Questões de Concurso Comentadas para uea

Foram encontradas 79 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3921813 Português
Para responder à questão, leia o início do capítulo VI do romance Iracema, do escritor José de Alencar.


    Martim vai a passo e passo por entre os altos juazeiros que cercam a cabana do Pajé.

    Era o tempo em que o doce aracati1 chega do mar e derrama a deliciosa frescura pelo árido sertão. A planta respira; um suave arrepio erriça2 a verde coma3 da floresta.

    O cristão contempla o ocaso do sol. A sombra, que desce dos montes e cobre o vale, penetra sua alma. Lembra-se do lugar onde nasceu, dos entes queridos que ali deixou. Sabe ele se tornará a vê-los algum dia?

    Em torno carpe4 a natureza o dia que expira. Soluça a onda trépida5 e lacrimosa; geme a brisa na folhagem [...].

    Iracema parou em face do jovem guerreiro:

    — É a presença de Iracema que perturba a serenidade no rosto do estrangeiro?

    Martim pousou brandos olhos na face da virgem:

    — Não, filha de Araquém; tua presença alegra como a luz da manhã. Foi a lembrança da pátria que trouxe a saudade ao coração presago6 .

    — Uma noiva te espera?

     O forasteiro desviou os olhos. Iracema dobrou a cabeça sobre a espádua como a tenra7 palma da carnaúba, quando a chuva peneira8 na várzea.

    — Ela não é mais doce do que Iracema, a virgem dos lábios de mel, nem mais formosa! murmurou o estrangeiro.

    — A flor da mata é formosa quando tem rama que a abrigue e tronco onde se enlace. Iracema não vive n’alma de um guerreiro: nunca sentiu a frescura do seu sorriso.

    Emudeceram ambos, com os olhos no chão, escutando a palpitação dos seios que batiam opressos.


(Iracema, 2006.)


1 aracati: brisa do vento.

2 erriçar: arrepiar.

3 coma: copa de árvores frondosas.

4 carpir: lamentar.

5 trépido: trêmulo.

6 presago: que adivinha.

7 tenro: delicado.

8 peneirar: chuviscar.
O narrador faz uso da figura de linguagem conhecida como personificação (figura pela qual o narrador empresta características humanas a seres inanimados, a animais, a mortos ou a ausentes) no seguinte trecho:
Alternativas
Q3921812 Português
Para responder à questão, leia o início do capítulo VI do romance Iracema, do escritor José de Alencar.


    Martim vai a passo e passo por entre os altos juazeiros que cercam a cabana do Pajé.

    Era o tempo em que o doce aracati1 chega do mar e derrama a deliciosa frescura pelo árido sertão. A planta respira; um suave arrepio erriça2 a verde coma3 da floresta.

    O cristão contempla o ocaso do sol. A sombra, que desce dos montes e cobre o vale, penetra sua alma. Lembra-se do lugar onde nasceu, dos entes queridos que ali deixou. Sabe ele se tornará a vê-los algum dia?

    Em torno carpe4 a natureza o dia que expira. Soluça a onda trépida5 e lacrimosa; geme a brisa na folhagem [...].

    Iracema parou em face do jovem guerreiro:

    — É a presença de Iracema que perturba a serenidade no rosto do estrangeiro?

    Martim pousou brandos olhos na face da virgem:

    — Não, filha de Araquém; tua presença alegra como a luz da manhã. Foi a lembrança da pátria que trouxe a saudade ao coração presago6 .

    — Uma noiva te espera?

     O forasteiro desviou os olhos. Iracema dobrou a cabeça sobre a espádua como a tenra7 palma da carnaúba, quando a chuva peneira8 na várzea.

    — Ela não é mais doce do que Iracema, a virgem dos lábios de mel, nem mais formosa! murmurou o estrangeiro.

    — A flor da mata é formosa quando tem rama que a abrigue e tronco onde se enlace. Iracema não vive n’alma de um guerreiro: nunca sentiu a frescura do seu sorriso.

