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Q3888563 Português
Os parlamentares americanos ovacionaram Zelensky durante o discurso (em 21.12.22), quando ele afirmou que a ajuda que os EUA vêm fornecendo não é “caridade”, mas um investimento na segurança global.

(BBC News. Disponível em https://bityli.com/Y5g4U. Acesso em 23.12.2022. Adaptado)

Zelensky, presidente ucraniano,
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Q3888562 Direito Constitucional
No dia 07 de dezembro de 2022, o Congresso peruano tinha agendada uma sessão para votar o possível impeachment do presidente e, pouco depois do anúncio de uma decisão de Pedro Castillo, os parlamentares decidiram, por ampla maioria, afastá-lo. Foram 101 votos a favor, seis contra e dez abstenções. Castillo foi detido em Lima. Aliados políticos e até os próprios ministros do governo classificaram o movimento do então presidente como uma tentativa de golpe. Em comunicado conjunto, as Forças Armadas e a Polícia Nacional peruanas informaram que o ato de Castillo representou uma infração à Constituição do país.

(Jornal Nacional. Disponível em https://bityli.com/b3GP5. Acesso em 23.12.2022. Adaptado)

A infração à Constituição alegada para destituir o presidente foi
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Q3888550 Português
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Falta de educação não é crime


    Além de um diploma que nunca me animei a desenrolar – disso não posso ser acusado −, guardei poucas lembranças de um curso de Direito feito há muitos anos. Quase sempre um latinório (rebus sic stantibus, pacta sunt servanda, sublata causa) que por algum motivo sobe às vezes à superfície, como fragmentos de um avião caído no oceano, uma poltrona aqui, ali uma bandeja de comida. Há uma frase, porém, que grudou em mim com a persistência da mais indelével das tatuagens.

    O autor é um falecido professor de Direito Penal que costumava nos propor umas histórias de malfeitos, para que identificássemos o crime e calculássemos a pena. Havia quem só faltasse prescrever a cadeira elétrica, no afã de agradar ao homem, cujo autoritarismo era, como certas fraturas, exposto. Além de amalucado, seja dito: mandava imprimir seus livros com sua própria letra, que era redonda, meio infantil.

    Naquele exercício de identificar crimes e calcular penas, o professor nos surpreendeu com uma história bombástica, e, por mais que pelejássemos, não conseguimos encaixá-la na lei. Tratava-se de uma pegadinha: o suposto criminoso (que eu já ia condenando a uns quinze anos de cadeia) podia ser acusado, no máximo, de grosseria − e foi então que o professor tatuou a frase na minha memória:

    − Falta de educação não é crime!

    Seis palavras que, para mal de meus pecados, o convívio com o semelhante faz regurgitarem várias vezes ao dia. Hoje mesmo, no estacionamento da padaria, foi aquele sujeito que ocupou duas vagas com o seu carrão, sem deixar espaço para mais ninguém. Falta de educação não é crime!, perorou lá do fundo dos tempos o finado professor. É uma pena que não seja.


(WERNECK, Humberto. O espalhador de passarinhos & outras crônicas. Sabará: Editora Dubolsinho. 2010. Fragmento adaptado)
Segundo o texto, é correto afirmar que, em relação à faculdade de Direito, o autor
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Q3888549 Português
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Falta de educação não é crime


    Além de um diploma que nunca me animei a desenrolar – disso não posso ser acusado −, guardei poucas lembranças de um curso de Direito feito há muitos anos. Quase sempre um latinório (rebus sic stantibus, pacta sunt servanda, sublata causa) que por algum motivo sobe às vezes à superfície, como fragmentos de um avião caído no oceano, uma poltrona aqui, ali uma bandeja de comida. Há uma frase, porém, que grudou em mim com a persistência da mais indelével das tatuagens.

    O autor é um falecido professor de Direito Penal que costumava nos propor umas histórias de malfeitos, para que identificássemos o crime e calculássemos a pena. Havia quem só faltasse prescrever a cadeira elétrica, no afã de agradar ao homem, cujo autoritarismo era, como certas fraturas, exposto. Além de amalucado, seja dito: mandava imprimir seus livros com sua própria letra, que era redonda, meio infantil.

