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Sabendo que a doença cardiovascular é a principal causa de morte em pacientes com doença renal crônica (DRC), julgue o item a seguir.
A hipertrofia do ventrículo esquerdo acomete cerca de 40%
dos pacientes com insuficiência renal crônica moderada, sendo
diabetes, hipertensão, tabagismo e anemia fatores que aceleram
o desenvolvimento da miocardiopatia sintomática nesses
pacientes.
Sabendo que a doença cardiovascular é a principal causa de morte em pacientes com doença renal crônica (DRC), julgue o item a seguir.
Os inibidores da enzima conversora da angiotensina e os
antagonistas da angiotensina II são considerados agentes de
primeira linha para o tratamento da hipertensão arterial na
maioria dos pacientes, devido ao efeito benéfico de retardar a
progressão da DRC proteinúrica.
Sabendo que a doença cardiovascular é a principal causa de morte em pacientes com doença renal crônica (DRC), julgue o item a seguir.
O padrão-ouro para o diagnóstico de doença arterial
coronariana é a cintilografia miocárdica, uma ferramenta
diagnóstica moderna e menos invasiva que outras.
Sabendo que a doença cardiovascular é a principal causa de morte em pacientes com doença renal crônica (DRC), julgue o item a seguir.
O estado urêmico é miocardiopático devido a seu envolvimento hemodinâmico, manifestado por hipotensão, depleção de volume e complacência arterial aumentada.
No caso de doença renal crônica, os rins podem adaptar-se na busca da manutenção da homeostase do organismo. A esse respeito, julgue o próximo item.
Nos pacientes com doença renal crônica, a dificuldade em
concentrar a urina os predispõe à desidratação hipertônica.
No caso de doença renal crônica, os rins podem adaptar-se na busca da manutenção da homeostase do organismo. A esse respeito, julgue o próximo item.
Os rins mantêm quase intacto o balanço de sódio até próximo
às fases terminais da doença renal crônica, e a fração de
excreção de sódio aumenta em proporção inversa à queda do
ritmo de filtração glomerular.
No caso de doença renal crônica, os rins podem adaptar-se na busca da manutenção da homeostase do organismo. A esse respeito, julgue o próximo item.
O equilíbrio ácido básico é afetado nas fases iniciais da insuficiência renal crônica. A excreção de amônio não se sustenta devido à incapacidade das células do túbulo proximal de aumentar a síntese de amônia, o que resulta em acidose metabólica.
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
As complicações da diálise peritoneal no caso de lesão renal
aguda incluem peritonites, complicações mecânicas, perda de
proteína e hiperglicemia.
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
O teste de equilíbrio peritoneal (PET) para a avaliação da taxa
de transferência de solutos e água através da membrana
peritoneal em pacientes em diálise peritoneal baseia-se em três
parâmetros: relação da creatinina no dialisato e plasmática
em 4 horas (creatinina D/P); relação de glicose no dialisato em
4 horas e 0 hora (glicose D/D0); volume de ultrafiltração
em 4 horas (VUF).
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue os próximos itens.
Em caso de peritonite causada por Pseudomonas,
recomenda-se retirada do cateter com urgência.
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
Na vigência de peritonite infecciosa associada ao cateter de
Tenckhoff, está indicada a remoção do cateter em casos
de peritonite refratária (sem resposta ao antibiótico após 5 dias
de tratamento), peritonite refratária (no orifício de saída e do
túnel) e peritonite fúngica.
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
Pode ocorrer perda de proteína para o peritônio durante a
diálise peritoneal, de modo que se recomenda, para pacientes
que a utilizam como terapia substitutiva, a ingesta de, no
mínimo, 1,5 gramas/kg de proteína em 24 horas.
A diálise peritoneal é uma modalidade de substituição renal que pode ser utilizada na lesão renal aguda. A esse respeito, julgue o próximo item.
O diagnóstico de peritonite associada ao cateter de diálise peritoneal deve ser suspeitado se houver dor abdominal, dialisato turvo, contagem de leucócitos acima de 100 µL ou células polimorfonucleares maiores que 50%, sendo necessário que haja fluido na cavidade abdominal por 4 horas.
A nefrotoxicidade associada aos exames complementares pode piorar o estado de lesão renal prévio. Com relação à nefropatia associada aos contrastes e ao gadolíneo, julgue o item que se segue.
Deve-se administrar, por via oral, duas vezes ao dia, no dia do
procedimento e até 24 horas após o exame, uma dose de
1.200 mg de acetilcisteína a pacientes com risco aumentado
para nefropatia por contraste.