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Q3806728 História
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) reuniu historiadores, romancistas, poetas, administradores públicos e políticos em torno da investigação a respeito do caráter brasileiro [...] Assim, enquanto na Corte localizava-se a sede, nas províncias deveria haver os respectivos institutos regionais. Estes, por sua vez, enviariam documentos e relatos regionais para a capital.

DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010.

À luz dessa análise, o IHGB pode ser interpretado como uma instituição que
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Q3806727 História
Assistia-se à transformação do espaço público, do modo de vida e da mentalidade carioca, segundo padrões totalmente originais; e não havia quem pudesse se opor a ela. Quatro princípios fundamentais regeram o transcurso dessa metamorfose (...): a condenação dos hábitos e costumes ligados à sociedade tradicional; a negação de todo e qualquer elemento de cultura popular que pudesse macular a imagem civilizada da sociedade dominante; uma política rigorosa de expulsão dos grupos populares da área central da cidade, que será praticamente isolada para o desfrute exclusivo das camadas aburguesadas; e um cosmopolitismo agressivo, profundamente identificado com a vida parisiense.

SEVCENKO, Nicolau. Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

O texto de Nicolau Sevcenko analisa a reconfiguração do espaço urbano e simbólico do Rio de Janeiro durante a Primeira República, destacando o processo de modernização que alterou profundamente as dinâmicas sociais e culturais da capital. A partir dessa análise, é possível compreender que essa transformação
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Q3806726 História
TEXTO I

Não há muitas informações a respeito das movimentações de africanos na fase que se estende entre o fim da rebelião de 25 de janeiro de 1835 e os anos de 1837 e 1838, quando os rebeldes livres, federalistas e republicanos, estiveram mais ativos na vida política provincial. Até mesmo os batuques, que tanto assustaram quanto ainda assustariam a “pacífica população” da Província, passaram por uma fase de relativa quietação no período. João José Reis afirma que “em 1835, qualquer batuque feito pelos escravos era confundido com mais um atentado contra a ordem”. Na descrição que faz dos batuques para o período pós-35, não indica a ocorrência de expressivas manifestações do gênero até, pelo menos, meados de 1838, momento em que, aparentemente, teriam reaparecido.

ARAÚJO, Dilton Oliveira do. “A hidra revolucionária não erguerá o seu hediondo colo: a elite e os caminhos da pacificação no pós-Sabinada”. In: O tutu da Bahia: transição conservadora e formação da nação, 1838- 1850. Salvador: EDUFBA, 2009.

TEXTO II

A primeira onda criminalizante direcionada contra o funk carioca nas páginas do Jornal do Brasil está diretamente relacionada aos arrastões que ocorreram nas praias da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro entre 1992 e 1993, mas não se limita a eles. Isso porque antes mesmo dos arrastões (especialmente no período que se estende entre 1991 e o mês de setembro de 1992) foi possível perceber a construção da imagem negativa sobre os funkeiros. Esta primeira onda criminalizante, portanto, foi o momento em que imagem do funkeiro como inimigo foi construída e consolidada. A construção desta imagem foi tão sólida que foi possível perceber suas consequências a longo prazo, tendo em vista que este estereótipo foi repetido diversas vezes ao longo de todo o período analisado.

BRAGNAÇA, Juliana Silva. Porque o funk está preso na gaiola (?): a criminalização do funk carioca nas páginas do Jornal do Brasil (1990-1999). (Dissertação de Mestrado) - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA - UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO. Seropédica: 2017.

Os textos apresentados tratam de diferentes momentos históricos em que manifestações culturais negras foram associadas à desordem e criminalizadas pelo poder público e pelos meios de comunicação. Considerando o conteúdo dos textos e seus contextos, é correto afirmar que ambos expressam
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Q3806725 História
Desde o início do século XVII, os portugueses instalaram engenhos nos rios que deságuam nas baías da ilha de São Luís; um dos primeiros relatos após a ocupação de São Luís e fundação da cidade de Belém, escrito pelo capitão Simão Estácio da Silveira, refere-se aos rios Itapecuru, Mearim, Munim, Pindaré e Maracu como lugares onde se poderia fundar um “reino opulentíssimo”. Esta primeira impressão se manteve ao longo do século XVII e a região passou a ser ocupada principalmente por engenhos cobiçados inclusive pelos holandeses que ocuparam São Luís de 1641 a 1643. Entretanto, a partir da década de 1650, nas correspondências trocadas entre o Estado e a corte, começam a aparecer inúmeras notícias sobre a ação deletéria dos índios. Já em 1649, os índios Uruati teriam matado quatro religiosos jesuítas estabelecidos no Itapecuru. Em 1662, o procurador do povo do Maranhão, Jorge de Sampaio e Carvalho, representava na corte que o rio Munim “tem terras e várzeas consideráveis em bonidade para nelas se plantar canas de fazer açúcar”. Entretanto, explicava, nada era possível se a região não fosse defendida “dos alarves de que de ordinário é infestado”.

