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Q2246226 Arquitetura
O Plano Municipal de Habitação aprovado por um município brasileiro prevê a criação de um programa de prestação de serviços, por profissionais que detêm conhecimento especializado em determinados campos de atuação profissional, visando prestar auxílio com vistas a suprir necessidades técnicas para a produção de moradia da população de baixa renda residente na cidade, por meio de relação direta entre profissionais de arquitetura e engenharia e famílias interessadas em construir sua própria casa. Nos termos do glossário anexo à Resolução CAU/BR nº 21/2012, tal atividade é denominada
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Q2246225 Arquitetura
Uma profissional diplomou-se em arquitetura e urbanismo no Brasil, estabelecendo-se profissionalmente em Curitiba-PR e exercendo ali regularmente a profissão. Como vencedora de determinada licitação pública, ela agora prestará serviços de projeto em São Paulo – Capital, colocando-se como autora de projeto frente à Prefeitura do município e devendo para isso emitir a RRT correspondente. Para que seja regular esse exercício profissional, essa arquiteta deverá
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Q2246224 Arquitetura
Os requisitos para gestão de reformas em edificações deverão ser consubstanciados, segundo a NBR 16280, em
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Q2246223 Arquitetura
Na avaliação do desempenho do sistema estrutural de uma edificação existente, para fins de tomada de decisão quanto à eventual aquisição do imóvel e, em caso positivo, sua demolição ou reforma, o arquiteto responsável pela gestão do processo recebeu um parecer técnico especializado. Tal parecer identifica a presença de deslocamentos acima dos limites de norma e de fissuras em elementos estruturais e sustenta, à luz da NBR 15575, que, por conta desses deslocamentos, em partes significativas da edificação começam a ser prejudicadas a funcionalidade, utilização ou durabilidade do Sistema de Vedações Verticais Internas e Externas. Não há, ainda, rebaixamento perigoso dos níveis de segurança ou risco de colapso do sistema ou de deformações e fissuras excessivas. Tal caracterização implica que os parâmetros citados ultrapassaram o estado-limite
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Q2246222 Arquitetura
Na contratação de projetos de edificações que serão utilizadas pelo CAU em uma unidade da Federação, pretende-se que a fase de preparação para a elaboração dos projetos arquitetônicos compreenda as etapas previstas na NBR 16636-2: Elaboração e desenvolvimento de serviços técnicos especializados de projetos arquitetônicos e urbanísticos - Parte 2: Projeto arquitetônico. Essa norma prevê que seja desenvolvida uma fase de preparação, composta pelas etapas sucessivas de levantamento de informações
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Q2246221 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a NBR 9050, na elaboração de projetos de espaços acessíveis, a área de transferência, espaço livre de obstáculos, a ser utilizado para transferência por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, corresponderá, no mínimo, a um
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Q2246220 Direito Administrativo
A respeito da Lei nº 8.429/1992, que dispõe sobre os atos de improbidade administrativa, é correto afirmar que
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Q2246219 Direito Administrativo
Segundo a Lei nº 9.784/1999, nos processos administrativos, serão observados, entre outros, os critérios de
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Q2246218 Direito Constitucional
É correto afirmar sobre os conselhos profissionais, com base na Constituição Federal, que
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Q2246217 Arquitetura
No que se refere às normas profissionais aplicáveis aos arquitetos e urbanistas, conforme previsto na Lei nº 12.378:
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Q2246216 Arquitetura
Segundo a Lei nº 12.378, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo, serão consideradas privativas de profissional especializado:
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Q2246210 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase escrita a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância e de colocação pronominal. 
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Q2246209 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
No contexto do penúltimo parágrafo, exprime circunstância de modo a expressão destacada em:
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Q2246208 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
No Editorial, é defendido o ponto de vista de que
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Q2246207 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
Em atendimento à norma-padrão da língua, as lacunas presentes no último parágrafo do texto devem ser preenchidas com: 
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Q2246206 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
O Editorial trata 
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Q2246205 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
Considere as seguintes frases do texto:
•  … cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas… (1º parágrafo)
•  … devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. (2º parágrafo)
•  … devemos discutir outros tipos de ação afirmativa… (penúltimo parágrafo)

Assinale a alternativa em que as expressões destacadas nas frases estão corretamente substituídas por formas pronominais.
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Q2246204 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
Considere a passagem do 2º parágrafo:
Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade…
Assinale a alternativa que explicita, com uma conjunção adequada, a relação de sentido de causa que há entre as duas partes da passagem.
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Q2246203 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
Considere as frases:
… devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. (2º parágrafo)
… torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo. (3º parágrafo)
Os termos destacados são empregados, respectivamente, com sentido
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Q2246202 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
O autor faz referência à dificuldade dos estudantes carentes em manter-se estudando como argumento para defender a ideia de que
Alternativas
Respostas
41: B
42: A
43: B
44: C
45: E
46: C
47: C
48: B
49: E
50: A
51: D
52: C
53: E
54: A
55: B
56: C
57: A
58: D
59: B
60: E