    Emudeceram ambos, com os olhos no chão, escutando a palpitação dos seios que batiam opressos.


(Iracema, 2006.)


1 aracati: brisa do vento.

2 erriçar: arrepiar.

3 coma: copa de árvores frondosas.

4 carpir: lamentar.

5 trépido: trêmulo.

6 presago: que adivinha.

7 tenro: delicado.

8 peneirar: chuviscar.
A voz do personagem Martim parece se mesclar intimamente à voz do narrador no seguinte trecho:
Alternativas
Q3921811 Literatura
Para responder à questão, leia o início do capítulo VI do romance Iracema, do escritor José de Alencar.


    Martim vai a passo e passo por entre os altos juazeiros que cercam a cabana do Pajé.

    Era o tempo em que o doce aracati1 chega do mar e derrama a deliciosa frescura pelo árido sertão. A planta respira; um suave arrepio erriça2 a verde coma3 da floresta.

    O cristão contempla o ocaso do sol. A sombra, que desce dos montes e cobre o vale, penetra sua alma. Lembra-se do lugar onde nasceu, dos entes queridos que ali deixou. Sabe ele se tornará a vê-los algum dia?

    Em torno carpe4 a natureza o dia que expira. Soluça a onda trépida5 e lacrimosa; geme a brisa na folhagem [...].

    Iracema parou em face do jovem guerreiro:

    — É a presença de Iracema que perturba a serenidade no rosto do estrangeiro?

    Martim pousou brandos olhos na face da virgem:

    — Não, filha de Araquém; tua presença alegra como a luz da manhã. Foi a lembrança da pátria que trouxe a saudade ao coração presago6 .

    — Uma noiva te espera?

     O forasteiro desviou os olhos. Iracema dobrou a cabeça sobre a espádua como a tenra7 palma da carnaúba, quando a chuva peneira8 na várzea.

    — Ela não é mais doce do que Iracema, a virgem dos lábios de mel, nem mais formosa! murmurou o estrangeiro.

    — A flor da mata é formosa quando tem rama que a abrigue e tronco onde se enlace. Iracema não vive n’alma de um guerreiro: nunca sentiu a frescura do seu sorriso.

    Emudeceram ambos, com os olhos no chão, escutando a palpitação dos seios que batiam opressos.


(Iracema, 2006.)


1 aracati: brisa do vento.

2 erriçar: arrepiar.

3 coma: copa de árvores frondosas.

4 carpir: lamentar.

5 trépido: trêmulo.

6 presago: que adivinha.

7 tenro: delicado.

8 peneirar: chuviscar.
Um traço característico da prosa romântica que pode ser encontrado nesse trecho é
Alternativas
Q3921809 Português
Para responder à questão, leia o capítulo IV do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.


     Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena. [...]

    Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera ali alguns parentes, mortos já agora em 1867; o último foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, metera ombros a algumas empresas, que foram a pique. [...]

    A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o médico até à porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais aflitiva pela certeza...?

    — Lá isso, não, atalhou Rubião; para ele, morrer é negócio fácil. Nunca leu um livro que ele escreveu, há anos, não sei que negócio de filosofia...

     — Não; mas filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra; adeus.


(Quincas Borba, 2012.)
“Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu.” (2° parágrafo)

No contexto em que se insere, a conjunção sublinhada expressa ideia de
Alternativas
Q3921807 Literatura
Para responder à questão, leia o capítulo IV do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.


     Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena. [...]

    Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera ali alguns parentes, mortos já agora em 1867; o último foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, metera ombros a algumas empresas, que foram a pique. [...]

    A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o médico até à porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais aflitiva pela certeza...?

    — Lá isso, não, atalhou Rubião; para ele, morrer é negócio fácil. Nunca leu um livro que ele escreveu, há anos, não sei que negócio de filosofia...

     — Não; mas filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra; adeus.


