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Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725697 Ética na Administração Pública

Sobre as Comissões de Ética mencionadas no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725695 Ética na Administração Pública

Com relação às diretrizes estabelecidas pelo Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725694 Atualidades

A barragem de Fundão, pertencente à Samarco, cujas donas são a Vale e a BHP Billiton, se rompeu no dia 5 de novembro de 2015, destruindo o distrito de Bento Rodrigues e deixando centenas de desabrigados.

A lama gerada pelo rompimento atravessou o Rio Doce e chegou ao mar do Espírito Santo. No percurso do rio, cidades tiveram de cortar o abastecimento de água para a população em razão dos rejeitos. Dezenove pessoas morreram.


(http://g1.globo.com/minas-gerais/desastre-ambiental-emmariana/

noticia/2016/06/ibama-teme-que-dique-da-samarco-chegue-aolimite- antes-das-chuvas.html)


Sobre as ações emergenciais e reparações dos danos ambientais que estão sendo tomadas pela mineradora, leia as afirmativas seguintes.


I. A construção do dique S4 logo abaixo do local onde existia Bento Rodrigues, distrito destruído pelo “mar de lama”, está em fase avançada.


II. A previsão é que outros três diques sejam construídos ao longo do Rio Gualaxo do Norte.


III. A Samarco pretende reflorestar as margens dos rios Gualaxo, Carmo e Doce, recuperar afluentes, conter sedimentos nas margens dos rios.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725693 Direito Eleitoral

Os candidatos que pretendem disputar as eleições de outubro devem ficar atentos às datas que estão no calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral. Nestas eleições, serão aplicadas as mudanças estabelecidas pela Reforma Eleitoral (Lei nº 13.165/2015), aprovada no ano passado pelo Congresso.


(http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-07/eleicoes-2016-

partidos-podem-escolher-candidatos-partir-do-dia-20-deste-mes)


Quais mudanças foram trazidas pela nova norma?


I. Mudanças nos prazos, como aumento do período para apresentação dos registros de candidaturas.


II. Diminuição na duração da propaganda no rádio e na televisão.


III. Proibição de doações de empresas privadas para as campanhas políticas. A partir de agora, os partidos deverão se manter por meio de doações de pessoas físicas e de recursos do Fundo Partidário.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725692 Atualidades

Onze meses depois de o presidente Nicolás Maduro ordenar o fechamento unilateral e por tempo indefinido da fronteira entre a Venezuela e a Colômbia, milhares de venezuelanos a atravessaram neste domingo, com o consentimento das autoridades de Caracas, em busca de comida e medicamentos. Embora o fechamento da passagem fronteiriça tenha ocorrido em agosto de 2015 para evitar a fuga para a Colômbia de produtos subsidiados de consumo básico, agora, quase um ano depois, trata-se de que os consumidores venezuelanos tenham acesso a esses bens.


(http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/10/internacional/1468158142_09

5096.html)


Sobre a situação da Venezuela, considere as afirmativas a seguir e assinale a incorreta.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725691 Atualidades

Em decisão histórica, que tem potencial para mudar o rumo da geopolítica mundial pelas próximas décadas, os britânicos decidiram em referendo deixar a União Europeia (UE). A opção de "sair" venceu a de permanecer no bloco europeu por mais de 1,2 milhão de votos de diferença, em resultado divulgado por volta das 3h do dia 24 de junho.


(http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/06/reino-unido-decide-deixar

uniao-europeia-em-referendo.html)


Com base no texto acima e em seus conhecimentos, analise as afirmativas.


I. O referendo derrubou também o primeiro-ministro britânico, David Cameron, assumindo em seu lugar a vice-ministra da Energia do Reino Unido, Andrea Leadsom, que será a segunda mulher no posto de primeiro-ministro britânico depois de Margaret Thatcher.


II. O Reino Unido começou a fazer parte da União Europeia em janeiro de 1973. No entanto, não faz parte da zona do euro – formada pelos países que têm o euro como moeda oficial. Os britânicos continuam usando a libra esterlina.