    Naquele exercício de identificar crimes e calcular penas, o professor nos surpreendeu com uma história bombástica, e, por mais que pelejássemos, não conseguimos encaixá-la na lei. Tratava-se de uma pegadinha: o suposto criminoso (que eu já ia condenando a uns quinze anos de cadeia) podia ser acusado, no máximo, de grosseria − e foi então que o professor tatuou a frase na minha memória:

    − Falta de educação não é crime!

    Seis palavras que, para mal de meus pecados, o convívio com o semelhante faz regurgitarem várias vezes ao dia. Hoje mesmo, no estacionamento da padaria, foi aquele sujeito que ocupou duas vagas com o seu carrão, sem deixar espaço para mais ninguém. Falta de educação não é crime!, perorou lá do fundo dos tempos o finado professor. É uma pena que não seja.


(WERNECK, Humberto. O espalhador de passarinhos & outras crônicas. Sabará: Editora Dubolsinho. 2010. Fragmento adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que o autor frequentemente se lembra da frase − Falta de educação não é crime! – porque ela
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Q3888548 Português
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    Leonardo Da Vinci aprendeu sobretudo a partir de um tipo de investigação e observação “com a mão na massa”. Ele se voltou para o estudo da anatomia e até mesmo para a prática da dissecção a fim de representar corpos de humanos e de cavalos com precisão, mas seguiu investigando por pura curiosidade. Já se disse que a anatomia foi o campo em que ele fez as descobertas mais abrangentes. Leonardo parece ter sido o primeiro a estudar o desenvolvimento da arteriosclerose e também desvendou a função da válvula aórtica no coração. De maneira similar, começou a estudar óptica para aprimorar sua arte, mas depois descobriu, por exemplo, que a pupila do olho se dilata e se contrai segundo a luminosidade ou a escuridão dos objetos à vista.

    Leonardo também era entusiasta da geometria e estudou campos que hoje conhecemos por mecânica, hidráulica, química, botânica, zoologia, geologia e cartografia. Ironicamente, agora são necessários muitos especialistas para avaliar as realizações de Leonardo em todas essas disciplinas.

    Ele era fascinado pelo movimento da água, o qual observava, por exemplo, jogando nela grãos e corantes. Leonardo também fez experimentos químicos com tinta e preparação de superfícies para pintura. Seus cadernos de anotações revelam uma cuidadosa observação de plantas, assim como sua famosa pintura A virgem das rochas, na qual ele representou apenas as flores que seriam encontradas em uma gruta úmida em determinada estação do ano. A geologia e a botânica alpinas estão representadas com precisão nessa obra.

    Leonardo também colecionou fósseis, os quais via como evidência da história da Terra. Calculou a idade das árvores examinando seus anéis. E observou cuidadosamente não apenas cavalos e pássaros, mas também morcegos, lagartos e crocodilos. Os mapas que ele fez revelam seu interesse pela geografia. Como o artista Giorgio Vasari comentou em sua biografia de Leonardo, “mesmo as coisas mais difíceis a que voltou seu pensamento, ele as resolveu com facilidade”.


(BURKE, Peter. O polímata. São Paulo: Editora Unesp. 2020. Fragmento adaptado)
Assinale a alternativa em que uma vírgula foi acrescentada ao trecho original de acordo com a norma-padrão.
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Q3888547 Português
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    Leonardo Da Vinci aprendeu sobretudo a partir de um tipo de investigação e observação “com a mão na massa”. Ele se voltou para o estudo da anatomia e até mesmo para a prática da dissecção a fim de representar corpos de humanos e de cavalos com precisão, mas seguiu investigando por pura curiosidade. Já se disse que a anatomia foi o campo em que ele fez as descobertas mais abrangentes. Leonardo parece ter sido o primeiro a estudar o desenvolvimento da arteriosclerose e também desvendou a função da válvula aórtica no coração. De maneira similar, começou a estudar óptica para aprimorar sua arte, mas depois descobriu, por exemplo, que a pupila do olho se dilata e se contrai segundo a luminosidade ou a escuridão dos objetos à vista.

    Leonardo também era entusiasta da geometria e estudou campos que hoje conhecemos por mecânica, hidráulica, química, botânica, zoologia, geologia e cartografia. Ironicamente, agora são necessários muitos especialistas para avaliar as realizações de Leonardo em todas essas disciplinas.

