Questões de Concurso
Comentadas para professor - história
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Qual a relação de Lionel Messi, jogador de futebol argentino, a cantora Courtney Love, o nadador Michael Phelps e o cineasta Tim Burton? Os quatro são pessoas com certo grau de autismo que não os impediu de conseguir sucesso e bom desempenho na carreira, mesmo com os sinais e sintomas do Transtorno de Espectro Autista (TEA).
Infelizmente, os exemplos citados não refletem as dificuldades vividas por mais de dois milhões de brasileiros, mas sinalizam que o autismo, que é considerado um transtorno e não se encaixa na definição de doença, pode e deve ser tratado, para que os portadores de TEA possam se adequar ao convívio social, profissional e às atividades para as quais possam estar aptos.
Depoimentos demonstram como pessoas com o diagnóstico do transtorno surpreendem positivamente, quando são diagnosticadas e estimuladas para desenvolverem atividades da vida diária e principalmente quando inseridas na rotina escolar.
Na sociedade atual, que valoriza determinados padrões e comportamentos sem considerar a diversidade em que “as atenções humanas deixam a humanização de lado e buscam individualmente se concentrar nas relações sociais plenas e satisfatórias”, segundo Zygmunt Bauman, é preciso avançar quebrando tabus, derrubando preconceitos e padrões, buscando direitos que inclusive estão previstos em lei, “transformando a linguagem” e lançando mão do “ambiente virtual” conforme relatos de portadores de TEA.
Frequentemente a mesma sociedade que desconsidera a diversidade deixa de refletir que todos têm ou terão um dia uma deficiência que os impossibilitará ou impedirá de realizar alguma atividade, seja a simples dificuldade para aprender a ler uma cartilha quando criança, seja a dificuldade em ler pela perda de memória quando idoso. (...)
(Justa Helena Franco. Editorial. Revista RADIS, nº 239, ago. 2022, texto adaptado)
Releia:
“Qual a relação de Lionel Messi, jogador de futebol argentino, a cantora Courtney Love, o nadador Michael Phelps e o cineasta Tim Burton?”
No fragmento acima, é possível encontrar quatro apostos que estão corretamente indicados a seguir, exceto:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Qual a relação de Lionel Messi, jogador de futebol argentino, a cantora Courtney Love, o nadador Michael Phelps e o cineasta Tim Burton? Os quatro são pessoas com certo grau de autismo que não os impediu de conseguir sucesso e bom desempenho na carreira, mesmo com os sinais e sintomas do Transtorno de Espectro Autista (TEA).
Infelizmente, os exemplos citados não refletem as dificuldades vividas por mais de dois milhões de brasileiros, mas sinalizam que o autismo, que é considerado um transtorno e não se encaixa na definição de doença, pode e deve ser tratado, para que os portadores de TEA possam se adequar ao convívio social, profissional e às atividades para as quais possam estar aptos.
Depoimentos demonstram como pessoas com o diagnóstico do transtorno surpreendem positivamente, quando são diagnosticadas e estimuladas para desenvolverem atividades da vida diária e principalmente quando inseridas na rotina escolar.
Na sociedade atual, que valoriza determinados padrões e comportamentos sem considerar a diversidade em que “as atenções humanas deixam a humanização de lado e buscam individualmente se concentrar nas relações sociais plenas e satisfatórias”, segundo Zygmunt Bauman, é preciso avançar quebrando tabus, derrubando preconceitos e padrões, buscando direitos que inclusive estão previstos em lei, “transformando a linguagem” e lançando mão do “ambiente virtual” conforme relatos de portadores de TEA.
Frequentemente a mesma sociedade que desconsidera a diversidade deixa de refletir que todos têm ou terão um dia uma deficiência que os impossibilitará ou impedirá de realizar alguma atividade, seja a simples dificuldade para aprender a ler uma cartilha quando criança, seja a dificuldade em ler pela perda de memória quando idoso. (...)
(Justa Helena Franco. Editorial. Revista RADIS, nº 239, ago. 2022, texto adaptado)
O texto a seguir é de autoria de Yulia Novytska, ucraniana de 18 anos e relata a raiva e o horror de quem viu ruir o mundo que conhecia em virtude dos ataques da Rússia. Leia-o para responder às questões 4 e 5:
POEMA
A terra que pertence ao meu povo e a mim,
onde soa minha língua, onde vibram meus pensamentos.
