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Q3757361 Pedagogia
Analíticas de aprendizagem podem apoiar regulação pedagógica; IA exige curadoria, critérios e proteção de dados conforme LGPD; EaD de qualidade envolve interatividade, tutoria e acompanhamento. Indique V/F.

I. Analíticas podem oferecer evidências interpretáveis para orientar intervenções pedagógicas contextualizadas.
II. Sistemas de IA podem apoiar personalização desde que integrados a mediação docente e critérios pedagógicos.
III. A LGPD estabelece princípios como finalidade, adequação, necessidade, transparência e consentimento.
IV. A EaD de qualidade articula interação, tutoria sistemática e acompanhamento longitudinal.
Alternativas
Q3757359 Pedagogia
A aula expositiva, na tradição didática sistematizada por Libâneo, não se restringe à transmissão unilateral: ela opera como dispositivo de organização conceitual, estabilização de esquemas explicativos e articulação entre síntese e problematização. Seu valor reside na capacidade de produzir alinhamento cognitivo, mobilizando exemplos, modelização, reformulação, generalização e recorrência, desde que integrada a procedimentos dialógicos ou de exploração ativa. No currículo contemporâneo, mantém relevância quando articulada com objetivos de aprendizagem, mapa conceitual e retomadas estruturantes.

Assinale a alternativa plenamente compatível com essa compreensão da aula expositiva.
Alternativas
Q3757358 Pedagogia
A BNCC articula competências como mobilização integrada de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores em situações socialmente situadas. Libâneo descreve matrizes curriculares diversas — tradicional, crítica, integrada — que exigem coerência entre decisões pedagógicas, planejamento coletivo e garantia dos direitos de aprendizagem. Assinale a alternativa plenamente compatível.
Alternativas
Q3757357 Pedagogia
Para Ausubel, a aprendizagem significativa depende de subsunçores capazes de integrar novos conteúdos; para Vygotsky, a mediação cultural e a ZDP estruturam movimentos em que o sujeito opera inicialmente com apoio para, gradualmente, autonomizar procedimentos. Em contexto escolar, essa articulação exige diagnóstico prévio, seleção de tarefas gradualmente desafiadoras, rotinas de mediação, critérios explícitos e avaliação formativa, alinhando competência conceitual e desenvolvimento de funções psicológicas superiores. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3757356 Pedagogia
No diálogo entre teorias da aprendizagem, Pavlov modela respostas a partir de associações entre estímulos; Skinner descreve contingências comportamentais estruturadas pelas consequências; Ausubel situa a aprendizagem significativa na ativação de subsunçores e na elaboração de organizadores prévios; Vygotsky compreende a Zona de Desenvolvimento Proximal como espaço de coatividade, em que a mediação orienta deslocamentos qualitativos do pensamento. Considerando essas bases teóricas, avalie as proposições.

I. Subsunçores e organizadores prévios ampliam a ancoragem conceitual ao estabelecerem vínculos entre estruturas cognitivas e novos conteúdos.
II. O condicionamento operante descreve aprendizagem em função das contingências relacionais estabelecidas entre ação e consequências sistematicamente manipuladas.
III. A ZDP envolve interações que reorganizam processos psicológicos superiores, ainda que tais interações possam ocorrer com graus variados de apoio e autonomia.
IV. O reforço negativo descreve retirada de estímulo aversivo, podendo alterar frequência de comportamentos sem necessariamente equivaler a procedimentos punitivos.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3757355 Pedagogia
LDB/1996 orienta princípios e organização da educação; ECA/1990 assegura proteção integral; PNE/2014 define metas; códigos de ética instituem deveres profissionais. A docência supõe responsabilidade pedagógica e jurídica, confidencialidade, avaliação justa e zelo por acessibilidade. Freire lembra que “não há ensino sem pesquisa, nem pesquisa sem ensino” coerência ética entre o que se diz e o que se faz. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3757354 Pedagogia
Dos tratados clássicos de Comenius — que estruturam a didática como ordenação racional dos processos de ensinar — às perspectivas pragmatistas de Dewey — que situam aprendizagem na experiência socialmente situada — a didática brasileira incorporou leituras críticas que articulam trabalho docente, mediação e historicidade (Saviani, Libâneo). Na atualidade, políticas como a BNCC, dispositivos legais (LDB, ECA, PNE) e demandas por inclusão, tecnologias digitais e equidade tensionam a função social da escola e requerem coerência entre planejamento, avaliação e ética profissional. Nesse contexto, considere os desafios epistemológicos da docência enquanto prática intelectual situada.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3753885 Pedagogia