    Ele era fascinado pelo movimento da água, o qual observava, por exemplo, jogando nela grãos e corantes. Leonardo também fez experimentos químicos com tinta e preparação de superfícies para pintura. Seus cadernos de anotações revelam uma cuidadosa observação de plantas, assim como sua famosa pintura A virgem das rochas, na qual ele representou apenas as flores que seriam encontradas em uma gruta úmida em determinada estação do ano. A geologia e a botânica alpinas estão representadas com precisão nessa obra.

    Leonardo também colecionou fósseis, os quais via como evidência da história da Terra. Calculou a idade das árvores examinando seus anéis. E observou cuidadosamente não apenas cavalos e pássaros, mas também morcegos, lagartos e crocodilos. Os mapas que ele fez revelam seu interesse pela geografia. Como o artista Giorgio Vasari comentou em sua biografia de Leonardo, “mesmo as coisas mais difíceis a que voltou seu pensamento, ele as resolveu com facilidade”.


(BURKE, Peter. O polímata. São Paulo: Editora Unesp. 2020. Fragmento adaptado)
As expressões em destaque nos trechos − ...a fim de representar corpos de humanos e de cavalos com precisão... (1° parágrafo) − e − ...as flores que seriam encontradas em uma gruta úmida em determinada estação do ano (3° parágrafo) − apresentam, respectivamente, circunstâncias de 
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Q3888546 Português
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    Leonardo Da Vinci aprendeu sobretudo a partir de um tipo de investigação e observação “com a mão na massa”. Ele se voltou para o estudo da anatomia e até mesmo para a prática da dissecção a fim de representar corpos de humanos e de cavalos com precisão, mas seguiu investigando por pura curiosidade. Já se disse que a anatomia foi o campo em que ele fez as descobertas mais abrangentes. Leonardo parece ter sido o primeiro a estudar o desenvolvimento da arteriosclerose e também desvendou a função da válvula aórtica no coração. De maneira similar, começou a estudar óptica para aprimorar sua arte, mas depois descobriu, por exemplo, que a pupila do olho se dilata e se contrai segundo a luminosidade ou a escuridão dos objetos à vista.

    Leonardo também era entusiasta da geometria e estudou campos que hoje conhecemos por mecânica, hidráulica, química, botânica, zoologia, geologia e cartografia. Ironicamente, agora são necessários muitos especialistas para avaliar as realizações de Leonardo em todas essas disciplinas.

    Ele era fascinado pelo movimento da água, o qual observava, por exemplo, jogando nela grãos e corantes. Leonardo também fez experimentos químicos com tinta e preparação de superfícies para pintura. Seus cadernos de anotações revelam uma cuidadosa observação de plantas, assim como sua famosa pintura A virgem das rochas, na qual ele representou apenas as flores que seriam encontradas em uma gruta úmida em determinada estação do ano. A geologia e a botânica alpinas estão representadas com precisão nessa obra.

    Leonardo também colecionou fósseis, os quais via como evidência da história da Terra. Calculou a idade das árvores examinando seus anéis. E observou cuidadosamente não apenas cavalos e pássaros, mas também morcegos, lagartos e crocodilos. Os mapas que ele fez revelam seu interesse pela geografia. Como o artista Giorgio Vasari comentou em sua biografia de Leonardo, “mesmo as coisas mais difíceis a que voltou seu pensamento, ele as resolveu com facilidade”.


(BURKE, Peter. O polímata. São Paulo: Editora Unesp. 2020. Fragmento adaptado)
No trecho − ...a pupila do olho se dilata e se contrai segundo a luminosidade ou a escuridão dos objetos à vista (1° parágrafo) −, o vocábulo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo do sentido original, pela expressão
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Q3888545 Português
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    Leonardo Da Vinci aprendeu sobretudo a partir de um tipo de investigação e observação “com a mão na massa”. Ele se voltou para o estudo da anatomia e até mesmo para a prática da dissecção a fim de representar corpos de humanos e de cavalos com precisão, mas seguiu investigando por pura curiosidade. Já se disse que a anatomia foi o campo em que ele fez as descobertas mais abrangentes. Leonardo parece ter sido o primeiro a estudar o desenvolvimento da arteriosclerose e também desvendou a função da válvula aórtica no coração. De maneira similar, começou a estudar óptica para aprimorar sua arte, mas depois descobriu, por exemplo, que a pupila do olho se dilata e se contrai segundo a luminosidade ou a escuridão dos objetos à vista.