Volto com eles à terra que amo e,
sempre que penso na estepe, sou atingida pelo medo,
como o vento da primavera que ressoa
com mísseis amaldiçoados que caem ao chão.
Morte, medo e ódio.
Quando há guerra, não há vento calmo no horizonte,
não há narcisos ao redor da escola.
Em breve, as escolas podem nem mais existir.
Busco força para pensar uma nova realidade,
mas a mente alcança o que era antes, o que já não é.
As imagens fluem como areia e tudo volta
para a guerra.
Sobre o que estou escrevendo?
Aqui, o mundo está quieto e a terra é doce.
Poderei viver em paz?
Observe o emprego das vírgulas nos fragmentos retirados do poema:
I – “Quando há guerra, não há vento calmo no horizonte...”
II – “Em breve, as escolas podem nem mais existir.”
III – “Busco força para pensar uma nova realidade, mas a mente alcança o que era antes...”.
IV – “Aqui, o mundo está quieto e a terra é doce.”
Consciente de que o emprego da vírgula auxilia na construção de textos mais claros, pode-se afirmar que esse sinal de pontuação foi empregado corretamente em
O texto a seguir é de autoria de Yulia Novytska, ucraniana de 18 anos e relata a raiva e o horror de quem viu ruir o mundo que conhecia em virtude dos ataques da Rússia. Leia-o para responder às questões 4 e 5:
POEMA
A terra que pertence ao meu povo e a mim,
onde soa minha língua, onde vibram meus pensamentos.
Volto com eles à terra que amo e,
sempre que penso na estepe, sou atingida pelo medo,
como o vento da primavera que ressoa
com mísseis amaldiçoados que caem ao chão.
Morte, medo e ódio.
Quando há guerra, não há vento calmo no horizonte,
não há narcisos ao redor da escola.
Em breve, as escolas podem nem mais existir.
Busco força para pensar uma nova realidade,
mas a mente alcança o que era antes, o que já não é.
As imagens fluem como areia e tudo volta
para a guerra.
Sobre o que estou escrevendo?
Aqui, o mundo está quieto e a terra é doce.
Poderei viver em paz?
Os textos são complexas redes, tecidas de significantes e significados. Considerando o texto acima, analise as afirmações a seguir:
I - No primeiro verso “Escrevo o que não germinará nesta terra”, a palavra destacada é um artigo definido.
II - O pronome “onde”, em suas duas ocorrências no terceiro verso, retoma anaforicamente o substantivo “terra”.
III - A oração subordinada adverbial temporal “Quando há guerra...” é acompanhada por duas orações principais.
IV - Em “Volto com eles à terra que amo...”, o emprego da crase é facultativo.
Está certo o que se afirma em:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
DISCURSOS REVELAM NOVA LINGUAGEM DA ESPLANADA
Cultura, ciência e, principalmente, Lula. Um levantamento feito pelo GLOBO mostra que, com a mudança de governo, novas palavras ganharam força no vocabulário do poder. A análise levou em conta o discurso de todos os ministros que tomaram posse na última semana e mostra que temas escanteados na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro ganharam protagonismo nas falas dos 34 ministros que assumiram os cargos em cerimônias públicas.
Os anos em que o presidente Jair Bolsonaro contrariou as evidências científicas e defendeu o uso de medicamentos ineficazes contra a Covid-19 resultaram agora em destaque considerável para a ciência, por exemplo. A palavra foi citada 66 vezes nos discursos dos novos titulares da Esplanada dos Ministérios.
- Temos um papel de reforçar a comunicação pública da ciência e a valorização da ciência como parte de nossa cidadania – afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
A diminuição da importância da cultura no governo Bolsonaro foi evidenciada com o fim do próprio ministério. Com isso, a recriação da pasta no governo Lula também significou o reaparecimento da palavra, usada 81 vezes.
- Nos últimos anos, faltou vacina, faltou comida, faltou remédio, faltou emprego, faltou educação, faltou cultura. Faltou sustentabilidade. Faltou vida – afirmou Simone Tebet.
A palavra “democracia”, por sua vez, foi citada 93 vezes, muito mais do que “exército” (citada dez vezes) e “militar” (que também apareceu dez vezes) somados. Já as palavras “companheiro” ou “companheira”, no singular e no plural, aparecerem 54 vezes.
