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“O pai lia o jornal – notícias do mundo. O telefone tocou tirrim-tirrim. A mocinha, filha dele, dezoito, vinte, vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu: ‘Alô. Dois quatro sete um dois cinco quatro. Mauro!!! Puxa, onde é que você andou? Há quanto tempo! Que coisa! Pensei que tinha morrido! Sumiu! Diz! Não!?! É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher? Ah! Que bom!... Vem logo. Não vou sair não’. Desligou o telefone. O pai perguntou: ‘Mauro teve um filho?’ A mocinha respondeu: ‘Não. Casou’.”
“O pai lia o jornal – notícias do mundo. O telefone tocou tirrim-tirrim. A mocinha, filha dele, dezoito, vinte, vinte e dois anos, sei lá, veio lá de dentro, atendeu: ‘Alô. Dois quatro sete um dois cinco quatro. Mauro!!! Puxa, onde é que você andou? Há quanto tempo! Que coisa! Pensei que tinha morrido! Sumiu! Diz! Não!?! É mesmo? Que maravilha! Meus parabéns!!! Homem ou mulher? Ah! Que bom!... Vem logo. Não vou sair não’. Desligou o telefone. O pai perguntou: ‘Mauro teve um filho?’ A mocinha respondeu: ‘Não. Casou’.”
“É de conhecimento de todos que, os produtos extraídos dos grãos de soja são possuidores de pelo menos duas características bastante pecuriares”.
Na retextualização foi utilizado um recurso intertextual conhecido como:
I. Um dos motivos dos derivados de soja não serem comercializados no Brasil é devido ao seu sabor desagradável.
II. O tratamento especial da soja pelas indústrias rendem aos fabricantes maiores lucros.
III. Os investimentos na soja se deram pelo sucesso do grão ser taxado pelos seus ricos valores nutritivos.
IV. As bebidas derivadas da soja não são consideradas bebidas comuns, mesmo que no Brasil o seu sabor seja desagradável.
É VERDADEIRO o que se afirma em:
I – A tecnologia Assistiva é uma área de conhecimento e de atuação que desenvolve serviços, recursos e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas. II – Os recursos tecnológicos podem ser de baixa ou de alta tecnologia. III – Recursos de alta tecnologia são os adquiridos após a avaliação das necessidades do aluno, sob a indicação do professor de AEE.
I – A Educação Infantil é o início e o fundamento do processo educacional. II – A entrada na creche ou na pré-escola significa sempre a primeira separação das crianças dos seus vínculos afetivos familiares para se incorporarem a uma situação de socialização estruturada. III – Nas últimas décadas tem-se consolidado a concepção que vincula educar e punir.
I – oferta de ensino noturno regular, adequado às condições estruturais da escola. II – acesso aos níveis mais elevados do ensino, segundo a capacidade econômica de cada um. III – atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a cinco anos de idade.
De acordo com o artigo 11 da LDB, os Municípios incumbir-se-ão:
I – baixar normas complementares para o seu sistema de ensino.
II – autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino.
III – exercer ação redistributiva em relação às
suas escolas.
I – direito de ser respeitado por seus educadores. II – igualdade de condições para o acesso e evasão escolar. III – direito de excluir critérios avaliativos.
I – Valorizar as diversas manifestações artísticas e culturais. II – Valorizar os conhecimentos historicamente construídos. III – Exercitar a ociosidade intelectual.
I – A escola que acolhe e tira partido das diferenças busca construir coletivamente uma pedagogia que parte das diferenças dos seus alunos como impulsionadoras de novas formas de organizar o ensino. II – Os recursos pedagógicos e de acessibilidade colaboram minimamente para que pessoas com deficiência participem ativamente do processo escolar. III – Os recursos podem ser considerados ajudas, apoio e também meios utilizados para alcançar um determinado objetivo.
I – A educação inclusiva questiona a artificialidade das identidades “normais” e entende as diferenças como resultantes da multiplicidade, e não da diversidade. II – Nas escolas inclusivas, ninguém se conforma a padrões que identificam os alunos como “especiais” e “normais”. III – Nas escolas inclusivas todos se igualam pelas suas diferenças.