    Leonardo também era entusiasta da geometria e estudou campos que hoje conhecemos por mecânica, hidráulica, química, botânica, zoologia, geologia e cartografia. Ironicamente, agora são necessários muitos especialistas para avaliar as realizações de Leonardo em todas essas disciplinas.

    Ele era fascinado pelo movimento da água, o qual observava, por exemplo, jogando nela grãos e corantes. Leonardo também fez experimentos químicos com tinta e preparação de superfícies para pintura. Seus cadernos de anotações revelam uma cuidadosa observação de plantas, assim como sua famosa pintura A virgem das rochas, na qual ele representou apenas as flores que seriam encontradas em uma gruta úmida em determinada estação do ano. A geologia e a botânica alpinas estão representadas com precisão nessa obra.

    Leonardo também colecionou fósseis, os quais via como evidência da história da Terra. Calculou a idade das árvores examinando seus anéis. E observou cuidadosamente não apenas cavalos e pássaros, mas também morcegos, lagartos e crocodilos. Os mapas que ele fez revelam seu interesse pela geografia. Como o artista Giorgio Vasari comentou em sua biografia de Leonardo, “mesmo as coisas mais difíceis a que voltou seu pensamento, ele as resolveu com facilidade”.


(BURKE, Peter. O polímata. São Paulo: Editora Unesp. 2020. Fragmento adaptado)
Segundo o texto, é correto afirmar que Leonardo Da Vinci
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Q3888544 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Leonardo Da Vinci aprendeu sobretudo a partir de um tipo de investigação e observação “com a mão na massa”. Ele se voltou para o estudo da anatomia e até mesmo para a prática da dissecção a fim de representar corpos de humanos e de cavalos com precisão, mas seguiu investigando por pura curiosidade. Já se disse que a anatomia foi o campo em que ele fez as descobertas mais abrangentes. Leonardo parece ter sido o primeiro a estudar o desenvolvimento da arteriosclerose e também desvendou a função da válvula aórtica no coração. De maneira similar, começou a estudar óptica para aprimorar sua arte, mas depois descobriu, por exemplo, que a pupila do olho se dilata e se contrai segundo a luminosidade ou a escuridão dos objetos à vista.

    Leonardo também era entusiasta da geometria e estudou campos que hoje conhecemos por mecânica, hidráulica, química, botânica, zoologia, geologia e cartografia. Ironicamente, agora são necessários muitos especialistas para avaliar as realizações de Leonardo em todas essas disciplinas.

    Ele era fascinado pelo movimento da água, o qual observava, por exemplo, jogando nela grãos e corantes. Leonardo também fez experimentos químicos com tinta e preparação de superfícies para pintura. Seus cadernos de anotações revelam uma cuidadosa observação de plantas, assim como sua famosa pintura A virgem das rochas, na qual ele representou apenas as flores que seriam encontradas em uma gruta úmida em determinada estação do ano. A geologia e a botânica alpinas estão representadas com precisão nessa obra.

    Leonardo também colecionou fósseis, os quais via como evidência da história da Terra. Calculou a idade das árvores examinando seus anéis. E observou cuidadosamente não apenas cavalos e pássaros, mas também morcegos, lagartos e crocodilos. Os mapas que ele fez revelam seu interesse pela geografia. Como o artista Giorgio Vasari comentou em sua biografia de Leonardo, “mesmo as coisas mais difíceis a que voltou seu pensamento, ele as resolveu com facilidade”.


