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Q3638337 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet:<blog.archtrends.com>  (com adaptações). 

Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


No terceiro período do terceiro parágrafo, as palavras “frias”, “agressivas” e “excludentes” são usadas em seu sentido denotativo.

Alternativas
Q3638335 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


No trecho “é prejudicada pela inserção desses elementos” (primeiro período do terceiro parágrafo) a palavra “prejudicada” é um adjetivo que funciona como predicativo.

Alternativas
Q3638334 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


O vocábulo “que” (segundo período do segundo parágrafo) é um pronome relativo que atua na coesão textual.

Alternativas
Q3638333 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Considerando‑se os aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir. 


Palavras como “ultrapassada” (segundo período do primeiro parágrafo) e “anti‑arquitetura” (primeiro período do segundo parágrafo) expressam o juízo de valor das autoras acerca da arquitetura hostil.

Alternativas
Q3638331 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


Predominam no texto as tipologias textuais expositiva e argumentativa.  

Alternativas
Q3638330 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


De acordo com o texto, a arquitetura hostil é ineficaz e, além disso, cria um problema para a relação dos cidadãos com os espaços públicos.

Alternativas
Q3638329 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


No Brasil, havia o debate acerca da arquitetura hostil, mas ele se intensificou nos últimos anos.

Alternativas
Q3638328 Português
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.

Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem‑estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.

Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam‑se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.

Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Com base nas informações do texto, julgue o item a seguir.  


A arquitetura hostil é consequência da especulação imobiliária e é contra a existência de pessoas em situação de rua.

Alternativas
Q3638327 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Na oração “para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã” (terceiro período do segundo parágrafo) os dois usos da palavra “para” são semanticamente distintos.

Alternativas
Q3638325 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No segundo período do primeiro parágrafo, o vocábulo “cavernas” e as expressões “edifícios de muitos andares” e “habitações individuais” são semanticamente relacionados.

Alternativas
Q3638323 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Infere‑se do texto que é mais comum encontrar abrigos improvisados nas grandes metrópoles devido à extensão de sua periferia e aos poucos programas sociais voltados ao povo e sua carência por habitação. 

Alternativas
Q3638322 Português
        Ao longo de milênios os homens e os animais aperfeiçoaram os modos de se proteger de variadas ocorrências que poderiam dar‑lhe desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos no cotidiano. Desde as cavernas até os edifícios de muitos andares, passando por habitações individuais, os abrigos sempre foram os refúgios contra intempéries ou animais ferozes, fazendo com que as pessoas se considerassem seguras ou a salvo de agressões, do frio congelante ou outros eventos previsíveis ou de cunho sazonal.

        A necessidade de moradia faz da casa uma necessidade dos habitantes de qualquer cidade contemporânea. O problema poderá ser mais perceptível em grandes aglomerados, as metrópoles, onde a periferia urbana se estende pelo território que, devido à ocupação desenfreada, não enseja a mesma velocidade por parte dos governantes para atender a aspiração de habitações. Também nesse sentido, não se notam programas que venham atender essa demanda, o que faz com que muitos optem pelo abrigo improvisado sob viadutos ou à margem de grandes rodovias ou dos principais eixos de circulação, onde os trabalhadores esperam o transporte para se deslocar para o trabalho nas primeiras horas da manhã ou para o retorno à casa no fim do dia.

Aldo Paviani. Preservar abrigos é necessidade dos seres vivos.
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Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


De acordo com o texto, os abrigos surgiram como uma espécie de fuga dos perigos ou intempéries que podiam causar desconfortos, problemas físicos, desamparo ou prejuízos à vida dos seres humanos. 

Alternativas
Q3638271 Administração Geral

Em relação às funções administrativas, julgue o item a seguir.


O controle permite acompanhar o avanço em direção às metas estabelecidas e identificar, de forma oportuna, eventuais desvios, possibilitando a adoção de ações corretivas.

Alternativas
Q3638270 Administração Geral

Em relação às funções administrativas, julgue o item a seguir.


A função organização visa garantir a execução do planejamento conforme o previsto. Dessa maneira, trata‑se do mecanismo pelo qual os gestores verificam se as ações realizadas estão alinhadas com o que foi planejado.

Alternativas
Q3638269 Administração Geral

Em relação às funções administrativas, julgue o item a seguir.


Para que os planos sejam colocados em prática, é preciso estruturar a organização. Nesse contexto, a função administrativa controle define o modelo organizacional necessário para viabilizar a execução dos planos e deve estar em sintonia com a estratégia adotada.

Alternativas
Q3638268 Administração Geral

Em relação às funções administrativas, julgue o item a seguir.


Quando a administração é compreendida como um processo, o planejamento apresenta‑se como a etapa inicial. Assim, após a definição dos objetivos, os meios para alcançá‑los são organizados por meio de planos estruturados.

Alternativas
Q3638267 Administração Geral

Em relação às funções administrativas, julgue o item a seguir.


As funções do processo administrativo servem como base para a compreensão da administração, porém, embora possam ser analisadas separadamente, elas devem ser entendidas como partes interdependentes do sistema organizacional. Desse modo, elas se complementam e, se uma for executada de forma inadequada, comprometerá as demais. 

Alternativas
Q3638266 Direito Constitucional

No que diz respeito às noções de direito constitucional, julgue o item seguinte.


São a todos assegurados, necessitando apenas do pagamento de taxas, a obtenção de certidões em repartições públicas, para a defesa de direitos e para o esclarecimento de situações de interesse pessoal.  

Alternativas
Q3638265 Direito Constitucional

No que diz respeito às noções de direito constitucional, julgue o item seguinte.


No caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano. 

Alternativas
Q3638264 Direito Constitucional

No que diz respeito às noções de direito constitucional, julgue o item seguinte.


Todos podem reunir‑se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo dispensado o prévio aviso à autoridade competente.

Alternativas
Respostas
1: E
2: E
3: C
4: C
5: C
6: C
7: C
8: E
9: C
10: C
11: E
12: E
13: C
14: E
15: E
16: C
17: C
18: E
19: C
20: E