Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de anita garibaldi - sc

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Q3849230 Legislação Municipal
As modalidades de licença previstas para o vereador, bem como seus efeitos sobre remuneração e exercício do mandato, estão disciplinadas na Lei Orgânica do Município. Considerando essas disposições, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3849229 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

No início da legislatura municipal, a posse dos vereadores e a composição da Mesa obedecem a regras específicas definidas pela Lei Orgânica Municipal. Considerando essas disposições, analise as assertivas a seguir.



I. A sessão solene de posse dos vereadores ocorre no dia 1º de janeiro do primeiro ano da legislatura, sendo presidida pelo vereador que mais recentemente tenha exercido cargo na Mesa ou que tenha sido reeleito; inexistindo tais situações, presidirá o vereador mais votado entre os presentes.


II. Após o compromisso formal prestado pelo Presidente, o secretário designado realiza a chamada nominal dos vereadores, que respondem com a declaração “Assim o prometo”, efetivando sua posse.


III. É facultado ao vereador que não comparecer à sessão solene tomar posse em qualquer momento da legislatura, bastando manifestar oralmente o interesse em assumir o mandato perante a Mesa Diretora.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3849223 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando a configuração fonética de vocábulos do texto, qual das alternativas possui uma palavra que NÃO apresenta dígrafo na sua formação? 
Alternativas
Q3849222 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No trecho “O senhor do mercado teme uma invasão imaginária”, a análise sintática da oração permite afirmar que o sujeito do verbo “teme” é classificado como: 
Alternativas
Q3849221 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A expressão “Nem aqui, nem na China” é ressignificada no texto a partir de uma análise crítica da realidade contemporânea. Em relação ao uso e transformação desse dito popular, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3849220 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No artigo de Helô Bacichette, a autora constrói uma reflexão crítica sobre os discursos herdados e os receios ancorados em visões ultrapassadas. Considerando os argumentos desenvolvidos ao longo do texto, pode-se concluir que: 
Alternativas
Q3849219 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Aqui ou na China


    Outro dia, na fila do mercado, alguém soltou um dito antigo: “Isso não acontece nem aqui, nem na China.” A frase mal terminou quando o senhor atrás de mim completou, com aquela confiança de quem sempre começa dizendo que não entende de política: “Porque lá é tudo comunista. Daqui a pouco invadem o mundo.”


    A China dele era uma sombra enorme, parada no tempo, um mapa feito de rumores. Nada a ver com o país de hoje, onde drones entregam compras, trens cortam cidades e jovens pagam o café com a palma da mão. Mas certos discursos seguem firmes, mesmo quando o planeta já virou duas voltas sem avisar.


    O curioso é como a expressão também envelheceu. “Nem aqui, nem na China” funcionava quando a China era apenas o fim do mapa, uma lonjura quase inventada. Hoje, o mundo se comprime até virar notificação. O impossível ficou raro. A distância, menor. Mas os medos antigos seguem grandes, empoleirados nos ombros de quem repete frases herdadas.


    Enquanto isso, as pessoas, lá e aqui, seguem ocupadas com o que realmente importa: trabalhar, cuidar dos filhos, tentar dormir cedo, sonhar com um sábado de sol. A vida concreta não tem paciência para fantasmas ideológicos. Quem anda pelas ruas de Pequim ou de qualquer grande cidade do Brasil e do mundo encontra mais semelhanças do que ameaças: mercados cheios, idosos praticando alongamento na praça, adolescentes rindo alto demais, alguém olhando o celular esperando uma resposta que não chega.


    Sem pedir licença, a globalização veio, abriu as janelas e mudou tudo de lugar. Gostando ou não, estamos todos conectados. O senhor do mercado teme uma invasão imaginária, mas não percebe que ela já aconteceu: pelas telas, pelos aplicativos, pelos objetos do dia a dia que atravessaram fronteiras antes mesmo de ele perceber.


