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Q1122921 Inglês
Using the Washington, D.C. Metro Subway System

By Rachel Cooper
Updated 07/10/19 

      The Washington Metro, the District's regional subway system, provides a clean, safe, and reliable way to get around almost all of the major attractions in Washington, D.C. The Metro does extend to the suburbs of Maryland and Virginia. 
       the Metrorail trains can be crowded with commuters during rush hour and when there is a big event going on downtown, taking the Washington Metro is usually cheaper and easier than finding a place to park in the city. Several Metro stations are helpful sightseeing stops.  

The Metro Lines 

     Since opening in 1976, the Metrorail network has grown to include six lines, 91 stations, and 117 miles of track. It is the thirdbusiest rapid transit system in the United States in the number of passenger trips after New York City and Chicago.  

Hours 

       The Metro begins operation at 5 a.m. on weekdays, 7 a.m. on Saturdays, and 8 a.m. on Sundays. Service ends at 11:30 p.m. Monday through Thursday, 1 a.m. Friday and Saturday, and 11 p.m. on Sundays, although the last trains leave their terminals about a half an hour before these times.
        Trains run frequently averaging four to 10 minutes between trains with frequency increasing during rush hour times. Night and weekend service varies between eight and 20 minutes, with trains generally scheduled only every 20 minutes.  

Metro Farecards 

     A SmartTrip Metro farecard is required to ride the Metro. The rechargeable, proximity card is encoded with any amount up to $300. If you register your card, and you lose it, or it is stolen, you do not lose the value of the card.
       Fares range from $2 to $6 depending on your destination and the time of day. Fares are cheaper after 9:30 a.m. until 3 p.m. and after 7 p.m. until close. An all-day Metro pass is available for $14.75. Metro charges reduced fares on all federal holidays. 

(Adapted from: https://www.tripsavvy.com

A palavra que preenche corretamente a lacuna I é
Alternativas
Q1122920 Matemática

As massas dos objetos A, B e C satisfazem as seguintes relações:

− as massas de A e B, somadas, excedem em 13 kg a média das massas de B e C;

− subtraindo-se de 79 kg o quádruplo da massa de C, obtém-se a soma da massa de A com o dobro da massa de B.

Assim, a soma das massas de A, B e C, em kg, é igual a

Alternativas
Q1122919 Matemática
O médico orientou Suzana a tomar a medicação no seguinte esquema: 1 comprimido em cada um dos dias úteis da semana (segunda, terça, quarta, quinta, sexta) e 2 comprimidos em cada um dos dias do fim de semana (sábado e domingo). Suzana começou o tratamento no dia 1º de março e terminou depois de ter tomado 163 comprimidos. O último dia do tratamento de Suzana foi
Alternativas
Q1122917 Matemática
Uma editora fará uma campanha distribuindo livros e canetas em estações de metrô. Serão distribuídos 1.620 livros e 2.940 canetas, de modo que cada estação de metrô participante da campanha receba a mesma quantidade de livros para distribuição e receba a mesma quantidade de canetas para distribuição. Para atingir o maior número de estações possível, a quantidade de canetas que cada estação deve receber é
Alternativas
Q1122914 Raciocínio Lógico

Ana, Beatriz e Célia moram com suas avós Sandra, Adélia e Maria em Franca, Campinas e em Araras, não necessariamente nas ordens indicadas. Além disso, sabe-se que:

− Beatriz não é neta de Maria.

− Ana não mora em Araras e é neta de Sandra.

− A menina que mora em Franca é neta de Adélia.

Desse modo, é correto afirmar que:

Alternativas
Q1122913 Raciocínio Lógico

Um dado é um cubo, onde em cada face colocamos de 1 a 6 pontos, de tal maneira que a soma dos pontos que ficam em cada par de faces opostas é sempre 7.

Quatro dados foram empilhados como na figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

