( ) A didática faz um julgamento ou uma crítica do valor dos métodos de ensino.
( ) Podemos ser metodológicos sem sermos didáticos.
( ) Metodologia é o “para que este ensino será utilizado” e Didática é “como o ensino será aplicado”.