    E, no entanto, há algo que realmente não muda, nem aqui, nem na China: o gesto humano que sustenta o mundo. Um sorriso rápido, um cuidado ofertado sem cálculo, uma palavra que ameniza o peso do dia. Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina.


    Talvez o problema não seja a distância entre países, e sim a distância entre o que tememos e o que de fato acontece. Porque, no fundo, o que mais nos assusta não são comunistas invisíveis, e sim abandonar certezas antigas. É sempre mais fácil temer o longe do que olhar de perto.


    Mas, quando a gente respira fundo e desaperta os medos, percebe que o mundo é menos ameaçador do que parece. E que algumas coisas acontecem, sim. Aqui mesmo. E, quem diria, até na China.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No trecho “Isso atravessa continentes sem passaporte e sem doutrina”, o vocábulo isso pertence à classe gramatical dos: 
Alternativas
Q3849043 Mecânica de Autos
Os principais sistemas do veículo atuam de forma integrada para garantir seu funcionamento adequado e a segurança na condução. Entre esses sistemas, destaca-se aquele responsável por transmitir a força do motor às rodas, permitindo o deslocamento do veículo. Esse sistema caracteriza-se por: 
Alternativas
Q3849041 Legislação de Trânsito

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, dirigir veículo sem possuir habilitação ou com a habilitação cassada ou suspensa configura infração __________, punida com multa aplicada em __________, além das medidas administrativas previstas na norma.


Qual das alternativas preenche, CORRETA e, respectivamente, as lacunas? 

Alternativas
Q3849040 Legislação de Trânsito

O Código de Trânsito Brasileiro determina que, para se habilitar nas categorias D e E, o candidato deve atender a requisitos específicos. Entre eles, exige-se que o condutor seja __________, não tenha cometido mais de __________ infração(ões) gravíssima(s) nos últimos doze meses e seja aprovado em curso especializado.


Qual das alternativas preenche, CORRETA e, respectivamente, as lacunas? 

Alternativas
Q3849038 Legislação Municipal
A Lei Orgânica Municipal estabelece hipóteses específicas em que o vereador pode perder o mandato, contemplando situações relacionadas à conduta parlamentar, ao cumprimento de deveres e às condições de elegibilidade. Entre essas hipóteses, encontra-se: 
Alternativas
Q3849037 Direito Administrativo
As vedações previstas na Lei Orgânica Municipal estabelecem limites para a atuação administrativa, impedindo que o Município utilize estruturas públicas de forma incompatível com a legalidade e a impessoalidade. Entre as condutas proibidas, está: 
Alternativas
Q3849036 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica do Município de Anita Garibaldi estabelece responsabilidades que o Município exerce juntamente com a União e o Estado. Entre as ações relacionadas a essa competência comum, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3849035 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A atuação do Presidente da Câmara Municipal envolve funções administrativas, legislativas, de representação e de controle. Considerando o conjunto de atribuições previstas na Lei Orgânica, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3849034 Legislação Municipal

A disciplina sobre o funcionamento do período legislativo e sobre a natureza das sessões da Câmara Municipal estabelece parâmetros de regularidade e publicidade que orientam a atuação parlamentar. Considerando as diretrizes definidas pela Lei Orgânica Municipal, analise as assertivas.



I. O período anual de funcionamento legislativo é dividido em dois intervalos fixos no primeiro e no segundo semestre.


II. As sessões são públicas, podendo ter restrição de publicidade quando houver motivo relevante relacionado ao decoro parlamentar e deliberação da maioria absoluta dos membros.


III. As sessões extraordinárias podem ocorrer em local distinto da sala destinada às reuniões, desde que haja conveniência administrativa reconhecida pela Mesa.



Das assertivas apresentadas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3849028 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


    O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.


    Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.


    A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.


    É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.


    A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.


    A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.


 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No trecho “O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente”, a palavra acúmulo é acentuada porque: 
Alternativas
Q3849027 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


    O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.


    Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.


    A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.


    É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.