Na primeira semana de governo, a análise dos dados também reflete o personalismo em torno do presidente Lula, cujo nome apareceu 256 vezes – o sexto mais lembrado. As duas palavras mais citadas foram “presidente”, repetida 366 vezes, e, é claro, “Brasil” proferida em 362 ocasiões.
Em diversos discursos, ministros tentaram apresentar o presidente como uma liderança mundial:
- É uma honra para mim estar à frente desse chamado feito por um dos maiores símbolos políticos de todo o planeta – disse Margareth Menezes, da Cultura.
Outros nomes também foram citados em diversas cerimônias: Alckmin, o vice-presidente, foi o segundo mais citado (28 vezes), seguido por “Dilma”, “Simone”, “Sarney” e “Gleisi”. A palavra “Deus”, que Bolsonaro também costumava repetir no lema: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, apareceu 27 vezes.
Em outra contraposição ao vocabulário do governo anterior, “mulher” foi citada 48 vezes por ministros, enquanto “homem” apareceu em 20 oportunidades. No levantamento feito pelo GLOBO em 2021 nos discursos de Bolsonaro, “homem” surgia duas vezes mais do que “mulher” nas falas do ex-presidente.
Não por acaso, a preocupação com uma linguagem mais inclusiva foi um dos temas da primeira semana. Alvo de críticas de Bolsonaro e de seus apoiadores, a linguagem neutra apareceu na largada do governo. A palavra “todes” foi utilizada por cerimonialistas em pelo menos seis eventos de transmissão de cargo.
A inclusão deu a tônica, por exemplo, da fala do advogado e professor Silvio Almeida ao assumir a chefia dos Direitos Humanos.
- Trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós. Mulheres do Brasil, vocês existem e são valiosas para nós. Homens e mulheres pretos e pretas do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós (...) – enumerou Almeida, citando ainda indígenas e a comunidade LGBTQIAP+.
(Dimitrius Dantas. O Globo, 08/01/23, p. 6)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
DISCURSOS REVELAM NOVA LINGUAGEM DA ESPLANADA
Cultura, ciência e, principalmente, Lula. Um levantamento feito pelo GLOBO mostra que, com a mudança de governo, novas palavras ganharam força no vocabulário do poder. A análise levou em conta o discurso de todos os ministros que tomaram posse na última semana e mostra que temas escanteados na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro ganharam protagonismo nas falas dos 34 ministros que assumiram os cargos em cerimônias públicas.
Os anos em que o presidente Jair Bolsonaro contrariou as evidências científicas e defendeu o uso de medicamentos ineficazes contra a Covid-19 resultaram agora em destaque considerável para a ciência, por exemplo. A palavra foi citada 66 vezes nos discursos dos novos titulares da Esplanada dos Ministérios.
- Temos um papel de reforçar a comunicação pública da ciência e a valorização da ciência como parte de nossa cidadania – afirmou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
A diminuição da importância da cultura no governo Bolsonaro foi evidenciada com o fim do próprio ministério. Com isso, a recriação da pasta no governo Lula também significou o reaparecimento da palavra, usada 81 vezes.
- Nos últimos anos, faltou vacina, faltou comida, faltou remédio, faltou emprego, faltou educação, faltou cultura. Faltou sustentabilidade. Faltou vida – afirmou Simone Tebet.
A palavra “democracia”, por sua vez, foi citada 93 vezes, muito mais do que “exército” (citada dez vezes) e “militar” (que também apareceu dez vezes) somados. Já as palavras “companheiro” ou “companheira”, no singular e no plural, aparecerem 54 vezes.
Na primeira semana de governo, a análise dos dados também reflete o personalismo em torno do presidente Lula, cujo nome apareceu 256 vezes – o sexto mais lembrado. As duas palavras mais citadas foram “presidente”, repetida 366 vezes, e, é claro, “Brasil” proferida em 362 ocasiões.
Em diversos discursos, ministros tentaram apresentar o presidente como uma liderança mundial:
- É uma honra para mim estar à frente desse chamado feito por um dos maiores símbolos políticos de todo o planeta – disse Margareth Menezes, da Cultura.
Outros nomes também foram citados em diversas cerimônias: Alckmin, o vice-presidente, foi o segundo mais citado (28 vezes), seguido por “Dilma”, “Simone”, “Sarney” e “Gleisi”. A palavra “Deus”, que Bolsonaro também costumava repetir no lema: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, apareceu 27 vezes.