(Quincas Borba, 2012.)
“Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena.” (1° parágrafo)

Observa-se nesse parágrafo o seguinte procedimento estilístico que caracteriza a prosa madura de Machado de Assis:
Alternativas
Q3921806 Português
Para responder à questão, leia o capítulo IV do romance Quincas Borba, de Machado de Assis.


     Este Quincas Borba, se acaso me fizeste o favor de ler as Memórias póstumas de Brás Cubas, é aquele mesmo náufrago da existência, que ali aparece, mendigo, herdeiro inopinado, e inventor de uma filosofia. Aqui o tens agora em Barbacena. [...]

    Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? Seguramente, não; tinha-o por homem esquisito. É, todavia, certo que o grãozinho não se despegou do cérebro de Quincas Borba, — nem antes, nem depois da moléstia que lentamente o comeu. Quincas Borba tivera ali alguns parentes, mortos já agora em 1867; o último foi o tio que o deixou por herdeiro de seus bens. Rubião ficou sendo o único amigo do filósofo. Regia então uma escola de meninos, que fechou para tratar do enfermo. Antes de professor, metera ombros a algumas empresas, que foram a pique. [...]

    A opinião ostensiva do médico era que a doença do Quincas Borba iria saindo devagar. Um dia, o nosso Rubião, acompanhando o médico até à porta da rua, perguntou-lhe qual era o verdadeiro estado do amigo. Ouviu que estava perdido, completamente perdido; mas, que o fosse animando. Para que tornar-lhe a morte mais aflitiva pela certeza...?

    — Lá isso, não, atalhou Rubião; para ele, morrer é negócio fácil. Nunca leu um livro que ele escreveu, há anos, não sei que negócio de filosofia...

     — Não; mas filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra; adeus.


(Quincas Borba, 2012.)
Contida na fala do médico de Quincas Borba de que “filosofia é uma coisa, e morrer de verdade é outra” (5o parágrafo) está a seguinte oposição:
Alternativas
Q3921805 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para realizar o tratamento de água em uma estação de tratamento, inicialmente dissolve-se sulfato de alumínio, A2 (SO4)3, para a remoção da maior parte da sujeira dispersa na água. Após essa etapa, a água passa por um sistema de filtros e recebe a adição de hipoclorito de sódio, NaCO, e fluossilicato de sódio, Na2SiF6, para completar o processo. As substâncias citadas no texto têm como função, respectivamente,
Alternativas
Q3921781 Biologia
A análise do DNA dos seres humanos revela que essa espécie tem grau de parentesco evolutivo com outros seres vivos, especialmente com os mamíferos e, consequentemente, com os primatas. Essa semelhança genética confirma que temos um mesmo ancestral. Nesse contexto, os seres vivos mais próximos evolutivamente da espécie humana são
Alternativas
Q3921780 Biologia
    Como um campo específico do conhecimento humano, isto é, um ramo das Ciências Biológicas (Biologia), a Ecologia teve início por volta de 1900, apresentando, desde então, crescimento expressivo. Na segunda metade do século XX, houve grande aumento do interesse humano pela questões ambientais, como a preservação e a recuperação dos espaços naturais.
(Diarone Paschoarelli Dias. Biologia natureza e sociedade, 2016.)

De acordo com o excerto, a Ecologia
Alternativas
Q3921779 Saúde Pública
    A dependência em drogas lícitas ou ilícitas é considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e provoca males ao organismo e a toda sociedade. O consumo dessas substâncias a longo prazo é associado a mais de 200 problemas de saúde e ainda é fator de risco relevante para violência e acidentes rodoviários.
(www.gov.br. Adaptado.)

De acordo com conhecimentos a respeito da dependência química, afirma-se que
Alternativas
Q3921778 Biologia
Leia o texto para responder à questão.