    A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.


    A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.


 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No trecho “O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo”, o verbo “continuará” expressa: 
Alternativas
Q3849026 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


    O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.


    Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.


    A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.


    É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.


    A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.


    A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.


 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No trecho “A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno”, o verbo “dissolve” carrega um valor metafórico, sugerindo o desaparecimento gradual de algo prejudicial. Considerando o contexto e o efeito de sentido, uma palavra que poderia substituir “dissolve” sem prejuízo ao significado global da frase é: 
Alternativas
Q3849025 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


    O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.


    Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.


    A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.


    É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.


    A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.


    A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.


 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

A proposta argumentativa do texto gira em torno da valorização da pausa, do silêncio e da consciência plena como antídotos à aceleração contemporânea. Nesse sentido, de acordo com os sentidos construídos pelo autor, enquanto o mundo insiste em celebrar o acúmulo e a velocidade, a meditação se apresenta como caminho para _______________, possibilitando decisões mais lúcidas, sentimentos mais acolhidos e uma reconexão com o que realmente importa.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 

Alternativas
Q3849024 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Sempre estamos à espera do amanhã, porém não podemos deixar de viver intensamente o hoje


    O mundo é regido pela pressa. A agitação faz parte do cotidiano da grande maioria, inclusive tem gente que se agita mesmo não tendo nada para fazer. Em meio a tudo isso, surge uma alternativa fabulosa: a meditação. Através da meditação preservamos o essencial e confirmamos a paz. Meditar é não entrar no ritmo alucinante da pressa, é viver criativamente.


    Silenciar é ir na contramão de uma pressa que cansa e esgota. O mundo se acostumou a celebrar o excesso, o acúmulo, a produtividade que não respeita o limite do corpo nem o território sagrado da mente. Meditar, nesse contexto, torna-se um gesto de coragem, pois convida a presença quando tudo ao redor insiste na distração.


    A pausa permite que a alma se reencontre. No silêncio, aquilo que estava disperso começa a se alinhar, pensamentos se acalmam, emoções encontram um nome, a respiração se torna ponte entre o que sentimos e o que realmente somos. Meditar não é fugir da vida, é voltar para dentro dela com mais consciência.


    É o momento em que retiramos as máscaras e percebemos o próprio ritmo, mais lento, mais profundo, mais honesto. O silêncio revela o que a pressa esconde. Ao desacelerar, percebemos que muito do que parecia urgente era apenas barulho. E que grande parte das inquietações nasce da tentativa de acompanhar expectativas que nunca foram nossas.


    A pausa devolve liberdade. A mente que respira com calma deixa de ser tempestade e volta a ser céu. E, nesse céu interior, escolhas ganham clareza, dores encontram acolhida, decisões se iluminam. A quietude se torna refúgio e, ao mesmo tempo, força para caminhar. Quem aprende a meditar aprende também a viver com mais profundidade.


    A pressa se dissolve, o olhar se torna mais amplo, a palavra mais leve, o coração mais sereno. O mundo continuará acelerado, mas dentro de quem medita existe uma morada segura onde o tempo corre de outro modo. E é dessa fonte silenciosa que surge uma coragem nova, mais estável e fecunda, capaz de sustentar os dias com paz.


 Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).

No texto de Jaime Bettega, a meditação é apresentada como um contraponto ao ritmo caótico e à cultura da produtividade desenfreada. Com base nessa abordagem, pode se afirmar que:



I. A prática meditativa é retratada como ato de resistência à lógica do excesso e da aceleração cotidiana.


II. Meditar equivale a buscar isolamento e se desconectar dos acontecimentos do mundo exterior.


III. O silêncio, no texto, é interpretado como fonte de equilíbrio interior e de reencontro com a própria essência.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Respostas
81: C
82: B
83: D
84: D
85: A
86: C
87: C
88: C
89: B
90: A
91: C
92: B
93: A
94: D
95: B
96: A
97: B
98: B
99: C
100: B