Conforme a Lei nº. 385/2015, que dispõe sobre o Plano Municipal de Educação de Lavras da Mangabeira (2015-2025), A execução do PME e o cumprimento de suas metas serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas, realizados pelas seguintes instancias:



I. Ministério da Educação – MEC;



II. Secretaria Municipal de Educação;



III. Conferencia Municipal de Educação;



IV. Comissão de Educação da Câmara Municipal.



Quais sao corretas?

Alternativas
Q3753884 Pedagogia
De acordo com o Art. 2 da Lei nº. 13.005/2014, são diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE):
Alternativas
Q3753883 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), analise as características abaixo acerca da primeira etapa da Educação Básica, a Educação Infantil:

1. Expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens.

2. Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação a cultura e às diferenças entre as pessoas. `

As características acima compõem: 
Alternativas
Q3753882 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o Art. 56 do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº. 8.069/1990), os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de: 
Alternativas
Q3753881 Pedagogia

De acordo com a LDB, Lei nº. 9.394/1996, em seu Art. 18, temos que “Os sistemas municipais de ensino compreendem”:



( ) As instituições do ensino fundamental, médio e de educação infantil mantidas pelo Poder Público municipal.


( ) As instituições de educação infantil criadas e mantidas pela iniciativa privada.


( ) Os órgãos municipais de educação.



Marque o item que corresponde corretamente a(s) assertiva(s) correta(s): 

Alternativas
Q3753877 Matemática

Para realizar o conserto de uma placa eletrônica, o técnico precisava apertar quatro parafusos. O manual tinha as seguintes instruções:



• Se não apertar o parafuso Y, não aperte o parafuso Z.


• Se apertar o parafuso Z, não aperte o parafuso W.


• Se apertar o parafuso X, não aperte o parafuso Y.



Seguindo essas instruções, o técnico pode tentar realizar o conserto fazendo: 

Alternativas
Q3753875 Turismo
Lavras da Mangabeira destaca-se por suas belezas naturais e patrimônio cultural. Entre seus principais atrativos turísticos, encontra-se o Boqueirão do Rio Salgado, também conhecido como Boqueirão de Lavras. Essa feição, formado pela ação erosiva do Rio Salgado, apresenta imponentes paredes rochosas e uma gruta homônima, sendo um importante ponto de ecoturismo na região. Considerando este contexto turístico de Lavras da Mangabeira, e correto afirmar que:
Alternativas
Q3753871 Turismo
A Rota das Tradições do Centro Sul do Ceará, lançada pelo Sebrae/CE, tem como objetivo principal: 
Alternativas
Q3753866 Meio Ambiente
A COP30 será realizada em Belém-PA, Brasil, em novembro de 2025. Qual dessas alternativas apresenta corretamente um dos principais objetivos desta conferência? 
Alternativas
Q3753244 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
As ferramentas de vídeo com IA continuarão a "se aperfeiçoar", e esse tipo de orientação logo "tornar-se-á" obsoleto.

De acordo com as regras de colocação pronominal, é correto afirmar que ocorrem, respectivamente:
Alternativas
Q3753243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
A crescente sofisticação dos vídeos produzidos por inteligência artificial vem transformando a relação das pessoas com as imagens. O texto apresenta uma reflexão sobre a perda de confiança no que é visto e as estratégias possíveis para reconhecer conteúdos falsos.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3753239 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam "a mascarar os indícios de falsificação".

Em relação ao uso ou não do acento indicativo de crase, é correto afirmar que, no termo destacado
Alternativas
Q3753236 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como descobrir se o vídeo que você está vendo é real ou gerado por IA


Nos últimos meses, os geradores de vídeo baseados em inteligência artificial evoluíram a tal ponto que a confiança nas imagens captadas por câmeras começa a se abalar. O cenário inevitável é o de um público cada vez mais desconfiado: enganado repetidas vezes, o espectador passará a questionar tudo o que vê.

Por enquanto, ainda é possível identificar alguns sinais de que um vídeo pode não ser real. Um dos principais é a baixa qualidade da imagem: filmagens borradas, granuladas ou pixeladas podem indicar o uso de IA. Segundo o professor Hany Farid, da Universidade da Califórnia em Berkeley, especialista em forense digital, esse é um dos primeiros aspectos a observar.

As ferramentas de vídeo com IA continuarão a se aperfeiçoar, e esse tipo de orientação logo se tornará obsoleto. Ainda assim, por ora, vale a pena usá-la para evitar cair em vídeos falsos. O professor Matthew Stamm, da Universidade Drexel, lembra que imagens de má qualidade não são necessariamente falsas, mas que vídeos de IA costumam recorrer a essa aparência para disfarçar falhas visuais.

Esses vídeos apresentam inconsistências sutis — texturas de pele excessivamente lisas, padrões irregulares em cabelos ou roupas e movimentos improváveis de pequenos objetos. Quanto mais nítida a imagem, maiores as chances de perceber esses detalhes. Por isso, vídeos supostamente gravados por câmeras antigas ou de segurança podem esconder imperfeições típicas da IA.

Nos últimos meses, diversos vídeos gerados por IA enganaram milhões de pessoas. Um deles mostrava coelhos saltando sobre um trampolim; outro, um casal se apaixonando no metrô de Nova York; e um terceiro, um pastor pregando contra bilionários — todos falsos. Em comum, tinham a aparência amadora e a baixa resolução.

Hany Farid afirma que há três fatores essenciais para desconfiar: resolução, qualidade e duração. Os vídeos de IA costumam ser curtos — geralmente entre seis e dez segundos — porque sua produção é cara e mais propensa a falhas em trechos longos. Além disso, a baixa qualidade e a compressão propositais das imagens ajudam a mascarar os indícios de falsificação.

Enquanto isso, as grandes empresas de tecnologia investem bilhões para tornar a IA cada vez mais realista. De acordo com Stamm, as falhas visuais que hoje servem de pista tendem a desaparecer em pouco tempo. Ainda assim, os especialistas acreditam que novas técnicas de autenticação ajudarão a distinguir o que é real do que é criado artificialmente.

Farid e Stamm explicam que vídeos gerados ou modificados deixam rastros invisíveis — impressões digitais que podem ser detectadas com ferramentas estatísticas. Além disso, câmeras e programas de IA poderão, em breve, incorporar informações de origem diretamente nos arquivos, facilitando a verificação da autenticidade.

No passado, imagens e vídeos pareciam provas incontestáveis; hoje, podem ser facilmente manipulados. O essencial passa a ser quem criou o conteúdo, de onde ele veio e se foi verificado por fontes confiáveis. Trata-se, segundo Stamm, de um dos maiores desafios da segurança da informação no século atual — um problema recente, mas que mobiliza um número crescente de pesquisadores e profissionais em busca de soluções conjuntas entre tecnologia, educação e políticas públicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0xp8p5vzmo.adaptado
Hany Farid afirma que há "três fatores essenciais" para desconfiar.

Sintaticamente, o termo destacado na frase trata-se de:
Alternativas
Respostas
2601: C
2602: B
2603: A
2604: B
2605: E
2606: B
2607: D
2608: D
2609: B
2610: A
2611: E
2612: C
2613: B
2614: E
2615: B
2616: E
2617: C
2618: A
2619: C
2620: B