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No diálogo do Livro X de “A República”, o autor discorre sobre o processo mimético, ou seja, a relação imitativa entre as formas naturais e poéticas. A partir da reflexão do fragmento platônico, música e músico estariam:
O texto aponta para uma relação entre logos e mousiké em que se coloca uma compertinência necessária entre ambas, porque:
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e as relações propostas entre elas: I - Para o pensamento antropológico de Claude Lévi-Strauss a música oferece possibilidades de interpretação da cultura. PORQUE II –Mito e música estabelecem relações de similaridade e contiguidade, assim como para compreender uma música devemos considerar a totalidade dos eventos da partitura, precisamos considerar a totalidade dos acontecimentos míticos mesmo que estejam distantes no espaço-tempo.
Baseado nas proposições I e II, podemos afirmar que as asserções:
Texto 2: A notação musical braille sempre esteve à margem do ensino musical, ou pela falta de profissionais que dominam essa escrita para ensinar seus alunos, ou por acomodação do próprio deficiente, que muitas vezes prefere trabalhar somente com o „ouvido‟, não dando importância à representação gráfica dos sons.
A opção que indica como compatibilizar a proposta de Keith Swanwick no texto 1, considerando as dificuldades apresentadas no texto 2, é:
Pensando o processo de avaliação em música a partir das reflexões de Perrenoud, assinale a alternativa INCORRETA.
Texto 2: Pois, à parte o fato já acenado de ser um aspecto constitutivo da humanidade do homem, ocorre que a música, no Brasil, é também um dado cultural da maior importância, com especial participação no processo histórico de constituição da identidade nacional. Além disso, passam pela música muitas das identidades locais no país – as suas “culturas”, como atualmente se fala. Evidentemente, até em razão dessa diversidade, qualquer “educação” musical entre nós terá sempre uma natureza problemática, na medida em que diferenças de valores e de concepção de música tenderão a ganhar muito relevo nesse espaço disciplinar. Todavia, além desse tipo de conflito já existir em outras situações, como no caso mesmo do ensino da língua portuguesa e da literatura, o fato é que o debate dessas questões deveria antes estimular a efetivação do processo de musicalização, em vez de inibi-lo. (Barbeitas, Flávio, 2007).
Considerando os textos 1 e 2, pode-se afirmar que o texto:
O dodecafonismo é assim, de um ponto de vista mais geral, produto de culturas superadas, que se decompõem de maneira inevitável, e um artifício cerebralista, anti-nacional, anti-popular, levado ao extremo; é química, é arquitetura, é matemática da música – é tudo o que quiserem – mas não é música.”
Koellreuter: “Dodecafonismo não é um estilo, não é uma tendência estética, mas sim o emprego de uma técnica de composição criada para a estruturação do atonalismo, linguagem musical em formação, lógica consequência de uma evolução e da conversão das mutações quantitativas do cromatismo em qualitativas, através do modalismo e do tonalismo. Não tende, por um lado – como toda outra técnica de composição –, outro fim a não ser o de ajudar o artista a expressar-se e, servindo, por outro lado, à cristalização de qualquer tendência estética, a técnica dodecafônica garante liberdade absoluta de expressão e a realização completa da personalidade do compositor. Ela não é mais nem menos “formalista”, “cerebralista”, “anti-nacional” ou “anti-popular” que qualquer outra técnica de composição baseada em contraponto e harmonia tradicionais.”
Pensando nos conceitos que essa ilustração documental suscita e nos conhecimentos histórico-musicais mais amplos, assinale a alternativa CORRETA:
Considerando o contexto apresentado por Marisa Trench Fonterrada, a Lei Federal nº 11.769, de 18 de agosto de 2008, que dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino de música na educação básica, propõe:
O uso da escala mixolídia na música brasileira é frequente, a sétima abaixada ou abemolada é comum nos gêneros típicos do nordeste, a síntese do conflito entre as matrizes africanas e europeias geraram um efeito similar à ocorrência das blue notes em: