Questões de Concurso
Comentadas para professor - língua portuguesa
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Os resultados do Pisa confirmam que o acesso 'a capital cultural', como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que:
A entidade organizadora do exame 'identificou' que estudantes de 15 anos que 'tinham' o hábito de 'lerem' livros em papel fizeram 49 pontos.
Os verbos destacados encontram-se conjugados, respectivamente, no:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão:
Cientistas defendem livros didáticos em papel
Dá para renunciar a livros físicos e estudar somente pelas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.
Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil.
Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.
Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.
No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram, em média, 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação aos jovens que raramente ou nunca liam livros. Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.
Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também demonstraram mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. "Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE. A leitura digital tem vantagens importantes, como a busca rápida por fontes de informação e checagem de dados. Mas uma preocupação dos cientistas é que, nas telas, nossa leitura é mais superficial do que no papel, ou seja, "passamos os olhos" em vez de ler de verdade.
"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão do quanto as pessoas se lembram do que leem, ela é sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC News Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington.
O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, geralmente ditado pelo ritmo das redes sociais e da multitarefa, agrega Baron. "Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí, seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não ficará checando o seu telefone, você foca mais."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Adaptado.
Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica.
Morfologicamente, na expressão:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão:
Cientistas defendem livros didáticos em papel
Dá para renunciar a livros físicos e estudar somente pelas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.
Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil.
Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.
Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.
No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram, em média, 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação aos jovens que raramente ou nunca liam livros. Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.
Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também demonstraram mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. "Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE. A leitura digital tem vantagens importantes, como a busca rápida por fontes de informação e checagem de dados. Mas uma preocupação dos cientistas é que, nas telas, nossa leitura é mais superficial do que no papel, ou seja, "passamos os olhos" em vez de ler de verdade.
"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão do quanto as pessoas se lembram do que leem, ela é sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC News Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington.
O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, geralmente ditado pelo ritmo das redes sociais e da multitarefa, agrega Baron. "Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí, seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não ficará checando o seu telefone, você foca mais."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Adaptado.
Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.
Sintaticamente, é correto afirmar que o(a):
O texto seguinte servirá de base para responder à questão:
Cientistas defendem livros didáticos em papel
Dá para renunciar a livros físicos e estudar somente pelas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.
Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil.
Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.
Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.
No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram, em média, 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação aos jovens que raramente ou nunca liam livros. Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.
Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também demonstraram mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. "Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE. A leitura digital tem vantagens importantes, como a busca rápida por fontes de informação e checagem de dados. Mas uma preocupação dos cientistas é que, nas telas, nossa leitura é mais superficial do que no papel, ou seja, "passamos os olhos" em vez de ler de verdade.
"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão do quanto as pessoas se lembram do que leem, ela é sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC News Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington.
O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, geralmente ditado pelo ritmo das redes sociais e da multitarefa, agrega Baron. "Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí, seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não ficará checando o seu telefone, você foca mais."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Adaptado.
Ao mesmo tempo, há pesquisadores 'que' lamentam 'que' questões igualmente importantes foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.
Os vocábulos destacados na frase são, respectivamente:
A educação inclusiva é uma inovação que implica esforço de modernizar e reestruturar a natureza da maioria de nossas escolas. Sobre como fazer a inclusão escolar, analisar os itens abaixo:
I. Reforçar o modelo educativo escolar, fazendo com que todos se moldem ao formato já existente.
II. Reorganizar pedagogicamente as escolas, abrindo espaço para que a cooperação, o diálogo e o espírito crítico sejam exercitados em sala de aula.
III. Nutrir uma baixa expectativa em relação à capacidade de progredir dos alunos.
Está(ão) CORRETO(S):
Em relação à educação escolar, analisar as sentenças abaixo:
A instituição escolar precisa desenvolver programas que, reconhecendo as diferenças e respeitando-as, promovam a igualdade de oportunidades para todos, o que se traduz pela oferta de escola de qualidade (1ª parte). A educação escolar deve ajudar professor e alunos a compreenderem que a diferença entre pessoas, povos e nações é saudável e enriquecedora; que é preciso valorizá-la para garantir a democracia (2ª parte). A presença dos estereótipos nos materiais pedagógicos veiculados nas escolas promove a inclusão e a valorização do outro, incentivando sentimentos de pertencimento e de aceitação entre os grupos estigmatizados (3ª parte).
A sentença está:
Em conformidade com a Lei nº 13.146/2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência, a pessoa com deficiência:
I. Não está obrigada à fruição de benefícios decorrentes de ação afirmativa.
II. Não poderá constituir família, sendo obrigatória a esterilização compulsória.
III. Não poderá ser obrigada a se submeter à intervenção clínica ou cirúrgica, a tratamento ou à institucionalização forçada.
Está(ão) CORRETO(S):
Em conformidade com a Lei Orgânica Municipal, o Processo Legislativo compreende a elaboração de, EXCETO:
De acordo com a Lei Orgânica Municipal, compete aos Secretários Municipais, além de outras atribuições, EXCETO:
I. Exercer orientação, coordenação e supervisão dos órgãos e entidades da administração municipal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Prefeito.
II. Assinar com o Prefeito os atos de sua Secretaria.
III. Prover os Cargos Públicos Municipais e propor sua extinção, praticar os atos administrativos referentes aos servidores públicos municipais, salvo os de competência da Câmara.
Está(ão) CORRETO(S):
Sobre o direito de resposta, assegurado pelo Inciso V do Artigo 5º da Constituição Federal, analisar os itens abaixo:
I. Afasta o direito à indenização por dano moral ou à imagem.
II. Não se sustenta se houver retratação do autor.
III. Deve ser proporcional ao agravo.
Está(ão) CORRETO(S):
Considere o conjunto S = {2, 4, 6, 8, 10, A, B, C, D, F}. Qual a probabilidade de selecionar, ao acaso, um elemento de S e ele ser um número primo?
A assistente virtual inteligente do sistema operacional Windows 10 é a:
A respeito de vacinas, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) São perigosas à saúde e aplicadas na população sem a realização de testes de segurança.
(_) Estimulam a produção de sangue e ajudam o vírus ou a bactéria a causar danos no corpo humano.
(_) São feitas para que, ao serem introduzidas no corpo, estimulem as defesas naturais e preparem o organismo para combater as doenças.
Em relação à concordância verbal e nominal, analisar os itens abaixo:
I. “Muito obrigada”, disse a moça.
II. Fazem anos que isso aconteceu. Já nem me lembrava.
III. Aquela mulher parecia meio cansada.
IV. Há bastantes alunos interessados, de modo que podemos iniciar o curso.
Estão CORRETOS:
Em relação à pontuação da frase, analisar os itens abaixo:
I. A gente morre e não vê tudo!
II. Quem está aí? É você João?
III. Alô! Alô! Desculpe, não estou ouvindo.
Está(ão) CORRETO(S):
A respeito dos conectores semânticos que estabelecem relação de comparação numa frase, quanto ao termos sublinhados, analisar os itens abaixo:
I. É por isso que ela está com medo. Passou por um episódio difícil.
II. Ela é destemida como a mãe.
III. Ele não conseguiu ir trabalhar hoje porque os motoristas de ônibus começaram uma greve.
Está(ão) CORRETO(S):