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JVG, sexo feminino, 38 anos, moradora de um bairro da região noroeste da cidade de Goiânia, identificou, há dois dias, uma tumoração no joelho direito. Refere mobilidade prejudicada, apresenta dificuldades para deambular, queixa-se de dor moderada na região da lesão e a pele do local não apresenta nenhuma alteração.
Com base nas políticas que orientam as ações do Sistema Único de Saúde (SUS) e no caso relatado, a usuária em questão deve ser orientada a buscar atendimento, preferencialmente, em uma unidade de(do)
Paciente do sexo masculino, 30 anos, chega ao ambulatório de neurologia alegando cefaleia que se iniciou há cerca de 4 meses, já tendo feito consultas com outras especialidades e realizado vários exames complementares, incluindo ressonância magnética de crânio, todos normais e sem melhora dos sintomas. A cefaleia é inédita, sendo que o paciente não apresentava cefaleias prévias, à exceção de quando apresentava infecções respiratórias, mas com dores que duravam horas, bem diferentes das atuais e que eram muito esporádicas. A dor atual foi bem lembrada pelo paciente, tendo começado e se mantido diária e contínua ao longo dos meses. A dor é moderada a intensa, pulsátil, bilateral e de predomínio anterior, sem foto e fonofobia, às vezes com náuseas, mas sem vômitos, piorando um pouco com esforços físicos. O paciente fazia uso diário de analgésicos comuns e combinados, com pouca resposta da dor. O exame neurológico, incluindo o cefaliátrico, foi normal. Foi realizado estudo liquórico, com raquimanometria e rotina de liquor, com resultados normais.
Considerando que o caso acima se trata de uma cefaleia primária, qual é o diagnóstico?