Em outra contraposição ao vocabulário do governo anterior, “mulher” foi citada 48 vezes por ministros, enquanto “homem” apareceu em 20 oportunidades. No levantamento feito pelo GLOBO em 2021 nos discursos de Bolsonaro, “homem” surgia duas vezes mais do que “mulher” nas falas do ex-presidente.
Não por acaso, a preocupação com uma linguagem mais inclusiva foi um dos temas da primeira semana. Alvo de críticas de Bolsonaro e de seus apoiadores, a linguagem neutra apareceu na largada do governo. A palavra “todes” foi utilizada por cerimonialistas em pelo menos seis eventos de transmissão de cargo.
A inclusão deu a tônica, por exemplo, da fala do advogado e professor Silvio Almeida ao assumir a chefia dos Direitos Humanos.
- Trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós. Mulheres do Brasil, vocês existem e são valiosas para nós. Homens e mulheres pretos e pretas do Brasil, vocês existem e são valiosos para nós (...) – enumerou Almeida, citando ainda indígenas e a comunidade LGBTQIAP+.
(Dimitrius Dantas. O Globo, 08/01/23, p. 6)
A Constituição de 1988 é a atual Carta Magna do Brasil e serve de parâmetro para as demais legislações vigentes no país. Aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte, ela foi promulgada no dia 5 de outubro de 1988, durante o governo do presidente José Sarney. Conhecida com Constituição Cidadã, a Constituição da República Federativa do Brasil restabeleceu a democracia após 21 anos de Ditadura Militar no Brasil. A Constituição de 1988 foi elaborada pela Assembleia Nacional Constituinte, presidida pelo deputado Ulysses Guimarães e composta por 559 parlamentares.
Qual é o principal objetivo da Constituição do Brasil de 1988?
As Ligas Camponesas foram associações, de trabalhadores rurais criadas, inicialmente, no Estado de Pernambuco, posteriormente na Paraíba, no Estado do Rio de Janeiro, Goiás e em outras regiões do Brasil, que exerceram intensa atividade no período, que se estendeu de 1955 até a queda de João Goulart, em 1964. A partir de 1961, as Ligas Camponesas — formas de organização dos trabalhadores rurais — entraram em crise interna, devido a divergências entre suas lideranças. Uma defendia a adoção das teses da guerra de guerrilhas, e a outra, representada por Francisco Julião e contrária a esta estratégia, tentou, sem sucesso, unificar novamente a direção do movimento.
O movimento surgiu no Estado de Pernambuco e iniciou-se no
O Segundo Reinado é o período em que o Brasil foi governado pelo imperador Dom Pedro II, entre os anos de 1840 a 1889. Pedro II foi o governante que mais tempo ficou no poder no Brasil. Ele assumiu o trono brasileiro com apenas 13 anos de idade – logo após o Golpe da Maioridade, que encerrou o Período Regencial – e foi deposto em 15 de novembro de 1889, quando militares proclamaram a República.
Entre as insurreições populares, ocorreu “A Revolta do Quera-Quilos” movimento popular iniciado a 31 de outubro de 1874, e que se opunha às mudanças introduzidas pelos novos padrões de pesos e medidas do sistema internacional, recém introduzidas no Brasil. Praticamente sem uma unidade e sem liderança, a revolta logo se alastrou por outras vilas e povoados no Nordeste brasileiro.
O movimento popular citado acima iniciou-se na Província
TEXTO
SOLDADO DESCONHECIDO.
Após a Primeira Guerra Mundial, autoridades dos países aliados verificaram que os corpos de muitos soldados mortos em combate não podiam ser identificados. Os governos da Bélgica, França, Grã-Bretanha, Itália e Estados Unidos da América decidiram homenagear, de forma especial, a memória desses soldados. Cada governo escolheu um soldado desconhecido como símbolo, enterrou seus restos mortais na capital nacional e ergueu um monumento em honra do soldado. A Bélgica colocou seu soldado desconhecido em um túmulo na base da Colunata do Congresso, em Bruxelas. A França enterrou seu soldado desconhecido embaixo do Arco do Triunfo, no centro de Paris. A Grã-Bretanha enterrou o seu na abadia de Westminster. O soldado desconhecido da Itália jaz defronte ao monumento a Vítor Emanuel I, em Roma.