III. Até então, nunca um país membro havia deixado a união política e econômica dos países que formam a União Europeia.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725690 Atualidades

Na Amazônia, a previsão de falta de chuvas e a consequente secura do solo nunca foram tão extremos, mostra novo estudo. A consequência dessa combinação pode ser a maior temporada de queimadas já registradas.

A pesquisa foi comandada por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA) e os resultados se baseiam em um modelo matemático que leva em conta uma previsão meteorológica de médio prazo – de como será o tempo nos próximos meses. Espera-se que os próximos três meses (julho, agosto e setembro) sejam particularmente secos na região.

(...)

No estudo americano foi calculado o risco de queimadas em dez regiões diferentes da mata em três países, Brasil, Peru e Bolívia.


(http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2016/07/1790015-forte-secapode-

fazer-amazonia-ter-recorde-de-queimadas.shtml)


Com base no texto acima, leia as afirmativas.


I. O provável culpado, segundo a Nasa, que disponibilizou dados para o estudo, pode ser o El Niño, fenômeno climático que bagunça também o clima amazônico. As temperaturas anormais do oceano Pacífico entram na conta que fez disparar o alarme dos cientistas. A primeira grande estiagem desse tipo foi em 2005 e houve outra em 2010. A de 2016 promete ser a pior de todas.


II. A região de Mato Grosso é que sustenta o título de campeã de queimadas (entre 2001 e 2014, o Mato Grosso apresentou uma média de 46,1 mil focos de incêndio na mata por milhão de hectares (área equivalente à de um quadrado de 100 km de lado).


III. Um tipo de queimada que vem crescendo é a queima de resíduos de plantações. No tempo seco, é fácil que o fogo se alastre, causando prejuízo à biodiversidade e lançando material particulado e gás carbônico na atmosfera, contribuindo com o efeito-estufa e o aquecimento global.


Pode-se afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725687 Matemática

A figura a seguir representa as dimensões da sala de espera de um consultório veterinário.


Imagem associada para resolução da questão


Qual é o valor do perímetro da sala?

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725669 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Sobre a forma verbal “têm”, que aparece destacada no último parágrafo do texto, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725667 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Observe a seguinte passagem do texto:


“Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e

não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para

como nós tratamos outros seres.”


Agora, assinale a alternativa em que a passagem tenha sido reescrita sem significativa alteração de sentido e respeitando a Norma Culta da língua.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725666 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Analise as afirmativas seguintes, a respeito do texto.


I. As ideias de vegetarianismo, segundo o texto, têm suas origens no século XX.

II. Segundo John Oswald, a brutalização do homem não permite que ele compreenda a importância da ingestão de carnes de animais para seu desenvolvimento fisiológico.

III. O britânico Jeremy Bentham defende a ideia de que os sentimentos dos animais devem ser preteridos em relação aos dos humanos, já que estes têm apenas sensações irreais.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725665 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

De acordo com o texto, pode-se afirmar corretamente que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRMV-MT Prova: Quadrix - 2016 - CRMV-MT - Serviços Gerais |
Q2725662 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Sobre o conectivo “pois”, em “No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas”, pode-se afirmar corretamente que:

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Q1701356 Arquivologia
O Dicionário de Terminologia Arquivística adota a seguinte definição para arquivo: “Arquivo é o conjunto de documentos que, independentemente da natureza ou do suporte, são reunidos por acumulação ao longo das atividades de pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas”. O conjunto de documentos estreitamente vinculados aos objetivos imediatos para os quais foram produzidos ou recebidos no cumprimento de atividadesmeio e atividades-fim e que se conservam junto aos órgãos produtores em razão de sua vigência e da frequência com que são consultados recebe a denominação de:
Alternativas
Q1701355 Gestão de Pessoas
No processo para ganho de competitividade e ainda na hipótese de que o ambiente em que as empresas atuam está em constante mutação, uma consequência lógica é a de que elas se adaptem a seu meio. Tal adaptação é denominada mudança organizacional. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1701354 Gestão de Pessoas
As atividades de uma empresa superam a capacidade de uma única pessoa realizar os trabalhos necessários. A existência de equipes de trabalho, que conjuga o talento de cada integrante, provoca a sinergia para a empresa alcançar seus objetivos adequadamente. Daí a importância das relações humanas. Analise as seguintes afirmativas.
I. Uma equipe de trabalho é um grupo de pessoas com habilidades complementares e que trabalham em conjunto para alcançar um propósito comum pelo qual são coletivamente responsáveis. II. Estudar as forças que fazem com que os indivíduos gostem um do outro, assim como a dinâmica psicossocial do grupo que se queira estruturar, ou mesmo reestruturar, para atingir melhor o objetivo, é uma medida a tomar a fim de se conseguir o máximo de rendimento de uma equipe de trabalho. III. A produção dos indivíduos está estritamente ligada ao interesse que têm pelo trabalho e aos objetivos do grupo. Na origem desses interesses podem existir motivos diferentes, tais como o desejo de ganhar dinheiro; a necessidade de realização; o desejo de ser admirado e aprovado pelo grupo; entre outros. IV. Uma das principais preocupações dos bons gerentes e diretores de empresas é cuidar da organização racional das equipes de trabalho, visto que sem relações humanas não há organização racional possível. V. Cabe ao líder do grupo reconhecer, harmonizar e aproveitar o talento de cada membro do grupo e aproveitar essa qualidade a fim de que o rendimento do grupo seja o máximo, graças à criação de ambiente de amizade, de ajuda recíproca e de compreensão mútua.
Quantas estão corretas?
Alternativas
Q1701353 Administração Geral
O controle pode ser definido como o processo de monitorar as atividades de forma a assegurar que elas estejam sendo realizadas conforme o planejado e corrigir quaisquer desvios indesejados. As seguintes alternativas estão corretas, com exceção de uma. Qual?
Alternativas
Q1701352 Gerência de Projetos
Um empreendimento não repetitivo, constituído por uma sequência clara e lógica de eventos, com início, meio e fim, que se destina a atingir um objetivo claro e definido, sendo conduzido por pessoas dentro de parâmetros predefinidos de tempo, custo, recursos envolvidos e qualidade, caracteriza um(a):
Alternativas
Q1701351 Administração Pública
Qualidade é o grau em que um produto ou serviço específico está de acordo com o projeto ou a especificação. A gestão da qualidade compreende a atividade desenvolvida para dirigir e controlar uma empresa com o objetivo de melhorar os produtos/serviços oferecidos buscando garantir a satisfação das necessidades dos clientes em particular e da sociedade como um todo. A Fundação Nacional da Qualidade criou um Modelo de Excelência de Gestão calcado em um conjunto de conceitos principais (ou fundamentais), dos quais se destaca o seguinte: “Atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais ela se relaciona. Refere-se também à inserção da empresa no desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização.” O conceito ou fundamento acima corresponde a(à):
Alternativas
Q1701350 Atendimento ao Público
A comunicação é a transmissão de uma mensagem de uma pessoa para outra, sendo considerada um processo de mão dupla utilizando códigos compartilhados por emissor e receptor. A idade, o nível educacional e a cultura de uma pessoa influenciam o modo como ela usa e recebe as palavras. As palavras não têm o mesmo significado para todas as pessoas. Um médico, um advogado, um engenheiro usam termos técnicos para explicar algo, mas um leigo pode ter um entendimento diferente. Os estudiosos do assunto apontam tal característica como uma das barreiras à comunicação, gerando interpretações diferentes para pessoas diferentes. Essa barreira é conhecida como:
Alternativas
Respostas
221: C
222: B
223: C
224: E
225: D
226: C
227: E
228: C
229: C
230: B
231: A
232: E
233: D
234: E
235: D
236: A
237: B
238: B
239: C
240: D