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A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue o item que se segue.
A prevenção de nefropatia associada ao contraste deve ser feita
com soro fisiológico associado ao bicarbonato de sódio, e não
com soro fisiológico apenas.
A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue o item que se segue.
Tratando-se de pacientes com risco aumentado para nefropatia
por contraste — aqueles portadores de insuficiência renal
prévia, com diabetes melito e depletados de volume —, a
utilização de contraste isosmolar pode minimizar a lesão renal.
A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue o item que se segue.
Em se tratando de pacientes com alteração da função renal com clearance de creatinina menor que 60 mL/min, a utilização do gadolíneo na ressonância nuclear magnética causa esclerose sistêmica nefrogênica.
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue o item subsequente.
Suspenso diurético, a ausência de melhora da função renal
sustentada, após expansão volêmica com cristaloide, sugere
presença de síndrome hepatorrenal.
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue o item subsequente.
Cirrose com ascite e creatinina sérica maior que 1,5 mg/dL
devem estar presentes para que se considere o diagnóstico da
síndrome hepatorrenal.
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue o item subsequente.
A síndrome hepatorrenal tipo 1 está relacionada ao pior
prognóstico, à ausência de melhora da função renal após
melhora da função hepática e à sobrevida de um mês inferior
a 50%.
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue o item subsequente.
O tratamento paliativo para a síndrome hepatorrenal consiste na administração de albumina e terlipressina, e o tratamento definitivo consiste na MARS (molecular adsorbent recirculating system), que possibilita, em um mesmo procedimento, a substituição renal e hepática.
Com relação à síndrome hepatorrenal, julgue o item subsequente.
Havendo doença renal parenquimatosa, deve-se cogitar o
diagnóstico de síndrome hepatorrenal.
Ausência de choque e de uso recente de drogas nefrotóxicas são essenciais para que se investigue a ocorrência de síndrome hepatorrenal.
No que concerne à infecção do trato urinário (ITU), julgue o item que se segue.
O fator primário de virulência das bactérias consiste na sua
capacidade de adesão às superfícies celulares.
No que concerne à infecção do trato urinário (ITU), julgue o item que se segue.
O Enterobacter é o patógeno mais comumente envolvido na
ITU, sendo responsável por mais de 80% dos casos.
No que concerne à infecção do trato urinário (ITU), julgue o item que se segue.
Em caso de ITU com Staphylococcus aureus, deve-se sempre investigar se há infecção endovascular.
A nefrolitíase é um problema comum nos consultórios de nefrologia, urologia e clínica médica, com altas taxas de incidência, seja de casos assintomáticos, seja de crises álgicas nas cólicas nefréticas. Acerca dessa complicação renal, julgue o próximo item.
Em se tratando de pacientes com hipercalciúria idiopática, o
local inicial da formação dos cálculos de oxalato de cálcio é a
superfície basolateral do ramo delgado da alça de Henle.
A nefrolitíase é um problema comum nos consultórios de nefrologia, urologia e clínica médica, com altas taxas de incidência, seja de casos assintomáticos, seja de crises álgicas nas cólicas nefréticas. Acerca dessa complicação renal, julgue o próximo item.
A obesidade é considerada fator de risco para o
desenvolvimento da litíase renal, principalmente em mulheres.
A nefrolitíase é um problema comum nos consultórios de nefrologia, urologia e clínica médica, com altas taxas de incidência, seja de casos assintomáticos, seja de crises álgicas nas cólicas nefréticas. Acerca dessa complicação renal, julgue o próximo item.
O local da irradiação da dor em caso de cólicas nefréticas indica a localização da impactação do cálculo: quando preso na junção ureterovesical, a dor irradia para flanco e virilha; quando alojado na junção ureteropélvica, há irritação vesical com disúria e polaciúria.