A soma dos pontos das faces que não aparecem na figura é

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Q1122910 Português
        Para ele, o fim do ano era sempre uma época dura, difícil de suportar. Sofria daquele tipo de tristeza mórbida que acomete algumas pessoas nos festejos de Natal e de Ano-Novo. No seu caso havia uma razão óbvia para isso: aos setenta anos, solteirão, sem parentes, sem amigos, não tinha com quem celebrar, ninguém o convidava para festa alguma. O jeito era tomar um porre, e era o que fazia, mas o resultado era melancólico: além da solidão, tinha de suportar a ressaca.
          No passado, convivera muito tempo com a mãe. Filho único, sentia-se obrigado a cuidar da velhinha que cedo enviuvara. Não se tratava de tarefa fácil: como ele, a mãe era uma mulher amargurada. Contra a sua vontade, tinha casado, em 31 de dezembro de 1914 (o ano em que começou a Grande Guerra, como ela fazia questão de lembrar) com um homem de quem não gostava, mas que pais e familiares achavam um bom partido. Resultado desse matrimônio: um filho e longos anos de sofrimento e frustração. O filho tinha de ouvir suas constantes e ressentidas queixas. Coisa que suportava estoicamente; não deixou, contudo, de sentir certo alívio quando de seu falecimento, em 1984. Este alívio resultou em culpa, uma culpa que retornava a cada Natal. Porque a mãe falecera exatamente na noite de Natal. Na véspera, no hospital, ela lhe fizera uma confissão surpreendente: muito jovem, apaixonara-se por um primo, que acabou se transformando no grande amor de sua vida. Mas a família do primo mudara-se, e ela nunca mais tivera notícias dele. Nunca recebera uma carta, uma mensagem, nada. Nem ao menos um cartão de Natal.
       No dia 24 pela manhã ele encontrou um envelope na carta do correio. Como em geral não recebia correspondência alguma, foi com alguma estranheza que abriu o envelope.
       Era um cartão de Natal, e tinha a falecida mãe como destinatária. Um velhíssimo cartão, uma coisa muito antiga, amarelada pelo tempo. De um lado, um desenho do Papai Noel sorrindo para uma menina. Do outro lado, a data: 23 de dezembro de 1914. E uma única frase: “Eu te amo.”
        A assinatura era ilegível, mas ele sabia quem era o remetente: o primo, claro. O primo por quem a mãe se apaixonara, e que, por meio daquele cartão, quisera associar o Natal a uma mensagem de amor. Uma nova vida, era o que estava prometendo. Esta mensagem e esta promessa jamais tinham chegado a seu destino. Mas de algum modo o recado chegara a ele. Por quê? Que secreto desígnio haveria atrás daquilo?
      Cartão na mão, aproximou-se da janela. Ali, parada sob o poste de iluminação, estava uma mulher já madura, modestamente vestida, uma mulher ainda bonita. Uma desconhecida, claro, mas o que importava? Seguramente o destino a trouxera ali, assim como trouxera o cartão de Natal. Num impulso, abriu a porta do apartamento e, sempre segurando o cartão, correu para fora. Tinha uma mensagem para entregar àquela mulher. Uma mensagem que poderia transformar a vida de ambos, e que era, por isso, um verdadeiro presente de Natal.  

(SCLIAR, Moacyr. Mensagem de Natal. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 26-28) 
Esta mensagem e esta promessa jamais tinham chegado a seu destino (5º parágrafo). A forma verbal sublinhada acima está empregada no mesmo tempo do verbo sublinhado em:
Alternativas
Q1122906 Português
        Para ele, o fim do ano era sempre uma época dura, difícil de suportar. Sofria daquele tipo de tristeza mórbida que acomete algumas pessoas nos festejos de Natal e de Ano-Novo. No seu caso havia uma razão óbvia para isso: aos setenta anos, solteirão, sem parentes, sem amigos, não tinha com quem celebrar, ninguém o convidava para festa alguma. O jeito era tomar um porre, e era o que fazia, mas o resultado era melancólico: além da solidão, tinha de suportar a ressaca.
          No passado, convivera muito tempo com a mãe. Filho único, sentia-se obrigado a cuidar da velhinha que cedo enviuvara. Não se tratava de tarefa fácil: como ele, a mãe era uma mulher amargurada. Contra a sua vontade, tinha casado, em 31 de dezembro de 1914 (o ano em que começou a Grande Guerra, como ela fazia questão de lembrar) com um homem de quem não gostava, mas que pais e familiares achavam um bom partido. Resultado desse matrimônio: um filho e longos anos de sofrimento e frustração. O filho tinha de ouvir suas constantes e ressentidas queixas. Coisa que suportava estoicamente; não deixou, contudo, de sentir certo alívio quando de seu falecimento, em 1984. Este alívio resultou em culpa, uma culpa que retornava a cada Natal. Porque a mãe falecera exatamente na noite de Natal. Na véspera, no hospital, ela lhe fizera uma confissão surpreendente: muito jovem, apaixonara-se por um primo, que acabou se transformando no grande amor de sua vida. Mas a família do primo mudara-se, e ela nunca mais tivera notícias dele. Nunca recebera uma carta, uma mensagem, nada. Nem ao menos um cartão de Natal.
       No dia 24 pela manhã ele encontrou um envelope na carta do correio. Como em geral não recebia correspondência alguma, foi com alguma estranheza que abriu o envelope.
       Era um cartão de Natal, e tinha a falecida mãe como destinatária. Um velhíssimo cartão, uma coisa muito antiga, amarelada pelo tempo. De um lado, um desenho do Papai Noel sorrindo para uma menina. Do outro lado, a data: 23 de dezembro de 1914. E uma única frase: “Eu te amo.”
        A assinatura era ilegível, mas ele sabia quem era o remetente: o primo, claro. O primo por quem a mãe se apaixonara, e que, por meio daquele cartão, quisera associar o Natal a uma mensagem de amor. Uma nova vida, era o que estava prometendo. Esta mensagem e esta promessa jamais tinham chegado a seu destino. Mas de algum modo o recado chegara a ele. Por quê? Que secreto desígnio haveria atrás daquilo?
      Cartão na mão, aproximou-se da janela. Ali, parada sob o poste de iluminação, estava uma mulher já madura, modestamente vestida, uma mulher ainda bonita. Uma desconhecida, claro, mas o que importava? Seguramente o destino a trouxera ali, assim como trouxera o cartão de Natal. Num impulso, abriu a porta do apartamento e, sempre segurando o cartão, correu para fora. Tinha uma mensagem para entregar àquela mulher. Uma mensagem que poderia transformar a vida de ambos, e que era, por isso, um verdadeiro presente de Natal.  