   Nos afloramentos dos inselbergues (morros rochosos isolados) do Espírito Santo, floresce uma margarida amarelada bem diferente das outras. Apelidada de estrela-das-montanhas (Wunderlichia capixaba), a espécie foi encontrada em 2023 durante uma expedição na Pedra do Cabrito, no município de Castelo, no domínio da Mata Atlântica. Ela se distingue das outras do gênero por formar arbustos que não perdem as folhas durante a floração, com inflorescências pequenas, e foi classificada como criticamente ameaçada de extinção. “Além de ser microendêmica, a população da espécie é bastante reduzida, com uma estimativa de menos de 50 indivíduos”, calcula o botânico Aristônio Teles, da Universidade Federal de Goiás. Ele acrescenta que os inselbergues sofrem com ação humana pela extração de pedras ornamentais e que fazendas de café dominam o entorno de onde vive a estrela-das-montanhas.

(https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado.)
A estrela-das-montanhas é encontrada em um bioma caracterizado por apresentar vegetação rica em
Alternativas
Q3921777 Biologia
Leia o texto para responder à questão.


   Nos afloramentos dos inselbergues (morros rochosos isolados) do Espírito Santo, floresce uma margarida amarelada bem diferente das outras. Apelidada de estrela-das-montanhas (Wunderlichia capixaba), a espécie foi encontrada em 2023 durante uma expedição na Pedra do Cabrito, no município de Castelo, no domínio da Mata Atlântica. Ela se distingue das outras do gênero por formar arbustos que não perdem as folhas durante a floração, com inflorescências pequenas, e foi classificada como criticamente ameaçada de extinção. “Além de ser microendêmica, a população da espécie é bastante reduzida, com uma estimativa de menos de 50 indivíduos”, calcula o botânico Aristônio Teles, da Universidade Federal de Goiás. Ele acrescenta que os inselbergues sofrem com ação humana pela extração de pedras ornamentais e que fazendas de café dominam o entorno de onde vive a estrela-das-montanhas.

(https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado.)
O nome científico de uma espécie de ser vivo é uma forma padronizada de identificá-la internacionalmente na comunidade científica. O nome científico da planta estrela-das-montanhas obedece à regra do sistema binomial de nomenclatura proposto por Lineu, ou seja:
Alternativas
Q3921773 Geografia
    Desde 2017 trava-se no oeste dos Camarões uma verdadeira guerra civil, cujas origens datam mais de 100 anos. Após a Primeira Guerra Mundial, a ex-colônia alemã foi submetida à administração britânica e francesa. Até hoje fala-se principalmente inglês nas duas regiões ocidentais, North West e South West, e forças radicais reivindicam a separação em relação à parte maior, francófona. Em 2017, as porções ocidentais promulgaram uma república própria, porém os atentados e embates com o exército se sucedem, já somando milhares de mortos.
(www.dw.com. Adaptado.)

Quando submetidas a cenários de migração forçada por temor de perseguição, tal qual ocorre nos Camarões, as pessoas são reconhecidas pela condição de 
Alternativas
Q3921770 Geografia
Considerado um dos lugares mais violentos do mundo, a República Democrática do Congo é um país situado no continente africano e marcado por um processo tardio de independência. Esse processo não conseguiu garantir segurança socioeconômica e política à sua população. Os frequentes conflitos e as milhões de mortes evidenciam, até os dias de hoje, disputas pelo controle
Alternativas
Q3921768 Geografia
     A Amazônia Legal concentrou quase metade de todos os conflitos no campo registrados em 2023 no Brasil. Dos 2203 episódios contabilizados naquele ano, 1034 ocorreram na região amazônica, que compreende nove estados brasileiros. Segundo o relatório “Conflitos no Campo”, este é o terceiro maior número de casos em toda a série histórica, que começou em 1985. Em primeiro lugar ficou 2020, com 1167 ocorrências, e em segundo vem 2022, com 1117 registros.
(www.brasildefato.com.br, 10.05.2024. Adaptado.)

Na Amazônia Legal, são causas de conflitos no campo:
Alternativas
Q3921766 Geografia
Groenlândia não é tão grande
quanto nos mapas. Entenda a distorção.

    A Groenlândia é apresentada de um tamanho maior do que é por causa da distorção da projeção de Mercator, que foi criada no século XVI e até hoje é a forma mais amplamente usada para representar o mundo em versão plana. A projeção de Mercator transforma a Terra, que é esférica, em um plano — para isso, as regiões próximas dos polos aumentam.
(www.metropoles.com. Adaptado.)

Apesar das distorções citadas no excerto, a popularidade da projeção de Mercator explica-se pela
Alternativas
Q3921765 Português
    Os povos indígenas tiveram participação expressiva nas Eleições Municipais de 2024. Foram 9 prefeitos eleitos. Em 2020, foram 8 indígenas conduzidos ao cargo de chefe do Poder Executivo Municipal; nas eleições de 2016, foram 6. Para o cargo de vereador, foram eleitos 241 indígenas nas cinco regiões do país. Em 2020, foram 181 e nas eleições de 2016 foram 168. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
(www.gov.br, 09.10.2024.)

Os dados do excerto demonstram a
Alternativas
Q3921764 Português
   Majur Harachell Traytowu, da comunidade bororo Apido Paru em Rondonópolis (MT), ficou conhecida, em 2021, como a primeira mulher transexual a liderar uma aldeia indígena. “A gente fez um breve estudo, e parece que existe ‘cacica’ [feminino de cacique]. Então, estão me tratando mais como ‘cacica’”, conta ela, que assim prefere ser chamada. Uma dificuldade que ela conta não ter enfrentado foi transfobia dentro da comunidade. “Nunca ninguém me questionou [como líder]. Nunca falaram nada. Nunca tive esse problema”, afirma Majur, que considera que o respeito às pessoas trans é uma realidade no povo bororo, mas não é uma constante entre todos os povos indígenas.
(Vinícius Lisboa. https://agenciabrasil.ebc.com.br, 26.01.2023. Adaptado.)

Considerando a relação entre poder e identidade de gênero, o excerto revela que
Alternativas
Q3921762 Português
     Os indígenas estão tendo maior acesso às universidades públicas. Em 2022, pouco mais de 6 mil indígenas estavam matriculados em uma das 26 instituições de Ensino Superior da Amazônia Legal. Esse número é três vezes maior do que em 2013, primeiro ano de aplicação da Lei Federal de Cotas (12.711/2012). Entre 2012 e 2022, o total de estudantes indígenas matriculados cresceu 245% nessa região. Por outro lado, em 10 anos, de 2012 a 2022, 53757 indígenas se matricularam em cursos de graduação públicos na Amazônia Legal, mas apenas 5327 concluíram os estudos, o que representa uma taxa de conclusão inferior a 10%.
(Daniela Souza et al. https://infoamazonia.org, 14.10.2024. Adaptado.)

Os dados abordados no excerto sobre a Amazônia Legal revelam que
Alternativas
Q3921761 Português
   Centenas de artefatos revelaram uma complexa rede comercial dos astecas, que incluía trocas com sociedades rivais para obter diferentes tipos de obsidiana. Os astecas usavam esse vidro vulcânico para fazer ferramentas, peças ornamentais ou objetos religiosos há séculos. O antropólogo Diego Matadamas-Gomora e sua equipe de pesquisa ficaram surpresos com a variedade de tipos de obsidiana encontrados na antiga capital, que supera a encontrada em outros locais da Mesoamérica. A descoberta também lança luz sobre como a sociedade asteca evoluiu antes da queda do império em 1520, ao mostrar como o uso da obsidiana mudou ao longo do tempo.
(Ashley Strickland. www.cnnbrasil.com.br, 16.05.2025. Adaptado.)

O uso do vidro vulcânico pelos astecas, como retratado no excerto, revela a
Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: E
24: B
25: D
26: A
27: B
28: B
29: E
30: C
31: D
32: C
33: C
34: A
35: E
36: C
37: C
38: D
39: A
40: B