CHAMBOLEYRON, Rafael; MELO, Vanice Siqueira de. “Governadores e índios, guerras e terras entre o Maranhão e o Piauí (primeira metade do século XVIII)”. Revista de História. SÃO PAULO, n. 168, p. 167-200, janeiro / junho 2013.

A partir do texto, compreende-se que o processo de ocupação do Maranhão no século XVII esteve profundamente ligado à exploração econômica e aos conflitos com as populações indígenas. Assim, é possível constatar que a ocupação portuguesa do Maranhão
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Q3806724 História
A memória histórica brasileira é profundamente devedora das projeções construídas a partir do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Constituída com o duplo propósito de identificar o Brasil e de unificá-lo, ela foi engendrada a partir de um eixo: os interesses das elites, reunidas no Centro-Sul do país. Desde a contribuição decisiva de Caio Prado Júnior, Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, ela conheceu algumas inflexões e diversos alargamentos – tem sido criticada e redimensionada, à medida que a pesquisa documental se expande e que a reflexão teórica se aprofunda em complexidade. Não obstante, o signo que a originou, a preocupação com a Nacionalidade, permanece latente em um dos veículos de maior impacto na reprodução da memória histórica: o Livro Didático.

COELHO, Mauro César; COELHO, Wilma Baía. “A diversidade na História Ensinada nos livros didáticos: mudanças e permanências nas narrativas sobre a formação da nação”. Revista História e Diversidade. Vol. 6, nº 1 (2015)

A partir do texto, compreende-se que a memória histórica brasileira foi moldada por interesses específicos e que sua difusão, especialmente por meio do livro didático, expressa um projeto de nação que a memória histórica brasileira
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Q3806723 Geografia
Nesse pluriverso, está o Marajó, cravado na foz do rio Amazonas e aberto ao Atlântico. Em sua porção ocidental, conforma-se pelo Marajó das Florestas, nos municípios de São Sebastião da Boa Vista, Curralinho, Bagre, Portel, Melgaço, Breves, Anajás, Afuá e Gurupá, e, em sua porção oriental, constitui-se pelo Marajó dos Campos, nos municípios de Chaves, Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari, Santa Cruz do Arari, Muaná e Ponta de Pedras. A região é o maior arquipélago flúvio-marinha do mundo, com 16 municípios.

PACHECO, Agenor Sarraf. “Cartografia e fotoetnografia das águas: modos de vida e de luta na Amazônia marajoara”. Revista Iluminuras, Porto Alegre, v. 19, n. 46, p. 63-98, jan/jul, 2018.

A partir do texto, conclui-se que a porção oriental e a ocidental representam distintas configurações naturais e humanas do arquipélago, revelando modos diversos de ocupação e relação com o ambiente. Assim, infere-se que essas duas porções
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Q3806017 Pedagogia
O art. 214 estabelece diretrizes para o plano nacional de educação e estabelece a necessidades de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam, entre outros, a:
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Q3806016 Direito Constitucional
Vereador recém-eleito em Barra do Garças procura a procuradoria municipal para saber se poderia continuar a exercer cargo no INSS juntamente ao cargo de vereador. O parecer emitido, com base no que consta na Constituição, diz que:
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Q3806011 Português

Leia o texto a seguir:



Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento



    O desmatamento na Amazônia e no Cerrado diminuiu no período de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).


    Na Amazônia, a queda foi de 11,08% em relação ao período anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. Já no Cerrado, a queda foi de 11,49%.


    Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA).


    Na Amazônia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km². Esta é a terceira menor taxa da série histórica, que começou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redução.


    Os estados que mais contribuíram com o desmatamento foram o Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.


    O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma área de f l oresta menor que os outros integrantes da Amazônia Legal. O Amapá teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.


    Em Rondônia, a redução foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tendência na região desde 2021. Já no Maranhão, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.


    Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área desmatada por degradação progressiva, com grandes incêndios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.


    Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por incêndios.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/10/1057439-amazonia-e cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento.html. Acesso em 01/11/2025. Excerto.

“Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área” (8º parágrafo). Nesse trecho, há:
Alternativas
Q3806010 Português

Leia o texto a seguir:



Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento



    O desmatamento na Amazônia e no Cerrado diminuiu no período de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).


    Na Amazônia, a queda foi de 11,08% em relação ao período anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. Já no Cerrado, a queda foi de 11,49%.


    Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA).


    Na Amazônia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km². Esta é a terceira menor taxa da série histórica, que começou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redução.


    Os estados que mais contribuíram com o desmatamento foram o Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.


    O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma área de f l oresta menor que os outros integrantes da Amazônia Legal. O Amapá teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.


    Em Rondônia, a redução foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tendência na região desde 2021. Já no Maranhão, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.


    Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área desmatada por degradação progressiva, com grandes incêndios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.


    Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por incêndios.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/10/1057439-amazonia-e cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento.html. Acesso em 01/11/2025. Excerto.

No título do texto (“Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento”), a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q3806009 Português

Leia o texto a seguir:



Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento



    O desmatamento na Amazônia e no Cerrado diminuiu no período de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).


    Na Amazônia, a queda foi de 11,08% em relação ao período anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. Já no Cerrado, a queda foi de 11,49%.


    Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA).


    Na Amazônia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km². Esta é a terceira menor taxa da série histórica, que começou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redução.


    Os estados que mais contribuíram com o desmatamento foram o Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.


    O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma área de f l oresta menor que os outros integrantes da Amazônia Legal. O Amapá teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.


    Em Rondônia, a redução foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tendência na região desde 2021. Já no Maranhão, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.


    Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área desmatada por degradação progressiva, com grandes incêndios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.


    Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por incêndios.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/10/1057439-amazonia-e cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento.html. Acesso em 01/11/2025. Excerto.

O modo de organização predominante no texto anterior é o:
Alternativas
Q3806008 Português

Leia o texto a seguir:



Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento



    O desmatamento na Amazônia e no Cerrado diminuiu no período de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).


    Na Amazônia, a queda foi de 11,08% em relação ao período anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. Já no Cerrado, a queda foi de 11,49%.


    Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA).


    Na Amazônia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km². Esta é a terceira menor taxa da série histórica, que começou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redução.


    Os estados que mais contribuíram com o desmatamento foram o Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.


    O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma área de f l oresta menor que os outros integrantes da Amazônia Legal. O Amapá teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.


    Em Rondônia, a redução foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tendência na região desde 2021. Já no Maranhão, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.


    Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área desmatada por degradação progressiva, com grandes incêndios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.


    Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por incêndios.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/10/1057439-amazonia-e cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento.html. Acesso em 01/11/2025. Excerto.

Considerando as informações e a organização discursiva, pode-se afirmar que o texto anterior adota como estratégia argumentativa principal:
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Q3805672 Pedagogia
De acordo com a Resolução nº 009/2012 do Conselho Municipal de Educação de Juruti, as Unidades de Ensino localizadas no Campo poderão organizar turmas conforme critérios específicos. Assinale a alternativa que indica corretamente dois desses critérios. 
Alternativas
Q3805671 Pedagogia
De acordo com o artigo 208 da Constituição Federal de 1988, o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de determinados direitos educacionais à população brasileira. Esses direitos expressam o compromisso constitucional com o acesso, a permanência e a qualidade social da educação. Considerando o texto constitucional, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma dessas garantias.
Alternativas
Q3805670 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil garantem às crianças experiências fundamentais para o seu desenvolvimento integral. Esses direitos asseguram que a criança tenha oportunidades de vivenciar diferentes situações que possibilitem a ampliação de saberes, a construção de significados e o exercício da cidadania desde os primeiros anos de vida. Considerando esse princípio, assinale a alternativa que apresenta corretamente um dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil previstos na BNCC.
Alternativas
Q3805669 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Assinale a alternativa que indica corretamente duas incumbências do diretor escolar, conforme a Lei Municipal nº 967/2008, de 19 de dezembro de 2008.
Alternativas
Q3805668 Pedagogia
O Plano Nacional de Educação (PNE) define as metas e estratégias para a Educação Nacional. Assinale a alternativa correta acerca da Meta 10 do PNE em vigor.
Alternativas
Q3805667 Noções de Informática
Considerando o explorador de arquivos do sistema operacional Windows 11, qual atalho pode ser utilizado para mostrar as propriedades do item selecionado?
Alternativas
Q3805666 Noções de Informática
Marque a alternativa que corresponde a programas de computador do tipo editor de texto.
Alternativas
Q3805665 Noções de Informática
O armazenamento em nuvem pode ser entendido como o armazenamento de dados 
Alternativas
Respostas
1901: A
1902: D
1903: E
1904: E
1905: B
1906: A
1907: B
1908: D
1909: B
1910: A
1911: C
1912: D
1913: B
1914: A
1915: D
1916: D
1917: C
1918: C
1919: C
1920: E