(SCLIAR, Moacyr. Mensagem de Natal. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 26-28) 
Com relação às constantes queixas da mãe, o filho se comportava de modo
Alternativas
Q1122905 Português
Está correta a redação do livre comentário que se encontra em:
Alternativas
Q1122904 Português

Ortega y Gasset dizia que a comédia era um gênero literário que confirmava o poder do que já está estabelecido (3º parágrafo)

No contexto, o trecho sublinhado acima exerce a mesma função sintática que o também sublinhado em:

Alternativas
Q1122903 Português
No contexto, expressa noção de finalidade o seguinte trecho:
Alternativas
Q1122902 Português
Sem prejuízo para a correção e o sentido, no trecho em pouco tempo pai, mãe e os dois filhos da família pobre estarão ocupando cargos de confiança na casa dos ricos (6º parágrafo), pode-se eliminar o uso do gerúndio, substituindo-se o segmento sublinhado por: 
Alternativas
Q1122901 Português

graças a uma série de circunstâncias (6º parágrafo)

Sem que nenhuma outra alteração seja feita na frase, o sinal indicativo de crase deve ser empregado caso se substitua o trecho sublinhado acima por:

Alternativas
Q1122900 Português
O autor do texto retoma a ideia de que o filme apresentado constitui uma parábola no seguinte trecho:
Alternativas
Q1122899 Português

entre os muros que os separam da realidade (5º parágrafo)

como a esconde, encobre, transforma-a em fantasma (8º parágrafo)

Os pronomes sublinhados acima referem-se, respectivamente, a:

Alternativas
Q1122898 Português

Ortega y Gasset dizia que a comédia era um gênero que confirmava o poder do que já está estabelecido: o indivíduo que se encontra fora das estruturas torna-se ridículo, cômico. (3ºparágrafo)

No trecho acima, o sinal de dois-pontos pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por:

Alternativas
Q1122897 Português
Depreende-se do texto que o cineasta Bong Joon-ho
Alternativas
Q1122896 Português
Entre as razões que levaram “Parasita” a ser classificado como conservador, está o fato de que o filme
Alternativas
Q1041389 Atualidades
Os analistas do mercado financeiro analisaram pela 20a semana consecutiva a previsão de crescimento da economia em 2019, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) em julho/2019.
Na previsão dos analistas, haverá
Alternativas
Q1041388 Atualidades
Segundo o Presidente da República, estudos técnicos apontam que os benefícios da mudança são pequenos e não valem para as regiões Norte e Nordeste. Portanto, ficou decidido que em 2019 deixará de ocorrer, a partir de outubro:
Alternativas
Respostas
241: D
242: C
243: D
244: A
245: E
246: E
247: C
248: D
249: D
250: A
251: B
252: E
253: B
254: C
255: C
256: E
257: A
258: D
259: E
260: B