No Brasil, os 466 mortos brasileiros integrantes da Força Expedicionária que haviam sido enterrados, após a Segunda Guerra Mundial, no cemitério militar de Pistoia, na Itália, 19 foram transportados em urnas para o Brasil, em aviões da Força Aérea Brasileira, em 11 de dezembro de 1960. As urnas chegaram ao Rio de Janeiro em 16 do mesmo mês, ficando 22 expostas à visitação pública, no Palácio Tiradentes. No dia 22 de dezembro, os restos mortais dos heróis foram trasladados para o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial.
Enciclopédia Delta Universal. Rio de Janeiro: Editora Delta, s/d, v. 13, p. 7.384 (com adaptações).
Sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) é INCORRETO afirmar
Sei que ainda vou voltar Para o meu lugar Foi lá E é ainda lá Que eu hei de ouvir cantar Uma sabiá (Sabiá, de A.C. Jobim e Chico Buarque)
Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer (Pra não dizer que não falei de flores ou Caminhando, de Geraldo Vandré)
Estávamos em 1968 e os ânimos acirrados. A disputa entre as duas composições era mais que o resultado do festival nacional de canção popular. A Ditadura/Regime Militar (1964-1985), pouco depois, introduziu o Al-5 ao texto da Constituição.
Entre as medidas drásticas adotadas pelo Al-5 em Pernambuco, podemos citar a(o):
No Brasil Colônia, as mulheres brancas livres, em geral, tinham um cotidiano restrito ao ambiente doméstico. Eram controladas por familiares e podiam sofrer com a violência de seus pais e maridos. Mas, apesar das dificuldades, estima-se que nessa época quase metade das famílias nos centros urbanos era chefiada por mulheres. Algumas delas administraram mercearias, lojas e quitandas. Houve, ainda, casos de mulheres da elite que se tornaram donatárias de Capitanias. As “capitoas” do Brasil Colonial: mulheres no comando de capitanias Quando se fala em capitanias hereditárias, duas merecem destaque – São Vicente e Pernambuco – junto com seus capitães donatários Martim Afonso de Sousa e Duarte Coelho, respectivamente. O que pouca gente sabe é que esses fidalgos portugueses não merecem os créditos pelo sucesso das capitanias que receberam, mas sim, suas esposas.
Na Capitania de Pernambuco podemos destacar a liderança de
Em novembro de 1937, Getúlio Vargas anunciou pelo rádio que estava elaborando uma nova constituição no Brasil. Encomendada ao jurista Francisco Campos, o “Chico Ciência”, essa carta — logo apelidada de “Polaca” — determinava a extinção da Justiça Eleitoral, dos partidos políticos, e estabelecia eleições indiretas para a Presidência da República, com mandatos de seis anos. Em Pernambuco, Agamenon Magalhães, fiel seguidor de Vargas, foi nomeado, então, interventor em Pernambuco, substituindo um antigo aliado, o governador Carlos Lima Cavalcanti, que vinha flertando com a oposição. Ele voltou à sua terra, anunciando que trazia consigo “a emoção do Estado Novo” — ou seja, o espírito do regime autoritário recém-implantado.
Durante o Estado Novo no Brasil (1937-1945), em Pernambuco, o chamado “agamenonismo”, caracterizou-se pelo (a)
Na história de resistência à escravidão no Brasil, em Pernambuco, o mais famoso dos quilombos foi:
Capitão da indústria – Paralamas do sucesso.
Dentre as consequências sociais forjadas pela Revolução Industrial pode-se mencionar:
Segundo Luckesi (2012) O ato avaliativo é um ato de investigar a qualidade da realidade, presente em todo ato humano e subsidia escolhas. Trata-se de um modo de investigar a qualidade da realidade e implica em dois passos.
Marque a alternativa CORRETA que indica os dois passos defendidos por Luckesi:
Paulo Freire um dos educadores mais influentes do planeta desenvolveu um trabalho nos círculos de cultura voltado para alfabetizar adultos. Analise as alternativas em relação à vasta construção teórica de Freire.
I - Seu primeiro projeto educacional se volta à alfabetização de 300 cortadores de cana em apenas 45 dias no Rio Grande do Norte.
II - O método freireano deve ser entendido como filosofia ou teoria do conhecimento.
III - Nos círculos de cultura existia um programa de conteúdos definidos previamente para desenvolver a leitura e a escrita dos adultos.
IV - Freire defendia a existência da sabedoria popular, para ele os alunos trazem vivências, conhecimentos e hábitos.
V - A forma de trabalhar de Paulo Freire baseava-se numa hierarquia vertical entre educador e educando.
Marque a alternativa CORRETA: