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Q3590772 Pedagogia
Assinale a alternativa que condiz com o currículo na perspectiva do trabalho interdisciplinar.
Alternativas
Q3590766 Pedagogia
Analise a declaração do professor, a seguir, para identificar a concepção de aprendizagem predominante em seu discurso:
O professor deve ajudar o aluno a aprender, em interação com os outros e o ambiente. O professor é aquele que ensina, mas que também aprende. Ele deve exercer a mediação entre o universal da sociedade e o particular do aluno, dando direcionamento ao processo de ensino e aprendizagem. Para exercer adequadamente seu papel, o professor deve conhecer a realidade com a qual trabalha, além de possuir competência teórica no que se refere a sua área de atuação. O professor deve criar condições para que o aluno aprenda e se desenvolva.
(Adaptado de LARA, A. F. L. et al. Concepções de desenvolvimento e de aprendizagem no trabalho do professor. Disponível em: http://www.scielo.br/. Acesso em: 27 fev. 2023.)
Alternativas
Q3590761 Direito Administrativo
Com base na Lei n. 3.173/98, e suas alterações, analise a questão seguinte e marque a alternativa correta:

Os cargos de provimento efetivo compõem o quadro de carreira e, seguindo a correlação de afinidade, natureza dos trabalhos e/ou o nível de conhecimento aplicado, serão alocados nos Grupos Ocupacionais seguintes:



I-Administrativo;


II- Fiscal;


III- Operacional;


IV- Saúde;


V- Superior;


VI- Técnico.



Estão corretos apenas os itens:

Alternativas
Q3590747 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Em: "A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, (...)", é inadequado afirmar do termo "ora":
Alternativas
Q3590742 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Há correta nomeação dos marcadores do discurso em todas as alternativas, exceto em:
Alternativas
Q3590739 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
O valor semântico de "monetização" no texto é de:
Alternativas
Q3590657 Pedagogia
Com base no Decreto nº 7.611/2011, analise as assertivas quanto ao dever do Estado com a educação das pessoas público-alvo da educação especial e assinale a alternativa correta.

I. Garantir um sistema educacional inclusivo em todos os níveis, com discriminação e sem base na igualdade de oportunidades.
II. Promover apoio técnico e financeiro pelo Poder Público às instituições privadas com fins lucrativos, especializadas e sem atuação exclusiva em educação especial.
Alternativas
Q3590656 Pedagogia
Qual foi a principal mudança na concepção de educação inclusiva, segundo os marcos político-legais da educação especial, na perspectiva da educação inclusiva?
Alternativas
Q3590655 Pedagogia
Segundo o Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436/2002, analise as assertivas da inclusão da Libras como disciplina curricular e assinale a alternativa correta.

I. A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

II. A Libras constitui em disciplina curricular obrigatória nos demais cursos de educação superior e na educação profissional.
Alternativas
Q3590654 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Qual é a Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência?
Alternativas
Q3590653 Libras
Assinale a alternativa que apresenta o que é correto afirmar sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
Alternativas
Q3590652 Pedagogia
Assinale a alternativa que está de acordo com o objetivo da Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008):
Alternativas
Q3590651 Pedagogia
Com base nos fundamentos da educação de surdos, assinale a alternativa com a expressão que completa adequadamente o conceito.
A ____________ baseia-se na crença de que a língua de sinais deve ser evitada porque atrapalha o desenvolvimento da oralização. Essa concepção de educação afirma a importância da integração dos sujeitos surdos na comunidade de ouvintes e, para isso, devem fazer uma reabilitação de fala em direção à "normalidade" exigida pela sociedade.
Alternativas
Q3590650 Direito Sanitário
Com base na Lei nº. 12.764/2012, assinale a alternativa que não condiz com o direito ao acesso a ações e serviços de saúde, com vistas à atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com transtorno do espectro autista.
Alternativas
Q3590649 Linguística
Assinale a alternativa que aponta a que área dos estudos da linguagem refere-se o seguinte conceito: "Trata da língua em suas relações com a sociedade porque estuda a língua como um fenômeno social":
Alternativas
Q3590648 Pedagogia
Analise as assertivas sobre a cultura do sujeito surdo e marque a alternativa correta.

I. A cultura surda é o modo de vida do surdo, como ele vive em sociedade, como ele se percebe dentro dela, como ele se comunica e interage com a sociedade.
II. A cultura surda é igual a cultura dos ouvintes, pois engloba diversos elementos de sua vivência, desde os mais corriqueiros do dia a dia, até os do grupo social do qual fazem parte.
Alternativas
Q3590640 Pedagogia
O que é o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB)?
Alternativas
Q3590572 História
"Envolvidos nas suas disputas internas que levariam à decapitação de Carlos I, à República e à deposição de James II, os ingleses pouca atenção deram às suas colônias americanas. Essa "negligência salutar", como foi definida muitas vezes, implicava uma relativa liberdade de comércio [...] A partir da metade do século XVIII, existe, entretanto, uma visível mudança no comportamento colonial inglês."
(KARNAL, Leandro. Estados Unidos, liberdade e cidadania. In. PINSKY, Jaime. PINSKY, Carla Bassanezi (Org). História e Cidadania. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2016., p138)
As razões atribuídas para a mudança da Coroa Inglesa em relação a suas colônias na América, são:
Alternativas
Q3590571 História
 "A história pode ser concebida como uma narrativa de fatos passados. Conhecer o passado dos homens é, por princípio, uma definição de história e, aos historiadores, cabe recolher por intermédio de uma variedade de documentos, os fatos mais importantes, ordená-los cronologicamente e narrá-los [...] Os historiadores, impedidos de emitir qualquer juízo de valor, mantendo-se sempre em uma atitude "imparcial" e neutra diante dos fatos, têm como objetivo "mostrar o que realmente aconteceu".
(BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo:Cortez,2004, p.140).
 Essa tendência historiográfica foi:
Alternativas
Q3590570 História
Entre os diversos documentos, atualmente utilizados para o ensino da História, em nosso país, estão os monumentos históricos. Sobre eles podemos afirmar corretamente que:
Alternativas
Respostas
461: C
462: D
463: A
464: C
465: B
466: D
467: B
468: A
469: B
470: A
471: A
472: D
473: C
474: D
475: C
476: D
477: C
478: D
479: D
480: A