(BURKE, Peter. O polímata. São Paulo: Editora Unesp. 2020. Fragmento adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que uma das motivações de Leonardo Da Vinci para realizar pesquisas era
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Q2204451 Pedagogia
A execução do Plano Nacional de Educação (PNE) e o cumprimento de suas metas serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas. A meta 5 do PNE almeja alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3o (terceiro) ano do ensino fundamental. Uma estratégia definida no PNE para o alcance dessa meta é
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Q2204450 Pedagogia
“Quando uma criança ou um adulto analfabeto se dá conta de que os caracteres alfabéticos não são meros sinais gráficos, mas que, individualmente ou em grupo, representam os sons da fala (ou os fonemas da língua, para ser mais exato), dizemos que essa pessoa compreendeu ______ , passo crucial no processo de alfabetização” (Política Nacional de Alfabetização, MEC, SEALF, 2019).
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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Q2204449 Pedagogia
Sobre a educação básica, o Capítulo II da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional) estabelece que
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Q2204448 Pedagogia
A organização do arranjo curricular do Currículo Paulista está alinhada à BNCC e revela a progressão das aprendizagens e do desenvolvimento, mediante o aprofundamento das experiências propostas para crianças de 0 a 5 anos e 11 meses. (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, Currículo Paulista, SEE-SP/UNDIME-SP).
Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir é um objetivo de aprendizagem para educação infantil que, conforme o documento “Currículo Paulista”, relaciona-se ao campo de experiência
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Q2204447 Pedagogia
Conforme o artigo 6º , parágrafo único, da Resolução CNE/CP nº 01/2004 (Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana), os casos que caracterizem racismo serão tratados como
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Q2204446 Pedagogia
Clara e Lúcia são professoras de ensino básico I (PEB I) e, há alguns anos, elas têm trabalhado com ênfase na alfabetização, nos primeiros anos do ciclo I do ensino fundamental. Elas possuem concepções diferentes sobre como trabalhar alfabetização e letramento.
Assinale a alternativa que contém a concepção que Clara ou Lúcia devem ter, em consonância com a perspectiva de Magda Soares (2004) sobre alfabetização e letramento.
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Q2204445 Pedagogia
Ao observarmos com cuidado os livros didáticos, podemos verificar que eles não costumam incluir, entre os conteúdos selecionados, os debates, as discordâncias, os processos de revisão e de questionamento que marcam os conhecimentos e os saberes em muitos de seus contextos originais. Dificilmente encontramos, em programas e em materiais didáticos, menções às disputas que se travam, por exemplo, no avanço do próprio conhecimento científico (Moreira; Candau, 2007). A esse processo em que os estudantes têm acesso apenas aos produtos acabados do conhecimento escolar, Moreira e Candau (2007) chamam de
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Q2204444 Pedagogia
O artigo 208, inciso III, da Constituição Federal de 1988 estabelece que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. Assinale a alternativa que expressa corretamente a concepção de Mantoan (2013) sobre a pedagogia da diferença.
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Q2204443 Pedagogia
A avaliação em Matemática tem sido, historicamente, caracterizada pelo medo. Ao tratar de planejamento e avaliação em Matemática, Verônica Gitirana (2003), na obra Práticas avaliativas e aprendizagens significativas (In: Silva et. all, 2003), propõe como forma de sistematização da avaliação do processo de aprendizagem
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Q2204442 Pedagogia
Ana é professora de ensino básico (PEB I) e tem se dedicado a ensinar matemática de modo mais dinâmico e criativo para os seus alunos. Ela decidiu ler a obra Ensinar matemática na Educação Infantil e nas séries iniciais. Nela, Panizza (2006) afirma que embora os números naturais sejam usados cotidianamente em diversas circunstâncias
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Q2204441 Pedagogia
Na história do pensamento ocidental é recorrente a dicotomia entre razão e emoção, entre intelecto e sentimentos. Uma das consequências dessa dicotomia nas práticas pedagógicas é a dissociação entre o ensino e as relações entre os sujeitos na escola, entre professores e alunos. Rompendo essa falsa dicotomia, Vygotsky e Wallon são estudiosos que tratam da relação entre cognição e afetividade. Acerca da cognição e afetividade em Vygotsky e Wallon, Marta Kohl e Heloysa Dantas (In: La Taille, Oliveira e Dantas, 1992), afirmam que
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Respostas
1: D
2: B
3: B
4: B
5: A
6: D
7: E
8: C
9: B
10: E
11: D
12: B
13: C
14: A
15: C
16: B
17: A
18: D
19: E
20: E