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Q3890563 Pedagogia
A respeito do código alfanumérico da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3890562 Pedagogia

Leia o excerto a seguir, adaptado de Piaget (apud La Taille, Oliveira e Dantas, 1992):


Constitui o produto mais refinado da socialização. Acontece na medida em que o “eu” renuncia a si mesmo para inserir seu ponto de vista próprio entre os outros e se curvar assim às regras da reciprocidade. Em oposição ao egocentrismo inicial, o qual consiste em tomar o ponto de vista próprio como absoluto, por falta de poder perceber seu caráter particular, consiste em tomar consciência desta relatividade da perspectiva individual e colocá-la em relação com o conjunto das outras perspectivas possíveis; é, pois, uma coordenação da individualidade com o universal.


A descrição trata do que Piaget define como

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Q3890561 Pedagogia
Ao abordar a formação e a atuação do professor, Ferreira (in Ferreira, 2013) defende ser necessária “uma sólida formação humana e que esta relaciona-se, diretamente, com a sua emancipação como indivíduo social, sujeito histórico em nossa sociedade”. A autora apresenta como uma das implicações desta perspectiva
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Q3890560 Pedagogia
Coll e Illera (in Coll e Monereo, 2010) discutem a mudança conceitual que levou da compreensão de uma única alfabetização para novas ou múltiplas alfabetizações. Para os autores, na Sociedade da Informação (SI), essa mudança está estreitamente relacionada com a visão da alfabetização como
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Q3890559 Pedagogia
Em sua interpretação da liturgia escolar, Boto (2014) afirma que a escola moderna se inscreve diante da emergência de agendas civilizatórias das sociedades ocidentais. Para a autora, testemunha-se um lento processo de
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Q3890558 Pedagogia
Bonamino e Sousa (2012) discutem três gerações de avaliações da educação básica brasileira. Para as autoras, avaliações de terceira geração são aquelas que passam a apresentar
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Q3890557 Pedagogia
Alcântara (2022) afirma que, quando se avalia a relação da cultura escolar com as tecnologias de informação e comunicação (TIC), a inflexão vivida pelas escolas na passagem do século 20 para o 21 “vai além de alterações nas práticas pedagógicas e na relação professor-aluno”. Na perspectiva da autora, isso se deve ao fato de que as propostas de adoção das TIC nas relações de ensino e aprendizagem têm o potencial de
Alternativas
Q3890550 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Na passagem do 4º parágrafo “Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões…”, os termos destacados, conforme seus usos, correspondem, correta e respectivamente, às seguintes classes de palavras:
Alternativas
Q3890549 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Considere as frases:



•  A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, ______________ e sustentável.


•  Imagine-se o que significa para o Brasil quando muitos dos jovens estudantes ____________ a escola como um lugar de incerteza e insegurança.


•  O Brasil universalizou o ensino fundamental nos anos 1990, desde então faz a _____________, de forma _____________ e lenta, da educação na pré-escola e no ensino médio.



Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q3890548 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

A regência verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3890544 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Com base na pesquisa realizada pelo Ministério da Educação com estudantes brasileiros do ensino fundamental, o editorial argumenta que 
Alternativas
Q3884143 Inglês
As Wh- words podem exercer funções de pronomes, adjetivos ou advérbios interrogativos. Em estruturas de Indirect Questions (perguntas indiretas) e o uso de whose, a complexidade sintática aumenta. Assinale a alternativa gramaticalmente correta: 
Alternativas
Q3884142 Inglês
A posição e a comparação dos advérbios no inglês podem alterar drasticamente o escopo da sentença. Analise o advérbio hardly e as regras de comparação. É correto afirmar que:
Alternativas
Q3884141 Inglês
Sobre o comportamento sintático dos adjetivos em graus de comparação, assinale a alternativa que apresenta uma análise correta sobre as formas irregulares e as restrições de uso:
Alternativas
Q3884140 Inglês
A tradução não é uma mera substituição de etiquetas linguísticas, mas uma retextualização. Ao traduzir um texto literário mantendo a fidelidade ao "sentido pretendido" em vez da "forma literal", o tradutor deve: 
Alternativas
Q3884139 Inglês
As conjunções subordinativas e coordenadas estabelecem relações lógicas essenciais para a coesão textual. Analise o valor semântico da conjunção while na seguinte sentença: "While the economic theory suggests a rapid recovery, empirical evidence points toward a prolonged stagnation." Nesta construção, while estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3884138 Inglês
As preposições em inglês frequentemente alteram o sentido de verbos e adjetivos por meio de regências específicas. Considere as nuances entre as preposições at, on e in em contextos abstratos. Qual das construções abaixo demonstra o uso correto de regência preposicional segundo o padrão formal? 
Alternativas
Q3884137 Inglês
Considerando o uso de Possessive Adjectives em construções de "gerúndio como substantivo" (Gerunds), selecione a alternativa que descreve a norma padrão (prescritiva) utilizada em contextos formais e acadêmicos:
Alternativas
Q3884136 Inglês
Examine a função sintático-semântica dos pronomes possessivos no inglês. Diferentemente dos adjetivos possessivos (my, your), os pronomes possessivos (mine, yours) exercem uma função substantiva. Analise a frase: "The error was not yours to make, but it quickly became mine to fix." No contexto apresentado, o uso de mine justifica-se por:
Alternativas
Q3884135 Pedagogia
Na obra Língua Estrangeira e Didática, a relação entre o "ensinar" e o "aprender" é discutida sob a ótica da mediação pedagógica. Ao considerar o papel do erro no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira, a didática crítica sugere que o professor deve: 
Alternativas
Respostas
1461: E
1462: A
1463: B
1464: D
1465: C
1466: C
1467: E
1468: A
1469: B
1470: E
1471: D
1472: C
1473: C
1474: B
1475: B
1476: D
1477: A
1478: A
1479: C
1480: B