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O tipo funcional de esquadria representada na figura é chamado de
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A afirmação do procurador de Áquila, Fábio Picuti, de que os especialistas, mesmo que não pudessem prever exatamente quando o terremoto poderia ocorrer, deveriam ter apresentado as incertezas científicas mais abertamente
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
Neurologistas têm se dedicado ...... investigar o que muda no cérebro ...... medida que envelhecemos; segundo alguns estudos, a aptidão da memória para resgatar informações abstratas diminui, enquanto a propensão ...... divagar aumenta. Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, respectivamente:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. (2o parágrafo) Mantendo-se a correção quanto às regras de concordância e, em linhas gerais, o sentido original, a frase acima está corretamente reescrita em:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
... qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos ... (2o parágrafo) O verbo que se encontra flexionado nos mesmos tempo e modo do grifado acima está em:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
O verbo que também poderia estar flexionado no singular, sem prejuízo para a correção e a lógica do segmento, está grifado em:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
Observe atentamente as afirmativas abaixo:
I. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931... (1o parágrafo)
Uma redação alternativa para a frase acima, mantendo-se a correção e a lógica, é: Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não se afastara das conclusões extraídas em 1931...
II. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios. (2o parágrafo)
Os travessões da frase acima poderiam ser substituídos por parênteses, sem prejuízo para a correção e a lógica.
III. ... aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro... (3o parágrafo)
O verbo grifado acima poderia ser substituído por aludisse, sem qualquer outra alteração na frase e sem prejuízo para a correção e a lógica.
Está correto o que se afirma em
Os estoques finais projetados para os três produtos são maiores do que os do ano anterior. (2o parágrafo)
O pronome grifado na frase acima substitui, considerando-se o contexto, a expressão
Os funcionários que trabalham com banhos galvânicos como niquelação ou cromeação
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De acordo com as diretivas da política nacional de saneamento básico, estabelecidas pela Lei no 11.445/2007,
A legislação brasileira estabelece, por meio da Resolução CONAMA 357/2005, condições e padrões de qualidade para enquadramento dos corpos hídricos de água doce em diferentes classes. De acordo com o referido instrumento,
A Lei Federal no 9.433/97 estabeleceu a cobrança pelo uso dos recursos hídricos com a finalidade de reconhecer a água como um bem econômico, incentivar seu uso racional e obter recursos para os programas e intervenções contemplados nos planos de bacia. Este instrumento




